Comentários sobre o áudio vazado de André Esteves (BTG Pactual)

Um Guia Anti-Bolsonaro

Por Miguel do Rosário

03 de agosto de 2018 : 11h25

Reproduzo abaixo um texto que vem se espalhando bastante na internet sobre como derrotar Bolsonaro. Dêem sua opinião.

— Lucio Caramori (publicitário)

Resolvi usar minha experiência como redator publicitário e de campanhas eleitorais pra escrever um pequeno guia aqui: COMO DERROTAR JAIR BOLSONARO NAS ELEIÇÕES 2018. Veja bem: é a forma como EU vou abordar o assunto. Sinta-se à vontade para fazer ou não.

Primeiro e MAIS IMPORTANTE ponto: a luta não é para mudar a opinião dos Bolsonaristas. É PARA GANHAR OS INDECISOS. Desista de mudar o voto de quem age por ódio, e não razão. Melhor mostrar a quem não decidiu ainda o quanto a opção Bolsonaro é um retrocesso perigoso.

Por mais absurdo que seja, os comportamentos RACISTA, HOMOFÓBICO, VIOLENTO do candidato não me parecem os melhores argumentos contra ele. Infelizmente, existe uma tendência mundial em relevar essas atitudes. O que interessa é SEGURANÇA, EMPREGO, SAÚDE.

O argumento que ele não fez NADA pela segurança do Rio de Janeiro em 30 anos de mandato vai ser mais eficaz do que comentar que ele espancaria o próprio filho se fosse gay. Porque ele sempre se vendeu como pulso firme contra a violência e não como defensor de minorias.

Um tema que acho que pode ser uma exceção é o comportamento MISÓGINO dele. Mas, mesmo assim, me refiro à gravação onde ele diz que mulheres merecem ganhar menos no trabalho. Em uma época de crise dessa, nenhuma mulher escuta isso e acha bonito.

Esqueça essa bobagem de “Não fale do bicho papão que ele desaparece”. Os eleitores deles vão continuar berrando, espalhando ódio e convencendo os indecisos no grito. Precisamos ser uma voz CONTRÁRIA, DETERMINADA, LÚCIDA e INFORMATIVA. O silêncio, nesse caso, será nossa derrota.

Não saia do grupo de WhatsApp da Família, do Trabalho, do Prédio, do Clube por causa de radicais Bolsonaristas. Seja o contraponto. Seja a pessoa que combate as fake news com informação, que aponta o radicalismo, a hipocrisia, as promessas sem planos. E uma sugestão valiosa:

Esqueça a IRONIA, o SARCASMO. As pessoas entendem isso como prepotência. O que está acontecendo é muito sério e os indecisos precisam entender isso. Deixe para os Bolsonaristas a pecha de “zueiros” e aponte o dedo para eles para falar como essa “zueira” pode acabar com o país.

Esse último ponto tem muito a ver com minha lembrança de um debate entre o Cristovam Buarque e o Joaquim Roriz na minha cidade natal, Brasília. Cristovam ironizou o jeito tosco de Roriz falar. E isso pegou muito mal com o eleitorado mais simples.

Outra sugestão: não aponte um outro candidato. Mostre como a preocupação maior é não permitir a eleição de Bolsonaro. Se ele cair no 1º turno, o segundo será entre duas visões de Brasil. Aí sim, cabe discussão. Bolsonaro não tem visão nenhuma.

Bolsonaro é uma ameaça SIM e não acredite em quem diz o contrário. Trump se elegeu por descuido de formadores de opinião que achavam sua candidatura um espetáculo para a mídia. 30% nas intenções de voto não é pouca coisa e brasileiro adora prestar atenção em quem está na frente.

Bolsonaro PRECISA ser derrotado no primeiro turno. E precisa cair MUITO para ter pouca influência no segundo. Acho que ele é a maior ameaça que a nossa democracia já enfrentou nesses 30 anos. E deve ser encarado como tal.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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18 comentários

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Ricardo Coelho

20 de outubro de 2021 às 19h08

Impressionante q quantidade de avisos dados….
Pleno 2021 e ainda tem gente ignorante defendendo esse desgoverno ou bots, seja lá o que for é desumano.

