Sabatina de Manuela na Carta Capital

O Datafolha e o (pueril) ufanismo nosso de cada dia

Por Miguel do Rosário

11 de junho de 2018 : 13h17

Eleições presidenciais, sobretudo num momento tão dramático do país, geram muita emoção. Mas um analista precisa contê-las, e estimular o leitor que também o faça, para que possamos avaliar a situação com objetividade.

A divulgação dos números do Datafolha, ontem, produziu um efeito curioso no eleitorado partidário: houve forte pressão para interpretações exageradamente ufanistas em relação ao PT e a Lula.

Foi um “já ganhamos” insuportável – e delirante. Eu não vou entrar nessa. Até porque os números, na minha humilde opinião, não dizem isso.

Não acho que seria um blogueiro responsável se corroborasse esse tipo de análise. Olhar a conjuntura atual como “favorável” à esquerda, tendo, de um lado, um candidato como Bolsonaro com tanta força nas pesquisas, sobretudo nas regiões sul e sudeste, entre homens, jovens, em algumas faixas de renda determinantes para o exercício do poder, e, de outro, Lula preso, com chance enorme de não conseguir o seu registro eleitoral, me parece profundamente temerário.

Pesquisas nos ajudam a entender a conjuntura política, mas não dizem tudo. O analista precisa acrescentar, aos números, o seu próprio olhar, recolhendo variáveis e informações externas à pesquisa em questão, para entender o poder de cada candidato.

O Datafolha ainda não publicou, até o momento, o relatório completo, então continuamos analisando com o material divulgado ontem. Entretanto, como não parece ter havido mudanças substantivas em relação a abril, a análise de hoje usará (sempre indicando antes) alguns dados estratificados da pequisa anterior.

A meu ver, a tabela da pesquisa de ontem que provocou mais emoções, entre os diversos públicos, foi a que mostrava o poder de transferência de Lula para um indicado seu. O gráfico dizia que 30% votariam “com certeza” num candidato apoiado por Lula, 17% votariam “talvez” num candidato apoiado por ele, e “51%” responderam que “não votariam” num candidato apoiado por Lula.

Os analistas da esfera petista consideraram esses 30% de “certeza” como um patrimônio inabalável. Quando Lula apontar para alguém, que será, naturalmente, do PT (afirmam eles), este alguém terá exatamente os mesmos 30%.

Uma amiga, tomada de euforia, disse que os números justificavam uma chapa pura de esquerda, unindo Haddad, Boulos e Manuela. Ela não citou Ciro Gomes, claro, porque ele não é “de esquerda”…

A própria Folha, no afã de mostrar qualquer coisa que mostre declínio de Lula,  publicou hoje uma matéria que mais confunde do que informa, dizendo que a influência do petista caiu de 2010 para cá, mas misturando os votos “com certeza” com “talvez”, e sem considerar a rejeição. Então vou ignorar essa matéria.

Para tentarmos entender o poder de migração de votos de Lula para um outro candidato, vamos olhar o Datafolha de 21 de maio de 2010. Ela trazia Dilma, o “poste de Lula”, com 19% na espontânea, com destaque para os votos de quem tinha ensino superior, que chegavam a 28% e entre os mais ricos, onde chegava a ter 24% a 25%. Na estimulada, Dilma tinha 37% dos votos (contra os mesmos 37% de Serra), igualmente firmes em todas as faixas de renda.

71% dos entrevistados afirmavam saber que Dilma era a “candidata de Lula” e o poder de transferência do então presidente era avassalador.

Observem o quadro acima: 44% dos entrevistados diziam que votariam “com certeza” num candidato apoiado por Lula, 22% “talvez” e apenas 26% afirmavam que “não votariam” num candidato apoiado por ele.

Os leitores devem ter notado as diferenças em relação ao quadro de hoje.

Dilma vinha sendo apresentada como “sucessora de Lula” desde o segundo semestre de 2008, ou seja, dois anos antes das eleições.

A sua votação espontânea, ao final de maio de 2010, conforme informei acima, alcançava 19%. Hoje, Lula pontua apenas 10% na espontânea (abaixo de Bolsonaro, que subiu para 12%), mesmo com o PT insistindo em espalhar aos quatro ventos que o ex-presidente é “candidatíssimo”.

Na pesquisa divulgada ontem, os cenários sem Lula trazem seus substitutos dentro do mesmo partido, Haddad e Wagner, com 1%.

É evidente que o PT entrará, nas eleições deste ano, com muito menos força do que em 2010. E 2010, para quem não se lembra, não foi uma eleição tão fácil como os números finais deixam transparecer. Em julho de 2010, Dilma Rousseff já tinha o apoio dos principais partidos de esquerda: PT, PCdoB, PSB, PDT; e dos partidos de centro, centro-direita e direita: PMDB, PRB, PR, PSC, PTC, PTN e PP.

Quem irá apoiar o PT este ano?  Pode ser que ganhe, nas próximas semanas, a parceria de algum partido. Mas até agora, nenhum partido grande sinalizou desejo de se unir a uma campanha centrada numa candidatura cujo registro, ao que tudo indica, será cassado.

O apoio dos partidos não é importante apenas pelo tempo de TV, apesar deste ser um fator fundamental. Os partidos detêm máquinas eleitorais disseminadas por todos os municípios do país, que entram em ação assim que tem início as campanhas. O apoio dessas máquinas foi, evidentemente, importante para o PT enfrentar a maciça campanha midiática contra sua candidata.

Até o momento, os “postes” petistas que poderiam substituir Lula (e a expressão “poste” vem sendo usada pelos próprios petistas) são Fernando Haddad e Jaques Wagner. A última pesquisa Datafolha mostra-os com 1% das intenções de voto. Estes 1% me parecem o único voto organicamente partidário do PT. Afinal, já era tempo dos petistas terem conseguido migrar um pouco mais para o candidato de sua legenda.

Um quadro ao qual os petistas, aparentemente, não deram muita bola, mas que, para mim, é um dos mais importantes para se entender para onde vão os votos do presidente Lula, é o seguinte:

Os dados acima mostram que, no quesito “substituto preferido de Lula”, Ciro Gomes cresceu três pontos em relação à pesquisa anterior, com uma vantagem: leva vantagem sobretudo nas áreas mais lulistas, como nordeste e eleitores mais pobres.

As tabelas abaixo são da pesquisa anterior, de abril, mas ainda valem. Se mudou alguma coisa, foi em favor em Ciro Gomes, como já apontei. No Nordeste, 34% dos eleitores disseram preferir que Ciro Gomes seja o substituto de Lula, contra 9% de Haddad.

Até mesmo entre os eleitores que declararam preferência partidária pelo PT, 32% disseram preferir Ciro Gomes, contra 17% para Haddad e 12% para Wagner. Entre eleitores sem preferência partidária (maioria da população), Ciro tem 25% da preferência, contra 13% de Haddad e 7% de Wagner.

É claro que, se o PT deixar claro que seu candidato é Fernando Haddad, esses números podem mudar bastante. Mas eles indicam que o eleitorado tem olhado Ciro Gomes como o candidato mais próximo ao ex-presidente. A hostilidade de setores petistas a Ciro é localizada. Faz muito barulho na internet, mas é claramente uma minoria.

A migração de votos de Lula para Ciro transcorreria sem maiores ruídos, com vantagem de evitar que, com os votos, venha junto essa rejeição emocional, irracional, antipolítica, de que o PT é alvo.

Há uma outra dificuldade enorme no processo de transferência de votos do ex-presidente Lula para algum de seus candidatos.

Os números abaixo do Datafolha são da pesquisa de abril, mas como a pesquisa divulgada ontem mostrou que o quadro geral não mudou, então podemos usá-los.

Quando se fala que 30% dos entrevistados afirmam que votariam “com certeza” num candidato apoiado por Lula, é preciso olhar a estratificação desses números por região, natureza do município e renda.

No Sudeste, por exemplo, o número de eleitores que votariam em Lula “com certeza” cai para 19%, ao passo que o percentual dos que responderam que “não votariam” num candidato apoiado pelo ex-presidente sobe para 62%.

Entre pessoas com ensino superior e que ganham mais de 5 salários de renda familiar, o percentual de pessoas que declara que “não votaria” num candidato apoiado por Lula sobe para mais de 65%.

Entre pessoas que não declararam preferência por nenhum partido, e que formam 62% da população, um total de 64% disseram “não votar” num candidato apoiado por Lula.

Se esse grau de rejeição não inviabiliza uma candidatura, cujo sucesso eleitoral dependerá, de qualquer forma, da maioria, não importa a renda ou a região, é uma característica que dificulta muito a desenvoltura de uma campanha.

 

 

Em 2010, Lula não tinha rejeição alta, em nenhuma região do país, faixa de renda ou grau de escolaridade.  Abaixo, uma tabela com o Datafolha de final de maio de 2010. Observe os graus baixíssimos de rejeição ao “candidato apoiado por Lula”, em todas as regiões do país.

