Câmara discute privatização da Eletrobras

Porque é um erro desqualificar as manifestações pró-Bolsonaro?

Por Miguel do Rosário

27 de maio de 2019 : 12h04

Na contramão da maioria das análises “otimistas” do campo progressista, de que as manifestações foram um “fiasco”, ou de que, mesmo não sendo “pífias”, não significaram nada de bom para o governo, eu acho que elas cumpriram exatamente o propósito desejado por seus organizadores.

Reinaldo Azevedo, blogueiro do UOL, fez uma análise compartilhada generosamente por setores da esquerda, cheia de perguntas, às quais ele mesmo dá prontamente as respostas, para concluir que “Bolsonaro perdeu”.

Eu não diria isso. Reinaldo Azevedo exercita o seu talento hoje para falar para um público diferente daquele que o consumia na era Lula, quando conclavama o impeachment e festejava arbitrariedades e prisões políticas, mas suas ferramentas retóricas, repleta de sofismas, permanecem as mesmas.

As manifestações pró-Bolsonaro são capa de todos os jornalões desta segunda-feira, e mereceram editoriais cautelosos, e por mais que os parlamentares do centrão e ministros do STF (afinal, eles eram os alvos dos protestos) riam amarelo e digam que os protestos não foram tão expressivos assim, eles sentiram o bafo quente na nuca. E isso pode sim ajudar o governo a aprovar a reforma da previdência e o pacote anticrime de Sergio Moro. O “mercado” percebeu isso e a bolsa de São Paulo amanheceu em alta sob o pretexto de que as “ruas” apoiaram a reforma da previdência.

E não adianta dizer que os protestos do dia 15, contra os cortes na educação, foram maiores, porque os estudantes na rua não estão, definitivamente, ao lado do “centrão”, ou tampouco do STF.

O eleitorado do centrão e de toda a ala direita do congresso nacional, hoje maioria expressiva nas duas casas, está bem mais próximo dos manifestantes de camisa verde e amarelo do que dos de camisa vermelha, então esse protesto, mesmo muito menor, com certeza mexeu mais com a cabeça da direita parlamentar e social do que as manifestações “vermelhas” do dia 15.

A mesma coisa vale para a grande mídia: as manifestações pró-Bolsonaro estão mais próximas a uma parte do público que consome seus programas do que aquelas do dia 15.

Mesmo a parcela da população anti-Bolsonaro passou o domingo atenta, apreensiva, fazendo contas visuais. O esforço para diminui-las faz parte da guerra cultural e da luta de narrativas, mas os acontecimentos dos últimos anos já deveriam nos ter provado de que autoilusões não levam a nada.

Os protestos foram menores que os do dia 15, mas a comparação é enganosa. O dia 15 foi um protesto de várias tribos, e recebeu apoio máximo de todas as forças progressistas organizadas do país.

O candidato derrotado no segundo turno, Fernando Haddad, marcou presença na Paulista, no dia 15, o que ajudou Bolsonaro a vender a narrativa de que foi uma manifestação mais partidária (na acepção negativa que esse termo ganhou em nossa linguagem) do que social.

Bolsonaro e Moro, estrategicamente, não foram às ruas neste domingo, justamente para enfatizarem o suposto caráter espontâneo das manifestações. Mas deixaram no ar que podem ir nas próximas.

O protesto de ontem reuniu apenas uma tribo, a dos bolsonaristas puros. Nesse ponto, houve uma talvez não desprezível vitória política de Bolsonaro. Ele conseguiu, em parte ao menos, se desvencilhar de algumas mediações a seu projeto conservador, como o MBL, o governador João Dória, e setores da mídia conservadora (no mainstream ou não) que vinham tentando um caminho independente. O presidente conseguiu provar um ponto: ele tem a sua turma, que é bem menor do que a reunião de tribos que foram às ruas pedir o impeachment, mas que é coesa e fiel a seu “projeto”.

Bolsonaro inaugurou a manifestação puramente governista, o que é inclusive uma caricatura quase divertida, não fosse tão perigosa (perigosa em função de quem é Bolsonaro e de suas agendas, e não por ser a favor do governo) do chavismo.

Outra vitória de Bolsonaro é impor às ruas a narrativa da polarização ideológica. A manifestação do dia 15, em favor da educação, apesar das bandeiras LulaLilvre e da presença ostensiva dos partidos de esquerda, teve uma participação mais ampla do que apenas a oposição de esquerda a Jair Bolsonaro; era um protesto focado na educação, e como tal atraiu uma quantidade maior de gente do que a militância ideológica.

A partir de agora, qualquer manifestação de rua contra Bolsonaro terá mais dificuldade de se distanciar da polarização ideológica, e era isso que o governo queria, porque é isso que ele tem deixado claro desde o início da gestão: é um governo de confronto, e tem um inimigo: a esquerda.

A estratégia de Bolsonaro gera, todavia, uma armadilha também para o governo: na medida em que o bolsonarismo empurra todo mundo que não partilha integralmente de suas ideias para a esquerda, ele amplia o espectro da esquerda. É um erro comum, com sinal invertido, cometido por setores da esquerda partidária, que igualmente tem, até hoje, o vício irritante de empurrar conceitualmente para a “direita” todos aqueles de que discordam.

Essa estratégia ficou evidente na maneira como o presidente e seus apoiadores trataram as manifestações do dia 15: “só vi LulaLivre”, disse Bolsonaro, o que era um exagero mentiroso. A militância LulaLivre esteve, em peso, nas manifestações do dia 15, e a presença dela foi importante e benvinda, mas era uma minoria.

Bolsonaro e os seus ainda tentam faturar em cima do antipetismo, ao tratar qualquer manifestação de oposição como “petista”.

Neste sentido, é que algumas forças do campo progressista parecem repetir os mesmos erros que vem fazendo a esquerda sofrer derrotas nas ruas desde antes de 2013.

Uma parte importante da população – a maioria, segundo muitas pesquisas, inclusive aquela que não vota em Bolsonaro e que não pode ser considerada de direita ou conservadora – tem uma imagem negativa dos partidos políticos, por razões igualmente justas e injustas.

A grita contra os partidos em 2013 talvez não seja originada em nenhuma tendência social “fascista”, mas antes no instinto, ou suspeita de que os partidos estariam sendo oportunistas ao tentarem mostrar protagonismo em manifestações que, de alguma maneira, também carregavam duras críticas a eles.

Se eu vou à rua para criticar, entre outras coisas, também os erros do PT, e dos partidos que eu identifico como aliados ao petismo, não quer dizer que eu seja de “direita”, e ao mesmo tempo será compreensível que eu fique extremamente desconfortável em marchar ao lado de bandeiras da CUT e do PT.

Ou dito de outra maneira, mais contemporânea, se eu vou à rua protestar contra o governo Bolsonaro, mas também tenho críticas duras ao PT (o antipetismo ainda é muito forte na sociedade, e não apenas à direita), não me sentirei à vontade em participar de manifestações dominadas por bandeiras da CUT e do PT.

Isso não significa que os partidos e seus militantes não possam ou não devam participar dessas manifestações. Muito pelo contrário! Devem participar, mas sem procurar tomar-lhes o sentido. Os partidos de esquerda e as centrais não defendem a educação pública? Então empunhem, de preferência, bandeiras em prol da educação pública! O resultado objetivo, em termos de conquista da opinião pública, é muito mais eficaz!

Críticas à esquerda não significam, necessariamente, que o emissor é conservador. Muita gente se sente incomodada em participar de uma manifestação ao lado de bandeiras de partidos de esquerda “revolucionários”, não porque seja fascista ou coisa parecida, mas simplesmente porque não se identifica com estes partidos.

Neste sentido, é que as legendas poderiam, às vezes, ter o bom senso de substituir bandeiras partidárias divisivas, que não querem dizer muita coisa para quem as vê na televisão ou ao vivo, por outras que ofereçam mensagens objetivas e unificantes, como “em prol da educação pública”. Este foi o segredo do “sucesso” de 2013 e das marchas do impeachment, se me permitem a heresia de usar esses casos como modelos.

