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Imagem: Divulgação

MP do Paraná denuncia bolsonarista que assassinou tesoureiro do PT

Por Redação

20 de julho de 2022 : 18h14

O Ministério Público do Paraná apresentou denúncia contra o policial penal Jorge José da Rocha Guaranho, apoiador de Jair Bolsonaro, por homicídio duplamente qualificado pelo assassinato do tesoureiro do PT Marcelo Arruda, em Foz do Iguaçu (PR).

Os promotores do Gaeco, Luiz Marcelo Mafra e Tiago Lisboa Mendonça, detalharam os pontos que sustentam a acusação.

“O MP busca agora a condenação do acusado no máximo rigor da lei, nos exatos termos em que foi elaborada a denúncia”, declarou Mendonça. O órgão também aponta a existência de cinco laudos incompletos na investigação.

Esses laudos dizem respeito ao confronto balístico, análise de imagens de câmeras que registraram o crime, análise do celular e carro do bolsonarista e as circunstâncias do assassinato de Arruda.

Mas, o Instituto Médico Legal (IML) paranaense comunicou ao MP que os laudos serão entregues no prazo de dez dias. Com isso, Mendonça alertou sobre a urgência no oferecimento da peça acusatória para evitar a soltura de Guaranho.

“Seria um constrangimento ilegal por parte de nós, promotores de Justiça”, disse.

Por sua vez, o procurador Mafra detalhou as ações do bolsonarista no momento do crime. “Guaranho deu origem ao evento macabro ao chegar na festa de Marcelo Arruda, abrindo a janela de seu veículo, tocando música em alusão a Bolsonaro e gritando coisas como “Lula lixo”.

Foi neste momento que Arruda se dirigiu a Guaranho para pedir ao mesmo que se retirasse. De forma imediata, o bolsonarista sacou a arma e a esposa do petista pediu calma e disse que havia um recém nascido dentro do veículo.

Guaranho recuou naquele momento, mas disse que “voltaria e acabaria com todos”. Minutos depois, o bolsonarista voltou aos gritos de “aqui é Bolsonaro” e “petista vai morrer tudo”. Foi a partir daí que ele começou a atirar.

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5 comentários

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Batista

21 de julho de 2022 às 12h42

Confessa!
Já viste a cena dos comentários do post.

O VAR mostra vídeo com a bola ultrapassando meio metro a linha divisória do gol e o torcedor fanático esgoela que não ultrapassou, que o ângulo refletido no raio ultravioleta e patati, patatá, é pau, é pedra, parece pedra, é algo, é objeto, é o fim do caminho…, até que sozinho ou em companhia de fanáticos iguais, resta esgoelar-se pra si e demais parças de mediocridade, como no caso em questão.

Anda cada dia mais feia a coisa.
Imagine a sanidade dessa gente armada ‘por deus’, após o próximo Datafolha mostrar Bolzebu 18 a 20 pontos atrás, a dois meses da eleição?

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Luan

20 de julho de 2022 às 21h19

Após as provocações verbais o sujeito saiu do local atirando algo contra o carro onde havia a mulher e a filha recém nascida do tal de Bolsonarista…mas se vocês querem que a gente não acredite nas imagens a gente obedeçe, é só avisar antes…

Foi embora para não por a mulher e a filha em risco e voltou sozinho para trocar tiro com o fã do lavador de dinheiro público.

Dois idiotas.

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Luan

20 de julho de 2022 às 20h43

Era claro que a política não tinha nada a ver, os dois nem se conheciam.

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Partagas

20 de julho de 2022 às 18h56

“Foi neste momento que Arruda se dirigiu a Guaranho para pedir ao mesmo que se retirasse”…isso nao aconteceu em momento algum, é uma mentira.

O tal de petista nao pediu nada para ninguem, saiu do local atirando algo contra o carro do outro onde tinham a filha recem nascida e a esposa.

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Valeriana

20 de julho de 2022 às 18h37

Conforme foi dito aqui varias vezes foi motivo futil = ignorancia e violencia.

Na narraçào omitiram voluntariamente a parte na qual o tal Arruda sai do local apos as provocaçeos e passa das palavras a violencia de fato tacando um objeto que parece uma pedra contra o carro do outro idiota onde tinham a mulher e o filho dele…?

Foi nesse momento que o Guaranho sacou a arma (sem atirar por falta de balas provavelmente) para que o outro sujeito recuasse…o que aconteceu de pois a gente sabe.

“Malandro demais vira bixo” e ignorancia demais vira caixao….um teve a sorte de estar vivo o outro nao.

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