O video do colega é muito atual, quem puder ver veja:
https://www.youtube.com/watch?v=I2TEtQgpgD0&t=2s

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Luiz Inácio

16 de junho de 2021 às 20h00

Pela sua cara, já temos noção da sua formação e valores. O Brasil já foi estragado, quando teve fhc boca mole, mula e dilmanta como presidentes. Bolsonaro, colocará o Brasil nos trilhos do desenvolvimento outra vez. Quem é gay, traficante, bandido, estelionatário, má índole, sem berço, sempre vai usar socialismo e outras idiotices para se fazer de vítima e tomar lugar de quem tem índole e responsabilidade com o povo e território brasileiros. Saia do caminho errado e venha para o certo. Se é gay ou faz tudo contra a Bíblia, já sabe que não tem volta. Talvez por isso, batam sempre na mesma tecla e sabendo que estão e sempre estarão errados, no rumo errado e com aspirações erradas. Vocês são egoístas e só pensam em seus traumas e recalques, nunca pensarão no bem do povão, que somos nós, a maioria, estamos acordando para a realidade e chegará um momento, onde seu discurso mentiroso e maléfico, não angariará mais ninguém. A sorte está lançada.

Responder

Marcos Novaes

18 de agosto de 2020 às 00h06

Kķk o Manual não deu certo? Faça outros quem sabe se repetirem mentiras aos quatro ventos elas soem como verdades. Mas lembre-se: A VERDADE É UMA SÓ!

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Renato oliveira

31 de dezembro de 2018 às 18h12

Esse Jair é um psicopata que gosta de marginalinação. Chega de exclusão social.

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edcleo oliveira

17 de setembro de 2018 às 15h44

Esse tal de Lucio Caramari é mais um dos publicitários

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Wallysson Barbosa

26 de agosto de 2018 às 12h06

Vou votar no Bolsonaro convicto e nem precisava ser obrigatorio, visto que é o melhor para meu país dominado por ideologias esquerdistas e centro manipuladoras. Não vai resolver todos os problemas socioeconômicos do país, mas tô cansado de políticos formados pelo sistema, bandido matando por celular, você não poder ter nada sem ter medo de usar, bandido sendo referência de gente bem sucedida na sociedade e ONGs e direitos humanos defendendo psicopatas mirins… Bolsonaro vai balançar esse país cheio de bandido em todas as escalas sociais..!!!

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    Alexandre

    15 de outubro de 2018 às 15h17

    Wallysson Barbosa, você diz que vai votar Bolsonaro porque está cansado de «políticos formados pelo sistema, bandido matando por celular…»
    Na verdade, Bolsonaro significa a continuação desse sistema, o qual você diz estar cansado. Bolsonaro é a continuação do crime e da corrupção no Brasil.

    Responder

Jochann Daniel

07 de agosto de 2018 às 19h01

Acho que
se você vir
este vídeo
e tiver um mínimo
de tirocínio/raciocínio
jamais votaria
em Aécios
e Bolsonaros
da Vida.
Repassando
Vídeo fantástico, definitivo e fundamental.
Clique em
https://www.youtube.com/watch?v=I2TEtQgpgD0&t=2s
Mantenha a calma……..