Na verdade, para o governo, foi até bom que as manifestações não tenham sido maiores, porque certamente havia o receio de “excessos” que as pudessem caracterizar como “antidemocráticas”. Apesar da presença de algumas demandas claramente autoritárias, como fechamento do congresso ou do STF, estas não predominaram.

A leitura que as lideranças da oposição fizeram das manifestações, por sua vez, me pareceu medíocre, para dizer o mínimo.

Fernando Haddad jogou a pressão sobre a mídia: “o que preocupa é que os grandes grupos de comunicação não emitiram sinais inequívocos de compromisso com a democracia”

A afirmação de Haddad é confusa. Primeiro porque não é inteiramente verdadeira: os meios de comunicação, após a pesada aposta golpista que fizeram contra a Dilma, hoje estão (temporariamente) alinhados deste lado da trincheira, tanto é que Haddad, que representa a parte mais “bem comportada” do PT, ganhou generosos espaços na Folha. Segundo porque a mídia, embora hoje esteja se fingindo de “boazinha”, é estruturalmente golpista e antipovo, além de organicamente alinhada aos interesses do rentismo nacional e internacional, de maneira que é contraproducente e até mesmo perigoso gerar expectativas por este lado, ao invés de continuarmos investindo na construção de mídias independentes profissionais, plurais, e (sobretudo!) com mais credibilidade.

Jandira Feghali, por sua vez, manifestou-se de maneira, a meu ver, muito equivocada, ao dizer que “muitos gritos histéricos antidemocráticos e até pedidos pelo fechamento do Parlamento deram o tom das pequenas manifestações pró-Governo deste domingo. Isso reforça que o Gov está em decadência absoluta, já registrado nas últimas pesquisas de opinião. E são só 5 meses, hein.”

Este tipo de desqualificação – “muitos gritos histéricos”,”pequenas manifestações” – usa a mesma semântica, com as mesmas palavras, que a direita pode usar contra as manifestações do dia 30.

Além do mais, é um discurso que gera mais polarização e mais ódio: esse espírito de vendetta e competição (“quem faz manifestação maior”?) certamente não beneficia o campo progressista,  ainda mais agora que a direita detêm a máquina de tantos governos.

Qual seria a melhor maneira de tratar as manifestações deste domingo? Ora, respeitando-as. É besteira desqualificá-las como “antidemocráticas” apenas porque alguns criticam o STF ou o Legislativo. Por acaso, a esquerda agora virou fã do judiciário ou do legislativo brasileiros tais como eles são?

Manifestações que tem como um dos objetivos pressionar o legislativo são absolutamente legítimas, e o presidente apoiá-las também não é problema.

Cabe, no entanto, problematizá-las: afinal, o que Bolsonaro está fazendo em prol da geração de emprego e do crescimento da economia?

Ontem, por exemplo, ficamos sabendo – por um site da direita – que a venda da Embraer para Boeing serviu para salvar…a Boeing.

Como explicar à população brasileira, de maneira simples, didática, que essa operação – assim como tantas outras – é lesiva aos interesses nacionais?

Bolsonaro hoje é presidente da república, eleito com 57 milhões de votos. E a economia vai mal, muito mal. O caminho mais inteligente para pressionar o governo, e mantê-lo suficientemente acuado, para que não consiga levar adiante suas pautas mais agressivamente antipopulares, é pôr em evidência as questões econômicas e sociais, e cobrar soluções e projetos.

Quanto às manifestações do próximo dia 30, precisamos tomar cuidado para não cair nas armadilhas e provocações do governo. As pautas devem continuar focadas na educação e na oposição a uma reforma da previdência que prejudique a população mais pobre. A presença de lideranças partidárias e políticas deveria ser cuidadosa, porque o objetivo não é agradar a militância dos partidos, mas atrair a grande massa desorganizada, inclusive (eu diria até: principalmente) uma parte daqueles que votaram  em  Bolsonaro, e que formam a maioria esmagadora da população brasileira.

Os jovens chamam isso de “furar a bolha”.

É verdade que a aprovação a Bolsonaro está se deteriorando a uma  velocidade recorde.

Isso é mais uma razão para não baixarmos a guarda, e evitarmos erros táticos causados por euforias fúteis e vazias.

Com alguma inteligência, além  de muita estratégia, autocrítica e   prudência, conseguiremos galvanizar uma massa crítica crescente, o que poderá resultar em vitórias políticas e eleitorais em 2020 e 2022 para o campo progressista, enterrando de vez esse capítulo negro da nossa história,  que é o governo de Jair Bolsonaro.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

Apoie O Cafezinho

Crowdfunding

Ajude o Cafezinho a continuar forte e independente, faça uma assinatura! Você pode contribuir mensalmente ou fazer uma doação de qualquer valor.

Veja como nos apoiar »

96 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site O CAFEZINHO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie.

Escrever comentário »

Luiz

28 de maio de 2019 às 15h32

Eu me considero internacionalista, mas não me agrada verificar que a bandeira brasileira é um símbolo de tão fácil manipulação.

Responder

    Ricardo

    28 de maio de 2019 às 16h51

    No brasil ssempre houve muito mais manipulacao pra cima do povao com as bandeiras da ex uniao sovietica e da china!!

    Responder

      Luiz

      29 de maio de 2019 às 02h56

      Eu não sei se eu mesmo saberia descrever a bandeira da extinta União Soviética, mas até por isso você deve estar coberto de razão.

      Responder

Justiceiro

28 de maio de 2019 às 09h35

Eu fiz um desafio aos petistas para mostrarem alguma manifestação por Lula livre que tenha sido maior do que a de domingo passado (26/05).

Ninguém me respondeu.

Cadê vocês, petistas? Cadê o Lupe? Cadê o Alan Cerpile? Ninguém vai me responder?

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKkk

Responder

Wilton Santos

28 de maio de 2019 às 00h06

Um dado curioso sobre as eleições passada apontado pelo pesquisador Marcos Coimbra do Vox Populis. Quem deu a vitoria ao Bolsonaro foram mulheres evangélicas pobre, mais de 70% desse seguimento votaram no atual presidente. O que é mais intrigante é que praticamente todas essas eleitorais que votaram no Bolsonaro votariam no Lula se ele concorresse.

Outro dado curioso é acompanhar a curva de intenções de votos das eleições passadas. A maioria dos eleitores decidiram em quem votar na véspera do pleito, quando ocorreram dezenas de milhares de disparos de mensagens no Whatsapp com fakenews. Foi uma verdadeira boca de urna virtual que foi decisiva nas eleições. Isso explica a derrota da Dilma, Suplicy e Requião ao senado, quando estavam praticamente eleitos e também explica a vitoria do Witzel no Rio e do Zema em Minas, candidatos desconhecidos que foram eleitos graças às milícias digitais.

As eleições passadas teve resultado artificial graças aos métodos obscuros de Steve Banno. Bolsonaro não tem tanta força quanto aparenta ter. A base social do bolsonarismo gira em torno de 15% do eleitorado. Nas manifestações do dia 26 ficou evidente que seus apoiadores são fascistas, defendendo pautas absurdas como fechamento do Congresso e do STF, assim como a reforma da previdência e os cortes na educação. Quem este no ato pode comprovar isso.

Os movimentos sociais como a UNE, as centrais sindicais e os partidos de esquerda tem mais é que levantar suas bandeiras e não aceitar os termos dos fascistas de terem que se desço derem. Dia 30 todos os grupos progressistas devem levantar suas bandeiras e se apresentarem como forças vivas da sociedade. Quem defende manifestações sem partido são os fascistas, esse é o argumento usado por eles. Se as forças progressistas se acovardarem as manifestações em defesa da educação serão capturadas pela direita como em 2013.

