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China e EUA lideram e disputam a tecnologia dos carros elétricos

Por Tulio Ribeiro

15 de fevereiro de 2019 : 00h50

O mundo cada vez mais se acostuma com carros elétricos, principalmente nas grandes capitais trazendo investimentos bilionários e um futuro cada vez mais garantido. A tecnologia não apenas gera auto sustentabilidade mas produz um efeito de desenvolvimento de um novo conhecimento integrado entre transporte, energia e informatização. Na prática ele repete a disputa comercial e pela inovação que a China e os Estados Unidos empreendem por todo o planeta.

O mercado de veículos elétricos continua a crescer principalmente devido à escalada de medidas que muitos países estão adotando contra motores de combustão. No fechamento dos números completos para o ano passado de 2018, a Tesla e as empresas chinesas BYD e Beijing Auto estão posicionadas como as que alcançaram a maior penetração no mercado global de veículos eletrificados.

Os três fabricantes possuem 31% do mercado, o que os coloca como as marcas com maior volume de vendas de carros elétricos, elétricos com autonomia estendida (que adicionam um pequeno motor de combustão) e híbridos plug-in.

As marcas europeias seguem de perto a corrida e a BMW é a quarta marca do mundo com a maior participação de mercado nesses segmentos. A marca bávara representou 8% do mercado em 2018, seguida pela chinesa Roewe (5%), Nissan e Chery (4%) e JAC, Jiangling, Hyundai e Volkswagen, cada uma delas com acréscimo de 3%, respectivamente.

Texto originalmente publicado: www.geonoticias.com.br
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Tulio Ribeiro

Túlio Ribeiro é graduado em Ciências econômicas pela UFBA,pós graduado em História Contemporânea pela IUPERJ,Mestre em História Social pela USS-RJ e doutorando em ¨Ciências para Desarrollo Estrategico¨ pela UBV de Caracas -Venezuela

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10 comentários

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Luana

15 de fevereiro de 2019 às 14h55

E que venha energias renováveis economicamente viável

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Pedro

15 de fevereiro de 2019 às 14h53

Esta tecnologia não se refere apenas ao automóvel, mas um conjunto de outros conhecimentos propulsores para economia

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Alice

15 de fevereiro de 2019 às 14h51

Vemos que o futuro está no conhecimento,no estudo e na tecnologia. Mas isto necessita uma ação pro-ativa de governos defendendo sua soberania e objetivos

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Reginaldo Gomes

15 de fevereiro de 2019 às 13h40

Viva a teoria da conspiração!
Essa matéria é a prova que os donos do mundo já substituiram a matriz energética. Por isso no Brasil se destruiu a Petrobras e todas empreiteiras ligadas a ela. Todas iriam falir a curto prazo!!!! Esse mesmo fenômeno irá acontecer com as usinas hidrelétricas . Elas são destruidoras do eco sistema, devastadoras , ineficientes e caras!!!. A energia elétrica solar e o carro elétrico vieram para destruir a velha ordem energética!!!!

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Hexie Hao

15 de fevereiro de 2019 às 11h33

Na mesma linha mas um pouco diferente. Dez anos atrás a China não tinha trens de alta velocidade
e dava início ao desenvolvimento de trens de alta velocidade e toda infraestrutura. 10 anos passados a China tem 60% de todos trens de alta velocidade do mundo. Somando o que os “principais” paises
do mundo tem em termos de transporte de alta velocidade não chega ao que hoje esta disponível na China. https://www.youtube.com/watch?v=pQXhBENA7LM
E é só o começo.

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Jose A. C . M

15 de fevereiro de 2019 às 09h58

Vem ai os carros autonomos nível 4. Onde em determinadas partes os veículos poder se guiar de forma autonoma e o motoristas só assiste dependendo das condições da estrada, legislação, etc. Investimentos pesados estão sendo feito na área de caminhões autonomos. Muitos caminhoneiros vão perder trabalho especilamente quando toda infraestrutura de estradas e telecomunicações estiver pronta. Vejam no internet a empresa TUSIMPLE. Inclusive foi noticia dias atras.

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Entremicros@hotmail.com

15 de fevereiro de 2019 às 02h17

É uma disputa em todas as áreas entre China e EUA.

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Renata

15 de fevereiro de 2019 às 02h15

Creio que está corrida tecnológica mostra quem serão os líderes mundiais.
Belo exemplo para investirmos em educação .
Parabéns

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    Alice

    15 de fevereiro de 2019 às 09h23

    Todos os que vendem o país a preços de banana e ajudam a destruir o pais com desastres e mais desastres me parecem ser “bem educados”. Isso inclue uma porção PHDs. generais com doutorados, e um amplo espectro de gente com as mais diversas formações.
    Do que adiante investir em educação se os que mandam quere destruir e vender as empresas extratégicas que possibilitariam o pais dar um salto tecnológico como Petrobras, Embraer?
    O próprio presidente da república disse em alto tom que a educação deve formar mão de obra para as indústrias. Mal sabe ele que a indústria esta sendo completamente automatizada. Quem conseguir um emprego não vai conseguir se aponsentar. Os trabalhos bem remunerados não virão nunca ao Brasil. Estão localizados extratégicamentes nos países de origem e nas matrizes.

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      Paulo

      15 de fevereiro de 2019 às 10h32

      Pois é! Por essas e outras que eu acho que as novas gerações que ingressarem no mercado de trabalho deveriam ter a opção ou não de contribuir com Previdência, porque ter uma perspectiva de 50 anos ou mais de trabalho (até lá será mais, certamente) sem contrapartida alguma, para o que contribuir, é desanimador (o contribuinte corre sério risco de morrer antes de se aposentar, ou de gozar alguns poucos anos de aposentadoria)…

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