Vila Militar do Chaves (Adnet satiriza Bolsonaro)

Contra Bolsonaro e o fascismo só há um antídoto

Por Bajonas Teixeira

27 de outubro de 2018 : 11h44

Por Bajonas Teixeira,

 

Argumentar com um fascista é a maior tolice que se possa cometer. Lutar contra ele, é o único gesto de lucidez possível. É justamente o ódio aos argumentos, e a todas às instituições baseadas em argumentos, em razões, que caracteriza o fascismo. A imprensa, o parlamento, a justiça que se honra, os tribunais do júri, as universidades são para ele instituições detestáveis.  Quando ele diz, por exemplo, que bandido bom é bandido morto,  está dizendo que não quer julgamentos, que procedem por argumentações, mas sim execuções extrajudiciais, puros atos de vingança. A vingança do “homem de bem” contra os bandidos.

 

Assustador é que, como temos visto nos últimos dias, todos os que são adversários dessa insanidade são classificados insistentemente como bandidos, canalhas e vagabundos. São vermelhos e comunistas. Todos estão, portanto, ameaçados com a mesma vingança: bandido bom é bandido morto.

 

A cada momento surgem novos episódios dosados para ampliar o clima de tensão e pesadelo, como essa ‘coincidência orquestrada’ que acaba de levar à invasão de 30 universidades no país. Ao que parece, os TREs trabalharam para criar um fato político e criminal: se na semana anterior veio à luz o escândalo dos disparos ilegais da campanha de Bolsonaro no WhatsApp, agora seria a vez de mostrar que os opositores agiam também ilegalmente e, pior, por trás dos muros das universidades.

 

E esse é o grande perigo que temos adiante. Jair Bolsonaro, contando com total cumplicidade do judiciário não é de hoje (a não ser quando ele, e seus filhos, ou aliados, atacam diretamente a cúpula da instituição), acena com uma grande vingança social. Essa vingança já está em curso, porque no Brasil, quando se toca música em cima, os debaixo dançam. Ou como dizia um ditado que ouvi do meu avô sobre o Brasil oligárquico, “Quando o fazendeiro pigarreia, o jagunço cospe fogo”. O que acontecerá aos sem-terras, por exemplo, se um candidato que diz que classificará o MST como terrorista, que armará os fazendeiros com fuzis da TAURUS, chegar à presidência?

 

O que acontecerá com os gays e as lésbicas no Brasil, que já é o país que mais mata homossexuais no mundo, se esse mesmo indivíduo diz que prefere um filho morto em um acidente a um filho gay?

 

E quem contará a história de todas essas atrocidades anunciadas, já engatilhadas para acontecer, se esse mesmo candidato já começou a amordaçar a imprensa com  chantagens a mais diversas?

E o que acontecerá às mulheres que, nesse país monstruosamente misógino, tiveram a coragem de se constituir, através do movimento #EleNão, como o primeiro grupo social organizado de luta e de enfrentamento ao fascismo?

O que ocorrerá nas universidades, principalmente nos cursos de humanas e adjacências, quando qualquer minima moralia do pensamento, qualquer vínculo ético com a verdade e qualquer percepção crítica (na ciência e na arte) forem classificadas como ideologia comunista?

 

A noite de São Bartolomeu do pensamento crítico já está afiando as suas facas. E um aperitivo grotesco foi servido nesta quinta-feira (25) com a invasão policial das universidade no país inteiro por ordem do TRE.

 

Quantos docentes serão perseguidos, violentados e expulsos quando a universidade for “enquadrada”? Quantos asseclas do mito já não estão aguardando as primeiras demissões para ingressarem pela porta dos fundos na carreira docente?

 

Não é preciso mais que olhar em volta para ver o grau de tensão e de medo, exasperados até o limite, que Bolsonaro introduziu no país com a injeções indústrias de ódio nas redes sociais. Ódio que já faz tempo transbordou das redes para as ruas.  Esse ódio não é apenas político, não visa apenas alguns partidos supostamente de esquerda. Esse ódio é também social, pretendendo transformar em terra arrasada os movimentos sociais que caracterizam a história moderna e contemporânea. É o caso do ódio aos Sem-Terras (que se promete classificar como terroristas), e que nada mais é que um movimento típico da moderna sociedade burguesa, que pretende que muitos tenham acesso à propriedade do solo ao invés de somente um punhado.

 

Isso nada tem de comunismo. O repúdio  ao monopólio da terra por meia dúzia de grandes senhores é bandeira de David Ricardo, economista burguês, apologista da sociedade capitalista e da propriedade privada.

