Comentários sobre o áudio vazado de André Esteves (BTG Pactual)

Adeus, Luzia!

Por Miguel do Rosário

03 de setembro de 2018 : 07h08

O Cafezinho está de luto hoje pela morte de uma parte importante da história brasileira. Que a tragédia seja mais uma lição da necessidade de organizarmos um grande movimento de resistência, para além dos interesses e divergências eleitorais e partidários, em defesa do nosso futuro enquanto povo e nação.

Perdão e adeus, Luzia!

***

No jornal O DIA

Rio – O maior tesouro do Museu Nacional, que foi atingido por um incêndio na noite deste domingo, é o esqueleto mais antigo já encontrado nas Américas, com cerca de 12 mil anos de idade. Achado em Lagoa Santa, em Minas Gerais, em 1974, trata-se de uma mulher que morreu entre os 20 e os 25 anos de idade e foi uma das primeiras habitantes do Brasil.

O crânio de Luzia e a reconstituição de sua face – revelando traços semelhantes aos de negros africanos e aborígines australianos – estão em exibição no museu. A descoberta de Luzia mudou as principais teorias sobre o povoamento das Américas. É considerado o maior tesouro arqueológico do país.

O Museu Nacional é a mais antiga instituição científica do País – completou 200 anos em junho. Embora possua um dos mais importantes acervos de História Natural da América Latina, o museu chegou à data simbólica abandonado, com goteiras, infiltrações, problemas na parte elétrica, na refrigeração e salas vazias. Os salões com pisos de madeira, e o acervo, entre elas a maior biblioteca da América Latina, podem ter contribuído para agravar o incêndio.

O novo diretor da instituição, Alex Kellner, que assumiu o cargo este ano, tentava negociar parcerias com a iniciativa privada para recuperar o museu.

O prédio onde hoje funciona o Museu Nacional/UFRJ foi uma doação do comerciante Elias Antônio Lopes ao príncipe regente D. João, em 1808, ano da chegada da família real ao Rio. Após a morte de dona Maria I, em 1816, D. João mudou-se definitivamente para o Paço de São Cristóvão, onde permaneceu até 1821. D. Pedro I e D. Pedro II também moraram por lá. Com o fim do Império, em 1889, toda a família se exilou na França. O palácio foi, então, palco da plenária da primeira Assembleia Constituinte da República, entre novembro de 1890 e fevereiro de 1891. O Museu Nacional se mudou para o palácio no ano seguinte, 1892. “Acho que o palácio em si é o item individual mais importante da coleção porque conta boa parte da história do nosso País”, diz Alex Kellner.

Também exposto no saguão do museu está o maior meteorito já encontrado no Brasil, o Bendegó, com 5,36 toneladas. A rocha é oriunda de uma região do Sistema Solar entre os planetas Marte e Júpiter e tem cerca de 4,56 bilhões de anos. O meteorito foi achado em 1784, em Monte Santo, no Sertão da Bahia. Na época do achado era o segundo maior do mundo. Atualmente, ocupa a 16ª posição. A pedra espacial integra a coleção do Museu Nacional desde 1888.

A primeira réplica de um dinossauro de grande porte já montada no Brasil é outra das maiores atrações do Museu Nacional. Tanto assim que o Maxakalisaurus topai, um herbívoro de 9 toneladas e 13 metros de comprimento, tem uma sala só para ele. O dinossauro viveu há cerca de 80 milhões de anos na região do Triângulo Mineiro. “Sem dúvida, ele é o preferido do público”, sustenta Alex Kellner. “É o meu preferido também”, confessa o diretor, que é paleontólogo.

As múmias também estão entre os grandes destaques do acervo. O corpo mumificado de um índio Aymara, grupo pré-colombiano que vivia junto ao Lago Titicaca, entre o Peru e a Bolívia, abre a série de múmias andinas do Museu Nacional. Trata-se de um homem, de idade entre os 30 e os 40 anos, cuja cabeça foi artificialmente deformada, uma prática comum entre alguns povos daquela região. Os mortos Aymara eram sepultados sentados, com o queixo nos joelhos e amarrados. Uma cesta era tecida em volta do defunto, deixando de fora apenas as pontas dos pés e a cabeça.

O Museu Nacional tem a maior coleção de múmias egípcias da América Latina. A maior parte das peças foi arrematada por D. Pedro I, em 1826. São múmias de adultos, crianças e também de animais, como gatos e crocodilos. A maioria é proveniente da região de Tebas. Lápides com inscrições em hieróglifos também fazem parte da coleção.

Os fósseis da preguiça-gigante e do tigre-de-dente-de-sabre que viveram há mais de 11 mil anos são dois expoentes do período da megafauna brasileira e encantam as crianças há décadas, muito antes das primeiras réplicas de dinossauros serem montadas no museu. Diferentemente dos dinossauros, os animais da megafauna conviveram com os homens pré-históricos. A preguiça-gigante chegava a ter o tamanho de um carro como o Fusca. “A preguiça foi, durante muito tempo, o maior organismo fóssil montado”, conta Alex Kellner. “Fiquei com o coração partido, ainda criança, quando descobri que não era um dinossauro.”

