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Desemprego se aprofunda no Brasil de Bolsonaro

Por Redação

24 de abril de 2019 : 11h02

Entramos no site do Caged e separamos algumas tabelas referentes ao emprego em março.

Março registra queda no número de empregos, revela pesquisa

Publicado em 24/04/2019 – 08:43
Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil Brasília

O mercado de trabalho formal apresentou, em todo o país, saldo negativo de 43.196 empregos com carteira assinada em março. Segundo dados divulgados hoje (24), em Brasília, pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, foram registradas 1.216.177 admissões e 1.304.373 demissões no período.

No mês anterior, o saldo havia ficado positivo, com 173.139 admissões (1.453.284 admissões e 1.280.145 demissões). Com isso, no acumulado do bimestre (fevereiro/março), o saldo está em 129.943.
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Pesquisa detectou que o comércio foi o setor com maior perda de empregos no país: 28.803 vagas (Arquivo/Marcelo Camargo/Agência Brasil/EBC)

A maior perda registrada em março foi no setor de comércio, que apresentou uma diminuição de 28.803 vagas, seguido de agropecuária (-9.545), construção civil (-7.781), indústria da transformação (-3.080) e serviços industriais de utilidade pública (-662).

Três setores tiveram resultados positivos: serviços (4.572), administração pública (1.575) e extrativa mineral (528).

Os estados que apresentaram os piores resultados foram Alagoas (-9.636 vagas), São Paulo (-8.007), Rio de Janeiro (-6.986), Pernambuco (-6.286) e Ceará (-4.638).

Os que anotaram saldo positivo foram Minas Gerais (5.163), Goiás (2.712), Bahia (2.569), Rio Grande do Sul (2.439), Mato Grosso do Sul (526), Amazonas (157), Roraima (76) e Amapá (48).

O salário médio das admissões registradas em março ficou em R$ 1.571,58, valor que, se comparado ao mesmo período do ano anterior, representa perda real de R$ 8,10 (-0,51%).

Já o salário médio que era pago no momento da demissão apresenta queda maior, de R$ 29,28 na comparação com março de 2018 – valor que representa perda real de -1,69%.

Edição: Kleber Sampaio
Publicado na Agência Brasil

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3 comentários

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Paulo

24 de abril de 2019 às 21h27

Na verdade, o saldo é positivo, desde janeiro. Vamos aguardar!

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Zé Maconha

24 de abril de 2019 às 13h01

O próximo passo do Miguel será dizer que o povo gosta do desemprego.

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