O Instituto Pasteur do Irã, um dos mais antigos centros médicos do país, foi destruído em um ataque nas últimas horas. O porta-voz do Ministério da Saúde iraniano, Hossein Kermanpour, classificou o ocorrido como violação das Convenções de Genebra e do Direito Internacional Humanitário.
Kermanpour publicou mensagem no X exigindo que a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) condenem a agressão e apoiem a reconstrução do instituto. Ele afirmou que o ataque contra o Instituto Pasteur do Irã é uma afronta aos princípios humanitários.
Fundado em 1920 em colaboração com a rede Pasteur da França, o centro especializava-se no controle de doenças infecciosas e no desenvolvimento de vacinas e produtos biológicos. Especialistas destacam que sua destruição prejudica a capacidade global de resposta a epidemias.
O ataque ocorre em meio a tensões regionais. Em 2026, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que a guerra contra o Irã estava perto do fim e deveria ser concluída em duas ou três semanas. Trump não apresentou plano concreto para cessar-fogo.
As Forças Armadas iranianas responderam com comunicado afirmando que a guerra continuaria enquanto os EUA e Israel não enfrentassem ‘humilhação e rendição final’. A declaração reforça o risco de novos ataques contra infraestruturas civis.
O Instituto Pasteur do Irã tinha papel crucial na cooperação científica internacional. Sua destruição levanta preocupações sobre a segurança de outros centros de pesquisa em zonas de conflito.
Autoridades iranianas não confirmaram a autoria do ataque, mas sugerem ação coordenada por potências estrangeiras. A comunidade internacional mantém silêncio sobre o ocorrido.
A OMS e o CICV ainda não se pronunciaram oficialmente. A ausência de condenação reforça a percepção de impunidade em ataques a alvos civis.
Analistas apontam que o episódio reflete uma estratégia de guerra híbrida, onde a destruição de infraestruturas críticas é usada como ferramenta de pressão política.


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