O que me preocupa, no entanto, são outros fatores que vão além da rejeição a Lula e ao PT. Em 2010, a rejeição a Lula, embora baixa, já fazia um bocado de barulho, como vimos no desenrolar de uma campanha extremamente polarizada e agressiva. Mas não havia nenhuma acusação formal contra o ex-presidente. Mesmo o PT, que  sofreu tanto com a grave crise do mensalão em 2004 e 2005, havia superado em parte, por ocasião da campanha de 2010, seus traumas judiciais.

Hoje é diferente. Lula foi condenado duas vezes (injustamente, é sempre bom reiterar), está preso, e muitas outras denúncias (falsas ou verdadeiras) colaram no PT. A imagem do PT na sociedade não está boa. Em 2010, havia dificuldade para falar mal de Lula, porque ele tinha imensa aprovação popular e uma imagem imaculada. Hoje em dia, ocorre exatamente o contrário. E os antipetistas agora tem o trunfo de sua condenação judicial e prisão.

Conclusão

Lula é muito forte como candidato. Acho que o termo “imbatível”, no entanto, não se aplica a um candidato que perdeu a batalha política extra-eleitoral, travada contra o judiciário.

A presidenta do PT, Gleisi Hoffmann, afirmou, há dois dias, que Lula poderá ser candidato “mesmo sem registro”.  Ora, a simples admissão de tamanha precariedade, é uma tremenda derrota!

Trecho de reportagem do Estadão, com a frase de Gleisi:

A senadora disse que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não poderia negar o registro de Lula, mesmo com o petista condenado em segunda instância e podendo ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa. “Enquanto tem recursos fundamentados nas instâncias superiores, teria que ser feita a candidatura. Nós poderíamos definir inclusive que ele faça a disputa sem o registro”, disse.

Na tese de Gleisi, Lula poderia ir para a urna, ser eleito e diplomado enquanto seus recursos não são julgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O PT, afirmou a presidente, está formulando um parecer levantando casos de outros políticos que tiveram suas situações jurídicas revertidas após a eleição e tomaram posse.

Aí mora o grande perigo: na contramão de tudo o que o judiciário tem feito, de todos os sinais que mostram uma instituição não apenas conservadora, com tendência à direita, mas sobretudo antipetista, a estratégia do PT reside em apostar todas as fichas no… judiciário. Para ser candidato, Lula precisará do aval dos ministros do TSE, que já sinalizaram negativamente; e precisarão ganhar recursos no STF, onde o PT também não tem maioria, como mostrou a votação dos recursos de habeas corpus.

Entretanto, o mais grave é que Lula, caso eleito, será um presidente sob eterna ameaça de cassação, de maneira que qualquer iniciativa política minimamente ousada, levará as forças de oposição a fazer enorme pressão sobre o… judiciário. As forças armadas, por sua vez, já deixaram bem claro de que lado estão: contra o PT. As polícias militares de todo o país aderiram, por sua vez, a Bolsonaro. Com quais “divisões”, o PT pensa em vencer as terríveis batalhas judiciais que se anunciam tanto para essas eleições como para depois delas?

O PT pode conseguir, naturalmente, levar um de seus candidatos ao segundo turno. Mas este candidato entraria fraco, porque seria considerado um “poste”. Não teria a legitimidade construída pelo esforço pessoal. Seria o candidato “de Lula” sem ser Lula.

Haddad, por sua vez, enfrentará dificuldades eleitorais no Nordeste.

Wagner, no Sudeste.

Ambos herdariam toda a rejeição a Lula e seriam alvo fácil de seus adversários, aos quais bastariam repetir, ad infinitum, acusações e denúncias de corrupção. E não importa se são falsas ou injustas. O que conta numa eleição é o símbolo.

O principal cabo eleitoral da direita seria a Lava Jato e seus infinitos tentáculos em todas as instâncias. Toda a máquina judicial entraria em campanha para “derrotar” o PT.

Essas são as razões objetivas pelas quais eu acredito que Lula tem o direito, sim, a ser candidato, porque suas acusações são injustas e sua condenação foi determinada sem apresentação de nenhuma prova efetiva. Lula deveria estar em liberdade, curtindo a vida, como mereceria o melhor presidente que o país já teve. Mas não é um bom candidato, pelos motivos que já expus: uma rejeição alta demais nas regiões mais desenvolvidas e em setores sociais determinantes para o exercício do poder.

E não concordo com a proposta de eleger um “poste misterioso”.

A melhor solução para estabilizarmos o país e fazer uma transição de volta ao regime democrático é trabalhar um candidato livre das garras do judiciário, relativamente blindado contra a rejeição protofascista que a mídia fomentou em relação ao PT, e que consiga reconstituir o pacto entre a esquerda e o centro político.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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111 comentários

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José

12 de junho de 2018 às 01h02

Caro colega,
A questão é Ciro com 32% dos votos, caso Lula não saia, vence Bolsonaro ?
Ainda vejo a eleição entre Lula e Bolsonaro.
Se Lula ganhar e não consegui governar teremos um golpe explícito.
Acho que só Bolsonaro governa sem problema, pois tem apoio do mercado e dos militares.

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    Antonio Carlos

    12 de junho de 2018 às 09h34

    Acho que nem Bolsonaro governa tranquilamente. A base de Bolsonaro contém contradições insanáveis que não são expostas por ele. Fugir do debate político para Bolsonaro não é apenas uma estratégia para evitar sua ridicularização. É também um fuga da exposição de posições contraditórias.
    Uma parte do eleitorado de Bolsonaro se identifica com o neoliberalismo, com Estado Mínimo e toda sua agenda, outra parte, formada por militares, policiais, servidores públicos em geral e alguns outros setores da classe média protegidos pelo Estado, querem Estado Mínimo apenas para os outros.
    Essas contradições podem ser explicitadas em situações como reforma da previdência, reforma administrativa (fim da estabilidade e de outras garantias dos servidores públicos), política de preços de combustíveis, privatizações e suas consequências (expostas em praça pública pelos caminhoneiros) e por aí vai.
    Como ele é assertivo apenas nos discursos preparados, a tendência é terceirizar a governo da economia para algum outro partido mais afeito ao assunto, levando a uma crise na sua base.
    Um governo Bolsonaro só se estabiliza pela força e o uso da força tem prazo. Os militares vão apoiar um ataque do mercado financeiro aos interesses da burocracia da qual fazem parte? Vão aceitar um ataque às riquezas nacionais sabendo das consequências seguintes? Ou vão virar desenvolvimentistas e enfrentar o imperialismo sem virar um governo popular?

    Responder

Vitor raposo

11 de junho de 2018 às 23h58

Se o campo progressista nao se unir, estaremos prestes a eleger um extremo conservador, coisa que está acontecendo na América Latina com frequencia! Vamos nos ater a alguém que possa realmente vencer esses golpistas e suas corjas de urubus. Ciro é honesto e pode com certeza substuir o Lula, que infelizmente nao concorrera.

Responder

    Antonio Carlos

    12 de junho de 2018 às 09h36

    Salvo onde resta quase nada de democracia, os governos conservadores não estão se estabilizando na América Latina.

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    Alan Cepile

    12 de junho de 2018 às 09h40

    As pessoas estão cegas e replicando as fake news do Brasil247 e Duplo Expresso, não estão parando pra pensar com as próprias cabeças, nós que tanto combatemos o que a Globo sempre fez estamos vendo isso no nosso próprio campo progressista, que pena…
    Ciro é o Ú-N-I-C-O candidato de esquerda com chances de vitória.
    Lula, caso seja candidato, iria pro segundo turno, mas com a rejeição que ele tem ele não seria eleito, a pesquisa diz que ele venceria pq é o cenário HOJE, mas reparem bem, somando as intenções de voto de Bolsonaro + Marina já dá mais que os 30% do Lula, vamos acordar, Lula não tem chance!!
    Concordo que a impugnação da sua candidatura é um golpe na democracia, mas vamos lutar com as armas que temos, sejamos espertos! Muitos estão caindo numa armadilha e a direita tá rindo a toa.

    Responder

Marcos

11 de junho de 2018 às 22h26

O mais engraçado é a meia dúzia de “ciristas” viverem detonando o PT mas quererem seus votos e acharem que essa estratégia convenceria os eleitores do Lula (que a essa altura do campeonato NÃO mudarão de opinião) a apoiarem um ator travestido de político de “centro esquerda”.

Ora, não é mais fácil atraírem abelhas com mel que com vinagre?

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Realista

11 de junho de 2018 às 22h21

O cafezinho virou um tabloide britânico, só está querendo polemizar para ganhar audiência.