A UNE, CUT, MTST, MST, PT, PSOL, PSB, PDT devem levantar suas bandeiras como fizeram em 15 de maio. É legítimo estudantes defenderem suas organizações estudantis, assim como professores e funcionários levantarem bandeiras dos seus sindicatos e associações de classe. O que o fascismo prega é justamente a destruição das entidades representativas dos trabalhadores como sindicatos e partidos de esquerda.

Responder

    Brasileiro da Silva

    28 de maio de 2019 às 01h20

    Marcos Coimbra? Vox Populi??? Só pode ser piada. Rindo até 2030

    Responder

    Justiceiro

    28 de maio de 2019 às 08h12

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    Curioso mesmo é ainda ter gente que acredita em Marcos Coimbra/ Vox Populi…

    Mais um idiota inútil, como disse Bolsonaro.

    Responder

    Alan C

    28 de maio de 2019 às 09h06

    “Quem deu a vitoria ao Bolsonaro foram mulheres evangélicas pobre, mais de 70% desse seguimento votaram no atual presidente. O que é mais intrigante é que praticamente todas essas eleitorais que votaram no Bolsonaro votariam no Lula se ele concorresse.”

    Juro que um dia, antes de morrer, ainda vou entender como pensa um petista…..

    Responder

    ricardo

    28 de maio de 2019 às 09h34

    E otimo que os fanaPTcos sejam tudo manezao como vc…assim e certeza que pt nunca mais ganhe eleicao pra presidente!!
    quanto mais petista for radical e alienado lulista, melhor pro restante da esquerda!!

    Responder

Luiz

27 de maio de 2019 às 22h52

Preocupações excessivas com estratégia acabam fazendo as intenções tipicamente de esquerda, por exemplo, a distribuição da renda, morrerem na casca, quero dizer, o “Brazil” para brasileiros. Estratégia que poderá levar o atual governo, por ufanismo econômico, a morrer na casca, quer dizer, em algum sucesso, só pra estimular o esforçado gigante do Sul, em Wall Street.

Responder

LARISSA COSTA

27 de maio de 2019 às 21h12

A melhor análise que li até agora sobre as manifestações de domingo. Na minha bolha virtual só existem as interpretações rasas e desqualificadoras. Preciso furar a bolha, urgentemente. E não sou a única : somos milhões ainda presos a esse discurso que, nesse momento, só está servindo para fortalecer o governo. Lucidez é a palavra que define suas palavras. Ótimo.

Responder

ricardo

27 de maio de 2019 às 20h02

CIRO DECRETA SEU FIM POLÍTICO AO DIZER QUE NÃO VISITARÁ LULA…essa manchete saiu agora na capa de uma certa midia lulopetista…vejamos se vc descobrem qual e??

Responder

    Brasileiro da Silva

    27 de maio de 2019 às 20h21

    Aquele blog citado na lava jato por receber dinheiro de corrupção?

    Responder

    Miramar

    28 de maio de 2019 às 00h13

    O chiqueiro do Brasil 247?

    Responder

    Alan C

    28 de maio de 2019 às 09h07

    O blog do esquerdista ex-Veja…

    Hein?!

    Responder

ricardo

27 de maio de 2019 às 19h55

A mídia esquerdopetista (pasquim 171, diário do centro do pt, tijo…etc) esta desnorteada, porque , agora encontraram uma turba de 20 % de fanáticos idênticos ao fanaPTcos do pt!!
O pt agora nao esta mais sozinho em materia de fanatismo..a disputa esta pau a pau e os bolsominions estão no controle no momento!!

Responder

Paulo

27 de maio de 2019 às 19h45

Vejo que alguns identificam a gênese volitiva da manifestação de ontem em uma suposta intenção de fechar o Congresso e o STF. Já outros falam em apoio à Reforma da Previdência e ao Pacote Anti-Crime de Moro. Já a minha leitura é a de que a grande massa (tá, nem tão grande assim, falo da maioria dentre os manifestantes) estava lá para apoiar Bolsonaro, acima de tudo. O resto são fragmentos difusos. Havia velhos de mais de 60/70 anos apoiando a Reforma da Previdência, rs. Obviamente, eles não serão atingidos por ela. Havia, pelo que li, uma quase-unanimidade condenando o Bolsonarinho, caso comprovados os crimes, o que considerei de grande honestidade intelectual (embora tenha dúvidas de que o apoio a condenações judiciais se manterá, caso se prove algo contra o Bolsonarão). Havia um inequívoco repúdio ao Centrão. Enfim, diferentes podem ter sido as intenções dos que compareceram às ruas, ontem, mas todas convergem na direção de apoio ao Capitão. Está certo o M do R, no essencial. Eles são os 20% que são bolsonaristas, acima de tudo. Mal comparando, inclusive pela idade e origem social, uma S.A. ou S.S. (como os hitleristas dos primórdios)…

Responder

    Marcio

    27 de maio de 2019 às 20h01

    Bolsonarismo apòs 5 mèses de Governo…?? A maioria dos brasileiros nèm sabe quem è Bolsonaro, sò sabem que è o Presidente atual.

    As medidas adotadas até agora são menos que populares … são aquelas que pagam a longo prazo mas não reelegem.

    Responder

Luciana S

27 de maio de 2019 às 19h43

Você está certo Miguel! O maior erro é subestimar o adversário, menosprezar a sua capacidade de ação e reação. Que à oposição busque no dia 30 lutar em defesa da educação, em defesa do povo e não de sua bandeira apenas e pelo amor de Deus não usa bandeira vermelha, camisas vermelhas e etc isso não é renegar, mas estratégia em defesa da nação. Ainda é muito forte a rejeição ao PT ( graças aos anos de ataques da mídia partidária e falta de estratégia do Partido ) começaram a demonizar o PSOL também. Todo cuidado com esses lobos ainda é pouco

Responder

Justiceiro

27 de maio de 2019 às 19h29

Ei petistas! Psiu! Venham cá e mostrem qual a manifestação “Lula livre” foi maior do que a de ontem.

Vamos fazer a comparação?

Vocês estão pegando a manifestação do dia 15 e querendo se apossar dela. Deixem de roubalheira, deixem de querer fazer gol de mão que agora tem o VAR, e ele é o Miguel do Rosário, um jornalista esquerdista fora da curva.

Temos o VAR, Miguel do Rosário, pra desmascarar vocês.

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Responder

Luciana S

27 de maio de 2019 às 19h29

Uma coisa que me irrita no PT, é ter caído como um patinho nas teias da inocência infantil. A oposição ao PT apossou das cores da bandeira, tornando o vermelho a cor dos inimigos da nação, virou o Brasil contra os “comunistas” e isso deixou muita gente aterrorizada, pessoas igual uma conhecida minha que tenho imenso carinho, que disse que o Lula, Dilma e colegas haviam roubado muito, mas não sabia dizer que muito foi esse.

Responder

    degas

    27 de maio de 2019 às 19h48

    Em março de 2015, os petistas quiseram dar uma resposta prévia na Paulista e levaram aqueles ônibus cheios de manifestantes contratados, com bandeirinha vermelha e uniforme da CUT. Dias depois, teve a quele mar verde e amarelo e eu pensei comigo “os caras não serão burros de nos dar essa moleza e também usarão as cores nacionais a partir de agora”. Que nada! Continuaram de vermelho, disseram que não torceriam mais para a Seleção, etc.

    O fanatismo não deixa mudar, o PT está para eles acima do Brasil. É o padrão socialista, o Partido e seu Líder acima de tudo. Por isso que eu respondi em outro lugar que não acredito que eles deixem de gritar “Lula livre” e levar bandeiras da CUT e do partido nos próximos protestos “pela educação”. Eles podem saber racionalmente que isso afasta quem não é petista, como diz o Miguel, mas não conseguem resistir.

    Responder

      Paulo

      27 de maio de 2019 às 19h53

      Sim, não mudarão. É mais forte que eles. Preferem perder por eles a mudar pelos outros…

      Responder

      Justiceiro

      27 de maio de 2019 às 20h29

      Degas, de tanto eles usarem a bandeira vermelha incutida em suas mentes por Lula; de tanto admirarem a estrela vermelha, hoje eles não se identificam com a bandeira nacional, com as cores nacionais, com os símbolos nacionais.