Responder

José Pedregal

06 de agosto de 2018 às 16h35

Muito cuidado com os eleitores do Bolsonaro
Para ser derrotado, o mal deve ser isolado.
Volta e meia escuto alguém dizer que tem amigos e amigas que são eleitores do Bolsonaro. Porém ressalvam que, apesar disso, elas seriam “pessoas do bem”. Sinceramente, não consigo crer que isso é possível.
Bolsonaro se promoveu com um discurso carregado de ódio e preconceito, sempre de forma muito clara, agressiva e incisiva. Impossível alguém se declarar eleitor dele ignorando esse fato, sem que tenha desenvolvido algum tipo de identificação com esse discurso lamentável. Logo, não se trata apenas de alguém que “pensa diferente”, de um “mal informado” ou de um “ingênuo iludido”. Não se enganem quanto a isso: os eleitores do Bolsonaro são pessoas potencialmente perigosas, ainda que aparentemente inofensivas.
Não me refiro aqui aos psicopatas e sociopatas, facilmente identificáveis pelo discurso raivoso, hidrófobo. Falo de pessoas comuns que vivem ao nosso redor, na família, no trabalho, na vizinhança.
Podem me contestar: “- Ah, pára de ser preconceituoso! Conheço vários eleitores do Bolsonaro que são cidadãos super dedicados aos filhos, afetuosos com familiares e amigos, trabalhadores, prestativos, pessoas ótimas!”.
Ora, não nego que essas pessoas possam ter qualidades humanas. E ainda acrescento outras “virtudes”: entre eles há os que vão regularmente a missa ou ao culto, que são espiritualizados, caridosos e capazes de ações solidárias. Outros são extremamente cuidadosos com seus bichinhos de estimação. Muitos ainda são companhias divertidas numa mesa de bar, bons parceiros de churrasco e futebol. Mas hoje sabemos que muitos dos milhões de apoiadores do nazismo eram pais amorosos, sujeitos elegantes e gentis na vida social. E foram essas mesmas pessoas que delataram sem dó para os carrascos da Gestapo o vizinho judeu, o parente comunista, o colega de trabalho homossexual. O ser humano tem essa complexidade. E não importa o nível educacional da pessoa. Como foi escrito num bilhete deixado num campo de concentração, foram engenheiros bem formados que projetaram as câmaras de extermínio em massa e foram médicos e enfermeiros competentes que usaram crianças judias como cobaias para experiências cruéis.
Por isso não me deixo enganar. Anos atrás, era relativamente fácil encontrar o Brigadeiro Burnier, um vovozinho simpático passeando com seu netinho pelas ruas arborizadas do bucólico bairro do Grajaú, na zona norte do Rio de Janeiro. Difícil ver naquele idoso inofensivo um torturador sanguinário (Ver nota 1). Pode parecer inacreditável mas, em 1968, esse Brigadeiro teria planejado explodir o gasômetro do Rio de Janeiro para provocar a morte de milhares de inocentes. Queria um pretexto pra dar um “golpe dentro do golpe” e eliminar sumariamente os adversários da ditadura militar. Um crime bárbaro que só foi evitado pela rebeldia e coragem do Capitão Sérgio Carvalho, que teve a vida destruída pelos militares depois dessa insubordinação (Ver nota 2).
Em 1981, mais uma vez a vocação terrorista dos militares brasileiros voltou a se manifestar, na tentativa de atentado no Riocentro. Militares iam explodir bombas durante um show comemorativo do dia 1o. de maio. Pretendiam matar centenas de inocentes, incluindo alguns artistas famosos que se apresentavam. Tudo para impedir a redemocratização do país. Mas dessa vez não houve insubordinação. Coube ao acaso impedir essa tragédia, ao fazer com que uma das bombas explodisse no colo dos assassinos do Exército (Ver nota 3).
Posteriormente, foi a vez de um então jovem Capitão planejar atos terroristas. Em 1987, quando liderou protestos contra os baixos soldos no Exército, Bolsonaro também teria planejado explodir umas bombas, só que dentro dos quartéis. Nada que se compare com a bestialidade concebida pelos seus inspiradores da caserna. Mas a dimensão do ato é só uma questão de conveniência. Afinal, Bolsonaro defende a tortura abertamente e já declarou que a ditadura militar no Brasil errou ao não ter executado ao menos umas trinta mil pessoas (Ver nota 4).