Responder

Wilton Santos

11 de junho de 2018 às 22h20

A prisão do Lula faz parte do golpe de estado que derrubou a Dilma. Desistir da candidatura do Lula e abandoná-lo na masmorra da Polícia Federal em Curitiba é aceitar a derrota sem lutar. Lula é inocente e tem o direito de se candidatar, essa é a bandeira que qualquer brasileiro democrata e comprometido com o país.

Responder

FRANCISCO

11 de junho de 2018 às 21h56

Miguel, lamento pelas palavras de ódio que tens recebido por assumir uma posição legítima e democrática. Em que medida pessoas como essas querem se diferenciar de um bolsonaro? Não há muito o que falar. Siga seu caminho de independência. Parabéns.

Responder

    Marcelo Vieira

    11 de junho de 2018 às 22h07

    Cara, se vc notar bem a maioria só está opinando sobre o malabarismo do Cafezinho para forçar uma situação política que está totalmente indefinida. A única coisa certa, que todas as pesquisas mostram, é que Lula mantém firme o maior percentual de intenções de votos.

    Pode mudar? Pode. Tudo é possível, apesar que pelo menos uns 17% de poder de transferência Lula manterá.

    O que se critica não é a escolha de Miguel, mas é a mudança de perfil da página. De um jornalismo político sério, para uma assessoria política de Ciro Gomes. Mas Miguel tem todo direito de dar esse víés ao Cafezinho. As pessoas devem aceitar que será assim e pronto. E para não se incomodar com o que é postado ou partir pra grosseira, é só não visitar mais a página. Assim como fazemos com a Veja.

    Responder

      Onofre

      11 de junho de 2018 às 22h12

      ” jornalismo político sério”? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Ops. Peidei de tanto rir !

      Responder

Erismar

11 de junho de 2018 às 21h21

Miguel,
Não quero me igualar a outros comentários que te dirige palavras indignas. Mas, preciso dizer-te que está beirando o patético o torce e retorce dos números para justificar Ciro como o Farol de Alexandria das esquerdas.
Gosto do Ciro Gomes e se preciso votarei nele. Mas, até o momento o senhor do tempo é Lula e vai ao segundo turno ele ou quem ele apontar o dedo. Natural que ele aponte para alguém do PT.

Responder

Eugênio Almeida

11 de junho de 2018 às 20h51

Coisa mais cansativa, Miguel do Rosário. Se é verdade que Lula não é capaz de transferir votos para um nome do PT, por que tanta ansiedade? Você está fazendo um desserviço ao Ciro Gomes. Porque como você mesmo disse, aqui na internet o seu assédio ao leitor petista é majoritariamente visto como algo irritante pelo público alvo. Então, meu caro, dá um tempo. Começa a postar aí coisas bacanas do Ciro. Dá uma maquiada legal. Não mostra aquela fala do Ciro dizendo que Lula não é um preso político. Esquece as notícias da aproximação do Ciro à direita golpista e ao empresariado que acha que o trabalhador não deve ter direito nem para almoçar. Porque você aqui no seu blog tá queimando as pontes com o eleitor do PT que acessa “O Cafezinho”. Você é um péssimo marqueteiro!

Responder

Onofre

11 de junho de 2018 às 20h25

Miguel, no canto da sua boca está escorrendo um pouco de porra que jorrou da Pica de Ciro Gomes !

Responder

    Realista

    11 de junho de 2018 às 22h19

    Meu amigo, não fique estressado, já entendi o que Miguel está fazendo, é igual aqueles tabloides britânicos, só tá querendo criar polemica para ganhar audiência.

    Responder

Nilson Moura Messias

11 de junho de 2018 às 19h49

O ufanismo do cafezinho do Ciro, é ridículo. Se liga! Fala sério!

Responder

    Eduardo

    11 de junho de 2018 às 20h17

    Miguel se portando como alguém que tem o monopólio das virtudes

    Responder

Marcos

11 de junho de 2018 às 19h42

Análise perfeita!! Até quem enfim alguém da esquerda disse o que precisava ser dito. Enquanto o PT insistir na candidatura do Lula, a esquerda é quem sofre. Lula perdeu a oportunidade de disputar novamente uma eleição presidencial quando se enveredou pelos caminhos tortuosos da corrupção. Hoje é apenas um condenado preso, e prestes a ser condenado por outros crimes. Ou seja, é ficha suja. Parabéns Miguel pela coragem e sabedoria.

Responder

eddie

11 de junho de 2018 às 19h41

parabéns Miguel!! como sempre ótima analise!
segundo parabéns por permitir pluralidade de opiniões, ao contrario do mais desinteressado dos sites de esquerda, o insuspeito “Brasil 247” do Leonardo “a trouxa”( o da ligação para Naji Nahas) que democraticamente (piada) exclui ou bloqueia todo e qualquer comentário q questione ou divergente do
(novamente insuspeito) “”LULA OU NADA””.
acho que isso inter ressa a burocracia do PT de garantir o partido nas proporcionais, o bRASIL…bem o
Brasil como o mantra de luta diz ” NADA” pois e lula ou nada, sem lula nos sobra o nada, medo de passar ou ceder, para outro dos muitos partidos de esquerda a cabeça de chapa!
pois sabem que o PT se não nessa eleição (pois ainda tem lula) na próxima ocupara o seu merecido lugar na vala comum da historia politica Brasileira( talvez nem tão merecido) erros que nos criam a possibilidade de um governo de direita, por birra. Se Ciro, Manuel, Boulos aceitasse ficar a sobra de Lula, estes seriam aceitos de braços abertos(pois serviria aos interseres das proporcionais), mas Manuela, Ciro, Boulos não cabem em sombra de capim seco!

Responder

    JOAO BATISTA

    11 de junho de 2018 às 20h06

    Verdade. Fui banido de lá.
    Elogiar Ciro e fundamentar com dados e raciocínio logico não pode lá.
    Um petista cacarejou que Ciro usaria o controle remoto para regular a mídia. Contribuí informando que o PT passou 13 anos de cócoras assistindo a globo. Estranhamente, fui banido.
    Será que errei na soma?
    2016 (Temer põe Dilma pra fora) – 2003 (posse de Lula) = 13.
    É, acho que não errei, não… Ou será que queriam casas decimais?

    Responder

baltazar pedrosa

11 de junho de 2018 às 18h31

O cafezinho deixou de ser um blog progressista, para ser um panfleto do Ciro Gomes,creio que Miguel se tornou o Arnaldo Azevedo dos blogs,agora que ele saiu do armário, já pode sentar no sofá da globo news como convido e adesista em analise política,logo ele irá tecer comentários sobre a superficialidade dos petralhas,assim como Merval faz.O PT possui 55% das intenções de votos,mas tem que ceder lugar para Ciro,que tem 3% das intenções depois de dois anos de visibilidade no senário midiático

Responder

Carlos

11 de junho de 2018 às 17h52

Miguel, receba essa, e pare de tentar destruir a simpatia que o PT ainda tem dos brasileiros sobre todos os outros partidos. Existe antipatia sim, mas a propria imprensa e a lava jato contribuíram para que mudasse. Hoje a mídia não tem mais tanto poder como teve à época do impeachment. Aliás, a ficha caiu sobre a midia justamente pelos resultados do golpe. Acho q vc presta um desserviço alimentando factóides sobre o partido, Veja aqui a última pesquisa:

“PT ainda é o partido com maior simpatia dos eleitores, mesmo após prisão de Lula
Segundo pesquisa Datafolha realizada de 11 a 13 de abril, 20% dos entrevistados têm simpatia pelo partido. Em segundo lugar, aparece o MDB, com 4%”
https://www.gazetadopovo.com.br/eleicoes/2018/pt-ainda-e-o-partido-com-maior-simpatia-dos-eleitores-mesmo-apos-prisao-de-lula-c1pjlaz9qn9m5owr9d6blufqy

Desse modo, o PT não tem porque desistir de levar a candidatura de Lula adiante. É um partido com história, com ligação com movimentos sociais, bons quadros.. Já Ciro, bem, é um traseunte de partidos, não cita sequer minorias em suas falas, é um cavalo de tróis, como já disseram aqui.

Responder

    eduardo apolinario gomes

    11 de junho de 2018 às 19h16

    Miguel do Rosário está recalcado. Fez uma aposta no empatado tecnicamente com Temer e ficou com a batata quente na mão sem poder passar para outro.

    Responder

José

11 de junho de 2018 às 17h29

Para o Miguel do Rosário, UFANISMO só existe de um lado. O dos petistas e esquerdistas (pois nem sou petista, mas Miguel já rotulou todo mundo como petista. Eu sempre votei no PSOL, que sempre foi crítico ao PT).

Quem apoia Ciro é “o supra sumo da razão”. Até parece que ninguém aqui é capaz de interpretar os textos tão manipuladores que ele vem escrevendo espremendo leite de pedra para inflar o candidato que está há mais de uma ano fazendo pré-campanha e não é capaz de chegar a dois dígitos sem a exclusão golpista de Lula.