      É capaz de eles se perfilarem para ouvir a Internacional Socialista, mas virar de costas ao ouvir o Hino Nacional.

      E cada vez que eles nos veem com camisas amarelas e a bandeira do Brasil, mas eles odeiam essas cores.

      Responder

    ricardo

    27 de maio de 2019 às 19h48

    Vc tocou em um ponto interessante.Ja faz mais de 5 anos que falo que em manifestacoes do pt nao nunca teve uma..sequer uma bandeira brasileira.Vc ve bandeiras e aderecos de che guevarra , do maduro, muitissimas bandeiras nas cores da ex uniao sovietica (vermelho)..nem parece que a manifestacao esta acontecendo no Brasil!! Se mostrar foto da manifestacao pra algum gringo e perguntar onde e, ele nao sabera responder e chutara algum pais da ex uniao sovietica!!

    Responder

      Marcio

      27 de maio de 2019 às 19h52

      Nem em Cuba tem tantas bandeiras vermelhas…gringos devem achar que è na Russia de algumas decadas atràs…o resultado è o Brasil.

      Responder

Paulo

27 de maio de 2019 às 19h19

(…) “a massa cheirosa e branquinha que foi às ruas ontem é composta de funcionários públicos bem remunerados,” (…). Acertou em alguma coisa, mas errou em cheio neste ponto. Os servidores são os mais afetados pela Reforma da Previdência…e, ao contrário da maioria da população, composta de indigentes intelectuais – inclusive boa parte dos que estavam nas manifestações de ontem, verdadeiros inocentes úteis (ou idiotas, se preferir) – eles compõem a massa crítica mais capacitada da República…

Responder

    Marcio

    27 de maio de 2019 às 19h34

    Essa parte do texto eu não consegui entender…a massa cheirosa e branquinha…?!?!

    Significa que os não brancos fedem…? Quem è o animal que escreveu isso ??

    Responder

      Paulo

      27 de maio de 2019 às 19h51

      Provavelmente um sectário de esquerda, como você, Márcio. Explico: essa foi uma resposta ao Cid Elias, la embaixo, na página dos comentários. Tentei mandar uma resposta explicativa, mas, sob o argumento de que eu “estava mandando comentários demais”, ainda não publicaram. Talvez daqui a pouco, ou amanhã…

      Responder

        Marcio

        27 de maio de 2019 às 20h09

        Eu sei que è um extrato da matèria.

        Responder

Marcio

27 de maio de 2019 às 19h08

As manifestações foram alèm das previsões do Governo e da propria esquerda (e sem ajuda do MBL).

A narrativa esdruxula das ultimas semanas caiu como um castelo de areia.

Em caso de nova candidatura Bolsonaro terà (assim como o PT) uma base eleitoral inicial de 30%.

A economia tem altos e baixos ciclicos e ainda faltam 4 anos e 6 mesès…

Responder

lucio

27 de maio de 2019 às 18h20

“daqueles que votaram em Bolsonaro, e que formam a maioria esmagadora da população brasileira”.

miguel, pare de usar derivados do opio. 55% contra 45% nao tem nada de “esmagador”. lembre-se que lula tinha o dobro de intençoes de voto de bolsomerda. lembre-se tambem que haddad estava subindo rapidamente nas pesquisa e teria ganhado se só a eleiçao fosse um mes depois, porqué estava passando o efeito-martirio da tal de “facada”.
parece mesmo vc torcer para bolsomerda.

Responder

    Zé Maconha

    27 de maio de 2019 às 19h19

    Miguel vive na terra da fantasia , se formos contar quem votou nulo e quem simplesmente votou contra o PT , Bolsonaro tem apoio de 20% da população , no máximo.
    Minha dúvida é se Miguel trabalha pro “centrão” ou se já está diretamente sobre ordens do bolsonarismo e seus mestres yankees , outra opção é talvez a demência causada por drogas potentes , o que de certa forma não difere muito do bolsonarista típico.
    Se você pegar coisas antigas do Miguel e o que ele escreve hoje vai ver não só sua guinada à direita , verá seu afastamento gradual da realidade.
    Esmagador não é um termo cabível nem para as vitórias de Lula com mais de 60% , os votos nulos e em Haddad superaram Bolsonaro por 20 milhões e ele chama a minoria de maioria esmagadora?
    Miguel afronta a matemática , a lógica e o jornalismo numa tacada só.

    Responder

    Felipe

    02 de junho de 2019 às 19h54

    “TINHA o dobro de INTENÇÃO de votos”
    “mais um mês e ganhava a eleição”.
    A para ô! Se pesquisa pré-campanha valesse mais que o resultado das urnas, Celso Russomano já estaria em seu 2° mandato na prefeitura paulistana!
    Enquanto dependermos dos lacaios do Bebum de Garanhuns – aqueles que querem Lula Livre como PRIORIDADE MÁXIMA – até o Doriana conseguirá ser presidente.

    Responder

Carlos Marighella

27 de maio de 2019 às 17h54

PERGUNTA:

Nas manifestações da educação era um carro de som para cada manifestação, pelo menos foi assim aqui na minha cidade e pelas fotos e vídeos que vi de outras.

Na manifestação de ontem, um dia antes vi diversos caminhões de som passando no sábado avisando sobre a manifestação, e no dia vi bonecos, bandeirões, camisas, tinha manifestação com meia dúzia de caminhões de som.

QUEM PAGOU ISSO TUDO?????

Responder

    Marcio Dantas

    27 de maio de 2019 às 18h24

    A Odebrecht, a OAS e a Petrobras.

    Responder

      Carlos Marighella

      27 de maio de 2019 às 18h32

      Resumindo, não sabe!

      Responder

        Carlos Eduardo

        27 de maio de 2019 às 18h35

        Ué, essa é fácil, da milícia, lógico!

        Responder

        Gilmar Tranquilão

        27 de maio de 2019 às 18h41

        dos carros que o Queiroz vendeu!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

        Responder

    Justiceiro

    27 de maio de 2019 às 19h34

    Uma resposta para Carlos Mariguella.

    Quer saber quem pagou os carros-som de ontem? Muito bem.

    Também quer saber quem paga os advogados de Lula?

    Quer saber quem paga salário para o kit gay deixar de dar aulas?

    Quer saber quem paga os acampados em Curitiba?

    Quer saber quem paga os advogados do Adélio Bispo?

    Responder

Miguel

27 de maio de 2019 às 17h43

Têm poucos comentários de bolsonaristas no site (felizmente).
Têm um pouco mais de comentários de petistas dizendo o de sempre.
E têm gênios que concluem que por isso as manifestações de ontem foram um fracasso…
2015-2016 deja-vu…

Responder

    Zé Maconha

    27 de maio de 2019 às 17h54

    O derrotismo dos ciristas me lembra o papo-furado de Saruman antes de se unir ao Sauron.
    Da covardia à submissão é apenas um passo..

    Responder

    Alan C

    27 de maio de 2019 às 17h59

    Realmente a petezada só repete a mesma coisa, quando são situação são as esmolas que dão ao povo das sobras do que dão aos bancos, quando são oposição só falam em impeachment (Collor, FHC, temer e bozo).

    Vamos ver se agora, fazendo oposição propositiva após longos 5 meses de inércia, eles falam algo diferente.

    Responder

      Miramar

      27 de maio de 2019 às 18h04

      A p etezada não sabe fazer oposição sem falar em impeachment…você acredita em oposição propositiva vinda da Gleisi Hoffman?!