Claro que todos – Brigadeiro, Generais e Capitão, sempre negaram os seus planos explosivos. Afinal, fascistas e psicopatas são assim, hipócritas. Para atingir seus objetivos, sempre negam suas intenções criminosas (Ver nota 5).
Essa postura vil foi reafirmada pelo Exército brasileiro recentemente, no caso do vazamento dos documentos da CIA sobre as execuções no regime militar (Ver nota 6). Para a nossa tristeza, é um comportamento padrão entre os militares brasileiros que, ao contrário de seus congêneres sulamericanos, jamais foram punidos por seus abusos. Não é à toa que boa parte do apoio ao Bolsonaro vem dos militares. A impunidade permitiu que o DNA fascista das forças armadas brasileiras ainda sobreviva com muita força, lamentavelmente.
Mas se acalmem: isso não quer dizer que todos os seguidores do Bolsonaro são genocidas em potencial. Também não é assim (embora alguns possivelmente o sejam). O que se quer alertar aqui é para o tipo de pessoa “do bem” que adere a essa candidatura deplorável.
De uma forma geral, são aqueles “cidadãos de bem” que, diante de um estupro, questionam primeiramente a roupa “provocante” da vítima; são os que, numa briga doméstica, serão capazes de agredir a mulher fisicamente (ou ser condescendente com esse ato quando feito por outros homens, pois “alguma coisa ela deve ter aprontado”). É também aquele que relativiza a execução a sangue frio um jovem negro e pobre da periferia pela PM, pelo simples fato de ser “suspeito” ( “- Se tava circulando naquela hora por lá boa coisa não era”, “- Se o policial titubear ele é que pode morrer.”). Ou ainda aquele que não se sensibiliza com o assassinato brutal de um gay, unicamente por causa de sua orientação sexual. Para eles, machismo, homofobia e racismo não passam de “mi-mi-mi”, ainda que inúmeras mulheres, gays e negros sejam assassinados todos os dias por conta desses preconceitos, com uma frequência que não encontramos em nenhum outro país do mundo civilizado.
Essas mesmas pessoas não reconhecem a condição humana de segmentos discriminados e excluídos da sociedade, que eles consideram como “vagabundos”. São os que defendem as incursões violentas da Polícia Militar na favela, nos movimentos sociais dos sem-terra e dos sem teto, nas manifestações grevistas; são aqueles que não se abalam com o genocídio de populações indígenas ou quilombolas por grileiros de terras.
Enfim, conhecemos bem as razões e argumentos típicos dessa turma. O diálogo com eles beira o impossível, pois não estão dispostos sequer a ouvir argumentos que os contrariem, ao mesmo tempo em que são os maiores divulgadores de notícias falsas (“fake news”), por mais absurdas que sejam. Como recomendava Joseph Goebbels, o mestre da propaganda nazista, difundem continuamente mentiras até que todos pensem que são verdades. A comunidade “MBL” é a maior expressão disso. Seus seguidores vibraram com as montagens que colocaram a vereadora assassinada Marille Franco como ex namorada do traficante Marcinho VP. Impunes, pouco tempo depois difundiram alegremente a foto de um jovem soldado do tráfico como sendo a criança inocente assassinada covardemente na favela pela polícia.
Por isso não me deixo enganar. Tenho, no máximo, “conhecidos” eleitores do Bolsonaro; amigos, nenhum. Podem parecer inofensivos, mas carregam a monstruosidade humana dentro de si, que pode aflorar quando a gente menos espera. Se um ou outro pode não ser assim, será apenas aquela exceção que confirma a regra.
Nélson Rodrigues disse certa vez que todo tarado não passava de um sujeito normal pego em flagrante. Por detrás da aparência de cidadão honesto, trabalhador, de um médico ou de um religioso, pode estar um pervertido, um pedófilo, um estuprador. O mesmo raciocínio se aplica a esses “cidadãos do bem” eleitores do Bolsonaro. Por detrás de um moralista radical, de um “cidadão do bem indignado com a corrupção e com a criminalidade urbana”, pode estar um monstrinho camuflado. As chances são grandes, muito grandes.
