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Mulheres cubanas denunciam bloqueio dos EUA em ato no dia 7 de abril

A Federação de Mulheres Cubanas (FMC) realizou um ato público no parque Mariana Grajales, em Havana, no dia 7 de abril de 2026, para protestar contra o bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos a Cuba. O evento também marcou uma homenagem ao 96º aniversário de Vilma Espín, fundadora da organização e figura histórica da Revolução […]

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Imagem gerada por IA pelo Flux Pro (fal.ai), a partir de prompt do Cafezinho. 07/04/2026 20:21

A Federação de Mulheres Cubanas (FMC) realizou um ato público no parque Mariana Grajales, em Havana, no dia 7 de abril de 2026, para protestar contra o bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos a Cuba.

O evento também marcou uma homenagem ao 96º aniversário de Vilma Espín, fundadora da organização e figura histórica da Revolução Cubana. Durante a manifestação, a secretária-geral da FMC, Teresa Amarelle, destacou a resistência do povo cubano, especialmente das mulheres, frente às sanções americanas, afirmando que jamais cederão às pressões externas.

Em seu discurso, Amarelle, que também integra o Burô Político do Partido Comunista de Cuba, apontou os impactos severos do bloqueio em áreas essenciais como saúde, educação e ciência.

Ela destacou o trabalho de médicas e enfermeiras em condições adversas, mencionando que, mesmo com a falta de eletricidade em hospitais pediátricos, a dedicação dos profissionais de saúde tem sido fundamental para proteger vidas. Segundo Amarelle, nenhum óbito infantil foi registrado por conta dessas dificuldades, graças ao esforço contínuo das equipes médicas.

A líder da FMC fez ainda um chamado a movimentos sociais, organizações feministas, governos e indivíduos ao redor do mundo para que se posicionem contra o bloqueio, que classificou como uma grave violação dos direitos humanos.

Ela reiterou o compromisso das mulheres cubanas com os ideais da Revolução, enfatizando que essa posição reflete a trajetória histórica e os valores construídos coletivamente no país. O ato foi reportado pelo portal Prensa Latina.

O bloqueio econômico, em vigor desde 1962, é amplamente criticado por diversas nações e organizações internacionais. A ONU aprova frequentemente resoluções contra a medida, enquanto o governo cubano sustenta que as dificuldades econômicas e sociais enfrentadas pelo país são resultado direto dessa política de isolamento imposta por Washington.

Os Estados Unidos, por sua vez, defendem as sanções como instrumento de pressão política, justificativa que críticos ao redor do mundo consideram incompatível com o impacto humanitário devastador sobre a população da ilha.

O ato no dia 7 de abril não apenas trouxe à tona as tensões históricas entre Cuba e os EUA, mas também serviu como plataforma para reafirmar a posição de resistência do governo cubano e de setores da sociedade civil alinhados à Revolução.

A manifestação no parque Mariana Grajales reuniu mulheres de diferentes gerações, que, segundo a liderança da FMC, representam a força motriz de um país que busca superar os desafios impostos por mais de seis décadas de embargo. A questão do bloqueio permanece como um dos pontos mais controversos nas relações entre os dois países.

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