      Responder

Miramar

27 de maio de 2019 às 17h28

Bolsonaro claramente não se preocupa com queda de popularidade. Ele, e quase todo mundo, sabe que a eleição anterior foi a eleição da negação. Quer dizer, o indivíduo não votou no que queria, mas sim contra o que não queria. Assim não faz sentido proclamar uma suposta queda repentina de popularidade de Bolsonaro, quando qualquer observador desinteressado percebe que a maior parte do seu eleitorado simplesmente não é bolsonarista de raiz, apenas detestava a outra opção (o contrário também aconteceu).
O que sem dúvida fica claro se analisarmos imparcialmente o que aconteceu ontem, é que o movimento Bolsonarista existe, é menor do que muitos imaginam, maior do que muitos desejariam, e está mais coeso do que nunca.
O resultado é o que vemos hoje. A imprensa claramente está mais branda com Bolsonaro do que na semana passada, Maia e o Centrão parecem dispostos a ceder (ainda que apenas estrategicamente) e a esquerda mais uma vez comemora uma vitoria que não obteve.
Desejo que o ato do dia 30 continue maior, e que continue falando fora da bolha dos engajadinhos cheirosinhos. Do contrário, a vitória dos democratas dia 15 terá sido um tiro pela culatra.

Responder

El Bartho

27 de maio de 2019 às 17h05

Pela quantidade de comentários dos defensores do mijar é possível ver que as manifestações foram um FRACASSO. A mídia fez o que sempre faz mostra o que lhe interessa, e o cafezinho, está indo pelo mesmo caminho?

Responder

helio dias horvath

27 de maio de 2019 às 16h14

Por ora, prefiro me deter em dois aspectos que percebi nas manifestações de ontem daquilo que, genericamente, podemos chamar de bolsonarismo. Esclareço que estive na Paulista para observar a cena e, se possível, conversar com o maior número de participantes do meeting, como se dizia antes. Vi o que acontecia e e tive a oportunidade de conhecer as opiniões de alguns dos presentes.
De início, a suposição que está em curso o declínio do apoio a Bolsonaro na opinião, formada tanto na sensibilidade política daqueles que a tem, como pelas pesquisas de opinião mais recentes, pode se dar já como estabelecida. Há uma inegável redução da influência do deplorável candidato eleito no ano passado, como também foi inegável sua tentativa de recuperar o terreno perdido em seu desempenho no próprio dia das manifestações.
Mas este processo não é o que deve nos preocupar mais do que o necessário, ou seja, a velocidade com que prosseguirá nas próximas semanas, nem as formas que tomarão, enquanto os dados da conjuntura não se aquietarem completamente, deixando de rolar sobre a mesa.
De volta ao começo, quais foram as particularidades das manifestações que entendo merecem nossa atenção nesse momento?
Dois apenas, ou sobretudo.
O primeiro deles é destacar que os principais organizadores das manifestações foram os deputados do PSL e, talvez, os do NOVO, sob a camuflagem dos grupos de opinião insuflados através da internet. Foram os deputados da extrema direita que primeiro sentiram a ameaça do esvaziamento dos apoios com as primeiras decepções experimentadas por seus eleitores, cujas opiniões estavam baseadas em suas esperanças e necessidades de curto prazo. Suponho, apenas para abrir a discussão, que os primeiros desapontados foram os eleitores evangélicos pobres e de classe média baixa, situação que, com certeza, deve ter alarmado os inúmeros deputados eleitos sob a inspiração das idiossincrasias que cultivam em seus templos.
Há que considerar aqui também aqueles eleitores não organizados, mas que igualmente viram no capitão a redenção de suas penúrias atuais, como aposentados, pequenos funcionários públicos e pequeno comércio.
Em segundo, as expectativas estapafúrdias das pessoas ali presentes, que, ingenuamente, insistiram em considerar as manifestações de domingo como um alerta (o último?) ao STF e ao Congresso Nacional para que obedeçam a vontade do Presidente, caso contrário… as Forças Armadas intervirão no processo político. Grosso modo, não é difícil reconhecer nessas esperanças uma nova versão do Juízo Final, nesse caso, como em todos no passado e, sem dúvida também, no futuro, o apocalipse das faculdades de raciocínio dos indivíduos perdidos na massa dos desorientados e ignorantes.

Responder

Nostradamus

27 de maio de 2019 às 16h05

Onde está o Queiroz Miguel ? Tem foto do fascista demais no blog… Onde está o Queiroz ?

Responder

    Zé Maconha

    27 de maio de 2019 às 16h17

    Miguelito traiu o movimento , passou para o lado sombrio da Força.
    A analíse dele é mais simpática ao Bozo do que as da Folha , Estadão etc.
    Sobre a queda do PIB nada , por enquanto.
    E sobre o Queiroz Miguel já o defendeu aqui , segundo ele é ” cortina de fumaça da mídia”.

    Responder

      Tamosai

      27 de maio de 2019 às 16h32

      Não entendi assim.
      Entendi que com esse tipo de inimigo manipulador e com grande apoio em redes e fake news, é preciso ter muito cuidado. Observe que ele e seus agentes querem criar polarização para se manterem em evidência. Ganham isso falando direto com o inconsciente das pessoas e mudando o foco do que é fundamental para o que é factoide ou supérfluo.
      Exemplo: a campanha do “Ele não” polarizou ele como uma das 2 opções. Trouxe ele para a final.
      Eles trabalham de forma magistral com a raiva, com o ódio, com o preconceito, com o medo.

      O Bozo é um idiota, sem visão, mas está sendo bem assessorado para gerar polarização e manter os minions com ele.

      Responder

        Alan C

        27 de maio de 2019 às 17h24

        Veja como o PT entregou a vitória ao palhaço bozo, o movimento #EleNão (organizado pelas mulheres, é bom que se diga), estava sendo bem sucedido e fez as pessoas pensarem se o palhaço bozo era mesmo uma opção, mas quando viram quem era a outra opção foram no #EleSim, preferiram um completo idiota, ignorante, despreparado e corrupto a votar no PT, taanto é que após o movimento o bozo cresceu nas pesquisas. O PT colocou abaixo todo o lindo trabalho que as mulheres estavam fazendo.

        PT nunca mais!

        Responder

          Miramar

          27 de maio de 2019 às 17h32

          Estamos juntos, Alan!

          Tamosai

          27 de maio de 2019 às 18h16

          Seu comentário demonstra uma falta de conhecimento tão grande, que eu prefiro acreditar que seja desonestidade intelectual. Vou me fazer o favor de não levá-lo a sério.

          Alan C

          27 de maio de 2019 às 18h20

          Com lulista xiita não tem conversa.

          Marcio

          27 de maio de 2019 às 18h19

          Votaram no Bolsonaro não no Ciro Gomes.

          Alan C

          27 de maio de 2019 às 18h23

          Já estavamos no segundo turno, só havia bozo e o poste terceira opção do pt….

          Marcio

          27 de maio de 2019 às 18h30

          Quem era a segunda ?

          Alan C

          27 de maio de 2019 às 18h46

          O que foi convidado e recusou

Tamosai

27 de maio de 2019 às 16h01

Análise muito lúcida.
A esquerda está diante de adversários muito bons em manipular mídias sociais, signos e símbolos. Entre esses inimigos, como o texto assinala, está a “grande mídia”. Essa mídia sonsa utiliza os minions para alavancar o que ela deseja (passar o dinheiro da previdência para os bancos). O foco dessa mídia nojenta foi demonizar o Congresso e o STF, para conseguir o que quer. Quando interessava crucificar a esquerda elogiava o Congresso e especialmente o STF.
Portanto, a luta contra os minions e a “grande mídia” não pode ser combatida ingenuamente. É preciso ter assessoria de pessoas da área de comunicação. Não marketeiros, mas especialistas em comunicação moderna, redes sociais etc.

P.S. Miguel, não sei se você reparou ao conversar com os minions. Eles têm uma capacidade enorme de justificar as idiotices do Bozo. Uma empatia astronômica, que não demonstravam com nenhum outro político. A culpa sempre está do outro lado. Não sei se isso vem só da “grande mídia”. Acho que eles passaram/passam por um belo processo de lavagem cerebral. Um dia talvez você possa escrever sobre isso.