Responder

José

11 de junho de 2018 às 17h18

ANÁLISE DO PROF. FERNANDO HORTA SOBRE O EMBUSTE DO CIRO GOMES

Fernando Horta
18 h ·
A falta de lógica de quem não “acredita” em Lula candidato.
Há dois grupos. Os dois sem nenhuma lógica.

1) Os que defendem que Lula indique já alguém e saia da disputa;
Argumentos
A) o golpe é poderoso e não foi dado para “deixar lula voltar”
B) Lula deveria ser “realista” e indicar alguém

Problema) Se o golpe é assim tão poderoso e homogêneo, o que impede de retirar, um a um, os indicados por Lula?
Problema) Neste sentido, não é mais lógico deixar o golpe e a oposição sem saber nada até o último instante possível? Esta estratégia não protege o candidato e causa confusão nos golpistas e oposição? Nesta estratégia, nosso papel não seria exatamente dar a Lula o poder da indicação, reafirmando a ele o apoio?

2) O Ciristas que defendem Ciro como “único caminho”
Argumentos
A) Não vão deixar Lula ser candidato. O golpe é muito forte
B) Ciro é a única esperança da esquerda.

Problema) Se o o golpe é tão forte e Ciro uma ameaça tão clara, por que deixam Ciro concorrer?
Problema) Ciro, sendo permitido concorrer, já não seria uma indicação que ele não ameaça o golpe?
Problema) Se Ciro é uma ameaça aos golpistas, mas o golpe não pode tirar Ciro, então ele (golpe) não é assim tão poderoso. Logo, Lula pode ser candidato.

Por qualquer lado que se olhe, não há vantagem alguma em Lula indicar alguém ou a militância sair em desespero, apoiando o discurso da “única opção” contra bolsonaro.
Ao defender isto, fazem o jogo da direita.

Responder

    Benoit

    12 de junho de 2018 às 07h31

    José, por favor escreve ao Prof. Fernando Horta aconselhando que ele faça um curso de lógica. Se ele quiser estudar por conta própria eu posso recomendar alguns livros, é só avisar.

    Responder

    Marcelo Abb

    12 de junho de 2018 às 09h27

    Jogo da direita?

    Para mim este Fernando Horta que está fazendo o jogo da direita.

    Concordo que o Lula tem que fazer mistério até os 45 do segundo tempo, para aí sim divulgar a sua decisão, se apoia o Ciro, mantém a candidatura ou lança candidato próprio. Tudo bem, não discordo disto, afinal, se esta decisão saísse agora fatalmente teríamos um verdadeiro linchamento midiático e nas redes contra o indicado do Lula.

    Por que o golpe não pega o Ciro?

    Para mim a resposta é simples. Por que o Ciro não é do PT e nem do PMDB. Como que vão pegar o Ciro?
    Assumir que o golpe está do lado do Ciro só porque não consegue pegá-lo é de um desrespeito lógico sem tamanho.
    Quer dizer que quem o golpe ainda não pegou é porque está a favor do golpe?

    Boulos é golpista? Manuela?

    Façam-me um favor.

    Vamos parar com sofismas.

    A única saída é sim Ciro Gomes.

    Se o PT lançar candidato próprio, entregaremos de bandeja as eleições para a direita. Isto é óbvio como dois mais dois são quatro.

    Responder

Gabriela

11 de junho de 2018 às 17h11

Ah agora entendi…

Obrigado Miguel. Quer dizer que o percentual de apoio a Ciro vc não relativiza que seja pulverizado para Marina ou Haddad, por exemplo, caso ele venha a ser indicado? Os 32% são de desejo que Lula indique Ciro e ninguém tasca, né? Pelo mesmo raciocínio vc já dá como certa a vaga de bolsonaro no 2 turno.

Já a intenção de voto no candidato de Lula, os 30% que afirmam com certeza, esses sim tem ENORME chance de se diluírem após a indicação?

Na real, Miguel, a possibilidade de diluição está presente entre todas as possibilidades. Entretanto, quem tem mais chance de influenciar o resultado da eleição em TODAS AS PESQUISAS, heim? Seja honesto, cara…

Em resumo, vc mistura uma análise tão ENVIESADA quanto “os petistas” de quem vc agora faz questão de categorizar quem não apoia Ciro. QUE POBREZA DE ESPÍRITO!

Responder

    vezin

    11 de junho de 2018 às 20h12

    Concordo totalmente.Não dá pra acreditar nos argumentos do Miguel… que o PT perdeu base popular (qual partido tem mais base popular que o PT, mesmo com toda a campanha contra??). “Caso eleito, Lula não conseguiria governar”. E o super Ciro conseguiria? Uma lástima o cafezinho…

    Responder

Ilma Cordeiro de Macedo

11 de junho de 2018 às 17h10

Miguel, pela sua tese o melhor candidato para o Brasil será aquele que o judiciário “deixar”. E ainda assim teremos que torcer para que não mudem de ideia e arrumem o tal direito Morista , ou o tal: voto pela colegialidade, da dona Rosa Weber e cia. Gostaria de saber onde fica a vontade soberana do povo. Pobre e triste Brasil.

Responder

Patrice L

11 de junho de 2018 às 17h01

Miguel

Desculpe, mas acho que vc tá perdidinho na defesa do Ciro.

Vc diz “Pesquisas nos ajudam a entender a conjuntura política, mas não dizem tudo.”

Vc não deveria, portanto, ontem ter colocado a pergunta no título, dando a entender um nível de certeza, de que vai dar Ciro ou Marina contra o Bolsonazi.

Um dos piores argumentos que vc usa, depondo contra a inteligência dos seus leitores e a sua própria, é de que o Lula não governará direito porque já perseguido hoje e desde sempre pela mídia corporativa, judiciário, etc.

Essa a sua grande contradição:

Se o Ciro é o “fodão” (desculpe, gente, não me ocorreu outro termo) de esquerda que vc costuma enfatizar pra pedir que confiemos nele e em seu programa, por que ele, Ciro, haveria de ser poupado de uma tal perseguição??

Responder

    ari

    11 de junho de 2018 às 18h02

    O “fodão”, segundo leio, teria como vice um “fiespano” e estaria recebendo todo apoio do DEM, o que inclui ACM, resíduo da Maldição ACM. O DEM, a meu ver, é o que existe de pior na política brasileiro (falo de partidos médios e grandes). Juntamente com o PSDB sempre votou contra toda e qualquer ação afirmativa em favor dos mais fracos e do excluídos. Por favor, não venham dizer que o Lula teve apoio do Maluf e um vice como José Alencar. Mesmo que ele estivesse errado, o cenário era totalmente diverso, da mesma forma que são diversos os cenários da eleição de Dilma e hoje.

    Responder

      Marcelo Abb

      12 de junho de 2018 às 14h16

      O seu próprio texto já deflagra a contradição.

      Quer dizer que com o Lula e o PT não tem problema se aliar à setores da direita em nome da governabilidade?
      Lula apoiado por Maluf, Renan Calheiros, Eduardo Cunha e Michel Temer, tudo bem, Ciro PENSAR em fazer uma aliança com DEM e PP, onde ele mesmo diz que não seria e hegemonia moral e ideológica, AÍ É TRAIÇÃO, GOLPISMO, DIREITISMO SAFADO?

      Pera aí, companheiro.

      Você diz que o contexto era diferente com o Lula.
      Diferente como?!

      Poderia explicar?!

      Porque sinceramente, no meu entendimento o contexto era bem diferente mesmo. O Lula tinha 80 e tantos por cento de aprovação no final do seu primeiro mandato e não precisava se aliar a NINGUÉM. Se tinha alguém que podia ter feito a reforma tributária que tanto precisamos, se tinha alguém que podia ter fechado a torneira da roubalheira, que poderia ter empurrado o PMDB para o submundo da política brasileira, esse alguém era o Lula.

      Hoje o contexto é diferente. O país está dividido, e Ciro Gomes tem feito manobras inteligentes, no sentido de reunificar o país. Ou você acha que será saudável para a nação se continuarmos vivendo neste maniqueísmo infantil?

      Responder

Luis Castro

11 de junho de 2018 às 16h40

O cara fala da cegueira e euforia do PT por Lula e não enxerga a cegueira e euforia dele por Ciro. O típico caso macaco olha o teu rabo. Analisa com convicção a pesquisa do “insuspeito” Datafolha, useiro e vezeiro em manipular pesquisas, só para citar um exemplo: na primeira eleição de Dilma insistia em aferir que ela estava atrás de Serra quando todos os outros já registravam a ultrapassagem dela sobre o tucano. Agora que a direita prefere Marina e Ciro tudo a ver para disputar contra Bolsonaro só quem está cego e eufórico por Ciro não enxerga, assim como os petistas estão por Lula. A diferença é que Lula já provou que tem essa capacidade de transferência se esse fato vai se repetir só o pleito dirá. Portanto fique com o seu suspeito Ciro e deixe os petistas com o Lula deles e deixe que o povo decida quem tem razão.

