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“Sergio Moro é um canalha. Um dia as pessoas vão ver”, afirma Ciro Gomes

No Gaúcha/ZH “Sergio Moro é um canalha. Um dia as pessoas vão ver”, afirma Ciro Gomes Em série de entrevistas com ex-candidatos à Presidência, político faz duras críticas ao titular da pasta da Justiça e Segurança ao avaliar o primeiro semestre do governo Bolsonaro 08/07/2019 – 21h26min Atualizada em 09/07/2019 – 09h05min Por Carolina Bahia […]

32 comentários
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Ex-governador do Ceará afirma que será candidato ao Planalto em 2022Isadora Neumann / Agencia RBS

No Gaúcha/ZH

“Sergio Moro é um canalha. Um dia as pessoas vão ver”, afirma Ciro Gomes

Em série de entrevistas com ex-candidatos à Presidência, político faz duras críticas ao titular da pasta da Justiça e Segurança ao avaliar o primeiro semestre do governo Bolsonaro

08/07/2019 – 21h26min
Atualizada em 09/07/2019 – 09h05min

Por Carolina Bahia
Silvana Pires / RBS Brasília

Ao avaliar os seis primeiros meses do governo de Jair Bolsonaro, Ciro Gomes usa a franqueza característica para atacar o presidente, militares e ministros. Os alvos principais são Sergio Moro (Justiça) e Paulo Guedes (Economia). Também critica o PT. A três anos da próxima eleição, Ciro, na segunda entrevista da série de conversas com candidatos ao Planalto em 2018, diz que irá concorrer outra vez à Presidência. Ano passado, ficou em terceiro, com 13,3 milhões de eleitores ou 12,47% dos votos válidos.

Qual é a sua análise dos seis primeiros meses do governo do presidente Bolsonaro?
Seis meses é pouco para estabelecer sentença definitiva sobre o governo. Tanto mais, a herança que recebeu é macabra. O desmonte do Brasil começa com Dilma (Rousseff) e se aprofunda com (Michel) Temer. Agora, já é possível afirmar que Bolsonaro, eleito com 57 milhões de votos, teria força para fazer qualquer coisa. Mas dissipou isso por despreparo, por lhe faltar projetos e por cair na mão de um governo heterogêneo. O primeiro grupo fica ao redor do Paulo Guedes e impõe a Bolsonaro um diagnóstico estrutural completamente equivocado. O segundo são os militares que, para minha vergonha e constrangimento, estão violentando questões nacionais, como a negociata da Embraer, o acordo entre Mercosul e União Europeia e o esquartejamento da Petrobras. Não tenho nada contra privatização, falo de descuido estratégico que vai comprometer. O terceiro grupo é o da “praça da alegria”, e os mais lesivos desses doidos são os ministros da Educação e das Relações Exteriores.

O Congresso deve aprovar as reformas da Previdência e a tributária?

Vai votar (a da Previdência). Não a que o governo propôs. Na comissão, a aprovação foi por maioria simples. Daqui para frente, tudo muda em favor da crítica. A Constituição determina o quórum qualificado de 308 votos, então é muito provável que outras aberrações da reforma sejam corrigidas. Acho improvável a tributária.

O governo apresenta dificuldades, mas o Congresso está funcionando. Quais seriam as razões?

O poder real não está na Presidência, mas no setor financeiro. O que o setor quiser, tem mais potencial de passar no Congresso. Pouco importam as habilidades, grossuras e incapacidades do governo. Paulo Guedes é um enclave do setor financeiro nas instituições brasileiras. A reforma tributária que poderia fazer alguma coisa pelo Brasil aponta para cima, para os ricos, com tributos sobre heranças mais progressivos e sobre lucros e dividendos. Aí o baronato não quer, então não vai aprovar.

Na eleição, não ficou claro que Paulo Guedes representava o pensamento liberal?

Não, ninguém sabe quem é o Guedes. O que foi eleito foi o antipetismo, mais claro de ser entendido. Essa é a grande fragilidade do Bolsonaro. Ele está fidelizando um núcleo duro, que são obscurantistas, xenófobos, misóginos, um movimento internacional que se replica no Brasil.

