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Banco Central americano corta juros pensando no “emprego máximo”

Por Redação

31 de julho de 2019 : 16h16

Examinem a nota abaixo do FED, o banco central americano, justificando a queda no juro básico em 0,25% para a faixa de 2,00 a 2,25%.

O principal argumento da decisão do FED, presente na primeira frase, é com o “mercado de trabalho (labor market)”, o qual, diz o texto, “permanece forte”; o segundo argumento é o crescimento da atividade aconômica.

A segunda frase do texto menciona, ainda como justificativa para a queda nos juros, que a “taxa do desemprego permanece baixa”.

Enquanto isso, aqui no Brasil, o presidente do Itaú, ao apresentar o balanço financeiro do banco, que registrou lucro de R$ 7 bilhões no segundo trimestre de 2019, afirma que o desemprego é positivo porque permite o crescimento sem inflação, e que o cenário macroeconômico é o melhor que já viu em sua carreira.

O texto do FED lembra, no início do segundo parágrafo, que os fundamentos de suas decisões são baseados na busca do “máximo emprego” e da estabilidade dos preços.

A questão do emprego é mencionada diversas vezes na nota do FED.

***

No Federal Reserve (Fed)

Federal Reserve issues FOMC statement
For release at 2:00 p.m. EDT

Information received since the Federal Open Market Committee met in June indicates that the labor market remains strong and that economic activity has been rising at a moderate rate. Job gains have been solid, on average, in recent months, and the unemployment rate has remained low. Although growth of household spending has picked up from earlier in the year, growth of business fixed investment has been soft. On a 12-month basis, overall inflation and inflation for items other than food and energy are running below 2 percent. Market-based measures of inflation compensation remain low; survey-based measures of longer-term inflation expectations are little changed.

Consistent with its statutory mandate, the Committee seeks to foster maximum employment and price stability. In light of the implications of global developments for the economic outlook as well as muted inflation pressures, the Committee decided to lower the target range for the federal funds rate to 2 to 2-1/4 percent. This action supports the Committee’s view that sustained expansion of economic activity, strong labor market conditions, and inflation near the Committee’s symmetric 2 percent objective are the most likely outcomes, but uncertainties about this outlook remain. As the Committee contemplates the future path of the target range for the federal funds rate, it will continue to monitor the implications of incoming information for the economic outlook and will act as appropriate to sustain the expansion, with a strong labor market and inflation near its symmetric 2 percent objective.

In determining the timing and size of future adjustments to the target range for the federal funds rate, the Committee will assess realized and expected economic conditions relative to its maximum employment objective and its symmetric 2 percent inflation objective. This assessment will take into account a wide range of information, including measures of labor market conditions, indicators of inflation pressures and inflation expectations, and readings on financial and international developments.

The Committee will conclude the reduction of its aggregate securities holdings in the System Open Market Account in August, two months earlier than previously indicated.

Voting for the monetary policy action were Jerome H. Powell, Chair; John C. Williams, Vice Chair; Michelle W. Bowman; Lael Brainard; James Bullard; Richard H. Clarida; Charles L. Evans; and Randal K. Quarles. Voting against the action were Esther L. George and Eric S. Rosengren, who preferred at this meeting to maintain the target range for the federal funds rate at 2-1/4 to 2-1/2 percent.

Implementation Note issued July 31, 2019

Last Update: July 31, 2019

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1 comentário

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LYNDON LAROUCHE

31 de julho de 2019 às 17h12

Redação bobinha, o corte de juros do FED é para evitar uma possivel desaceleração economica e outra quebra dos bancos especulativos como em 2007. o brasil durante o lulismo alimentou a especulação e ainda assim a bolha estourou.

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