 

Todos os movimentos sociais, que desde Alain Touraine são tidos como inseparáveis da reconstrução contemporânea dos valores sociais (movimentos de mulheres, de negros, de índios, de moradia, de gays e lésbicas, etc.) são demonizados e prometidos como lenha de fogueiras e limpezas radicais.

 

Mas também tudo que diz respeito à cultura, ao modo do ódio nazista à cultura – “Quando ouço a palavra cultura saco o meu Tauros” – é objeto de perseguição: o artista mais importante da música popular brasileira, é acusado de pedofilia (Caetano Veloso); a classe dos artistas é permanentemente hostilizada como sendo de parasita da Lei Rouanet; diversas manifestações culturais são estigmatizadas como coisa de bandido. O que será do funk a partir do dia 1o de janeiro de 2019?

 

E os negros, o que podem esperar desde agora? Ontem uma matéria do G1 relatava o caso de uma mulher negra de 70 anos hostilizada em um ônibus. A agressora exigiu em tom categórico, dizendo que não gostava de negro nem de velho, que senhora negra se levantasse para ela sentar. Vamos multiplicar isso por milhares de vezes ao dia, e teremos uma imagem próxima do que deve ser esperado. A vítima nesse episódio disse com muita dignidade à reportagem: “Estou procurando os meus direitos. Eu não peço, estou exigindo, porque eu sou um ser humano. Não só eu, como todos os negros”.

 

Muito bem dito. Mas ocorre que, com a plena cumplicidade do judiciário como se viu na absolvição de Bolsonaro no episódio do quilombo, estamos às vésperas da erradicação de todo e qualquer direito humano no Brasil: “Direitos humanos para humanos direitos”.

 

E quem são os humanos direitos? São aqueles que estão ao lado do candidato, os demais são maniqueísticamente alocados como inimigos, como comunistas, como vermelhos. Os negros, de modo geral, serão todos vermelhos.

 

O conjunto desses absurdos se torna possível porque a emergência do programa de Bolsonaro subverte as estruturas do estado de direito, a começar por suas instituições fundamentais. O parlamento, como se viu, acordou do primeiro turno com uma cara inteiramente nova.

 

Rejeitar a complexidade do mundo moderno, os conflitos de interesse de classes, os movimentos sociais e a experimentação cultural, são atitudes arquetípicas do fascismo. Em Bolsonaro e seus prosélitos isso vai muito além de um ódio platônico. Em primeiro lugar são muitas frentes de ódio diante das quais se coloca uma solução (final) da mais obtusa simplicidade: a transformação de cada cidadão em um policial armado. O estado deixa de ser o único operador legítimo da violência. A defesa da propriedade é eleita como o imperativo fundamental e se entrega a cada indivíduo uma arma simbolizado um micro monopólio da violência.

 

Mas se cada um detém um monopólio da violência, não há monopólio nenhum, mas sim a guerra de todos contra todos. A fuzilaria geral será a norma cotidiana da sociabilidade brasileira.

 

Cada indivíduo, cada família, cada grupo (por exemplo, os fazendeiros do agronegócio) serão convidados a se retirarem, no que respeita aos seus interesses de segurança, do pacto com o estado e a agirem por conta própria. O que significa que, se isso se aceita, como vem efetivamente ocorrendo até aqui, se o estado concede sua cumplicidade, o próprio estado renúncia a sua transcendência para se erigir em apenas mais uma corporação de interesses ao lado de outras.

 

E os resultados radicalizarão em muito o que estamos assistindo com um STF e um TSE inteiramente despidos de qualquer transcendência institucional. Quando o filho de Bolsonaro ataca o STF e o capitão do Youtube ofende o TSE (vagabundos, canalhas, bandidos, etc.) e os ameaçam, deixam implícito que apenas tiram as consequências da politização desenfreada dessa instituição. Mas onde está essa politização? Precisamente na cumplicidade acobertadora das fanfarronadas e atrozes promessas dessa direita, sempre e quando sirvam (e sempre tem servido) para combater e desafiar uma parte do corpo político da democracia brasileira, o PT.

 

Se o STF se prestou ao golpe de maneira tão generosa, se foi tão parcial ao desferir negativas contra Lula e tão proativo em desemaranhar os  laços que prendiam Aécio ao código penal, então, pensam a ultradireita brasileira, tudo é possível. Os poderes são apenas simulacros que escondem interesses de outra ordem.

 

E há outros interesses na fila. Se o STF segue obediente o passo à passo do impeachment e, logo em seguida, pede aumento salarial, que instituição é essa? Se essa mesma instituição, contra todas as evidências concede graciosamente a Sérgio Moro a prisão de Lula, e logo depois volta a bater na tecla do aumento, que dignidade resta a esse poder?