O senhor identifica a polarização política no país?

Ela está aí, fortíssima. Nosso esforço é trocar o ambiente da discussão. Por exemplo, acharam 39 quilos de cocaína no avião da FAB. No dia seguinte, o PT e essa máquina de propaganda responsabilizam o Bolsonaro. Aí, a turma do presidente passa a dizer que o cara já andava em avião com a Dilma (Rousseff). Não é essa a questão. Bolsonaro não pode ser imediatamente responsabilizado. Do outro lado, dizer que o camarada já andava em avião no tempo da Dilma, além de ser mentira, o que é que tem a ver? A responsabilidade lá na frente é achar um caminho para um ambiente que quebre esse pêndulo.

O senhor defende uma frente progressista para o país?

Isso não é útil para o Brasil, porque tudo o que se falou de frente, da redemocratização para cá, significa hegemonia de populistas, de personalistas, do PT. Se fosse ao redor de um projeto, tudo bem, mas qual projeto? Não tem. É um projeto de poder pelo poder, de concessões das mais variadas por uma pseudoética de que, pela revolução, pode fazer qualquer merda. Daí, a turma do PT relativiza tudo, como se Palocci não fosse réu confesso, como se fosse um pecadilho colocar (Michel) Temer na linha de sucessão ou depois, do impeachment, que chamamos de golpe, se associar ao presidente do Senado (à época, Renan Calheiros), que praticou o golpe, nas eleições de 2018. Como se fosse normal colocar como coordenador da campanha do (Fernando) Haddad o ex-presidente da Petrobras Sergio Gabrieli. Como assim? Não aprenderam nada?

No Congresso, fala-se que está difícil de fazer oposição. O senhor concorda?

Nós, do PDT, estamos nadando de braçada, porque escolhemos o caminho correto. Assumimos que fomos derrotados. Não quisemos transformar a luta no Congresso em terceiro turno da eleição. Compreendemos nosso papel, que era atrair Bolsonaro para o jogo democrático. Ele está cumprindo rigorosamente os prazos de tramitação pactuados conosco da reforma da Previdência. Por exemplo, caiu a capitalização, estamos no bastidor disso. Estamos atenuando danos.

O senhor afirma que será candidato em 2022?

O partido está dizendo que sim. Topo e vou com entusiasmo, para quebrar ou ser quebrado. Mas gostaria de ficar quieto.

Como o senhor vê esse movimento em torno do ministro Sergio Moro?

Você pergunta a qualquer brasileiro: como um juiz deve se comportar numa partida de futebol? Deve visitar o vestiário de um time e mandar um jogador se jogar para marcar um pênalti? A resposta é que destrói o futebol. Mas aí inventaram isso de herói, que não existe. Para mim, Moro é um politiqueiro de quinta categoria. Sempre foi. Lula não é inocente. Agora, o processo do triplex, juridicamente, é fraco. Com esse conjunto de suspeição, o processo é nulo. Não é que Lula fique absolvido. Volta à estaca zero. A denúncia é fraca e a sentença é pior.

Mas Sergio Moro é considerado um herói por boa parte da opinião pública.

Moro é um herói com pé de barro, em processo de desmoronamento. Ele condena um político, depois sai da magistratura para ser ministro do político que ganhou a eleição, porque o outro não participou. Isso faz do Brasil uma República de bananas. Sergio Moro é um canalha, não é nada mais, nada menos do que isso. E um dia as pessoas vão ver.

Quando acabou a eleição muita gente temia que a democracia estaria em risco. E agora?

Nunca temi. Terrorismo mentiroso do PT. Risco à democracia zero.

E os ataques ao Supremo Tribunal Federal?

São ataques do populacho. O que está errado é o comportamento de certas figuras do Supremo. O ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo, não pode tomar café da manhã com os poderes políticos e assinar um pacto, porque esse pacto poderá ser contestado na esfera final do Estado de direito democrático, que é o Supremo.

