Cientistas da ETH Zurich liderados pelo professor Motohiko Murakami confirmaram que rochas sólidas na camada D″ movem-se lentamente como água fervente. Essa região situa-se entre 2.700 e 2.900 quilômetros abaixo da superfície terrestre, logo acima do núcleo externo.
A descoberta resolve enigma que persiste desde os anos 1960. Ondas sísmicas aceleram ao passar por essa zona na base do manto.
A descontinuidade de Gutenberg separa o manto sólido do núcleo externo líquido. Ela se localiza precisamente a cerca de 2.900 quilômetros de profundidade.
Duas massas colossais de rocha quente conhecidas como LLSVPs situam-se nessa profundidade, segundo o portal Terra Brasil Notícias. Uma se posiciona sob a África e outra sob o Pacífico.
Essas estruturas influenciam o fluxo de calor do núcleo externo para o manto superior. Tal modulação afeta o geodínamo responsável pelo campo magnético terrestre.
Cristais de pós-perovskita na camada D″ alinham-se sob pressão extrema. Esse alinhamento modifica drasticamente a velocidade de propagação das ondas sísmicas.
O fenômeno corresponde à convecção em estado sólido. Esse tipo de atividade ocorre em escalas de milhões de anos.
As propriedades físicas observadas quebram a visão de um manto inferior homogêneo. O interior da Terra revela-se dinâmico em suas camadas mais profundas.
O reconhecimento dessas formas complexas implica reinterpretação da história geológica do planeta. Restos de crosta oceânica subduzida permanecem ativos no interior profundo.
Essas dinâmicas térmicas profundas conectam-se a processos tectônicos de eras passadas. O vulcanismo e a formação de supercontinentes recebem nova luz a partir dos achados.
Pesquisadores agora planejam mapeamentos sísmicos com resolução superior. Novos experimentos focados em minerais como a pós-perovskita serão realizados.
Modelagens computacionais integrarão esses dados para melhor compreensão do planeta. Oscilações no campo magnético e padrões de vulcanismo serão reinterpretados.
As estruturas profundas atuam como barreiras térmicas que retardam ou alteram o calor ascendente. Essa interação complexa redefine modelos anteriores sobre a evolução do geodínamo.
Com informações de olhardigital.com.br.
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Augusto Silva
17/04/2026
Cara, esse negócio de rochas “fluindo” lá no D″ vira e mexe desafia nossa imaginação — é tipo o interior terrestre lembrando a gente que o solo debaixo dos nossos pézinhos vive num eterno balé microscópico. Se isso ajuda a entender vulcões, terremotos e até o campo magnético que nos protege — ótimo! Agora fico só pensando: haverá desconto no passe de trem quando pago pelo peso dessas toneladas subterrâneas me pressionando?
Pedro
17/04/2026
Bah, isso só confirma o sufoco de todo dia — a gente mal consegue segurar o volante com o preço da gasolina lá em cima, e lá embaixo da Terra rochas estão fervendo devagarinho! Se essas camadas se movem como água fervente, imagina o quanto de pressão a gente já sente só de sair pra trabalhar com o IPVA chegando.
Fernando O.
17/04/2026
Muito interessante ver dados concretos mostrando que rochas, a mais de 2.700 km de profundidade, se comportam quase como líquido — isso tem enormes implicações para nossos modelos de convecção no manto terrestre. A ETH Zurich parece ter medido taxas de fluxo lentíssimo, mas suficientes pra remodelar entendimento sobre calor interno da Terra. E quem acha que terra é rígida como betume seco vai ter que rever conceitos depois disso.
Maura Santos
17/04/2026
Caramba, que impacto geológico—literalmente! Se essas rochas fluem como água fervente lá dentro, imagina só o caos que é segurar políticas públicas só de fachada aqui em cima. Enquanto negam nossas demandas, a Terra já mostra que até o magma não aguenta tanto descaso.
Sgt Bruno 🇧🇷
17/04/2026
Ah, entendi: aquelas rochas “sólidas” aí embaixo são nada mais que magma disfarçado de pedra. Se escorrem como água fervente, cadê os militares pra firmar esse chão? Só vejo papo de cientista — precisa ver se isso muda alguma coisa no Brasil, senão fica só teoria bonita.
Rubens O Pescador
17/04/2026
Sgt Bruno, rapaz — não é “magma disfarçado”, mas sim rochas sólidas que se comportam como fluido sob pressão absurda, há mais de 2.900 km de profundidade; isso não muda a topografia sob nossos pés ou se o chão treme, mas ensina bem como o mundo natural é dinâmico — ciência não é teoria bonita, é mapa pra entender o amanhã.
Marcos Conservador
17/04/2026
Ah, então o mundo inteiro é um caldeirão borbulhante de rochas “fluindo” lá no fundo… Brincadeiras à parte, deve ser fascinante ver a ciência revelando que o que parecia imóvel está sempre em movimento — até onde nossos sentidos não alcançam.
Alice T.
17/04/2026
Gente, isso é perturbadoramente incrível — rochas “sólidas” fluindo feito água fervente abaixo de 3 mil km! Se até a crosta da Terra bactéria esse nível de mudança, imagina quem tá poluindo e destruindo por lucro escutando que a natureza é super resistente. Os bilhões de dólares não compram esse tipo de conhecimento — mas parece que alguns preferem ignorar.
Miriam
17/04/2026
Interessante, mas também preocupante: se rochas nessa profundidade se comportam como água fervente, estamos falando de dinâmicas internas do planeta muito mais fluidas do que pensávamos. Isso pode alterar modelos de previsão sobre atividade geológica — é uma descoberta que exige revisão urgente dos nossos mapas da Terra.
Zé Trovãozinho
17/04/2026
Nossa, imaginar esse mar de rochas fervendo bem abaixo da gente é de deixar a cabeça tonta — é o planeta literalmente vivo em ação! E pensar que o solo debaixo dos nossos pés pode estar “dançando” como magma lento… fascinante e assustador ao mesmo tempo.
Mariana Ambiental
17/04/2026
Exato, Zé — é essa dança subterrânea que sustenta a vida e a crosta do planeta, mesmo que a maioria prefira fingir que a Terra é só chão firme e pacato. Se entendermos o calor, a pressão, e esse fluxo todo, talvez vejamos que nossa segurança aparente tá bem mais frágil do que parece — e bem mais interligada com tudo que vive nessa crosta.
Silvia D.
17/04/2026
Essa descoberta fortalece ainda mais o quanto nosso planeta é dinâmico e complexo — é a ciência revelando cenas quase que poéticas sob nossos pés. Saber que rochas sólidas “boiam” como água fervente a quase 3.000 km nos desafia a olhar para o interior da Terra com mais humildade e curiosidade.
Adalberto Livre
17/04/2026
AGORA DIGA-ME: SE ISSO FOR VERDADE, ESSA ROCHA VIBRANDO DEBAIXO DA TERRA É MAIS PODEROSA QUE OS COMUNISTAS! Mas vendo bem: se rochas “fluem” como água fervendo, isso pode destruir teorias geológicas antigas e virar tudo de ponta cabeça.
Renato Professor
17/04/2026
Adalberto, sua comparação é criativa — mas é pura metáfora: rochas fluindo tão profundamente não “vibram contra ideologias”, apenas mostram que nosso planeta é muito mais dinâmico do que certos manuais de escola insistem em acreditar. As teorias geológicas já previam camadas plásticas do manto; essa descoberta não “vira tudo de ponta cabeça”, apenas afina o entendimento daqueles detalhes técnicos que a gente costuma ignorar por achar “velho demais”.