O trono do rei de Daomé está na coleção do Museu Nacional desde 1818. O reino da África, criado no século 17, se situava onde hoje está o Benin e durou até o fim do século 19. A peça foi uma doação dos embaixadores do Rei Adandozan (1797-1818) ao príncipe regente D. João VI. O reino ficou conhecido por ter um exército formado por mulheres guerreiras.

O Museu Nacional tem uma coleção significativa de peças indígenas, mostrando a importância desses povos na formação do País. Um dos maiores destaques são as máscaras feitas pelos índios Ticuna, que representam entidades sobrenaturais e são usados no “ritual da moça nova”, que marca a primeira menstruação das meninas e sua entrada na vida adulta.

A Biblioteca Central do Museu Nacional foi criada em julho de 1863 e uma das maiores da América Latina na área de ciências antropológicas e naturais. São mais de 500 mil títulos, entre eles obras raras, como a publicação “Historia naturale”, de autoria de Plínio, o Velho, datada de 1481 – a obra mais antiga da coleção.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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63 comentários

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Luiz Cláudio Pedroso da Fonseca

04 de setembro de 2018 às 17h04

Memória não foi feita para ficar escondida e interditada. Será que o acervo do museu ficou refém do prédio e da sua gestão? O acervo é dito nacional, mas consta que as sancas da edificação eram mais fundamentais à nação.

Responder

Elias Pobre

04 de setembro de 2018 às 10h34

País desgovernado é igual carreta sem freio, destrói tudo pelo caminho. Perdemos um tesouro arqueológico por causa da estupidez dos neo-liberais que só pensam em cortar, cortar e cortar, mas cortar no lado do povo, o lado dos graúdos e manteúdos da viúva nunca cortam nada, os políticos continuam com todas as verbas, salários, getons e nada foi cortado deles. A PEC dos gastos corta o hospital do povo, mas os carcamanos continuam a serem atendidos no sírio libanês.
Qdo algo dá errado, eis que, tiram o Lula e a Dilma da cartola e dizem que tudo é culpa do PT. Ah tá…
Pensam que somos idiotas.

Responder

    Jorge Carneiro

    04 de setembro de 2018 às 12h11

    A UFRJ é uma universidade pública federal com milhares de funcionários ineficientes. O museu era extensão disso. 900 aspones.

    Responder

    Serg1o Se7e

    04 de setembro de 2018 às 13h28

    Ah! Esses neo liberais acabando com a eficiência dos progressistas!

    A responsabilidade do PSOL no incêndio do Museu Nacional
    Brasil 04.09.18 10:57

    A reportagem de capa de O Globo hoje consolida uma série de números sobre o Museu Nacional, destruído por um incêndio no domingo:

    * A transferência do governo federal à UFRJ, gestora do museu, cresceu de R$ 2,6 bilhões em 2014 para R$ 3,1 bilhões em 2017. No mesmo período, o dinheiro que a universidade repassou ao museu caiu.

    * Vinte anos atrás, a UFRJ se recusou a fazer do museu uma fundação, o que resultaria num aporte de R$ 80 milhões do Banco Mundial para o prédio histórico.

    O primeiro item mostra que foi decisão da universidade aplicar o dinheiro em outras áreas e deixar o museu à míngua; o segundo, que picuinhas ideológicas impediram a chegada de recursos que poderiam salvar o prédio.

    Desde 2015, o reitor da UFRJ é Roberto Leher, um dos fundadores do PSOL –cujo candidato à Presidência, Guilherme Boulos, foi um dos primeiros a tentar aproveitar o caso eleitoralmente, culpando os “cortes do governo Temer”.

    A imprensa precisa parar de tratar Leher e seu partido como vítimas do incêndio no museu e cobrá-los pelo que são: corresponsáveis pela tragédia.

    Responder

Luis

03 de setembro de 2018 às 22h16

Entregam os minérios, as empresas nacionais, o petóleo, a soberania
e queimam a cultura.

Brasil, um pais de TOLOS.

Responder

    Jorge Carneiro

    04 de setembro de 2018 às 12h12

    Queimam quem? Os aspones?

    Responder

Carcará

03 de setembro de 2018 às 18h45

Acredito mais numa idiotia generalizada. Como a que vimos com aquela boate no sul do país. Todos empurrando a culpa para todos e ninguém resolvendo nada. Porque digo idiotia ? Porque já partiram na primeira hora com afirmações como caiu balão, guarda viu fogo vir de cima, entre outras. Divulgadas na grande mídia sem nenhum compromisso com a verdade ou seriedade. O Mínimo que precisaria seria um laudo técnico apontando as causas. Para depois vir os culpados, responsáveis. Claro que os órgãos púbicos são responsáveis pela instituição mas… Uma das hipóteses bem pode ter sido crime. Algum louco pode ter colocado fogo. Alguma xepa de cigarro… A polícia não falou nada até agora ? Que estranho !

