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Eleições 2020: Por falta de interessados, PT não definiu o vice na chapa de Jilmar Tatto

Por Redação

11 de setembro de 2020 : 11h31

Em clima de isolamento, o Partido dos Trabalhadores (PT) tenta emplacar a candidatura de Jilmar Tatto em São Paulo.

Além da desconfiança interna, o temor do pior desempenho desde 1985 e a perda de apoio de figuras historicamente ligadas ao partido como André Singer, Chico Buarque, Frei Betto, Leonardo Boff e Celso Amorim, que declararam publicamente apoio a Guilherme Boulos (PSOL), o núcleo petista vive um outro drama: encontrar um nome que esteja interessado para ocupar a vice na chapa de Tatto.

O partido chegou a dialogar com algumas figuras como Eduardo Suplicy e Ana Estela Haddad, ambos descartaram a empreitada.

Ao O Globo, o presidente da sigla em São Paulo, Laércio Ribeiro, reconheceu que o isolamento é o principal motivo das dificuldades que o partido enfrenta para encontrar um aliado.

“Sempre tivemos coligação e essa escolha coube ao aliado. Como não temos agora, é preciso buscar uma solução interna com a preocupação de não criar nenhum tipo de melindre”

Apesar das dificuldades, os petistas ainda correm contra o tempo para definir o vice antes da convenção deste sábado, 12.

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7 comentários

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NEI BASTOS

12 de setembro de 2020 às 07h05

Creio se o contrário está pistolas é ruim aos planos da mídia olhar pelos vistas do PT e dos petistas. Não há dificuldade em escolher a vice ou o vice. Ocorre que deve ser uma escolha abrangente e criteriosa. Um nome que traga o DNA petista e permeia a resistência social paulistana. Seja para provoca-la na sua camada branca conservadora, seja pra representa-la na sua classe pequena classe negra misturada a elite intelectualizada. Certamente esta ou este vice tera o legitimo , necessario e legado da congruência da perde dia negra ,branca ,pobre,perseguida na sua juventude, marginalizada em seus anseis. Nao e que o PT tem dificuldades o problema e que neste perfil o PT tem muita gente boa.E isso dificulta a escolha. Mesmo pra elite partidária e difícil aceitar que o Jilmar é um pé de barro , híbrido na verdade, trara consigo, obrigatoria e indubitavelmente, alguem que alce o poder a legítima perde dia trabalhadora da cidade como um sinal claro de novos tempos se apresentam dentro do partido e na sociedade. Isso se as elites não se juntarem para um novo golpe. Oque aparentemente está acontecendo ao se juntarem a candidatura do psol. Um Robem wudi contemporâneo.

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Sebastião

12 de setembro de 2020 às 01h16

Se Tatoo não for bem, Lula se mostrará sem forças de puxador de votos – caso o apoie, o que será péssimo pra imagem dele. O PT provavelmente vai lançar esta candidatura sem empenho dos caciques paulistas, pra dar a desculpa que a FALTA DE APOIO DELES OU O NÃO MERGULHOS DELES, foi o responsável pela derrota de Tatoo. Que ficará feio pra Lula entrar na campanha, medir forças com Bolsonaro e não obtiver êxito. Mas em política tudo é possível, e se Tatoo for a zebra ou quem sabe, Marta decida ser vice?

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O Demolidor

11 de setembro de 2020 às 22h30

O Cafezinho parece O Antagonista…….

Orlando também não tem vice definido…..mas parece que o Solidariedade do Paulinho da Farsa vai apoiar a quinta coluna……..e Aldo Rebelo sera a ponte do Bolsonarismo com os “Socialistas”….já que o partido “progressista” faz parte da base do governo da familicia…..inclusive ate expulsaram a Martraíra do partido que tinha bons índices na periferia.

Chega a dar vergonha esse anti-petismo desonesto……digno de Sergio Moro…

Espero que censurem novamente…

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Monza 87

11 de setembro de 2020 às 13h33

Chama algum bozo desses aí que tá tudo certo talkey? kkk

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    Germano

    12 de setembro de 2020 às 06h56

    Pois é…usar o nome de Bolsonaro hoje nas eleições elege até o Boulos.

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José de Souza

11 de setembro de 2020 às 12h51

O PT se tornou um partidos de “comissários do povo”, que criam para si os seus feudos internos para dominar a máquina partidária. A família Tatto é exemplo disso. Com o abandono da organização por núcleos, ficou fácil esse tipo de liderança se criar. Há quem diga que isso é fruto da forma como Zé Dirceu construiu a hegemonia interna da sua corrente política. Pode ser. O PSOL agradece

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Hilux12

11 de setembro de 2020 às 11h38

Justamente ninguem quer passar vergonha de graça…kkkkkkkkkkkk

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