O senhor se arrepende de algo na eleição passada?

Não. Estava numa encruzilhada, já percebia que o antipetismo era muito forte, mas não tinha percebido que era a força dominante. Normalmente, as pessoas votam pelo positivo. O cara que esculhamba não é quem ganha normalmente. Desta vez, o povo votou para negar. Me surpreendeu. Esse babaca desse (Augusto) Heleno, que pensei que seria uma figura diferente, é um merda também. Imagina um quilo de cocaína no avião do presidente e não cai nem o chefe do (Gabinete de Segurança Institucional) GSI? No meu governo, o ministro estaria demitido na hora.

***

As entrevistas:

Seis meses após o início do governo Bolsonaro, GaúchaZH começou na segunda-feira (8) série de entrevistas com candidatos à Presidência em 2018.

Segunda-feira (8) – Alvaro Dias (Podemos)
Terça-feira (9) – Ciro Gomes (PDT)
Quarta (10) – Fernando Haddad (PT)
Quinta (11) – Geraldo Alckmin (PSDB)
Sexta (12) – Guilherme Boulos (PSOL)
15/7 – Henrique Meirelles (MDB)
16/7 – João Amoêdo (Novo)
17/7 – Marina Silva (rede)
GaúchaZH tentou e não conseguiu contato com Cabo Daciolo.

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Comentários

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Dulce Cabral

09/07/2019 - 22h18

Um dia as pessoas vão ver? Cara, nós estamos vendo há muito tempo! Agora é só a confirmação do que nós já sabíamos!
Até parece que descobriste a pólvora, homem!

Paulo

09/07/2019 - 18h11

“O poder real não está na Presidência, mas no setor financeiro. O que o setor quiser, tem mais potencial de passar no Congresso. Pouco importam as habilidades, grossuras e incapacidades do governo. Paulo Guedes é um enclave do setor financeiro nas instituições brasileiras” : Fato!

Justiceiro

09/07/2019 - 16h58

Na época da eleição, eu dizia que quem quisesse disputar com Bolsonaro deveria bater no presidiário.

Chuchu não quis e ficou em mísero 4º lugar. O coronel também ficou em cima do muro e levou fumo.

Depois ele(Ciro) desandou a falar mal de Lula. Mas agora, querendo malhar Sérgio Moro, escolheu o caminho do ostracismo.

Terá só o voto do Miguel e olhe lá.

Sandro Batista De Sa Batista De Sa

09/07/2019 - 16h03

A esquerdalha já morreu esqueçam

Roger

09/07/2019 - 15h01

Cara burro, se o intuito é concorrer a 2022, esse trouxa nem precisa gastar dinheiro. Como sempre, com sua diarréia verbal, ele conseguiu desagradar e aumentar sua rejeição entre os petistas, por considerar Lula desonesto e dos que apoiam Sérgio Moro e a Lava Jato. É um otário.

    Wenceslau

    09/07/2019 - 15h29

    Sua análise é perfeita.
    Vai acabar odiado pelos dois lados , como o MBL , a Globo e a Veja.

    Alan C

    09/07/2019 - 15h32

    Ciro tem rejeição entre os petistas, logo Ciro está no caminho certo.

    Miramar

    09/07/2019 - 17h28

    Sei que para a esquerda petista isso parece um absurdo, mas vencer é o objetivo, não a prioridade. Se eu acreditasse que fosse minimamente aceitável uma aliança eleitoral com os petistas, eu não votava no Ciro, votava no PT. Não sou puritano em relação a essas questões, mas alianças com petistas é injustificável. Outra coisa bem diferente é pedir votos para pessoas de diferentes ideologias.

    Não estamos interessados na unidade da esquerda, estamos interessados na implementação de um projeto nacional de desenvolvimento.

    Quanto a questão da Arena, me sinto contemplado pela resposta do Alan C.