Viveremos tempos difíceis no Brasil nesses próximos anos. O “Ovo da Serpente” fascista chocou e é preciso ter cuidado. Os répteis venenosos querem tomar o poder. Aconselha-se manter reservas e distância das pessoas que apoiam esse projeto de poder. Em breve elas poderão ser os nossos algozes.
Aproveitemos esse momento, em que elas perderam a vergonha de mostrar a cara, em que se sentem seguras em difundir suas infâmias porque descobriram que são muitos. Vamos identificá-las e mantê-las bem distantes das nossas vidas, tanto quanto possível.
Alguns contestarão dizendo que não podemos desistir dessas pessoas, que isso significará jogá-las nos braços dos fascistas. Mas quando ocorre uma ameaça de epidemia de uma doença infectocontagiosa para qual ainda não se descobriu a cura, a solução é colocar os contaminados em quarentena. Os que tiverem um bom sistema imunológico, se salvarão. O isolamento é uma opção difícil, muito difícil de se promover. Mas é necessária.
Para ser derrotado, o mal deve ser isolado.
O alerta está dado.
Zeca Pedregal, maio de 2018.
É livre a reprodução integral deste artigo.
 Post-Scriptum: Ultimamente vários analistas têm se dedicado a explicar as razões da adesão de tantos jovens escolarizados e adolescentes “nerds” à candidatura do Bolsonaro. O esforço é louvável mas, a meu ver, ignoram um dado óbvio. Esses jovens apenas reproduzem, na linguagem de sua geração, os valores de seus pais. Filhos de monstros, monstrinhos são. Essa é a regra, confirmada pelas poucas exceções.
Para enfrentar o bolsonarismo fascista, vale recordar os versos de um bamba portelense: “Não vou te ferir/Eu não vou te envenenar/O castigo que eu vou te dar é o desprezo/Eu te mato devagar” (Você me abandonou – Alberto Lonato)
NOTA 1: Burnier teria sido o responsável pela tortura e morte do deputado Rubens Paiva, do guerrilheiro Stuart Angel Jones e do educador Anísio Teixeira. O Brigadeiro Eduardo Gomes, tido como uma reserva moral das Forças Armadas, assim escreveu ao então presidente Ernesto Geisel sobre o Burnier: “ “um insano mental inspirado por instintos perversos e sanguinários, sob o pretexto de proteger o Brasil do perigo comunista.” Qualquer semelhança com o Bolsonaro não será mera coincidência. FONTE: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Paulo_Burnier .
NOTA 2: Há várias matérias detalhadas na grande imprensa sobre esse episódio, como a que segue: http://acervo.oglobo.globo.com/em-destaque/capitao-sergio-macaco-se-nega-explodir-gasometro-no-rio-evita-caca-oposicao-21984331 .
NOTA 3: Como é uma vergonhosa tradição no Brasil, nesses casos nenhum militar foi punido. https://pt.wikipedia.org/wiki/Atentado_do_Riocentro
NOTA 4: Embora no momento, por mero oportunismo eleitoral, tente amenizar o seu discurso, Bolsonaro nunca teve qualquer pudor em defender atrocidades. Há vários vídeos na internet a respeito: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2017/10/14/O-que-Bolsonaro-n%C3%A3o-sabe-sobre-tortura-execu%C3%A7%C3%A3o-ditadura-e-guerra .
NOTA 5: A farta documentação sobre o processo disciplinar que sofreu no Exército o impede de negar a totalidade de seus atos, que tenta simplesmente minimizar, para não perder votos: http://www1.folha.uol.com.br/poder/2017/05/1884033-bolsonaro-admitiu-atos-de-indisciplina-e-deslealdade-no-exercito.shtml
NOTA 6 : Lamentavelmente, a mentalidade antidemocrática dos militares brasileiros em nada se modificou . https://brasil.elpais.com/brasil/2018/05/11/politica/1526053261_197839.html .
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/fa-de-bolsonaro-e-do-mbl-o-perfil-do-professor-acusado-de-jogar-a-mulher-do-4o-andar-por-joaquim-de-carvalho/