Responder

Sebastião Farias

03 de setembro de 2018 às 16h11

Parabens, Miguel, por sensibilidade em registrar essa triste ocorrência de prejuízo elevado da memória nacional. Realmente, é triste de vermos, a memória cultural de um povo doente, que somos nós e que há muito, vendo onde iríamos chegar, apesar de donos do Poder constitucional, nos omitimos e nos acovardamos em defendermos a tempo, antes de serem perdidos, a memória nacional, o estado de direito, a democracia e a soberania nacionais. Pode anotar, à luz da ação dos atores que aí estão e, na falta de quem lhes dê um basta, como o Museu Nacional, o Circo Brasil continuará sendo incendiado aos nossos olhos, às provações de nosso povo ainda continuarao até que, quando não mais aguentarem, aí sim, os cidadãos unidos por necessidade, como nação, tomarão uma atitude heróica no expurgo do mal. E não se iludam, não estamos falando só do poder executivo mas, como está exposto aí pela imprensa, também os poderes legislativo, judiciário, bancos, imprensa golpista e o império, todos, contra o Brasil e seu povo, pois, suas obras más, testemunham contra eles, pesquise onde quiser, analise e conclua com sua consciência e, busque na história, que povo assistiu a sua destruição e não reagiu? Tudo isso é pouco e vem mais.
Felicidades.
Sebastião Farias
Um brasileiro nordestinamazônida

Responder

Serg1o Se7e

03 de setembro de 2018 às 15h46

Mais um dado bem interessante:

o Museu Nacional custou em 2017 aos cofres públicos R$ 643,5 mil.

Segundo a ONG Contas Abertas, a Câmara dos Deputados gasta cerca de R$ 560 mil por ano para lavar 83 carros oficiais, que atendem a 19 deputados com cargos de direção.

Quem queimou o museu foi o Brasil.

Responder

Brasileiro da Silva

03 de setembro de 2018 às 15h42

Matéria do DCM:
Risco de incêndio no Museu Nacional foi denunciado há 14 anos
Publicado em 3 setembro, 2018 2:50 pm
Há 14 anos, em 3 de novembro de 2004, o então secretário de Minas e Energia do Rio de Janeiro Wagner Victer denunciou, em entrevista à Agência Brasil, os riscdos de que a instituição poderia vir a ser destruída por um incêndio. A conversa com a repórter Daisy Nascimento ocorreu após visita ao local.

Na ocasião, o secretário disse ter ficado impressionado com a situação das instalações elétricas do museu, em estado deplorável, em sua avaliação: “O museu vai pegar fogo: são fiações expostas, mal conservadas, alas com infiltrações, uma situação de total irresponsabilidade para com o patrimônio histórico”, denunciou então.

Hoje, ao falar novamente com a reportagem da Agência Brasil, ele relembrou a denúncia: “A constatação se deu quando visitei o museu acompanhado do meu filho Francisco, então com 2 pra 3 anos. Era óbvio o risco. Estava claro na época que os princípios básicos de prevenção não estavam colocados ali. Não havia um sistema interno de sprinkler, as fiações estavam expostas, insetos preservados em material inflamável – e isso tudo em um lugar que concentrava muito do patrimônio histórico nacional”, disse Victer que, atualmente é secretário de Educação do Estado.

Ele disse que se lembra bem das críticas que recebeu na época, depois da repercussão que teve a matéria. “Foi um depoimento contundente e que deu muita repercussão na época. Ganhou visibilidade exatamente por eu ser secretário. Mas eu dei um depoimento como cidadão e engenheiro e não como secretário, e fui criticado inclusive por pessoas do próprio Ministério da Cultura, mas era óbvio o risco”

Responder

    Curió

    03 de setembro de 2018 às 18h51

    Não vem não patinho paneleiro. Não adianta, bucica sem vergonha.

    Responder

      Serg1o Se7e

      05 de setembro de 2018 às 08h51

      “Bucica”? Ésh di Floanópish, ishtepô?
      Mórash no Curiódromi?