 

As invasões coincidentes de trinta universidades durante a semana, numa parceria dos TREs e da PM, em claro desprezo pela legalidade, visando o efeito sobre a opinião pública num momento decisivo da história do país, levou a uma reação em cadeia mostrando os limites dessas maquinações. Parece que aqui o feitiço começou a virar contra os feiticeiros. Despertaram uma capacidade de luta que estava  adormecida desde os anos 80.

 

O fascismo, cuja ação é a de degradar todas as instituições sociais que depara  em seu caminho, encontra um antídoto justamente na sociedade organizada e mobilizada, na ocupação das ruas, na multiplicação das denúncias e dos debates. É a razão social organizada em luta contra a insanidade das violações fascistas.

 

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22 comentários

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Luz no fim do tunel

10 de janeiro de 2019 às 10h27

Amigos.
Perde-se a razao quando se avacalha ou xinga.
Por mais estupido que pareca o lado A ou o lado B o que vale sao os argumentos, validos ou invalidos.
PORTANTO, para cada frase solta, vamos investigar a fundo o que ela representa…
Caso contrario formaremos pessoas com:
– Esquizofrenia
– Desinformacao
– Odio
– Lutando por causas inexistentes
Os fatos sao:
– a era PT acabou
– a ditadura terminou 30 anos atras
– nenhum gay morreu por causa do novo governo
– o direito a propriedade tem que ser defendido, se nao for com armas vai ser no braço… hipocrisia quem pensa diferente, entao deixe invadirem sua casa
– a economia deu sinais de melhora
– milhares de funcionarios aspone foram afastados
Vamos argumentar entao… vamos listar o que precisa ser feito no Pais ao inves de focar numa figura A ou B?
É fato, a direita entrou porque a esquerda nao fez o que deveria e se desviou… dessa mesma forma que se desviou o que impediria de seus lideres avançarem em direcao ao totalitarismo com seu grande lider no topo?
O que impede de se elaborar estes pensamentos ao inves de ficar nas teclas ele isso ele aquilo, coitado do bandido?
Temos um país enfermo galera. Vamos acordar e parar de brigar, vamos resolver os problemas.
Resistencia é repetir a historia, a maioria da populacao quer a direita no poder.
A minoria nao quer, mas TEM que aceitar, isso é democracia.

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Margarida Splender

27 de outubro de 2018 às 18h16

Hum… interessante. O Paulo então é do tipo que engraxa coturno com a língua? É um bolsonazista muito dedicado esse rapaz. Bonito isso, viu Paulo? Engraxate da campanha é uma carreira que pode terminar no STF hoje em dia. Esforce-se sempre. Você tem um grande futuro pela frente!

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Carcará

27 de outubro de 2018 às 17h36

Esse Paulo está sendo desmascarado. Gosto de zoar com ele mandando atravessar a rua, dizendo que não vem jamanta… zummmmmmmm vai, foi, puft! splodeu-se!
Ou então para deixa-lo bem aperreado, numa linguagem que ele entenda… ” tu gostas é de coturno roçando na barriga da perna e bafo forte no cangote ! ”
Melhor é o Nostradamus que diz para ele falar e desabafar que ele foi estuprado, que empalaram o bicho… não é bom para as ideias ficar guardando isso sem contar para ninguém…
Esta linguagem ele entende e se cala.

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baltazar pedrosa

27 de outubro de 2018 às 16h19

Ceará,meu estado onde nasci, e que volto sempre que posso,terra maravilhosa nasce tudo que se planta,só falta umidade,pois as chuvas são muitos irregulares,estado castigado pelas secas,assim como a maioria dos estados que constitui a região nordeste,digo a maioria porque o estado do maranhão que se encontra no meio norte não sofre da ausência de chuvas,o problema lá era a família sarnei,um câncer pior que as secas que afligem os demais estados,com a eleição de de Flavio dino, as coisas começaram a tomar outro rumo,seguiu o norte que os demais estados da região, começaram a perceber com as políticas inclusivas e distributivas feitas pelo o partido dos trabalhadores que as coisas poderiam realmente mudar,quando se livraram dos seus opressores,dos coronéis,dos latifundiários e outras figuras opressoras.Mas parece que iremos voltar os tempos das trevas,pior ainda,iremos voltar ao que ar de mais perverso na história desse pais, a tortura,o obscurantismo,a incerteza,só que alguém do meu estado poderia pelo menos contribuir para que isso não acontece,mas em função o seu personalismo,da sua mesquinhez, certamente entraremos em treva,um inverno que com certeza não estaremos preparados para enfrentar,nós nordestinos, estamos a muito tempo, acostumado com pouco,com pouca chuva,com os menores salários,com as menores expectativa de vida,mas nunca renunciamos a peleja em busca de melhores condições de vida,passamos privações de alimento,de chuvas e até mesmo de saudade dos nossos entes queridos,tudo isso em busca de um lugar que te ofereça possibilidades de sobrevivência sem que você tenha estirar as mãos para ninguém.Só que hoje perdemos toda a nossa esperança,porque aquele, que o ceará elegeu por diversas vezes ousou de virar as costas para o seu estado, para sua região e para o brasil,quero aqui só relembrar,a esse grandíssimo egoísta, a fábula do escorpião,quero dizer-te que o escorpião poderá morreu afogado e também gostaria de saber se ele assistiu a peça esperando godot,aqueles que votaram em você cansaram de você.nunca me enganei com esse fanfarrão.

