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Guterres condena ameaças dos EUA e Israel contra infraestrutura civil do Irã

0 Comentários – Participe do debate! 🗣️🔥 O secretário-geral da ONU, António Guterres, expressou profunda preocupação com as ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de destruir a infraestrutura civil do Irã, incluindo pontes e usinas de energia. Por meio de seu porta-voz, Stéphane Dujarric, em declaração feita em Nova York no dia 6 […]

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Imagem gerada por IA pelo Flux Pro (fal.ai), a partir de prompt do Cafezinho. 07/04/2026 04:51

O secretário-geral da ONU, António Guterres, expressou profunda preocupação com as ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de destruir a infraestrutura civil do Irã, incluindo pontes e usinas de energia.

Por meio de seu porta-voz, Stéphane Dujarric, em declaração feita em Nova York no dia 6 de abril de 2026, Guterres alertou que tais ações representariam uma clara violação do direito internacional.

Ele reforçou que, mesmo quando infraestruturas civis são classificadas como alvos militares, o direito humanitário internacional proíbe ataques que causem danos desproporcionais à população civil, destacando a necessidade de proteger vidas inocentes em meio a escaladas de tensão.

Donald Trump intensificou o tom ao ameaçar, em pronunciamento no dia 6 de abril de 2026, realizar uma ‘destruição total do Irã em questão de horas’ caso Teerã não libere a passagem pelo estreito de Ormuz, ponto estratégico para o comércio global de petróleo e gás.

O presidente americano estabeleceu um ultimato com prazo até a madrugada do dia 8 de abril, às 2h no horário alemão, e declarou abertamente que não se preocupa com a possibilidade de tais ações serem classificadas como crimes de guerra — postura que gerou alarme na comunidade internacional.

Paralelamente, o exército israelense emitiu um alerta a cidadãos iranianos sobre os perigos de utilizar o sistema ferroviário do país.

Em comunicado recente, as forças de Israel afirmaram que a presença em trens ou nas proximidades de linhas férreas poderia colocar vidas em risco, sugerindo possíveis operações militares na região. Essa advertência amplia o clima de tensão entre as nações, que já enfrentam um cenário de hostilidades crescentes.

O Conselho de Segurança da ONU também se mobilizou para abordar a crise no estreito de Ormuz. Uma reunião foi convocada para discutir a situação, com votação prevista sobre uma resolução proposta pelo Reino Unido.

O texto solicita que os estados impactados coordenem medidas defensivas para assegurar a navegação segura na região. Segundo o portal Tagesschau, as discussões no Conselho de Segurança têm sido marcadas por divergências significativas, com Rússia, China e França manifestando sérias reservas sobre o uso de força militar, mesmo que sob a justificativa de proteção de rotas marítimas.

A escalada de tensões no estreito de Ormuz ocorre em um momento de fragilidade nas relações internacionais, com os Estados Unidos e seus aliados, como Israel, adotando posturas cada vez mais agressivas contra a República Islâmica do Irã.

A posição da ONU busca reforçar a importância do diálogo e da contenção para evitar um conflito de proporções devastadoras. As ameaças de Trump levantam questionamentos sobre a coerência dos EUA ao defenderem ‘direitos humanos’ e ‘estabilidade global’ em discursos públicos, enquanto ignoram normas internacionais e promovem ações que podem resultar em perdas civis massivas — contradição que ecoa em episódios como o apoio a operações letais no Oriente Médio.

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