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Foto: Thinkstock.

Pesquisa do DIEESE indica alta no valor da cesta básica em 13 de 17 capitais

Por Redação

07 de setembro de 2020 : 14h03

Pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) indica que os preços do conjunto de alimentos básicos necessários para as refeições de uma pessoa adulta (uma “cesta básica”) aumentaram em 13 de 17 capitais pesquisadas.

São dados coletados no mês de agosto.

Só em 2020, o preço do conjunto de alimentos da cesta básica aumentou 6,60% na capital de São Paulo. Em 12 meses, a valorização foi de 12,15%.

O valor do óleo de soja apresentou altas em todas as capitais.

As capitais de maior alta para o óleo de soja foram Campo Grande (31,85%), Aracaju (26,47%), Rio de Janeiro (22,39%) e Porto Alegre (21,15%).

A demanda (tanto internacional quanto nacional) pelo óleo de soja seria a responsável, segundo o DIEESE, pelas cotações elevadas.

Em 16 capitais das 17, o leite integral aumentou de preço também. Apenas em Vitória o valor seguiu estável.

A pesquisa levanta que a baixa disponibilidade de leite no campo, a competição por matéria-prima e a necessidade de refazer estoques desencadearam a alta do leite.

O preço médio do arroz agulhinha registrou alta em 15 capitais também. Os recordes são de Porto Alegre (17,91%), Campo Grande (13,61%) e Goiânia (10,56%).

O valor do pão francês aumentou em 13 cidades. A menor variação foi em São Paulo, de 0,23%, e a mais alta em Salvador, com 9,78%. Duas quedas foram em Florianópolis (-0,86%) e Curitiba (-1,41%).

Já a carne bovina subiu de preço em 12 cidades. A menor alta foi em Aracaju (0,59%) e a maior em Campo Grande (8,89%). As outras 5 registraram estabilidade ou queda.

Apesar disso, os preços do feijão e da batata tiveram quedas.

O feijão “carioquinha”, pesquisado no Norte, Nordeste, Centro-Oeste, em Belo Horizonte e em São Paulo, caiu de preço em 14 capitais. Entre Campo Grande e Brasília, a variação foi de, respectivametne, -25,53% e -1,47%.

O feijão preto, pesquisado nas capitais do sul, em Vitória e no Rio de Janeiro, subiu em Porto Alegre (5%), Curitiba (3,27%) e no Rio (3,27%). Vitória e Florianópolis tiveram quedas (-1,41% e -1,96%).

A pesquisa indica que a baixa demanda pelo grão carioca, acompanhando a baixa oferta, derruba os preços.

Já para o preto, o preço teria aumentado devido ao câmbio.

A batata, pesquisada no Centro-Sul, teve custo reduzido em todas as cidades, com oscilações entre -0,52% em Vitória e -27,35% em Curitiba.

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1 comentário

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Adevir

07 de setembro de 2020 às 23h58

O dinheiro largado a rodo pelo governo já está dando resultados. Inflação vindo aí. A Escola Austríaca de economia nunca erra!

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