      Responder

André Romero

03 de setembro de 2018 às 14h23

Isso aqui parece uma discussão de botequim, na boa. E parece proposital, para todo mundo tirar o rabo da reta.
Antes de mais nada, não sou palpiteiro de ocasião: estudei um ano na UFRJ e me graduei na UFRRJ aqui no Rio.
Na minha modesta opinião, o caso é simples e é de responsabilidade compartilhada.
– Cabe ao Governo Federal repassar os recursos para a manutenção do Museu à UFRJ. E como é amplamente sabido, o problema atravessa governos, inclusive os “progressistas” – embora o peso da tragédia caia mais (e com razão) nesse atual governo criminoso, que agravou (apenas agravou, repito) o sucateamento das instituições.
– E cabe aos digníssimos dirigentes da referida Universidade (para deixar no impessoal) cobrarem POR ESCRITO as verbas necessárias, apontando a sua urgente destinação. É o MÍNIMO que qualquer ‘Homo Sapiens’ minimamente dotado de cérebro que está investido no cargo (sabendo que o dele estará na reta se algo der errado) deve fazer para se proteger.
Afinal, uma coisa é a falta de conservação adequada de um acervo, paredes rachadas, pintura descascando, etc. Outra coisa – e bem diferente – é o risco iminente de um incêndio de grandes proporções que manda tudo, literalmente tudo para o Inferno, a começar pelo emprego e a reputação dele. Exatamente o que ocorreu.
Portanto – agora – cabe à diretoria da Universidade deixar o discurso de lado e reunir os documentos que comprovem os pedidos de verbas com o fim de prevenir incêndios ou ao menos a DENÚNCIA e COBRANÇA dessas providências.
Isso, claro, se não quiserem ser acusados de co-autores desse inacreditável crime de responsabilidade, sob pena de jogar todo mundo na mesma vala comum. Que, convenhamos, é o que estou tentado a acreditar.

Responder

Antonio Passos

03 de setembro de 2018 às 14h09

Lembram da comoção nacional por causa da demolição dos ESCOMBROS do Museu do Índio ? Pois é… Do museu de verdade ninguém falou, ninguém fez protesto, ninguém exigiu manutenção, ninguém sequer sabia seu valor. Retrato de um país de alienados, imbecilizados, manipulados.

Responder

Francisco

03 de setembro de 2018 às 12h45

Tem coisas que não dá para mudar o rumo, o incêndio e a destruição do Museu Nacional, no mês de seu bi-centenário, é uma delas.
Por mais que ciristas e golpistas, por perceberem o tamanho do efeito da ‘trolha’ na eleição, façam dueto e esforcem-se para tornar geleia geral a responsabilidade pela tragédia, não há jeito, o jeito do povo entender e relacionar tamanho e pavoroso descaso, perante os fatos, não tem volta, pois no imaginário sabem os culpados, por mais que esperneie-se e tente-se influencia-los, via pleno emprego da ‘mídia partido’.
Agora Inês é morta.

Responder

    Curió

    03 de setembro de 2018 às 12h57

    Inês é morta e o espectro da múmia vampírica temerária ainda ronda a nação com sua sede de sangue e suor pátrio para derrubar tudo de bom que foi erguido neste país! Para entregar ao estrangeiro todas as nossa riquezas e deixar nosso povo morrer de fome sem educação saúde e segurança. Nas barbas da Vaca Barrosa Global Vingativa para com a esquerda e condescendente com o vampiro: já encenou e prorrogou investigações mil vezes e nada! Inês é morta! Que triste! Lula preso! Mas o 13 vive!
    13 Na cabeça! Haddad Lula & Manuela !!!

    Responder

    Nostradamus ( banquinho & bacia )

    03 de setembro de 2018 às 15h24

    Vejo que o gatinho do Miguel comeu mais um comentário pró aquela ala da esquerda… Jogar pedrinhas nesta bacia tem horas…

    Responder

NeoTupi

03 de setembro de 2018 às 12h08

Apenas o programa de Lula e Marina Silva prevê a proteção aos museus. Meirelles 20 anos sem verbas, nem menciona a cultura em seu projeto de governo. Bozonaro só fala em extinção do MinC.

Responder

    Brasileiro da Silva

    03 de setembro de 2018 às 14h07

    Da para perceber como o PT “protegeu” os museus em 13 anos de governo.

    Responder

      NeoTupi

      03 de setembro de 2018 às 15h21

      Investimentos em museus:
      2002 (último ano de FHC): R$ 24,5 milhões (17,4 do Fundo Nacional de Cultura e Tesouro e o resto renúncia fiscal).
      2015 (último ano governado por Dilma): R$ 307,4 milhões (73,4 do FNC e Tesouro, e o resto renúncia fiscal).

      Dados do Instituto Brasileiro de Museus (Não publicou dados depois de 2015).

      Responder

        Brasileiro da Silva

        03 de setembro de 2018 às 16h20

        E incrível a falta de caráter das análises de vcs. O fato de ter investido 6 x o que o FHC investiu, não significa que o desgoverno dos últimos 15 anos cuidou dos museus. Se tivesse cuidado, o Museu nacional já teria sido revigorado.

        Responder

        Brasileiro da Silva

        03 de setembro de 2018 às 16h21

        E incrível a falta de caráter das análises de vcs. O fato de ter investido 6 x o que o FHC investiu, não significa que o desgoverno dos últimos 15 anos cuidou dos museus. Se tivesse cuidado, o Museu nacional já teria sido revigorado….

        Responder

        Brasileiro da Silva

        03 de setembro de 2018 às 16h22

        Em que ano o desgoverno de vcs iniciou a revitalização do museu nacional?