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Luiz Cláudio Pedroso da Fonseca

04 de agosto de 2018 às 14h55

Quando a população menos afortunada começou a se acumular na porta dos quartéis, esperando fazer parte do milagre brasileiro, da riqueza nacional, foi o momento para democratizar. Nos dias que correm, é hora de passar o Brasil a limpo, “combater” a corrupção, guardado o devido respeito ao intervalo eleitoral, e, é claro, aproveitar para reestruturar o Poder, posto que pessoas de “caráter” ensejam decisões indiscutíveis. O liberalismo tem suas mazelas. Todo cuidado é pouco com as raposas velhas que se articulam no congresso, democráticas e preservadas das baixarias, querendo lucrar nas duas pontas

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Dilter Folha

04 de agosto de 2018 às 11h04

O inimigo do meu inimigo é meu amigo.
Não concordo quase em nada com Bolsonaro mas como ele é o anti-lula, anti igualdade voto nele.
Dilter

Responder

ismael canada

04 de agosto de 2018 às 09h22

MIGUEL FINGE DE LEITAO P MAMAR DEITADO …

TIPO SE FINGE DE BURRO P PARECER ESPERTO …
NA MESMO EPOCA QUE ELE “LÊ” AS PESQUISAS E DIZ QUE OS ELEITORES DE BOLSONARO SAO OS DEMELHOR NIVEL CULTURAL ESCOLAR E FINANCEIRO..

ELE VEM COM ESSE PAPO AI DE DISSUADIR E CONVENCER..

ORAS..
QUEM TEM ESTUDO CULTURA E MELHOR CONDIÇÃO FINANCEIRA JAMAIS SERA CABEÇA FRACA… AIONDA MAIS NO BRASIL.. ONDE TUDOÉ MUTO SUADO…

ELEITOR DO BOLSONARO AO CONTRARIO … LEVARA A FAMILIA TIDA P VOTAR.. JA COMBINEI COM MEUS AVÓS PEGO ELES LA CEDINHO LEVO P VOTAR NO BOLSONARO.

ENFIM.. SE O ANALFABETO DO LULA CONSEGUIU ALGO..
POR QUE O AGULHA NEGRA CONCURSADO EM PRIMEIRO LUGAR NAO CONSEGUIRIA ??

NAO FAZ SENTIDO.. É QUE PETISTA SÃO TUDO 171
GOSTAM DE OUVIR MENTIRAS QUE O BOLSONARO NAO CONTA.

Responder

Renato

03 de agosto de 2018 às 22h08

O que me surpreende é que O Bolsonaro é um populista que se aproveita da situação que se encontra o Brasil, tentando parecer uma novidade na política (apesar de ser político de carreira) e salvador da pátria. Um bom exemplo do seu nível populista foi a greve dos caminhoneiros. Ele apareceu defendendo os caminhoneiros, mas o principal “guru” dele (Paulo Guedes) deixou claro em entrevista que era contra a greve.

Responder

Gilmar

03 de agosto de 2018 às 17h25

Aproveite e chame ele de estuprador também, afinal vc é não sei quem do Rosário…. Pra q esse desespero? Se Bolsonaro não é nada e nem ninguém, não há com q se preocupar. Correto?

Responder

Jonas Alcantara

03 de agosto de 2018 às 17h13

É, vão quebrar as pernas do Bolsonaro e ele não vai ganhar. Prova maior de que o Brasil não vai se livrar de bandidos criminosos nem tão cedo ainda. E continuam os mesmos do mesmo saco.

Responder

Jorge

03 de agosto de 2018 às 13h32

Isto tudo é medo de enfrentar o Bolsonaro???

Responder

Reginaldo Gomes

03 de agosto de 2018 às 13h22

Um Guia Anti-Bolsonaro.
” o ato falho”
Nun intindi!?!?!?
O ato falho fala com uma precisão incrível as pessoas atentas.
O bolsonaro é carta fora do baralho , então , o alckmin precisa herdar os malucos da extrema direita.
O consórcio golpista impôs compulsoriamente que a vice do alckmin é a senadora ana amélia, porém , ela odiou essa idéia com todas as forças do inferno, baixou hospital doente.
Percebe?
O que acreditam ser a esperteza é a burrice! Ela vai deixar o alckmin na mão na hora que ele mais precisar; ela não aguenta ser azucrinada;
E o único valentão que estará no páreo é o ciro e os extremistas o elegerão presidente.

Responder

Ultra Mario

03 de agosto de 2018 às 13h19

O Ciro já usava essas táticas, inclusive a de apontar que ele fazia parte de partido corrupto e não falava e nem fazia nada.

Pessoalmente eu não acho que o Bolsonaro seja esse bicho papão que todos falam, o cara não vai chegar lá e começar a quebrar o país “só de zoeira”, sejamos sinceros, a maioria dos candidatos são tão despreparados quanto ele.

Responder

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