Live do Cafezinho: balanço dos partidos de esquerda

Para não criar imposto, Maia defende flexibilizar emprego

Por Redação

10 de outubro de 2020 : 09h19

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu uma flexibilização do emprego para que não seja necessário a criação de um novo imposto e compensar a desoneração dos empregadores.

Para isso, Maia defendeu um regime que seja mais flexível que a CLT como a carteira Verde e Amarela, proposto pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, que foi aprovada na Câmara, mas engavetada no Senado.

“Tem uma outra alternativa, que o ministro Paulo Guedes falou outro dia, que seria a criação de um novo modelo, a carteira verde e amarela, como ele chama, que seria um modelo com regras diferentes e custos trabalhistas diferentes da CLT para as pessoas que estão fora do mercado de trabalho, e que isso poderia gerar também uma formalização de mão-de-obra, uma criação de empregos em outra regra”

A declaração foi dada em uma live promovida pelo Antagonista e que acabou sendo encerrada pelo próprio Maia após o procurador Hélio Telio ter feito uma pergunta com tom crítico ao parlamentar. Antes de encerrar sua participação, Maia afirmou que o procurador foi grosseiro.

Assista a entrevista completa!

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6 comentários

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Alan C

10 de outubro de 2020 às 19h49

Os príncipes da direita mofada.

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Paulo

10 de outubro de 2020 às 12h25

O Botafogo é um assombro. Como pode um presidente da Câmara propor tanta bobagem? Claramente há um clima contencioso entre políticos, de um lado, e procuradores e juízes, de outro, que só se acirra. Os políticos não querem ser responsabilizados por seus malfeitos, está claro. Não aceitam mais os “excessos”, como serem presos, por exemplo, e se acham acima das leis. O desmonte da Lava-Jato é só o começo. A população assiste a tudo estarrecida mas impávida, sendo que os bolsonarescos não percebem a associação entre o mitômano e o Centrão e o custo que isso terá para o combate à impunidade, no Brasil (ou estão em negação permanente do papel de traidor daquele em quem confiaram). De outra parte, as esquerdas se unem a Bolsonaro e ao Centrão, com o mesmo intuito. É profundamente lamentável!!!

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Alexandre Neres

10 de outubro de 2020 às 11h53

*precariado. É a uberização do Brasil que está sendo levada a cabo por Guedes e Maia, os dois maiores expoentes no Brasil do ultraneoliberalismo. Como diria o Pedro Breier, é o monstro de duas cabeças destruindo e devorando tudo a sua volta.

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Alexandre Neres

10 de outubro de 2020 às 11h48

É isso mesmo. Maia está certíssimo. Como representante-mor dos farialimers, disse que bastava tirar a Dilma que tudo iria se ajeitar. O dólar iria cair, com a aprovação da reforma trabalhista o desemprego iria acabar, com a reforma da previdência o país entraria nos eixos.

Em um país sem impostos sobre grandes fortunas, com impostos sobre herança baixíssimos, em que jatos e iates não pagam IPVA, em que graças a FHC é um dos dois países no mundo que não se taxa lucros e dividendos, extremamente regressivo no qual as altas rendas são pouco taxadas e no consumo arranca-se o couro do pobre, em que militares, congressistas, magistrados e procuradores ganham os tubos, nada mais natural que o restante, a massa ignara, se transforme num grande precárias.

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Ronei Silveira

10 de outubro de 2020 às 09h28

Eu pagaria para ser o pai do Nhonho por 2-3 minutos….

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    sr madruga

    11 de outubro de 2020 às 16h12

    O Nhonho e o sr. Barriga eram a mesma pessoa!!

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