        Responder

          NeoTupi

          03 de setembro de 2018 às 19h22

          Notícia de 30 de agosto de 2006:

          Parceria dos ministérios garante obras do Museu Nacional

          Rio de Janeiro – Os ministros da Educação, Fernando Haddad, e da Cultura, Gilberto Gil, assinaram na tarde desta quarta-feira, 30, um termo de cooperação que prevê a transferência de R$ 3 milhões para o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Os recursos serão usados para tocar as obras do Museu Nacional do Rio de Janeiro. A metade será financiada pelo MEC e a outra parcela, de R$ 1,5 milhão, será captada pelo MinC via leis de incentivo cultural.

          Pela Cultura, o ministro Gilberto Gil lembrou a importância de um museu que recebe 350 mil visitantes por ano. “O Museu Nacional vai completar 200 anos em 2018 e tem um papel fundamental na construção da memória brasileira.” Durante a cerimônia, Gil anunciou a criação, ainda este ano, do Instituto Brasileiro de Museus, órgão responsável pela articulação de todos os museus do país, sejam públicos, particulares, militares ou universitários.

          O ministro Fernando Haddad observou que o Museu Nacional, vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro, foi beneficiado nos últimos três anos com cerca de R$ 20 milhões. “São recursos obtidos a partir do orçamento das empresas estatais, o que demonstra a importância do Museu Nacional para a preservação da cultura brasileira.”

          Gil e Haddad percorreram as salas do museu e conheceram o fóssil de dinossauro mais antigo do país, o Maxakalisaurus topai, cuja idade é calculada em 80 milhões de anos. O animal tinha 13 metros de comprimento e pesava nove toneladas. O nome do dinossauro é uma homenagem aos indígenas da nação Maxakali, de Minas Gerais. Topai é uma divindade cultuada por eles.

          Um privilégio raro para os visitantes do museu: eles podem tocar um fêmur e a réplica do crânio do dinossauro. Ali estão inscrições em braille produzidas pelo Instituto Benjamin Constant, uma escola do MEC especializada na educação de pessoas com deficiência visual.

          Repórter: Rodrigo Dindo

          Brasileiro da Silva

          03 de setembro de 2018 às 19h38

          Nossa. Que revitalização fantástica. A sala que abrigava a baleia Jubarte ficou 15 anos interditada. Realmente, vcs sabem cuidar dos “ben$” públicos.

        Brasileiro da Silva

        03 de setembro de 2018 às 16h15

        Até os blogs de vc te desmentem:
        “Risco de incêndio no Museu Nacional foi denunciado há 14 anos”

        Diário do…

        Responder

          NeoTupi

          03 de setembro de 2018 às 19h24

          Veja minha resposta a você acima, onde tem a notícia de 2006 sobre obras no referido museu.

      Paulo

      03 de setembro de 2018 às 17h27

      Ah e não vamos nos esquecer dos bilhões gastos com Copa do Mundo e Olimpíadas na era PT, e que trouxe esses eventos foram Lula e Dilma.Temer é temeroso mas não se esqueçam de que foi vice de Dilma, e que o PT não fez nada pelo Museu Nacional durante os seu reinado, assim como não fez o PSDB.Por favor, agora virem com esse de que a culpa foi de Temer NÃO! A culpa é da Nação brasileira que nunca se preocupou em preservar o seu passado! Ano que vem tem carnaval! Vamos trazer os jogos olímpicos de inverno para o Bananistão! Vamos gastar mais bilhões em estádios fantasmas! Tomem distraídos!

      Responder

      Paulo

      03 de setembro de 2018 às 17h40

      Ah e não vamos nos esquecer dos bilhões gastos com Copa do Mundo e Olimpíadas na era PT, e quem trouxe esses eventos foram Lula e Dilma.Temer é temeroso mas não se esqueçam de que foi vice de Dilma, e que o PT não fez nada pelo Museu Nacional durante os seu reinado, assim como não fez o PSDB.Por favor, agora virem com esse discurso que a culpa foi de Temer NÃO! A culpa é da Nação brasileira que nunca se preocupou em preservar o seu passado! Ano que vem tem carnaval! Vamos trazer os jogos olímpicos de inverno para o Bananistão! Vamos gastar mais bilhões em estádios fantasmas! Tomem distraídos!

      Responder

NeoTupi

03 de setembro de 2018 às 12h02

O oportunismo da direita é impressionante. Não respeitam a história e agora (pasmem!) estão usando até a tragédia do Museu Nacional para atacar LULA . Deixo aqui alguns FATOS sobre as realizações de Lula na área, quando investimentos na cultura eram prioridade!