    Em relação a suposta burrice de se criticar o Lula, o Bolsonaro e o Moro, lamento, mas a democracia pressupõe esse direito. Aliás a candidatura de Ciro se dirige exatamente as pessoas que tem esse jeito de pensar. Inclusive as últimas pesquisas são explícitas quanto ao fato de que a maioria da população ser contra a conduta inadequada de Moro e ao mesmo tempo (diferente de mim) ser a favor da prisão de Lula.
    Me pergunto quantos dos críticos do Ciro conhecem de fato suas ideias. Mas sei que muitos dos que o criticam não tem tempo para ler pois estão muito ocupados fazendo seu trabalho de base. Pena que a maior parte da população está dando uma banana pra isso.

Ricardo

09/07/2019 - 14h50

Ciro cai fora, fica neutro..pq pt vai perder e moro vai ganhar essa parada!!

Alan C

09/07/2019 - 14h05

É um conje canalha kk

Miramar

09/07/2019 - 13h35

Quem diz que o Ciro foi da Arena é desonesto, burro ou as duas coisas?
Ah, e o Ciro nunca zombou do Lula, zombou dos babacas petistas, o que é parecido mas não é igual.
Quanto a governar sem PT e PMDB, até o Bolsonaro, que não tem projeto de pais, consegue.
Não sou eleitor do Ciro para ver a gentinha do PT no seu palanque, muito menos no seu ministério.

    Marcio

    09/07/2019 - 13h45

    Projeto de País…Kkkkk

    Um mínimo de seriedade por favor.

    Wenceslau

    09/07/2019 - 14h49

    Ciro foi do PDS que era o Arena ué.
    Você pode brigar com a verdade mas isso não vai mudar.
    E você é ingênuo se acha que Ciro pode derrotar sozinho duas forças políticas muito maiores( PT e Bolsonaro) .
    Se Ciro chegar ao segundo turno vai procurar o PT , vai oferecer cargos , vai procurar o PMDB e até seu ex partido PSDB e você vai votar nele mesmo assim.
    Ninguém governa sem alianças no Brasil , o PT e o PSL são os maiores partidos e não tem 10% da câmara.
    Aliás até torço por isso , só para rir da hipocrisia de vocês.
    A pesquisa do PSDB que mostra Ciro e Lula empatados em segundo mostra que isso pode acontecer , Ciro teria chance de vencer mas só com os votos do Lula se somando aos dele , no desejo de vencer você acha que ele não iria bajular o eleitorado petista?
    Eu voto no diabo para derrotar Bolsonaro mas tem muita gente na esquerda brava com o Ciro , votos que ele vai precisar.
    PT e Bolsonaro tiveram quase 80% dos votos no primeiro turno , Ciro teve 12% , você acha que ele sozinho tem chance contra essas duas forças?

    Luis Campinas

    09/07/2019 - 15h06

    No contexto nem acho que ele ter sido do PDS/ARENA seja importante, mas a bem da vdd, ele foi e disse ter sido. Quanto a Bolsonaro governar sem base, não é vdd. Tem mais da metade do MDB, tem qiase tudo dos partidos de direita. Ademais, quem dá sustentação a ele são os rentistas. Essa é a diferença hj entre governos progressistas ou de direita. No caso da direita, a banca se encarrega de fz a.maioria.

      Wenceslau

      09/07/2019 - 15h26

      Bolsonaro tem base porque fez alianças , assim como o PT fazia.
      Esse é justamente o ponto.
      Tem eleitor do Ciro que acha que o PDT poderia governar sozinho , mesmo que uma vitória de Ciro levantasse a votação do partido eles não chegariam a 50 deputados.

Wenceslau

09/07/2019 - 13h12

Quem zomba de um inocente condenado injustamente por um canalha é o que?.
Vou repetir algo que faz o Miguel arrancar os cabelos de raiva.
Pelo menos meu candidato nunca foi do ARENA!!
Se Ciro não quer aliança com o PT nem com o PMDB vai governar com quem se ganhar?
Com a REDE e o PSB?
O governo teria 20 deputados na câmara hahaha.
Acho que Ciro nunca parou pra pensar nisso pois não espera ganhar.
Fora isso Ciro é o mesmo de sempre , palavrões , ressentimento e o ego do tamanho do mundo.