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Reginaldo Gomes

27 de outubro de 2018 às 15h33

FASCISMO DOS BRASILEIRO.
O fascismo dos brasileiro é uma criação artificial e infantil do golpe híbrido sem pátria. Tão infantil que esse fascismo não tem mais que 4 ou cinco anos de existência.
É uma indução , de origem artificial, de violência no comportamento dos brasileiros.
São os bolsominions atacando os petralhas nas redes sociais porque que só os bolsominions sabem defender o povo e as riquezas do Brasil. Os petralhas contra-atacam os bolsominions , porque só o PT é que sabe defender o povo e as riquezas do Brasil.
Redes sociais 24hs por dia, com brasileiros brigando violentamente entre si disputando ridícula e estupidamente que tem mais capacidade de defender o povo e as riquezas do Brasil.
Enquanto isso , o golpe híbrido sem pátria tem a paz e tranquilidade necessários pra roubar o povo e todas as riquezas do Brasil.!!!!!!!!!
A real defesa dos interesses do povo e do Brasil se faz em outro nível . É no nível pacífico!!!!
Só no estado de paz que é possível o povo perceber os perigos reais, dos imaginários.
Essa técnica faz parte do ensino primário fundamental do curso “noções de guerra híbrida”.

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Geraldo Habib

27 de outubro de 2018 às 13h22

Fascista bom é fascista morto.

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    Margarida Splender

    27 de outubro de 2018 às 13h38

    Agora trocou de nome heim Paulo? Mas continua fazendo comentários toscos para espalhar confusão e ódio não é? Como eu sei que é você? É fácil: só um fascista ia fazer esse comentário ridículo: “fascista bom é fascista morto”. Faltou escola rapaz. Ahahahah. Como podem ser tão burros??

    Responder

      jotagomes

      27 de outubro de 2018 às 13h51

      O pior é que o cara é tão estúpido que usou o nome do sogro como pseudônimo!! eleitor de Bolsonaro é igual senão pior que ele, ara!!!!

      Responder

      Donald Splendor in the Grass

      27 de outubro de 2018 às 15h23

      O turco tem razão, Margarida. Fascistas só entendem a linguagem da violência. Se eles vêm com revólver, temos de ir com metralhadora; se eles vêm com canhão, temos de ir com caça bombardeiro. Só assim o bigodinho alemão e o careca italiano foram derrotados.

      Responder

        Paulo

        27 de outubro de 2018 às 21h58

        Só falou bobagens. Mas, pelo menos, ao contrário da nossa querida “Margarida”, sabe de que lado está…

        Responder

          Donald

          28 de outubro de 2018 às 01h54

          Ops! O robô voltou.

          Responder

    Emilio Rachid

    27 de outubro de 2018 às 18h45

    Vcs são tão democráticos né, quase nem são violentos , hipócritas, vcs matam sim em países onde vcs dominam, vai morar lá filho da puta…pq aqui se tu me cruzar na rua eu te arregaço bichona!

    Responder

      Geraldo Habib

      28 de outubro de 2018 às 14h50

      Filho da puta é você, viado! Vem cá, que eu te quebro a cara!

      Responder

      Geraldo Habib

      28 de outubro de 2018 às 14h52

      Cão que ladra não morde. Passa fora, viado!

      Responder

    Bolsonaro

    29 de outubro de 2018 às 18h55

    Uiiiiiii, Geraaaaldo, kkkkkk
    O choro é livre e o Lula está preso, babaca!!!!

