Ao vivo! Lideranças políticas e intelectuais europeus defendem liberdade de Lula

Ciro Gomes em Harvard

Por Miguel do Rosário

12 de Abril de 2018 : 21h13

Acho importante ouvir as opiniões de Ciro Gomes. Ao lado de Padilha, o pré-candidato pelo PDT discorre, em seminário organizado em Harvard, sobre os problemas brasileiros.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

19 comentários

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Romulo Macedo

16 de Abril de 2018 às 06h57

É triste ver o quanto nossa mídia progressista em geral e o próprio governo do PT infantilizou a esquerda brasileira. Quanta opnião ridícula aqui.

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JULIO CEZAR DE OLIVEIRA

14 de Abril de 2018 às 10h58

certeza

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JULIO CEZAR DE OLIVEIRA

14 de Abril de 2018 às 10h57

que bonitinho,foi puchar o saco do tio sam.
por isso que não voto em você.
Se lula não for,voto em quem ele pedir,com
serteza não será você,golpista.

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Flávio Antunes

13 de Abril de 2018 às 19h48

Para os que o criticam por infidelidade partidária, vale lembrar que, no presidencialismo, o Presidente não governa sem o Legislativo.

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baltazar pedrosa

13 de Abril de 2018 às 13h55

Ciro gomes,parece que estar competindo com o todo poderoso de Curitiba,qual dos dois visitam mais os Estados Unidos, e isso, é deprimente para quem pensa em soberania

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ari

13 de Abril de 2018 às 11h26

Um oportunista, a meu ver. Oportunismo, penso eu, é um dos piores defeitos de um político

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Fehnelon

13 de Abril de 2018 às 10h25

Ciro, ainda me parece, uma nota de 3 reais.
Poder de retorica fenomenal, se ouço me seduz, na falta de Lula seria meu candidato, fácil.
Porem, faz um tempo, percebo incoerências, algo não parece certo, por tras do discurso, as vezes, transparece a intenção da mensagem, daí pode-se arriscar deduzir as prováveis motivações. Obviamente devo estar errado, mas não gosto do que vejo.

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Vitor

13 de Abril de 2018 às 10h01

O PT já decidiu se o Haddad será o vice do Ciro ou do Joaquim Barbosa?

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Valcir Barsanulfo de Aguiar

13 de Abril de 2018 às 09h18

Harvard ensina CAPITALISMO, Liberalismo e fascismo, Universidade do capitalista/neo liberal OBAMA, onde Ciro e Moro fazem seus estágios de liberais/fascistas e passam a se achar a cereja do bolo.

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Régis

13 de Abril de 2018 às 07h05

Esse Ciro Gomes não me engana. Ele é o típico político violino: pega com a esquerda e toca com a direita. Tem perfil elitista e na minha opinião faz jogo duplo. Não é confiável.

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Antonio Passos

13 de Abril de 2018 às 01h23

Ciro é, para mim, o mais inteligente e preparado político brasileiro. Pena que é também vaidoso, arrogante e não confiável depois de seus últimos posicionamentos com relação a Lula.

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ANGELA MARIA

12 de Abril de 2018 às 23h31

CIRO “BIRUTA DE AEROPORTO” GOMES
É SÓ ISSO MESMO:
IDAS E IDAS A HARVARD E OUTROS QUE TAIS
MAS LUTAR
PELA CULTURA
E
PELA AUTONOMIA INTELECTUAL DO BRASIL
– NO BRASIL –
NÃO QUER SABER…

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Shmoo

12 de Abril de 2018 às 22h23

Um dia dando pescotapa. Noutro, dialogando em Harvard. Me engravida?!

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Kasu

12 de Abril de 2018 às 22h02

O grande presidente Lula construiu um monte no novas universidades no Brasil
e a elite vira lata continua a buscar soluções nas universidades americanas.
Esse pais nunca vai dar certo.

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Catel

12 de Abril de 2018 às 21h38

Acho uma tremenda babaquice polítcos, candidatos, demais representantes oficiais, não oficiais
sairem pelo mundo debatendo os problemas do brasil, que eles ajudaram a criar, nas universidades mais eletistas do mundo. Uma grande vergonha.
O povo brasileiro não pode ir a Harvard, não pode ir a Yales, ao MIT, a Cambridge, não pode ir aos estados unidos muito menos a europa discutir seus problemas.
E que não me entendam mal, não sou contra debater em nenhum lugar do mundo. Vamos também debater então na Alemanha, na China, na Russia, na Argentina, na Bolívia, no Equador, no Uruguay, no Iran, na Africa do Sul, no Egito, na India, quanto mais melhor, mas só nos estados unidos não dá;
E principamente aqui no Brasil.

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    Paulo Rogério

    13 de Abril de 2018 às 05h55

    Esses debates são muito importantes, porque realizados em universidades estrangeiras para alunos brasileiros de cursos de graduação e pós-graduação em economia, administração e negócios. É importante que esses jovens assistam debates que fazem contrapontos às políticas e práticas neoliberais ensinadas nesses institutos como dogmas “inatacáveis” e “inevitáveis” em políticas públicas.
    Porque depois, essa galera sai de lá com uma visão única, doutrinária e que em nada tem a ver com a realidade, não só do Brasil, mas do mundo inteiro. O neoliberalismo fracassa em toda parte onde é praticado. As chamadas “exceções” ocorrem tão somente em paraísos fiscais, ainda assim, de forma desigual. Basta olhar para o panamá, que não pode ser chamado de um sucesso sócio-econômico como nação.
    É importante destruir essas ilusões no nascedouro.

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      NeoTupi

      13 de Abril de 2018 às 12h40

      Vira latice. Desde quando um candidato a presidente de um país Europeu, da India, da Russia, da China vai debater em Universidades dos EUA às vésperas da campanha eleitoral? Quando você viu Obama, Bush, Hillary ou Trump fazer isso?
      Isso só tem sentido no contexto de uma campanha internacional de denúncia do golpe e por Lula livre, como fez Boulos em Portugal e Manuela na Argentina. Coisa que Ciro não fez.
      A única coisa capaz de mudar a cabeça de um estudante de Harvard é visitar e vivenciar a vida em uma favela da América Latina ou África. Fora isso, para debater ideias diferentes do neoliberalismo, intelectuais de mais peso, com obras densas, tem mais influência do que políticos para esse tipo de estudante. Uma hora de debate não vai sobrepor a milhares de horas aulas.
      Os EUA sempre financiaram através de ONGs, desde a guerra fria, lideranças de esquerda mais moderadas para cooptá-las. FHC é o melhor exemplo. Serra foi outro. Ciro segue o mesmo caminho.

    Paulo Rogério

    13 de Abril de 2018 às 05h58

    Mas concordo que esses debates deveriam se estender para universidades localizadas, principalmente, nos países vizinhos ao nosso, que atravessam os mesmos dilemas que nós.
    Saudações

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