    Alan C

    09/07/2019 - 14h02

    Ciro tb nunca foi da Arena, não é contando mentirinha que o PT vai se livrar do carimbo que tem no meio da testa.

      Wenceslau

      09/07/2019 - 14h31

      Ciro foi do PDS que era o ARENA depois de mudar de nome.
      Depois virou o PFL e depois o DEM.
      Não é mentira nenhuma.
      É o mesmo partido.

        Alan C

        09/07/2019 - 14h57

        Conte a história verdadeira, deixe as fake news pra bozolândia, rs.

        A ARENA acabou em 1979, Ciro entrou pra política em 1982…

        O PDS era o único partido em Sobral e ele já era um líder estudantil, vc queria que ele iniciasse carreira política por onde??

        Além do mais, em 1979, ano que a ARENA acabou, ele concorreu à vice-presidência da UNE exatamente por esta ser uma instituição mais à esquerda.

        Outra coisa, o PDS não virou PFL, alguns integrantes do PDS sairam e criaram o PFL.

        Se for seguir seu raciocínio eu posso dizer que a Dilma é terrorista por ter participado da resistência armada, logo o PT é um partido terrorista, estaria correto??

        Restabelecida a verdade dos fatos.

          Wenceslau

          09/07/2019 - 15h43

          Luta armada contra ditadura é terrorismo pra você?
          E Dilma foi do PDT antes hahaha , você parece esquecer isso.
          E isso de dizer que era o único partido , se Ciro fosse democrata esperaria mais para entrar na política ao invés de entrar num partido que sustentava uma ditadura.
          Inclusive , pelo que sei , o pai de Ciro era membro do ARENA também.
          Foi só uma provocação , se Ciro caminhou para a esquerda durante sua trajetória , ponto pra ele.
          Melhor do que Lula que veio da extrema-esquerda em direção ao centro , mesmo centro que o traiu.
          O problema é que Ciro parece caminhar para a direita de novo , espero estar errado
          Minha rusga com Ciro não é por ele atacar o PT é por ele se aproximar da direita..

      Francisco

      09/07/2019 - 15h02

      Fala sério!
      Quer dizer que PDS não era ARENA, tanto quanto, Palmeiras não era Palestra Itália?
      Vá se informar qual é de fato o partido dos Gomes até hoje e aproveita para saber por que ARENA virou PDS e MDB virou, sagazmente, PMDB, obrigatoriamente, por decisão da Ditadura, através de seu partido, a ARENA.
      Depois você volta para dizer quem anda contando mentirinhas, por cinismo ou ignorância histórica.

        Alan C

        09/07/2019 - 15h48

        Ah sim, Ciro foi da Regência Trina tb, sabia??… rsrsrsrsrsrs

Marcio

09/07/2019 - 12h36

E a Tabatinha…vai votar para a Reforma da Previdència…? Rsrs

    Wenceslau

    09/07/2019 - 13h17

    Claro Marcio , ela , o Ciro , o Miguel , são todos de direita.
    Só que eles não tem coragem de assumir.
    Prefiro pessoas como você que pelo menos não tem vergonha de sua posição política.

      Marcio

      09/07/2019 - 13h19

      Tenho mesmo não, nunca votei para ninguém.

      Miramar

      09/07/2019 - 13h43

      Wenceslau
      Seja honesto e assista uma palestra do Ciro sobre o tema antes de mentir.

      Marcio

      09/07/2019 - 13h44

      Vai ser expulsa do Partido então…

    Alan C

    09/07/2019 - 14h09

    Não só ela como os demais 512 deputados.

    Situe-se! rs

      Marcio

      09/07/2019 - 15h34

      Kkkk

Marcio

09/07/2019 - 12h29

Fanfarrào puro.

    Alan C

    09/07/2019 - 15h49

    Kkkk

Marcio

09/07/2019 - 12h28

“GaúchaZH tentou e não conseguiu contato com Cabo Daciolo.” Kkkkkkk


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