Responder

Fabio

11 de junho de 2018 às 16h30

O cafezinho já era, virou um blog de amplo apoio ao golpismo que engole o Brasil.
Infelizmente.

Responder

Vavá

11 de junho de 2018 às 16h23

O Cafezinho se uniu ao candidato que negocia com DEM e PSDB.

Responder

Bene Faria

11 de junho de 2018 às 16h20

Olha meu cafezinho virou defenda meu bolsinho por que se Dino corta meu patrocininho e aí dança o Miguelzinho

Responder

Faraj

11 de junho de 2018 às 16h15

A rejeição de Lula é a menor entre todos os candidatos, até Moro tem rejeição maior. Não entendi, portanto, por que a rejeição de Lula é um problema e a de Ciro muito maior não é…..

Responder

    Alan Cepile

    11 de junho de 2018 às 16h29

    De onde vc tirou isso?!!?!?!?!?!!?!?!?!!?!?

    Responder

      JOAO BATISTA

      11 de junho de 2018 às 20h14

      Na condição de ouvinte, ele deve ter participado de uma daquelas assembléias petistas em que depois de dias de debates nada é decidido.

      Responder

José Ricardo Romero

11 de junho de 2018 às 15h58

Sim, o pt joga areia nos olhos dos eleitores. Este esforço das lideranças petistas tem muito mais de auto-promoção do que amor incondicional à candidatura Lula. Querem é tirar uma casquinha de todo este ôba-ôba, porque se nada der certo para o Lula, estas lideranças se garantem de qualquer forma se elegendo… essssperto, heim? se é que você me entende. Essa insistência na candidatura Lula mesmo sem registro parece um samba do criolo doido. O que vai acontecer se o nome do Lula não aparecer na urna? É de uma irresponsabilidade tão grande que eu não consigo avaliar a cabeça oca dessa gente que tem fixação monomaníaca pela candidatura Lula.

Responder

foo

11 de junho de 2018 às 15h58

“Entre pessoas que não declararam preferência por nenhum partido, e que formam 62% da população, um total de 64% disseram “não votar” num candidato apoiado por Lula.”

Miguel está torturando os números até eles confessarem.

vão votar? No outro candidato, seja ele quem for? Não!

Muitos deles anularão o voto se o candidato for Bolsonaro.

Pense nisso, Miguel, e pare de propagar fantasias travestidas de análise.

Pense nisso.

Responder

    Alan Cepile

    11 de junho de 2018 às 16h32

    A pesquisa tb diz que, sem Lula, Bolsonaro cresce 2%, ou seja, 2% dos eleitores de Lula votam na extrema direita….

    Responder

Dio

11 de junho de 2018 às 15h56

Me corrijam se eu estiver errado, por favor.
Resumo do texto: miguel propõe que devemos ir de ciro, e sem o pt, porque com o pt chegamos ao segundo turno, mas com ele não leva a eleição por conta do antipetismo. Certo?

Responder

    Alan Cepile

    11 de junho de 2018 às 15h58

    COM o PT.

    Responder

      Dio

      11 de junho de 2018 às 16h18

      Mas aí o antipetismo não iria atrapalhar?

      Não estou dizendo que concordo com esse ponto do texto, na verdade até discordo, só quero ter certeza se todo mundo entendeu o mesmo que eu.

      Responder

        Alan Cepile

        11 de junho de 2018 às 16h34

        Que antipetismo?! Onde vc viu isso no texto? Poderia colar aqui pra gente analisar?

        Responder

          Alan Cepile

          11 de junho de 2018 às 17h02

          Acho que entendi…. Vc se refere à direita né? Lula é o segundo candidato com maior rejeição, a pesquisa não foi publicada mas pelo que vi só Collor tem rejeição maior. Vc acha que um candidato com esse nível de rejeição tem muitas chances no 2º turno??

          Responder

          Dio

          11 de junho de 2018 às 17h04

          Duas ocorrências:
          “(…) os antipetistas agora tem o trunfo de sua condenação judicial e prisão.”
          “(…)com tendência à direita, mas sobretudo antipetista, a estratégia do PT reside em apostar todas as fichas no… judiciário.”

          Porém o texto é todo envolto da rejeição contra Lula.
          Que é também chamado hoje de…

          Responder

    foo

    11 de junho de 2018 às 16h01

    O apoio do Lula e do PT garante cerca de 40% dos votos no segundo turno, o que é suficiente para vencer, considerando as taxas altas de rejeição de todos os outros candidatos em geral, e do Bolsonaro em particular.

    Responder

      Dio

      11 de junho de 2018 às 16h20

      Também acho isso mas você tb entendeu que miguel com o texto está dizendo que o antipetismo é muito mais forte?

      Responder

Alan Cepile

11 de junho de 2018 às 15h53

“A hostilidade de setores petistas a Ciro é localizada. Faz muito barulho na internet, mas é claramente uma minoria.”

PERFEITO

Responder

Alan Cepile

11 de junho de 2018 às 15h51

Uma análise praticamente perfeita Miguel, o eleitorado de esquerda, principalmente o petista, precisa se libertar das paixões que não o permitem pensar com clareza.
O PT não estará fora do governo pq um governo de esquerda precisa do PT com sua enorme influência na câmara e no senado.
Se a esquerda não se ligar nisso corre o risco de assistir um 2º turno entre a direita e a extrema direita.

Responder

Mendes

11 de junho de 2018 às 15h46

“Mas não é um bom candidato, pelos motivos que já expus: uma rejeição alta demais nas regiões mais desenvolvidas e em setores sociais determinantes para o exercício do poder.” Põe um banqueiro que acaba seu problema.

Responder

Mendes

11 de junho de 2018 às 15h42

“Seria o candidato “de Lula” sem ser Lula.” Igual Dilma que ganhou 2 vezes, né?

Responder

    Benoit

    11 de junho de 2018 às 15h51

    Numa época em que o Lula estava no auge da popularidade dele e depois de ela ser indicada para a sucessão anos antes das eleições e não em cima da hora. Tudo bem diferente da situação atual.

    Responder

    Alan Cepile

    11 de junho de 2018 às 16h00

    E que na segunda vez por pouco não perdeu…

    Responder

    Vitor

    11 de junho de 2018 às 16h18

    Esse ponto é importante. Acho que ninguém mais no mundo conseguiria vender aquela doida varrida por duas vezes…

    Responder

Mendes

11 de junho de 2018 às 15h40

“A melhor solução para estabilizarmos o país e fazer uma transição de volta ao regime democrático é trabalhar um candidato livre das garras do judiciário,” E o Ciro está livre das garras do judiciário pq? E quem garante que ficará livre a futuro?

Responder

    Alan Cepile

    11 de junho de 2018 às 16h02

    Na terra do golpe ninguém garante nada, mas Ciro não tem absolutamente nada contra ele, já o Lula tem tudo (injustamente é verdade) e uma grande rejeição, isso precisa ser analisado com cautela.

    Responder

    Benoit

    11 de junho de 2018 às 16h06

    Se voce precisa que alguém garanta que o Ciro não vai cair nas malhas da justiça, então eu posso garantir isso para voce. Quanto ao seu outro comentário, a questão é escolher um bom candidato de esquerda que tenha chances de ganhar as eleições. Para isso não há garantias, mas é por isso mesmo que se tem discutido a questão. Como a questão é a de um candidato para a esquerda, a sua proposta de um banqueiro com boa aceitação entre banqueiros é irrelevante.

    Responder

      Dio

      11 de junho de 2018 às 16h13

      Fiquei interessado nessa garantia que você possui. Poderia nos mostrar?

      Responder

        Benoit

        11 de junho de 2018 às 16h44

        Quando voce dá um passo adiante voce procura antes a garantia de que por baixo da superfície não haja um buraco; e sem essa garantia voce tem o receio de que voce poderia talvez cair no buraco, caso ele exista, e ir parar na China?

        Responder

Mendes

11 de junho de 2018 às 15h38

“O PT pode conseguir, naturalmente, levar um de seus candidatos ao segundo turno. Mas este candidato entraria fraco, porque seria considerado um “poste”. Não teria a legitimidade construída pelo esforço pessoal. Seria o candidato “de Lula” sem ser Lula.” E o Ciro apoiado pelo Lula seria o que ? Com seu esforço pessoal tem 6%.

Responder

Luiz Claudio

11 de junho de 2018 às 15h36

Simplesmente impecável, Miguel. Fico muitíssimo feliz em lhe afirmar que você é um jornalista que atingiu o “estado da arte” em seu ofício. Sei que a independência não campo fértil para se faturar, mas lhe dará o reconhecimento que poucos conseguem, ainda mais nessa luta do ambiente virtual. Mais uma vez, meus parabéns!

