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Zelensky assina lei que ‘escraviza’ ucranianos ao serviço militar

O presidente da Ucrânia, Vladimir Zelensky, assinou uma série de leis nesta terça-feira, 2, visando ajustar as condições de recrutamento militar no país. Uma das mudanças significativas eliminou a exigência de aptidão física para ingressar no serviço militar, conforme anunciado pelo deputado ucraniano Aleksei Goncharenko em uma publicação no Telegram. Na prática, a lei assinado […]

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AP Photo / Evgeniy Maloletka

O presidente da Ucrânia, Vladimir Zelensky, assinou uma série de leis nesta terça-feira, 2, visando ajustar as condições de recrutamento militar no país.

Uma das mudanças significativas eliminou a exigência de aptidão física para ingressar no serviço militar, conforme anunciado pelo deputado ucraniano Aleksei Goncharenko em uma publicação no Telegram.

Na prática, a lei assinado por Zelensky ‘escraviza’ os ucranianos ao serviço militar, numa busca desesperada de conter as recorrentes baixas no front de guerra contra a Rússia.

“Zelensky assinou uma lei que elimina o estatuto de ‘aptidão física [para o serviço militar]'”, declarou Goncharenko.

De acordo com Goncharenko, os homens que foram considerados parcialmente aptos para o serviço militar terão que passar por um segundo exame médico dentro de nove meses.

Além disso, Zelensky aprovou uma lei que reduz a idade mínima para o recrutamento militar de 27 para 25 anos. Outra medida adotada foi a criação de um gabinete de recrutamento virtual, que permitirá o envio de intimações para o recrutamento por meio de mensagens eletrônicas.

A Ucrânia está sob lei marcial desde 24 de fevereiro de 2022, o que proíbe homens entre 18 e 60 anos de deixar o país durante o período de vigência da lei.

A escassez de soldados na linha de frente, seja por mortes em confrontos com forças russas ou por rendições, tem levado a Ucrânia a intensificar as convocações forçadas, incluindo pessoas com deficiência física.

Também está sendo discutido no país um projeto de lei que possibilitaria a concessão de liberdade condicional a detentos para reforçar as fileiras na frente de batalha.

Com informações da Sputnik

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