(Do twitter do senador Lindbergh)

Este artigo foi publicado na Folha, no 6º ano do Governo Lula, onde o então Diretor do IPHAN, antropólogo e mestre em antropologia da política, fala sobre os investimentos, reconhecidos internacionalmente, nos museus brasileiros pode ser acessado aqui:
https://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2105200809.htm

Logo no começo do Governo Lula, foi criada a Política Nacional de Museus, com o objetivo de integrar museus, universidades e outras instituições, além de unificar a política para os museus brasileiros:
https://www.tribunapr.com.br/mais-pop/ministro-da-cultura-lanca-politica-nacional-de-museus/

No 7º ano de Governo Lula, foi criado o PAC das Cidades Históricas onde foram investidos R$ 133,1 milhões em ações de preservação e restauro do patrimônio histórico nacional http://portal.iphan.gov.br/al/noticias/detalhes/2610/pac-cidades-historicas-governo-lanca-programa-diferenciado-com-investimento-na-area-cultural

Em 2009, o Presidente Lula criou o Instituto Brasileiro de Museus para fomentar as políticas públicas e monitorar a preservação dos museus no Brasil:
https://www.gazetadopovo.com.br/economia/pos-e-carreira/governo-cria-instituto-brasileiro-de-museus-e-425-vagas-efetivas-bdsu7y4f3k9cl0o3q6k4gg9ce/

Criação de políticas públicas, órgãos de controle, investimentos em cultura, educação e preservação do patrimônio histórico são coisas de LULA.
Cortes, como na PEC do Teto, o menor orçamento da história ao Museu Nacional, e até a defesa do fim do MinC são coisas da DIREITA.

Responder

    Marto

    04 de setembro de 2018 às 21h59

    Até onde eu sei, as Universidades Federais tem autonomia para gerir seus recursos financeiros, e segundo dados oficiais, o volume de recursos nos últimos anos aumentou enquanto os repasses para o museu minguaram, e se tudo o que você falou foi realmente investido, então que o MP seja acionado pois fica evidente o trambique já que em apenas dois anos não seria possível tamanha decadência física da estrutura.

    Responder

Capanema

03 de setembro de 2018 às 11h59

Depois de quase 2 décadas de Desgoverno PT/PMDB vcs queriam o quê?

Responder

    NeoTupi

    03 de setembro de 2018 às 12h21

    Os governos petistas (que Ciro Gomes fez parte, primeiro como ministro da Integração Nacional, depois apadrinhando Cristiano Leônidas no Ministério dos Portos até o governo Dilma, e com Cid Gomes sendo aliado como governador), pegou o estado sucateado de FHC, deu uma boa melhorada (inclusive nos recursos para museus e patrimônio histórico), sofreu golpe que sucateou o estado de novo, e a culpa é do PT? Vamos ser um pouco mais realistas e sérios nas críticas, né gente. Os governos petistas tiveram seus defeitos e erros, mas jogar no colo de Lula e Dilma o que Temer faz é coisa da direita mentirosa.

    Responder

      Capanema

      03 de setembro de 2018 às 14h12

      Vc quer dizer que em 2 anos o Temer conseguiu enfiar tantos cupins naquele museu???

      Reitoria da UFRJ responsável pela manutenção e suporte ao Museu Nacional:

      Reitor: ROBERTO LEHER – filiado ao PSOL;
      Vice-reitora: DENISE FERNANDES LOPEZ – filiada ao PSOL;
      Pró-reitor de graduação: EDUARDO GONCALVES – filiado ao PCB;
      Pró-Reitor de Planejamento, Desenvolvimento e Finanças: ROBERTO ANTONIO GAMBINE MOREIRA – filiado ao PC DO B;
      Pró-Reitora de Extensão: MARIA MELLO DE MALTA – filiada ao PSOL;
      Pró-Reitor de Pessoal: AGNALDO FERNANDES – filiado ao PSOL;
      Decano do CCJE: VITOR MARIO IORIO – filiado ao PSOL

      Responder

        Serg1o Se7e

        03 de setembro de 2018 às 15h35

        Chamem o Willys e a Manu para darem explicações.

        Responder

        NeoTupi

        03 de setembro de 2018 às 19h30

        No prédio em que eu moro tem dedetização de 6 em 6 meses. Se ficar um verão sem fazer há infestação de baratas e formigas. Como na construção não tem piso nem teto de madeira não tem cupim.
        Penso que prédios antigos com pisos e tetos de madeira vulnerável a cupins precisam de manutenção preventiva permanente. Se ficar um ano que seja sem fazer creio que o problema se agrava muito.

        Responder

Alexandre Silva

03 de setembro de 2018 às 11h37

É um dia triste para o Brasil e para todos nós que lutamos pela cultura, educação e pesquisa. Não gostaria de falar de política nesse momento, mas tudo isso é consequência desse maldito golpe, forjado pela elite midiática, jurídica, empresarial, financeira e a direita desse pobre país.
Só posso lamentar, como brasileiro e ser humano tudo isso que acontece.
Museu Nacional, descanse em paz.

Responder

Cunha e Silva

03 de setembro de 2018 às 11h04

Não importa a cor da sua ESTRELA . O TROCO É 13 .

Responder

Serg1o Se7e

03 de setembro de 2018 às 10h38

Para 99,9999% da população, povo mesmo, em nada afetará essa tragédia. É preciso ser frio nessa avaliação. Não sejamos hipócritas.
A perda é para a extremamente pequena e desamparada comunidade científica nacional – funcionários, alunos e pesquisadores.

