A Global Organisation of BRICS (GoBRICS), com sede em Nova Délhi, Índia, anunciou um projeto para criar um data center soberano no Brasil, em parceria com a ESDS e com apoio do governo da Bahia. O projeto visa transformar a Bahia em um hub digital na América Latina, com um investimento inicial significativo e a promessa de gerar centenas de empregos na região.
O data center, ainda em fase de planejamento, busca oferecer serviços de nuvem soberana e soluções empresariais baseadas em inteligência artificial, além de promover a troca segura de dados entre os países do BRICS. O projeto também pretende apoiar setores como fintech, comércio digital e serviços governamentais, embora esses detalhes ainda estejam sendo definidos.
Coronel Pawan Josh, diretor executivo da GoBRICS, enfatizou que a iniciativa não se trata apenas de infraestrutura, mas de construir soberania digital para o futuro. Ele destacou a necessidade de uma infraestrutura segura e escalável, que ainda depende de parcerias e alinhamento institucional.
Piyush Somani, presidente da ESDS Software Solution Ltd., expressou confiança no potencial do projeto, afirmando que uma infraestrutura digital soberana é crucial para o futuro tecnológico de qualquer nação. A ESDS está comprometida em trazer tecnologia de ponta para o ecossistema do BRICS no Brasil.
Leonardo Attuch, embaixador da GoBRICS no Brasil, ressaltou a importância estratégica do país no cenário digital global. Ele destacou que a Bahia é vista como um ponto focal para essa cooperação, com a expectativa de que o projeto traga investimentos e gere empregos na região.
O projeto reflete o crescente alinhamento entre Brasil e Índia em áreas como economia digital e inovação. A GoBRICS atua como catalisador para a colaboração internacional dentro do BRICS, e a iniciativa do data center pode se tornar um marco significativo para o Brasil.
O desenvolvimento desse data center representa uma oportunidade para o Brasil se estabelecer como líder regional em tecnologia, promovendo a soberania digital e reduzindo a dependência de infraestruturas estrangeiras. Além disso, o projeto pode estimular a economia local, fortalecer a posição do país no cenário geopolítico e atrair novos investimentos.
Para mais informações, acesse o Brasil 247.


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