Responder

    Ricardo

    27 de maio de 2019 às 19h27

    rapaz..verdade…ja faz uns quinze anos que converso com pessoas assim fanatizadas por um partido!! Horrivel tentar dialogar com esse tipo de gente nao acha??
    Esse tipo de comportamento nao te lembra uns fanaPTcos adoradores do grande deus molusco??

    Responder

      Paulo

      27 de maio de 2019 às 21h59

      Ele se olha no espelho, reflete, fala, pensa e ainda imagina estar falando dos “outros”, he, he, he. Interessante mesmo.

      Responder

GUILHERME LEMERMEIER RODRIGUES

27 de maio de 2019 às 15h58

Bem em cima do muro essa análise. Típica “esquerda autorizada!. Uma pena, pois como suposto canal de esquerda deveria, sim, criticar mais o bolsonarismo e o alinhamento empresarial, mas não, preferiu a “auto crítica” piegas.

Responder

Ivan

27 de maio de 2019 às 15h06

A mídia é falsa, elogiou as manifestações pela educação, cobriu as manifestações de ontem sem a mesma vontade, mas está firme pra aprovar a reforma da previdência dos bancos.

Responder

Zé Maconha

27 de maio de 2019 às 15h06

Miguelito tchutchuquinha de fascista cada vez mais perdido.
Hoje foi divulgada pesquisa que mostra que a aprovação de Bolsonaro entre o mercado financeiro despencou para 14%.
As manifestações foram menores que as do dia quinze e causaram um racha com o centrão e setores da direita.
Quem se informar pelo Cafezinho apenas vai achar que Bolsonaro faz um excelente trabalho e que todo mundo o ama.
Minha dúvida é se Miguel e Ciro tentam construir pontes para se aliar ao Bolsonaro , se tem medo que o PT se favoreça pelo rápido derretimento do miliciano ou se Miguel e Ciro simplesmente já estão a serviço de Bolsonaro dividindo e tentando enfraquecer a esquerda.

Responder

    Paulo Henrique Tavares

    27 de maio de 2019 às 17h12

    Zé, Achei a análise do Miguel impecável. E estou achando você muito agressivo. Acredito que você não seja da extrema esquerda? Vamos tentar manter um nível de discussão mais civilizado.

    Responder

robledo

27 de maio de 2019 às 14h56

Caro amigo, vc apenas esqueceu um dado…aqui em Fortaleza e no resto do país vimos que foi uma marcha de gente velha, com pessoas com mais de 30 anos (ou mais ainda) a estudantada sentiu que o futuro num país onde o presidente reduz o futuro de quem é pobre é negro..não se viu jovens ontem saindo….para as ruas…apenas velhas cabeças conservadoras que é o reduto do bozo….não esqueça de colocar os milhões de jovens brasileiros sem perspectiva de futuro na sua próxima equação, é uma variável de respeito…

Responder

Alexandre Neres

27 de maio de 2019 às 14h38

Embora ache que as manifestações de ontem não foram pífias, creio que o texto peca em não deixar claro que o Bolsonaro, por óbvio, tem problemas de governabilidade e o que ocorreu ontem não ajudará em nada a estabelecer uma relação mais tranquila com Rodrigo Maia e com o centrão, muito antes pelo contrário.

Outro ponto que não foi abordado é que o que aconteceu ontem foi digerido e depois devolvido com nova roupagem pelos jornalões, isto é, Globo, Estadão e Folha. Pegaram um movimento bolsonaro de raiz, com todas as ameaças que representa à democracia, e transformaram, como que num passe de mágica, em apoio às reformas e ao projeto “anticrime” do Moro, colocando todo o balaio de gato que compõe o mosaico dentro de uma camisa de força e redirecionaram-no aos fins que lhes interessam.

De todo modo, fiquei satisfeito quando o articulista finalmente reconheceu que ” É verdade que a aprovação a Bolsonaro está se deteriorando a uma velocidade recorde.”

Responder

    J Fernando

    27 de maio de 2019 às 17h30

    Não ver a mudança de atitude da globo em relação à manifestação é, realmente, estranho. De repente, a globo interrompe a programação para chamadas sobre as manifestações (eu estava assistindo a F1 e sei disso, chamou antes e depois da corrida). E você disse muito bem: digeriram e regurgitaram com outra roupagem. Major Olímpio dizendo “o STF que nos aguarde”… Cartazes pedindo intervenção militar… Isso não apareceu e nem foi motivo de críticas. Diziam o tempo todo, como papagaios, que a manifestação era pela reforma da previdência, pacote anticrime e Guedes.

    Responder

Hidelbrando da Costa

27 de maio de 2019 às 14h22

Foi uma manifestação de comerciantes de bairro e suas policias mineiras (atualmente conhecidas como milícias). Entre os grandes investidores, o apoio ao paraquedista nazista caiu de 80 para 20%. Ao imbecil que caiu de paraquedas na presidência só resta a renúncia, que se dará mais cedo do que pensamos.

Responder

degas

27 de maio de 2019 às 14h05

Começando pela crítica, não sei de onde você tirou que as manifestações de ontem foram menores que as do dia 15. Um exemplo de lugares onde a PM mediu ambas, Brasília, deu 6 mil dia 15 e 20 mil ontem. Em locais como a Paulista, é só ver as fotos de uma e outra no auge. Mesmo com o truque de se misturar ao pessoal que sai do trabalho no dia de semana, ontem deu mais. Em outras cidades também dá para calcular as áreas ocupadas pelo Google. No geral, ontem teve muito mais gente.

Quanto aos protestos “Lula Livre” travestidos de “pela educação”, acho que será difícil que os líderes concordem em disfarçar. Eu acompanhei a caravana do Lula no Nordeste, onde ela teve público. E os truques que eles usam para distribuir os participantes, as bandeiras e os balões são basicamente os mesmos. A coisa é controlada por eles, que não deixarão de louvar seu mestre e senhor.

Já em relação ao Centrão, creio também que eles foram pressionados. Não como corporação, mas eles não são uma, não são petistas que arrumarão uma bela boca se quebrarem a cara mas o companheiro se der bem, são indivíduos que ficarão sozinhos se perderem a próxima eleição. E o eleitor deles é, de certo modo, o mesmo do Bolsonaro. Se o cara ficar marcado como culpado pelo insucesso do governo, conseguirá se eleger em 2022? Muitos se elegerão, mas ele conseguirá? Seus inimigos podem fazer boneco inflável ou campanha virtual na sua região. A taxa de reeleição tem sido baixa, qualquer coisa pode ser motivo para o eleitor largar o cara.

Dou aqui o exemplo do próprio Rodrigo Maia, que está relativamente bem na foto. Seus votos são variáveis, seguiram (em milhares) esta sequência nas últimas eleições: 96 – 117 – 235 – 86 – 53 – 74. Quem garante que na próxima ele não baixa para menos de 24 mil, que é o que o Jean Wyllys teve como último colocado no RJ. O próprio Wyllys teve antes 145 mil. Basta um desconforto do seu eleitor potencial e acabou. E para causar desconforto o Bolsonaro é bom.

Responder

    Luiz Schmitz

    27 de maio de 2019 às 14h39

    Brasília não deu nem 2 mil!

    Responder

      degas

      27 de maio de 2019 às 14h51

      Você talvez seja um profissional do assunto. Mas os amadores da PM calcularam 6 mil dia 15 e 20 mil ontem.

      Responder

        Carlos Marighella

        27 de maio de 2019 às 15h03

        Em Brasília e no Rio foi um fracasso retumbante.

        Responder

          degas

          27 de maio de 2019 às 15h23

          A densidade foi aproximadamente igual. O Google Maps está aí, as fotos também. Identifique e calcule a área ocupada ontem em Copacabana e pelos petistas dia 15. Aí é só ver qual é maior. Quanto à Brasília, a sugestão é você reclamar com os amadores da PM, que acompanharam as duas manifestações durante todo o tempo.