Não se pode culpar um só governo. A culpa precisa ser dividida entre os últimos governos, de décadas para cá! Pesquisa científica nunca esteve na lista das 50 coisas mais importantes para nenhum governante. Preservação histórica e cultural idem.

O museu precisava de 500 mil para manutenção anual!!!! E recebia pouco mais da metade disso.
Em contrapartida, espetáculos de cheira “ku”, crianças gays e passa a mão no meu pinto recebiam verbas consideráveis para acontecer.
Isso dá a dimensão do que é importante não só para o governo, mas para a população.

Estamos onde estamos por sermos o que somos – e perfeitamente representados na esfera política.

Agora não adianta chorar pelo acervo perdido.
Em uma semana ninguém mais falará disso, amanhã todos estarão em suas rotinas sem sequer pensar sobre o que a tragédia de ontem significa em suas vidas.

Essa é a triste realidade nossa.

Saída?
Sim, Guarulhos.
A única.

Responder

    Francisco

    03 de setembro de 2018 às 12h23

    Diria certamente a madre superiora: “Pra Anta, faltam ás penas”.
    Por caras como tu, justifica-se o Brasil não ter ELITE, apenas CLASSE DOMINANTE sem raízes.

    Responder

      Serg1o Se7e

      03 de setembro de 2018 às 13h56

      Eu, classe dominante?!
      HAHAHAHAHAHAHAH

      Amiguinho, pago IR e INSS na folha! Sou assalariado!

      Classe dominante é esta aí da lista abaixo. é para esta classe que foi uma grana absurda e agora a hipocrisia chora pelo incêndio no museu….

      Como disse um bom articulador, quem queimou o museu não foi um balão ou um curto circuito ou um governo, foi o Brasil.

      Segue a lista da classe dominante e recebedora do dinheiro que eu pago trabalhando (inclusive o dono da seita recebeu dinheiro):

      O Museu Nacional precisava de 600 mil reais por ano para sobreviver (evidentemente, esse era o orçamento mínimo), mas o Brasil tem outras prioridades na área cultural. Basta ver para onde foi o dinheiro captado via Lei Rouanet nos últimos tempos:

      — Documentário sobre José Dirceu: 1,5 milhão de reais;
      — DVD de MC Guimê: 500 mil reais;
      — O Mundo Precisa de Poesia: Maria Bethânia: 1,3 milhão de reais;
      — Turnê Luan Santana: Nosso Tempo é Hoje Parte II: 4,1 milhões de reais;
      — Turnê Detonautas: 1 milhão de reais;
      — Shows de Cláudia Leitte: 5,8 milhões de reais;
      — Filme Brizola, Tempos de Luta e exposição Um brasileiro chamado Brizola: 1,9 milhão de reais;
      — Peppa Pig: 1,7 milhão de reais;
      — Painel Artístico Club A São Paulo: 5,7 milhões de reais;
      — Shrek, O Musical e Turnê: 17,8 milhões de reais;
      — Cirque de Soleil: 9,4 milhões de reais;
      — Queermuseu: 800 mil reais;
      — Livro com fotos de Chico Buarque: 414 mil reais;
      — Museu Lula: 7,9 milhões de reais.

      Responder

        Francisco

        03 de setembro de 2018 às 18h31

        Pela dificuldade na intelecção, entendendo-se ‘classe dominante’, e pela ‘utilização’ da lei Rouanet feito ‘pato amarelo replicante, adestrado pelo Frota, retiro que faltam ás penas.

        Responder

          Serg1o Se7e

          04 de setembro de 2018 às 09h37

          Parece, Chico, que dificuldades não sou eu quem as tenho.
          Vou quase que desenhar pra você – só não desenho porque não há como!
          Veja.
          Leia.
          Mas leia devagar e mais de uma vez, por favor:

          LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991 – a tal lei “Ruanê”
          Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:
          VI – preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; (COMENT: museus se enquadram na expressão “bens materiais”. Está acompanhando?)
          Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:
          III – preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:
          a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; (COMENT: aqui ficou claro que museus também são objetos da Lei “Ruanê”?)

          Então, caro Chico, sim, a Lei “Ruanê” é um dispositivo legal que pode ser usado na preservação e manutenção de museus.

          Mas o brasileiro prefere usar esse dinheiro para apoiar cheiradores de ku e crianças passando a mão em pau de homem pelado.

Justiceiro

03 de setembro de 2018 às 10h01

Dia triste, Miguel. É como se um livro da nossa história, que não pode mais ser reeditado, fosse queimado diante de nossos olhos. O descaso vem de muito tempo: passou por FHC, Lula, Dilma e desembocou em Temer.
O vampiro poderia ter ficado calado e não emitido aquela nota sem vergonha, calhorda. Mas os petistas não devem se alegrar em culpar somente Temer. Lula e Dilma tem grande culpa em tudo isso, pois dinheiro para a reforma do museu nunca tinha.