Responder

foo

11 de junho de 2018 às 15h32

“Os analistas da esfera petista consideraram esses 30% de “certeza” como um patrimônio inabalável.”

Cara,

Olhe para a história.

O PT tem uma base eleitoral de 1/3 do eleitorado.

Os anti-petistas, normalmente representados pelo PSDB tem

Responder

    foo

    11 de junho de 2018 às 15h44

    Continuando:

    O lugar do candidato do PT (não confundir com “o candidato indicado pelo Lula”) no segundo turno está praticamente garantido.

    Ciro tem que tirar votos do Bolsonaro, se quiser ir para o segundo turno.

    No segundo turno ele pode até derrotar o candidato do PT.

    Mas fingir que ele tem mais chance do que o candidato do PT, é uma análise digna dos analistas da Globo: parece mais torcida e manipulação do que análise propriamente dita.

    Em tempo: ao invés de analisar o percentual de votos de Dilma em junho de 2010, que tal analisar o quanto ela realmente teve no primeiro turno?

    Responder

Dio

11 de junho de 2018 às 15h24

Já disse aqui neste blog desde que começou a campanha de promoção ao ciro e bem antes do início dessa troca de farpas sem sentido que o problema de ciro é que ele não inspira confiança.
Ele fala demais e é sempre cobrado pelo que diz, e muitas vezes não paga.
Resultado: sua palavra perdeu valor.
Não ajuda tb o fato de suas posições ambíguas.
Diferente de lula: que se mantém vivo politicamente sustentado só na sua palavra, que ganhou força nos últimos tempos.
Ciro não é não confiável só para uma parte dos eleitores de lula, é tb não confiável para a direita e o mercado.
Mas deixo essa reflexão ser dita por fernado brito, que tem mais propriedade de análise que eu.
http://www.tijolaco.com.br/blog/os-conselhos-do-mercado-ciro-gomes/

Responder

Sepúlveda

11 de junho de 2018 às 15h19

Acho que Ciro tem um bom potencial e que já mostrou um avanço ao se distanciar de Marina, Bolsonaro e Haddad na preferência do eleitor de Lula. Óbvio que não há como herdar os votos de quem – mesmo ciente da inevitável impugnação de sua candidatura – ainda não jogou a toalha e todos os dias alimenta as esperanças do seu eleitor cativo, negando-se a reconhecer a realidade, injusta, é verdade, mas concreta.
Porém, essa ilusão em torno da candidatura Lula tem prazo de validade. Ninguém, por melhor nas pesquisas vence uma eleição sem ter seu registro deferido, nem mesmo há quem queira assumir o risco e se coligar com uma candidatura de incertezas.
Sem registro e sem partidos coligados o PT pode entrar em colapso e prejudicar todos os seus candidatos. Muitos dos amigos de roda de conversa com quem dialogo já começa a cansa da insistência petista em prol do próprio PT e ninguém mais. Isso já faz o povo enxergar mais do que uma honrosa luta por direitos e liberdade, mas o apego extremo do PT com o poder e a ambição desmedida de não ceder a cabeça de chapa mesmo na impossibilidade do maior líder, ainda que isso represente entregar o país agora para tentar vencer as eleições de 2022. Tudo para não permitir que outras lideranças surjam nesse momento. Essa estratégia petista seria realmente um desserviço ao país.

Responder

Jhonatan

11 de junho de 2018 às 15h02

Miguel, essa foi uma das melhores análises que vi aqui no seu blog.

Como eleitor de centro-esquerda que votou na Dilma em 2014, confesso que estou bastante decepcionado com o posicionamento que o partido resolveu tomar nessas eleições.

Pra mim, a pergunta mais importante, dado o caos social e institucional presente no momento é: a prioridade é a sobrevivência de um projeto progressista que possa chegar ao poder ano que vem com força e que tire o país do buraco no qual foi lançado OU a sobrevivência de um partido e de um único candidato que se portando da maneira como está, ao meu ver, demonstra maior preocupação com poder e hegemonia do que com a nação em si?

Eu voto pela primeira opção. Óbvio que Lula foi condenado de forma injusta e isso deve ser reparado, porém não acho saudável em NENHUMA democracia a ideia de vender alguém como salvador da pátria, seja ele de direita ou de esquerda.

Lula e o PT tiveram sua chance. Acertaram e erraram muito. É serão lembrados por isso, pro bem e pro mal. Custa passar o bastão pra alguém, companheiro(a) do campo progressista e começar desde já a martelar um projeto de governo comum? Por que essa gana de o PT ter que ser sempre cabeça de chapa? Dane-se se quem será apoiado é o Ciro, Manu ou Boulos. Um gesto como esse não apenas sinaliza humildade como também sinaliza preocupação real com a nação em primeiro lugar: “nosso projeto de Brasil é maior que nossos problemas e anseios pessoais”. Ou o partido é mais importante? Do jeito que as coisas estão andando, pra mim estão sinalizando que sim.

Temos 3 meses até a eleição e nem um representante do projeto político do PT está participando das sabatinas. Devo votar no “poste” que o PT eventualmente decidir colocar no lugar simplesmente por ser indicado do Lula? E as propostas?

Se o Lula for candidato devo votar nele só porque ele é o Lula? De novo, e as propostas?

Lula é um líder fenomenal, mas não é um Deus e o nosso país precisa e merece mais do que ídolos para sobreviver e se tornar um país realmente digno de orgulho um dia.

Continue com suas análises, é sempre necessário uma voz dissonante e sóbria em meio ao que pra mim muitas vezes é pura bajulação.

Obrigado.

Responder

    Benoit

    11 de junho de 2018 às 15h35

    Concordo inteiramente. Se a esquerda em 2018 ainda depende do Lula, então ela não tem muito futuro. O Lula foi o presidente certo para o Brasil quando ele foi o presidente. Mas a situação agora é bastante diferente em todos os sentidos. Se a esquerda quer ter uma chance, ela precisa de ser capaz de versatilidade, de reagir a novas situações. Não conheço realmente a historia do peronismo na Argentina, mas às vezes acredito que lá as pessoas votavam em qualquer candidato peronista quer ele fosse de direita ou de esquerda, desde que fosse peronista. Tudo o resto não importava. Aqui no Brasil parece que alguns setores da esquerda votam no Lula quer o Lula seja candidato ou não. É claro que o Lula não pode avaliar bem agora o que está acontecendo pelo país com relação às próximas eleições, mas o PT teria o dever de ver as coisas de um modo realista, até mesmo porque a situação do Lula também depende disso.

    Responder

    Vitor

    11 de junho de 2018 às 16h15

    Como assim Lula não é Deus? Quem vc pensa que é pra afirmar isso? Vai lavar a boca com sabão…

    Responder

      Saint

      11 de junho de 2018 às 23h23

      Lula é Deus? Qual alucinógino você toma? Fiquei perplexo!
      Abs

      Responder

Mendes

11 de junho de 2018 às 14h57

Esse 32% dos eleitores que querem que Lula indique Ciro e vc dá tanta importância são 32% dos ELEITORES TOTAIS, não dos eleitores do Lula. Eles fizeram a pergunta para todo mundo. Como a maioria da direita que não vota no Lula quer que Lula fique fora, vão dizer que tem que apoiar Ciro. Quer dizer a direita acha a mesma coisa que vc. A Datafolha te enganou também ou vc manipula igual a ela?
Dentre os eleitores do Lula que aceitam Ciro é uma minoria absoluta, é 13 % e eles colocaram no finalzinho da matéria. Espero não me censure.
https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/06/apoio-de-lula-pode-aumentar-chances-de-candidato-segundo-datafolha.shtml

Responder

    Francisco de Assis

    11 de junho de 2018 às 16h02

    Exatamente: 13% dos 30% de Lula é igual a 3,9% do total, ou, arredondando, 4 pontos, que é exatamente o que Ciro sobe (6 até 10 pontos) quando Lula não está na lista.

    Outro aspecto importantíssimo desse uso manipulador da estatística é o seguinte: somando Haddad (15), Manuela (7), Wagner (5) e Boulos (3) tem-se um total de exatamente 30 pontos do total de eleitores, que bate exatamente com os 30 pontos do Lula, quando presente na lista.

    Tirando dos 32 de Ciro os 6 pontos do próprio Ciro e os 4 pontos de Lula transferidos (por enquanto) para ele, na ausência de Lula, o que se tem, na verdade, são 22 pontos que, muito provavelmente, são (pelo menos na grande maioria), como você diz, de eleitores “da direita que não vota no Lula quer que Lula fique fora”. E, o que é impressionante, é a opinião interesseira e desqualificada dessa direitalha anti-Lula que o blogueiro quer usar como alavanca nos seus propósitos de enfiar Ciro goela abaixo dos lulistas e petistas.