          J Fernando

          27 de maio de 2019 às 17h12

          Sei que você falou com ironia, mas de “amadores” a PM não tem nada.
          Eles calculam de acordo com as convicções e afinidades políticas.
          É de esquerda? Calcula para baixo, no mínimo possível. É claro que não vão falar que é 5 mil onde estão 10, mas espertamente cravam 8.
          É de direita? É o pessoal que ao fim das manifestações tira foto com os PMs? Calculam para cima, mas também não exageram para não dar na vista, onde tem 10 mil, dizem que tem 13 mil. Algumas vezes (sim, já aconteceu em SP), onde tem 10, dizem que tem 22 mil. Depois de alguns dias fazem a correção, dizendo que houve erro de cálculo e tals. Mas, o primeiro número divulgado, errado, de 22 mil, é o que fica circulando nas redes.

          degas

          27 de maio de 2019 às 19h31

          Pelo seu raciocínio, o 6 sobre para 8 e o 20 desce para uns 16. Ainda dá 16×8. Como eu disse acima, eu acompanhei várias manifestações, calculando, quando possível, a área ocupada. Disso, eu tiro duas conclusões: 1 – cada PM é uma coisa, mas os números delas são geralmente confiáveis; 2 – os petistas costumam multiplicar o número real por dez ou mais.

          Um bom exemplo da segunda afirmação é o último comício do Lula em Porto Alegre, em janeiro de 2018. As fotos dos próprios petistas permitem limitar o local, no início de uma avenida reta. Espaço máximo: 2 mil m², cabem, meio apertado, umas oito mil pessoas. Blogs como o 247, no outro dia, cravavam 80 mil. E é sempre assim.

          Se ontem a PM de Brasília exagerou eu não sei dizer. Mas outro ponto que me leva a confiar na contagem deles no dia 15 é que os petistas disseram ter reunido ali 55 mil pessoas (quase dez vezes os seis mil).

ANTIFA RJ/SP/MG/BA/SC/CE/RS/PR/MA

27 de maio de 2019 às 14h04

https://www.youtube.com/watch?v=wyjNRmSPVMM

Responder

Alan C

27 de maio de 2019 às 14h01

Acabei de ver uma entrevista da Maria Lúcia Fatorelli, da Auditoria Cidadã da Dívida, onde ela cita uma denúncia no Rio de pagamentos de camisetas e lanche para manifestantes.

Miguel, vc que é do Rio, procede?

A partir de 1:35:00
https://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/2019/05/jornal-brasil-atual-desmonta-falacia-de-que-existe-deficit-na-previdencia-social-no-pais/?fbclid=IwAR2SMZ3ubbSF8uAjLPPwMIgx4hN_4sA3ztslX69NhOuRh4foCZssh_cE10Q

Responder

Júlio Monnerat

27 de maio de 2019 às 13h52

Bela análise. Incisivo nos erros que a esquerda vem cometendo ignorando o anti-petismo e provocando mais polarização.

Responder

    27 de maio de 2019 às 15h45

    Concordo que não se deva subestimar nunca o Inimigo e que as ilusões de “vitória” nos tornam pouco vigilantes e consequentes. “Pessimistas na análise e otimistas na ação” devemos ser sempre. No entanto, na minha modesta opinião, a polarização não é uma escolha para a população, é uma inevitabilidade nesse momento histórico, se queremos enfrentar o ataque brutal aos nossos direitos e ao futuro com país. Se os pruridos anti-petista não forem maiores que isso estamos fadados ao fracasso. Os partidos e organizações sociais progressistas são essenciais para um debate público qualificado e para a canalização política das demandas populares. O que me preocupa é justamente o contrário: a paralisia e sinalizações ambíguas das lideranças políticas de esquerda em relação aos defensores do Projeto Golpe mais “moderados”.
    As ruas devem pressionar as esquerdas a não se acomodarem à ilusão da composição de um “falso centro democrático”. As esquerda precisam politizar e polarizar o debate público contra TODO o campo da direita.

    Responder

Alan C

27 de maio de 2019 às 13h31

Só seria importante dizer se a manifestação foi maior ou menor se ainda estivéssemos na campanha.
Agora o importante é perceber se o bozo tem o mesmo apoio, se perdeu ou ganhou, e me pareceu notório que ele não tem mais o mesmo apoio na sociedade.

Outra coisa que tira a legitimidade de comparação entre as manifestações é que a primeira se baseou em um item específico, a educação, enquanto a segunda foi ampla, pediu diversas coisas, por isso discordo do texto, pois acho exatamente o contrário, a única coisa que a manifestação dos bolsominions provou é que o governo perdeu aquele enorme apoio que teve na eleição.

Me diga uma coisa, qual passeata não é ideológica?? Na de ontem posso citar agora, sem pensar muito, pelo menos 10 ideologismos. Na que eu fui semana passada saindo do Instituto Federal, não havia uma bandeira do PT e nada em relação a Lula Livre, e essa é a minha ideologia, há outras é verdade, mas cada um tem a sua. Ao final do caminho que percorri na manifestação que eu estava haveria um encontro com mais duas manifestações que vinham da universidade federal e outra organizada pelas centrais sindicais, neste momento fui embora pq ali a ideologia se misturaria com a que vc mencionou e não faz a minha cabeça, simples assim.

bozo e moro não foram na manifestação pq poderiam ser enquadrados em crime de responsabilidade devido aos pedidos insanos de invasão do congresso e do STF, eles foram avisados e não foram por isso, não foram a uma manifestação que todos sabem que partiu deles.

Sobre Reinaldo Azevedo, embora direitista e liberal assumido, é um excelente analista político pq se embasa na lei e na constituição federal. Ele talvez seja o único jornalista assumidamente de direita que afirma, categoricamente, que Lula está preso e condenado injustamente e sem provas.

Eu achei o comentário da Jandira muito interessante e verdadeiro, pode não ser uma análise final, mas o que ela disse é verdadeiro, a manifestação pediu, de cabo a rabo, o fechamento do congresso e do STF, independente deles serem originalmente golpistas, isso é antidemocrático sim, e repito, foi por isso que o governo foi avisado para “não participar” de algo que organizou….

Responder

    Miguel do Rosário

    27 de maio de 2019 às 13h46

    Pelo que vi e li, não houve pregação de fechamento do congresso em nenhum dos autofalantes, e se tinham faixas neste sentido, não eram predominantes.

    Bolsonaro efetivamente perdeu apoio na sociedade. Todas as pesquisas mostram. Mas e daí? Ele já ganhou a eleição e tem apoio no congresso. Ele tem que perder as eleições em 2020 e 2022, esse deve ser o objetivo, e para isso é preciso converter milhões de eleitores de Bolsonaro para o outro lado da força.

    Manifestações grandes, plurais, não são ideológicas, e sim pautadas por demandas específicas, por isso juntam pessoas de ideologias diferentes. O brasileiro é muito pouco politizado e menos ainda ideológico.

    Reinaldo Azevedo é um excelente analista. Mas acho que temos de tomar cuidado para não querer consumir apenas o que é agradável. Isso não tem dado muito certo.

    Responder

      Alan C

      27 de maio de 2019 às 13h53

      Nos auto falantes realmente não, e os cartazes foram substituidos e alguns mutilados para que se adequassem a “nova” pauta… Isso mostra uma certa confusão pelos simpatizantes do lado de lá, resta ao lado de cá mostrar isso e ganhar esse pessoal.

      Responder

      J Fernando

      27 de maio de 2019 às 14h26

      Você não viu e nem verá, porque a grande mídia apoiou as manifestações de acordo com a pauta que ela queria: apoio à reforma, ao Guedes e ao Moro. Como a F1 é monopólio da globo, eu estava assistindo os momentos pré-corrida, que foram interrompidos para falar sobre a manifestação. O repórter repetiu a frase que quase todos viriam a repetir durante todo o dia: as manifestações eram a favor da reforma, do pacote anticrime e do Guedes. Após a fala padrão, ele acrescentou: “uma parcela de manifestantes pede o fechamento do STF e do Congresso, é uma minoria, mas esta não é a pauta das manifestações.”
      Essa ERA a pauta e os organizadores agiram rápido, com apoio da grande mídia, para não permitir que isto transparecesse.