    Responder

Paulo

27 de outubro de 2018 às 12h17

“A imprensa, o parlamento, a justiça que se honra, os tribunais do júri, as universidades são para ele instituições detestáveis”: Essa assertiva também se mostra verdadeira em relação aos regimes cubano e norte-coreano, etc…ah esses “progressistas”!

Responder

    Paulo

    27 de outubro de 2018 às 12h40

    Claro, salvo sob a condição de que o ditador “progressista” de plantão possa controlá-los, à semelhança do que ocorre nas ditaduras de direita. Aliás, caros frequentadores dO Cafezinho, sabem qual a diferença inconciliável e definitiva entre um esquerdista e um direitista? O direitista admite que os Regimes Militares latino-americanos, todos, o franquismo e o salazarismo, apenas para nos atermos em alguns exemplos históricos, eram ditaduras. Mas os esquerdistas não admitem que o Regime Cubano também o é, e de pior intensidade, porque mata mais e é mais duradouro…

    Responder

      Margarida Splender

      27 de outubro de 2018 às 12h55

      Paulo, você é tão burro que foi escrever um segundo comentário em apoio ao seu ao primeiro que tinha feito e esqueceu de trocar o nome. Como robô você está reprovado. E o Bolsonaro ainda vai querer descontar a merreca que te paga para você ficar zanzando nos blogs de esquerda mandando comentários. Olha, a democracia brasileira é um regime igualzinho ao de Cuba e ao da Coréia do Norte, não é? Só é estranho que Bolsonaro tenha tido total liberdade nesses seus 30 anos de pregação doente contra a democracia sem que tocassem um fio de cabelo dele. Isso é que é ditadura vermelha! .A democracia verde e amarela que vocês pregam é a que acha que teria sido bom que a ditadura militar tivesse assassinado 30 mil opositores. Facínoras sanguinários são como vigaristas, acusam os outros para justificarem as próprias falcatruas.

      Responder

        Rodrigo Cardoso Condeixa da Costa

        27 de outubro de 2018 às 14h24

        Acho que o robô Paulo entrou em ”bug” agora. Comunismo… rs. Esse caras são uma hilariante piada… rs.

        Responder

        Paulo

        27 de outubro de 2018 às 21h51

        Margarida, Margarida, é claro que eu escrevi um segundo comentário (não em apoio, mas em complemento ao inicial). Acho que você não sabe o que é um robô…e não coloque palavras na minha boca – ou no meu teclado!

        Responder

    vinicius

    27 de outubro de 2018 às 12h58

    O que Cuba e a Coreia do Norte tem a ver com o que está acontecendo aqui, seu animal? Quer ser prolixo tentando defender um retardado feito o Bolsonaro? É a esse ponto que chegamos? O que está em jogo aqui não é a instalação de uma ”ditadura de esquerda”, já viu com quem o Haddad faz alianças políticas? O PT ficou mais de 13 anos no Poder, alguma coisa aconteceu? O PT é um partido social-democrata, a única diferença pro PSDB é seu cunho social mais acentuado. Eis aí o macartismo tupiniquim que renasceu na cabeça de lunáticos imbecis fã de carteirinha do embusteiro Olavo de Carvalho. Estão claramente impedindo as pessoas de se manifestarem. Nunca na história recente da humanidade um sujeito que fala as asneiras que o Bolsonaro fala ascendeu à Presidência da República de um País: Fuzilar a oposição, que o regime militar tinha que ter matado mais de 30 mil, que a solução pro Brasil é uma guerra civil. Foda-se que isso foi dito em 1999 em um programa de TV pública. A relativização de coisas graves chegou ao nível do absurdo. Agora até o Cafezinho, que é um dos blogs mais decentes e esclarecidos está tomado de canalhas tentando passar pano pra coisas abomináveis. Nem quem é de direita, que pelo menos tem alguma visão ampla do Brasil defende este tipo de coisa, essa anomalia social e política que tomou conta do País. Deputado federal há quase 30 anos sem nada feito, com uma campanha baseada em mentiras, um sujeito completamente despreparado, intelectualmente tosco, para além dos absurdos que fala, que foge dos debates mas dá entrevistas onde estará seguro, que vai em palanques para ameaçar opositores políticos. Ainda nacionalista de araque, moralista de goela. Histeria e insanidade coletiva.

    Responder

      Bolsonaro

      29 de outubro de 2018 às 18h59

      “A relativização de coisas graves chegou ao nível do absurdo.” Exato, seu imbecil, que finge não ver os PTralhas condenados e presos, corruPTos. Faz-me rir, huahuahuahua.
      Vai procurar o caminhão que caiu.
      Ahh, o choro é livre mas o Lula está preso, babaca,

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