    Ou seja, tem-se aqui mais uma manipulação, o que tem sido uma constante do blogueiro, depois que embarcou nessa furada, a serviço do seu candidato.

    Responder

J Fernando

11 de junho de 2018 às 14h48

Pode ser que você tenha leituras que eu não tenho, mas a esquerda dizer que é “imbatível’ não me parece a realidade atual. “Uma amiga eufórica” não representa a totalidade da esquerda.
Todo esquerdista e eleitor de Lula sabe que ele está preso e que será difícil, dificílimo, a aprovação da candidatura do mesmo. A esquerda sabe também que, se o candidato não é Lula, muitos e muitos votos se dispersam entre outros candidatos de esquerda e principalmente, nos nulos e brancos. Se Lula falar “votem no Ciro”, muitos votarão simplesmente na Marina, por exemplo.
Acho que Ciro ganha muito mais se mostrar quem é o higienista Bolsonaro, que defendeu a esterilização de pobres alguns anos atrás. A “guerra” de Ciro, no momento, deve ser contra Bolsonaro. Quando a definição sobre Lula vier, aí sim, veremos.
Meu voto está atrelado à esquerda e à estrela vermelha. Mas, sem descartar a possibilidade de voto em Ciro Gomes.

Responder

    Thiago Araujo

    11 de junho de 2018 às 15h02

    Na astronomia, as estrelas possuem cores diferentes, segundo sua natureza e tempo de formação.
    As estrelas claras e brilhantes, são consideradas novas, récem-criadas.
    As vermelhas, são consideradas velhas e em extinção.
    Considerando que estão há anos- luz da terra, algumas estrelas vermelhas já nem existem mais, faltando apenas apagar de vez a sua imagem.
    Mudando o assunto para política, tem estrela vermelha que nem existe mais, faltando apagar apenas da lembrança seus maus feitos…
    Se seu voto é vinculado, consulte o significado da palavras utilidade e seu antônimo.
    Espero poder ter ajudado.

    Responder

      J Fernando

      12 de junho de 2018 às 12h20

      Ajudou bastante.
      Suas palavras me convenceram da certeza da verdadeira UTILIDADE da MINHA decisão.
      Aprendi a discernir o que eu quero do que os outros acreditam que eu devo querer.

      Responder

SERGIO EUCLIDES DE SANTANA

11 de junho de 2018 às 14h46

Boa tarde Miguel
Vejo com preocupação o seu posicionamento e sua torcida para a candidatura do Ciro. Tudo bem. Vc tem o direito de tomar essa decisão. Mas vc não deve ignorar o potencial grande que o Lula tem mesmo preso e com toda a mídia golpista contra ele. Vou ser sincero contigo: O Ciro teve a sua chance de se eleger se tivesse sido candidato em 2014, pois naquele ano existiam muitas pessoas que queriam votar em outro candidato que não fosse nem do PT nem do PSDB. Ele por medo ou omissão não se candidatou e acho que perdeu a sua vez.

Responder

Valcir Barsanulfo de Aguiar

11 de junho de 2018 às 14h32

Não adianta Miguel esse seu esforço gigante para acionar a candidatura do Ciro, que não tem nada a ver com a esquerda. Cria da ARENA, já transittou por 10 partidos e sempre foi tutelado pelo fascista TASSO Jereissatti. O DNA do Ciro direiTASSO é muito ruim. Ciro direiTASSO é dissimulado, verdadeiro camaleão, não da para confiar.

Responder

    Fabiano França

    11 de junho de 2018 às 15h39

    Miguel, conheço inúmeras pessoas de esquerda em Fortaleza e no Ceará….E positivamente as referências de Ciro não são as melhores…é cria e unha e carne do Tasso….Vejo Ciro Gomes como um cavalo de tróia do PSDB…Bom mas isso é minha opinião. Não voto em Ciro e ponto final.

    Responder

      Fabiano França

      11 de junho de 2018 às 15h43

      Minha análise: Ciro tocará as políticas do PSDB, se dizendo de esquerda, afundará mais o país em uma recessão extrema, ficaremos a mercê do “mercado internacional”, sem reservas, com uma previdência privatizada, com um esqueleto de empresas públicas, e como nada vai dar certo, o PSDB ainda enterrará a esquerda botando a conta e a culpa do fracasso programado de Ciro Gomes …..

      Responder

        Fabiano França

        11 de junho de 2018 às 15h45

        É uma bomba relógio plantada pelo PSDB.. até mesmo pelo pavoi curto do candidato Ciro Gomes…

        Responder

        Fabiano França

        11 de junho de 2018 às 15h47

        Nunca mais a esquerda elegerá mais nenhum candidato…

        Responder

          Fabiano França

          11 de junho de 2018 às 15h51

          Ciro é uma armadilha, um alçapão muito bem enfeitado e cheio de comida….

          Responder

            Fabiano França

            11 de junho de 2018 às 15h55

            Se ele for impeachado depois de fazer o serviço sujo de melar a imagem das esquerdas perante o eleitorado à serviço do PSDB e afins, ou finalizar melancolicamente o seu governo pré programado para ser um fracasso, ele voltará a trabalhar com o carinha da FIESP…

            Responder

              Alan Cepile

              11 de junho de 2018 às 16h10

              Vcs colaram esses textos do Antagonista? MBL? Vem pra Rua? rs

              Responder

                Fabiano França

                11 de junho de 2018 às 16h12

                Ufanismo pueril?

                É UMA GUERRA DECLARADA MIGUEL….AS ELITES QUEREM EXTERMINAR OS POBRES….

                https://blogdacidadania.com.br/2018/06/ciro-gomes-avisa-mercado-que-nao-interromperia-agenda-de-temer/

                Responder

                  Fabiano França

                  11 de junho de 2018 às 16h19

                  Luta de classes.
                  Onde paramos com Marx e sua compreensão
                  materialista e dialética da História?
                  Estamos no meio de um conflito de classes, você acha que dariam um golpe pra não terem o plano B de um infiltrado político na corrida presidencial ?

                  Responder

                  Fabiano França

                  11 de junho de 2018 às 16h27

                  Vendem rapidamente todos os ativos públicos existentes para que não haja possibilidade nenhuma de transferência e distribuição de renda como no modelo de partilha da PETROBRÁS….

                  Responder

                    Fabiano França

                    11 de junho de 2018 às 16h29

                    Preferem ver brasileiros seus iguais morrerem de fome e de doenças, mas se desfazem de TUDO o que é riqueza, desde que mantenham o seu quinhão de capitania…

        Vitor

        11 de junho de 2018 às 18h00

        A política macroeconômica de Lula foi continuação explícita de FHC….

        Responder

          Fabiano França

          11 de junho de 2018 às 19h23

          Um tirou o Brasil do mapa mundial da fome, o outro aprofundou as desigualdades…mesma macro economia….é deve ter sido mesmo….

          Responder

Rodrigo Bruno

11 de junho de 2018 às 14h29

A estratégia de Lula até agora se mostra correta! Não vejo motivos para nenhuma alteração. O PT tem grande numero de deputados (tempo de televisão) e uma maquina partidária espalhada por todos os municípios do Brasil. O tempo parece correr a favor da estratégia e não contra. O momento é de apoiar Lula livre e candidato, o resto me parece só favorecer a direita ou a quem tem interesse pessoal em outra candidatura. Cresce o cacife de Lula, que escolhendo um candidato do PT vai ajudar nas eleições para camará, senado e governos estaduais! No segundo turno a esquerda deve se unir independente do candidato!

Responder

Curió

11 de junho de 2018 às 14h12

Souberam da última ? Nada de puericultura não… é sobre o Ciro: acaba de arrumar a maior encrenca ( está no G1 com todas as letras ) com o DEM e o PP. Ao ponto de enviar o irmão para Brasília segurar as pontas para ele pisar depois lá, para as negociações. Negociações que envolvem até a presidência da câmara em 2019.
Sou pueril… lararirara!… Tioriorioriorio…

Responder

JC

11 de junho de 2018 às 14h04

Já já começam os ataques. Não é porque o bolsonaro tem 20% dos votos que os 30 do Lula o tornam imbatíveis. Muito menos que bolsonaro ganha por W.O. Com esses 20%. A campanha é curta. Na era das pós verdades, uma falsa notícia ou denúncia contra esse eventual substituto de Lula pode demorar semanas para ser revertida ou esclarecida.

O PT não é a última bolacha do pacote. Tem um poder eleitoral extraordinário, mas não tem mais a máquina nas mãos. A chave dos cofrinhoa está com os golpistas. Michelzinho já está tratando de incorporar o imoral auxílio moradia a todos os magistrados. É a paga para garantir Lula na masmorra (pelo menos) até o fim da eleição.