      Responder

      Miguel do Rosário

      27 de maio de 2019 às 14h40

      Erramos ambos na grafia de alto-falante.

      Responder

        Alan C

        27 de maio de 2019 às 15h52

        Eu fui na tua onda hahaha

        Responder

      Zé Maconha

      27 de maio de 2019 às 15h25

      O sujeito minimiza até o ataques à democracia.
      Me fala sobre o major Olímpio no carro de som ameaçando o STF?
      Ou sobre o deputado do PSL dizendo orgulhoso que matava vagabundo?
      Está cada vez mais claro de que lado o Miguel está..

      Responder

      JC

      28 de maio de 2019 às 01h07

      Miguel, tem muito fundamento o que você escrever. Entretanto, tão importante quanto certos deputados verem o extrato de sua base querendo empurrar a reforma da previdência no lombo do povo, é importante lembrar onde esse extrato foi relevante. Se tirar São Paulo, Rio (Brasília nem conta. Normalmente quem puxa essas manifestações na capital são pessoas diretamente ligadas ao mundo político pois tem alguma relação com a máquina do Estado) não houve muita adesão aos protestos. Há estados que a reforma da previdência vai derrubar brutalmente a renda do povo. Esses deputados, situação ou oposição olham muito isso. A minoria dos votos que o Bolsonaro recebeu dessea estados, a essa altura do campeonato já devem ter se dissolvido nessa péssima gestão da economia.
      Obviamente que a força de muitos partidos vem da base que têm no sudeste e sul, principalmente. Serve pra colocar a faca no pescoço do Maia. Mas a composição dos partidos é muito plural no congresso. Salvo alguma medida de despejo de dinheiro maciço por parte do governo, esses parlamentares tendem mais a temer o peso de seu capital eleitoral do que propriamente aqueles que estiveram na rua no domingo para gritar por bolsonaro, principalmente. A reforma vai passar, mas com certeza sem a cara que Paulo Guedes quer que passe. A luta ainda está começando.
      O STF já começou a retaliar, barrando a venda de ativos da Petrobras da maneira que o governo pretendia fazer..

      Responder

Renato

27 de maio de 2019 às 13h05

A única “autocritica” que atualmente vigora na chamada esquerda progressista é o que o 247 avaliza . Quando pensaríamos, 20, 30 anos atrás que o PT seria contra ferramentas anticorrupção ou se arruinaria fazendo o mais do mesmo, como no caso do mensalão (Dirceu é guerreiro do povo brasileiro e tudo foi culpa do FHC). Uma decepção completa, o partido provou ser só uma ilusão que o efeito manada sempre produz.

Responder

Marlene Filomena Dal Belo

27 de maio de 2019 às 13h03

Concordo com você..
Situação preocupante…

Responder

Brasileiro da Silva

27 de maio de 2019 às 12h46

Miguel, mais uma vez uma análise lúcida. Parabéns.
Agora é só aguardar a fúria dos ptminions contra seu texto.

Responder

J Fernando

27 de maio de 2019 às 12h34

A esquerda não desmereceu as manifestações de domingo. Tanto que a maioria dos sites de esquerda ressalta que, sim, o grupo pró-Bolsonaro mostrou que ainda está junto do presidente.
A leitura de Haddad é porque a grande mídia, espertamente, comprou a visão do governo de que as manifestações eram pela reforma, pacote anticrime e não contra o STF e Congresso. A grande mídia puxou para seu lado a sardinha que interessa e dourou ao gosto do freguês:
O GLOBO:
“Atos a favor de Bolsonaro, reformas e Moro ocorrem em 156 cidades”
FOLHA DE S. PAULO
“Atos apoiam Guedes e Moro e criticam Maia e Centrão”
ESTADÃO
“Atos apoiam Bolsonaro e reformas, Maia vira alvo”
CORREIO BRAZILIENSE
“Bolsonaro: ‘recado contra velhas práticas’”
VALOR:
“Reformas motivam atos pró-governo”

Há ingênuos na esquerda? Há. Mas, a visão dos protestos de ontem foi bem mais lúcida do que em épocas anteriores. A maioria reconheceu que o nicho bolsonarista e radical continua fiel ao presidente. E muitos escreveram a mesma coisa que você citou: Bolsonaro conseguiu mostrar o confronto, pois é um governo dependente de um inimigo.

Responder

    Gilmar Antunes

    27 de maio de 2019 às 12h49

    Parece-me muito sensato seu comentário.
    Há um comentário da Gleisi Hoffman no site 247, de que os meios de comunicação esconderam as atitudes fascistas de alguns bolsonaristas durante os atos.
    Outros destacam que os atos pró Bolsonaro tiveram participação expressiva de seus apoiadores em algumas cidades como São Paulo e Brasília, o que parece verdade.
    Outros ainda, como o Tijolaço p.ex, destacam que a base bolsonarista (cerca de 20% da população) se mantém fiel ao presidente.
    Essa gente dificilmente irá mudar de opinião, a menos que apareçam coisas mais graves do que o escândalo de desvio de salários de assessores (fantasmas ou não) de Bolsonaro para enriquecimento ilícito, cujo administração incumbia ao Queiroz, que a imprensa não se interessa em saber por onde anda.

    Responder

Miguel

27 de maio de 2019 às 12h27

Definitivamente o senhor desembarcou do campo progressista e vestiu a camisa da direita que se diz “ democrática”.
Faz uma avaliação tendenciosa e não cita o que não ajuda seu exame. Senão vejamos:
Até as pedras sabem que a mídia dominante escondeu o principal mote da manifestação, derrubar as instituições e formar uma ditadura. Deixando claramente que ou é assim ou é morte. E escondeu porque lhes interessa apenas aprovar a reforma da previdência ( aquela que o principal assessor de Ciro aprova e ajuda). Outrossim, “ esquece” de citar o óbvio caminhão de dinheiro que fez possível a manifestação no país, inclusive com cartazes, camisetas etc padronizadas pelo país inteiro. A manifestação de ontem foi do grande capital que quer o fim da democracia, puxado por muito ativista pago.
Só não vê quem não quer ver que sem o dinheiro a jorrar , em mídia digital e ontem na manifestação, seu Bozo teria ainda menos gente. E nem vou falar que preto e pobre passaram longe da passeata de gente branca e na maioria acima dos 40 anos
Os velhos lobos do congresso viram isto, e o senhor não, porque quer vender algo que não lhe pertence, talvez querendo um lugar na plateia. Se fosse você, deixaria claro aos leitores que seu objetivo não é o povo , mas se ajeitar. Lamentável.

Responder

    cid elias

    27 de maio de 2019 às 13h26

    Muito bom, Miguel! Ao contrário do outro, o do cafezin, tua análise está precisa. Na minha opinião, a massa cheirosa e branquinha que foi às ruas ontem é composta de funcionários públicos bem remunerados, profissionais liberais sonegadores e de famílias ”boas”, filhas de militares que recebem sem nunca ter trabalhado, militares e outros tipos que estão cagando e andando pra reforma do boçal entreguista guedes, somados aos pobres coitados que foram idiotizados e doutrinados pela mírdia corporativa de uma só opinião desde a farsa do mensalão do capitão do mato barbosa(onde anda esse canalha?). Afinal, quase 15 anos de doutrinação diária em todos canais de tv e jornalões só poderia dar no que deu.

    Responder

      Paulo

      27 de maio de 2019 às 19h21

      (…) “a massa cheirosa e branquinha que foi às ruas ontem é composta de funcionários públicos bem remunerados,” (…). Acertou em alguma coisa, mas errou em cheio neste ponto. Os servidores são os mais afetados pela Reforma da Previdência…e, ao contrário da maioria da população, composta de indigentes intelectuais – inclusive boa parte dos que estavam nas manifestações de ontem, verdadeiros inocentes úteis (ou idiotas, se preferir) – eles compõem a massa crítica mais capacitada da República…

      Responder

Deixe uma resposta