Sabe, Miguel. Se o congresso queimasse como queimou o museu, acho que estaríamos festejando.

Responder

    Nostradamus ( banquinho & bacia )

    03 de setembro de 2018 às 10h39

    Os petistas não se alegram com nada disso. É apenas um desabafo porque o Temer e o Meireles estão matando muitos brasileiros! E o que dizer do Museu do Índio já abandonado aos escombros a décadas. Pode ser acusado o FHC. O Brasil tem dívidas sociais desde Cabral. O PT não pode arrumar tudo com certeza. Mas o Temer veio matar gente. Este é o motivo da indignação, pode ser até transferência, desabafo, pois precisamos senão vamos enlouquecer de vez! E as escolas que ainda continuam caindo ?
    Não tem remédios. Não tem leitos. Não tem mais nada.

    Responder

      Baruch

      03 de setembro de 2018 às 11h19

      Meirelles, aquele do BankBoston que Lula queria na fazenda para substituir o Levy Bradesco no desgoverno Dilma?

      Responder

      Justiceiro

      03 de setembro de 2018 às 11h25

      Não tem leito, não tem escola, não tem hospital…e quando teve de verdade

      Dia desses Lula precisou fazer um exame de rotina de sangue. Foi feito no Sírio Libanês. Os que não tem plano de saúde e não podem pagar fortunas para se consultarem/tratarem em hospitais particulares, tem que enfrentar a fila do SUS.

      E Não é só Lula. todos os bacanas usam serviços particulares de saúde e educação.

      Responder

franc

03 de setembro de 2018 às 09h22

A UFRJ e sua estranha gestão…. O famoso canecão tomado da iniciativa privada pra virar lar de cracudos; um dos prédios do hospital demolido por falta de conclusao e manutenção; um museu virando cinzas sem ter uma rede básica de combate a incêndio operante; …. Só não me venham dizer que tudo isso aconteceu na gestão do vampiro!!!!!

Responder

    Alan Cepile

    03 de setembro de 2018 às 10h16

    Quem foi que cortou verbas da cultura (ex: museus) e educação (ex: UFRJ) por 20 anos e quis extinguir o ministério da cultura?

    A Dilma?

    Responder

    Baruch

    03 de setembro de 2018 às 11h23

    Os governos petistas desviavam para o sistema financeiro mais de 2/3 do que deveria ser destinado para a educação. Nos seus 13 anos de governo a verba da educação nunca bateu 6%, deveria ser 18%!

    Responder

      Carcará

      03 de setembro de 2018 às 11h48

      patinho paneleiro

      Responder

        Capanema

        03 de setembro de 2018 às 12h02

        Perdeu os argumentos… aí escreve bobagem.

        Responder

Zé dos Bagos

03 de setembro de 2018 às 08h53

Além do que foi dito cheira criminalidade para interromper a pauta da mídia! Quem duvida ? Para que o povo foque na tragédia, para que o povo se sinta impotente, para que o povo se sinta humilhado !!! E digo mais !!! Aquele aviãozinho no qual transportaram Lula preso para Curitiba foi escolhido a dedo para humilhar também foi para muito além de um romance kafkiano, foi diabólico, era para destruir a imagem feita com ângulos e a maestria técnica da Globo. Aquilo era o que chamamos aqui na minha terra de teco-teco. Além de uma ameaça a segurança. Mas o mais importante era a cena. A nação vai vivendo de luto após luto. Esse fogo agora tem que soprar para o lado das organizações.

Responder

Dida

03 de setembro de 2018 às 07h34

Mais um resultado catastrófico das políticas golpistas.
O orçamento , os cortes orçamentários , cortes de impostos , foram utilizados para para pagar pelo golpe. Constituição, democracia, cultura, tudo jogado no lixo.

Responder

    Renato

    03 de setembro de 2018 às 08h56

    Mimimi !

    Responder

      Zé dos Bagos

      03 de setembro de 2018 às 09h05

      Mais um patinho paneleiro.

      Responder

        Renato

        03 de setembro de 2018 às 10h14

        Mais um mortadela maconheiro !

        Responder

          Miguel do Rosário

          03 de setembro de 2018 às 10h21

          ahahah, que obsessão esses caras tem por maconha!

          Capanema

          03 de setembro de 2018 às 12h03

          E tem uns outros com obsessão por panela…

          João Ferreira Bastos

          03 de setembro de 2018 às 12h35

          A obsessão é pelas panelas Miguel.

          Eles as usão enterradas no rabos

          Capanema

          03 de setembro de 2018 às 14h13

          Podia, ao menos, não assassinar o português…

    Justiceieo

    03 de setembro de 2018 às 09h57

    Já leu sobre o fim trágico do museu? Não? Os governos do seu deus e da sua deusa também contribuíram para aquele fogaréu que destruiu a parte da nossa
    história. São anos e anos de abandono e não apenas dois anos.

    A canalhice não tem limites.

    Responder

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