Concordo com o Miguel. A análise fria dos números é mais elucidativa do que o ufanismo que certos militantes propagam. É só recapitular: deixamos um banqueiro assumir a economia, perdemoa a batalha do impeachment, perdemos a batalha da reforma trabalhista, perdemos as batalhas do pré sal, perdemos a batalha pelo Lula. A da reforma da presidência a Globo ganhou por nós com a denúncia da JBS.

Quando vai ser a hora de botar as barbas de molho??

Responder

    Dio

    11 de junho de 2018 às 14h22

    Então nao tem mais jeito, o caminho é se entregar…
    Tudo está perdido…

    Responder

      JC

      11 de junho de 2018 às 14h37

      Não. Estou muito confiante numa vitória da chapa anti golpe. E nem precisa compor chapa com gente do centrão. Basta a trégua.
      O Miguel só está chamando a atenção pra necessidade de manter uma segunda via forte e combativa. E o que ele disse sobre a máquina regional dos partidos satélites é corretíssimo. Do contrário, você poderia me explicar o porquê do amor entre Lula e Renan Calheiros, mesmo o Renan votando pro pé nos fundilhos da Dilma?
      Só recapitulei as derrotas pra compor a estratégia pra uma vitória.

      Responder

        Thiago Araujo

        11 de junho de 2018 às 14h49

        Escreve um roteiro de ficção para o Spielberg.
        Tú viajado muito?
        Teu passaporte tem quantos carimbos?
        Tens motohome?
        Envia curriculum para quadros de humor.
        Vejo grandes chances.
        Você é engraçado.
        Sucesso.

        Responder

          JC

          11 de junho de 2018 às 14h53

          Espero mesmo ver o fenômeno de transferência de 20 milhões de votos em um mês.

          Aí a gente disputa o título de melhor roteiro original… Hahahaha

          Responder

          JOAO BATISTA

          11 de junho de 2018 às 15h57

          Thiago Araújo, você não teve argumento para apresentar e saiu-se com esses gracejos.
          Aqui pode funcionar, mas na urna, companheiro, não vale nada.
          Invista seu tempo na mobilização de milhões de petistas pra irem pra rua protestar contra a prisão injusta de Lula.
          Mas isso dá trabalho e exige credibilidade, né? Entendi.

          Responder

        Alan Cepile

        11 de junho de 2018 às 16h15

        Tb estou bem confiante, resta algumas alas do PT (Gleisi principalmente, que fala bem mas é fraca em analisar o momento) se tocar que Ciro NÃO é e NUNCA foi inimigo, ao contrário, sempre foi um aliado histórico, pois está na hora de colocar essa aliança em prática mais uma vez, agora mais do que nunca.

        Responder

    Jonas

    11 de junho de 2018 às 14h25

    Não há ufanismo no blog porque a pesquisa contradiz toda sua expectativa, né miguel?

    Responder

    Thiago Araujo

    11 de junho de 2018 às 14h39

    Xííííí…
    Lula não tá tomando banho?
    A barba não está de molho?
    Militância, banho no lula, JÁ.
    Ao invés de, pela manhã, gritarem ” bom dia…”
    Gritem: “BANHO DO DIA…”

    Responder

      Cícero Costa

      11 de junho de 2018 às 16h24

      Lula é tão digno e honrado que mesmo sujo, ainda é mais limpo do que você, animal.

      Responder

MARCIO MARCONATO DE CARVALHO

11 de junho de 2018 às 14h02

Lula abdicar agora de sua candidatura em favor de qualquer outra é fazer o jogo do golpe. O próprio Gilmar Mendes já declarou que o STF estaria disposto a rever a condenação de Lula caso ele desista do pleito, ou seja, o golpismo já assumiu descaradamente a chantagem como arma política. Não tenho dúvida nenhuma de que a candidatura de Lula será cassada judicialmente. Como também não tenho dúvida de que Lula é o maior cabo eleitoral de 2018! Se ele não estiver na urna, o grande vencedor serão os votos nulos/brancos. O que já deslegitima qualquer eleição. No momento de sua cassação, quando ele indicar seu sucessor, não tenho dúvida de que este nome estará no segundo turno. Miguel comenta que a pesquisa aponta que 32% simpatizam com a ideia de que Lula indique Ciro como seu sucessor, mas 25% acham que Lula não deveria indicar ninguém e 13% não sabem quem ele deveria indicar. Temos um percentual muito alto ( 38%) de eleitores que ainda não tem um posicionamento (13%) ou que se mantém fiel ao petista (25%). Mesmo a simpatia pela indicação de Ciro (32%) pode não se traduzir numa transferência total de votos para o pedetista. A sobrevivência de Ciro num eventual segundo turno passa necessariamente pelo eleitorado petista. A rédea está com Lula, não temos como negar. Ele apontará o caminho.

Responder

    Benoit

    11 de junho de 2018 às 15h13

    Infelizmente voto nulo não deslegitima nenhuma eleição. Quem ganhar não vai dar nenhuma importância aos votos nulos. Candidatos de direita vão achar ótimo que os possíveis eleitores de esquerda fiquem em casa meditando sobre o golpe e a transferência de votos enquanto eles ganham as eleições. A própria direita fez esse erro na Venezuela. Ela poderia ter ganho as últimas eleições lá se não as tivessem boicotado. Estudos mostram que a opção de boicote praticamente nunca produz os resultados esperados. O artigo do Miguel mostra de modo convincente o risco de uma candidatura do Lula enquanto o Lula estiver preso, ou da aposta em um candidato substituto do PT numa hora em que o PT está claramente enfraquecido, em que há uma rejeição grande do Lula e em que a necessidade de defender o golpe pelo lado dos golpistas vai endurecer ainda mais a disputa eleitoral.

    Responder

      José

      11 de junho de 2018 às 17h23

      Vou compartilhar outro ponto de vista aqui,certamente o Miguel não vai responder, mas se vcs tiverem interesse, o debate está aberto aqui. LEIAM:

      Fernando Horta
      18 h ·
      A falta de lógica de quem não “acredita” em Lula candidato.
      Há dois grupos. Os dois sem nenhuma lógica.

      1) Os que defendem que Lula indique já alguém e saia da disputa;
      Argumentos
      A) o golpe é poderoso e não foi dado para “deixar lula voltar”
      B) Lula deveria ser “realista” e indicar alguém

      Problema) Se o golpe é assim tão poderoso e homogêneo, o que impede de retirar, um a um, os indicados por Lula?
      Problema) Neste sentido, não é mais lógico deixar o golpe e a oposição sem saber nada até o último instante possível? Esta estratégia não protege o candidato e causa confusão nos golpistas e oposição? Nesta estratégia, nosso papel não seria exatamente dar a Lula o poder da indicação, reafirmando a ele o apoio?

      2) O Ciristas que defendem Ciro como “único caminho”
      Argumentos
      A) Não vão deixar Lula ser candidato. O golpe é muito forte
      B) Ciro é a única esperança da esquerda.

      Problema) Se o o golpe é tão forte e Ciro uma ameaça tão clara, por que deixam Ciro concorrer?
      Problema) Ciro, sendo permitido concorrer, já não seria uma indicação que ele não ameaça o golpe?
      Problema) Se Ciro é uma ameaça aos golpistas, mas o golpe não pode tirar Ciro, então ele (golpe) não é assim tão poderoso. Logo, Lula pode ser candidato.

      Por qualquer lado que se olhe, não há vantagem alguma em Lula indicar alguém ou a militância sair em desespero, apoiando o discurso da “única opção” contra bolsonaro.
      Ao defender isto, fazem o jogo da direita.

      Responder

    Thiago Araujo

    11 de junho de 2018 às 15h20

    Quando ouvia falar em fanatismo, associava à história de Jim Jones e tudo o que ele causou.
    Associava também aos Estados Teocráticos fundamentalistas e à teoria das virgens celestes…
    Pensava no regime de Idi Amin Dadá e nas suas práticas de antropofagia …
    Hoje, fico a pensar: O QUE É QUE O PT TEM PROMETIDO PARA SEUS SEGUIDORES para que haja essa esquizofrenia desatada?
    Hermes, na mitologia grega, tinha 2 personalidades. Uma era ser um deus realizador, e a outra, um canalha mentiroso e vil…
    O PT é assim: mostra-se justo e bondoso e, na verdade, é um Hermes oculto.
    Como diria o Batman: SANTO FANATISMO…

    Responder

      Benoit

      11 de junho de 2018 às 15h56

      Quando vejo o lixo que voce escreve nos seus comentário, também penso logo em fanatismo e me pergunto de onde ele vem. Será que voce fez um dos cursinhos de um certo astrólogo que aparece no youtube? Ou talvez tenha frequentado alguns dos institutos ideológicos especializados em formar imbecis completos? A única qualificação prévia que eles exigem é falta de caráter, e disso voce tem o suficiente.

      Responder

        JOAO BATISTA

        11 de junho de 2018 às 16h00

        Bingo!

        Responder

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