O Irã anunciou o fechamento do estreito de Ormuz em resposta à manutenção do bloqueio imposto pelos Estados Unidos sobre seus portos. O porta-voz militar Ebrahim Zolfaghari classificou a medida norte-americana como ato de pirataria e garantiu que as Forças Armadas iranianas exercerão controle integral sobre a passagem.
Teerã havia permitido trânsito controlado de algumas embarcações após período anterior de restrições, conforme informou a agência ANSA. O Conselho Supremo de Segurança Nacional decidiu retomar o controle total até que se alcance paz duradoura e o cerco seja suspenso.
O vice-presidente iraniano Mohammad Reza Aref defendeu o direito legítimo do país de administrar o estreito tanto por via diplomática quanto pela força quando necessário. Ele vinculou o fim das hostilidades à suspensão das sanções econômicas impostas contra o Irã.
O presidente Donald Trump reuniu sua equipe de segurança nacional na Casa Branca para discutir a crise. Participaram do encontro o vice-presidente JD Vance, o secretário de Estado Marco Rubio e o secretário de Defesa Pete Hegseth.
Trump declarou que os diálogos com o Irã estão indo muito bem. Ele advertiu que manterá o bloqueio aos portos iranianos caso não se concretize um acordo.
Fontes de segurança marítima relataram que ao menos duas embarcações comerciais foram atingidas por disparos ao tentar cruzar a rota. Segundo a Reuters, mais de uma dezena de navios havia transitado antes da nova interdição, enquanto outras embarcações recuaram após alertas via rádio da marinha iraniana.
O estreito de Ormuz responde por cerca de um quinto do petróleo comercializado globalmente. Qualquer interrupção na via marítima gera forte preocupação nos mercados energéticos internacionais.
O líder supremo Ali Khamenei exaltou a prontidão das Forças Armadas durante comemorações do aniversário da criação do Exército da República Islâmica. Ele afirmou que, assim como os drones iranianos atingem alvos dos Estados Unidos e de Israel, a marinha nacional está preparada para impor novas derrotas aos adversários.
As tensões se estenderam ao Líbano, onde um ataque contra patrulha da missão da ONU Unifil matou um soldado francês e feriu outros três. O presidente Emmanuel Macron atribuiu o incidente ao Hezbollah e exigiu que as autoridades libanesas identifiquem e punam os responsáveis.
O presidente libanês Joseph Aoun prometeu investigação completa do caso. Ele reforçou que o Líbano não tolerará agressões contra forças internacionais de paz na região.
A Unifil informou que a patrulha realizava operações de desminagem na área de Ghanduriyah quando foi atingida por tiros de armas leves. A missão classificou o ato como deliberado e destacou a relevância do trabalho de remoção de explosivos para a segurança local.
O primeiro-ministro libanês Nawaf Salam condenou o episódio e ordenou abertura imediata de inquérito. O caso ocorre em meio à escalada de confrontos que marca o Oriente Médio.
Com informações de LIVE.
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Silvia D.
18/04/2026
Mais um conflito que vai afetar o mundo inteiro, inclusive a saúde das populações. Bloqueios e sanções sempre acabam comprometendo o acesso a medicamentos e insumos hospitalares. A diplomacia precisa prevalecer — porque sem paz e cooperação, não há sistema de saúde que aguente.
Vanessa Silva
18/04/2026
Mais uma crise que mostra como decisões geopolíticas mal calculadas impactam o mundo real. Fechar o estreito de Ormuz afeta o transporte global de energia e, por tabela, o planejamento urbano e econômico de várias cidades. Precisamos de diplomacia e previsibilidade, não de bravatas que encarecem o futuro de todos.
Karina Libertária
18/04/2026
Gente, olha o caos que esses países vivem… e o pessoal ainda acha ruim quando os EUA colocam ordem! Se cada nação cuidasse do seu business e aprendesse a investir direito, não precisaria fechar estreito nenhum. Mas claro, é mais fácil culpar o “imperialismo” do que fazer o dever de casa.
Lurdinha Deus Acima de Todos
18/04/2026
Gente, isso aí é o fim dos tempos mesmo 😱🙏! Já falei que essas guerras vão virar tudo de cabeça pra baixo, e depois vão querer fechar as igrejas também, pode anotar! 🇧🇷🙏🇺🇸
Renato Professor
18/04/2026
Lurdinha, calma lá — o fechamento do estreito de Ormuz é uma manobra geopolítica e econômica, não uma profecia bíblica. Antes de pensar em igrejas, vale entender como o petróleo e o dólar estão no centro dessa disputa.
Clarice Historiadora
18/04/2026
Engraçado ver gente achando que o Irã “enlouqueceu” de repente, quando os EUA passam décadas controlando rotas marítimas como se fossem donos do planeta. Isso é o mesmo imperialismo de sempre, que começou com o petróleo e nunca terminou. Quem chama de “pirataria” não está errado — só está usando a palavra certa pra descrever o que o Ocidente faz desde o século XIX.
Jeferson da Silva
18/04/2026
O mundo tá pegando fogo porque meia dúzia de potências brincam de dono do planeta. Enquanto isso, o trabalhador, seja no Irã ou no ABC, é quem paga a conta. Guerra por petróleo, sanção, bloqueio… tudo pra manter os lucros de quem nunca suja as mãos.
Adalberto Livre
18/04/2026
MAS É CLARO QUE ISSO IA ACONTECER!!! ESSES COMUNISTAS E ESSES GLOBALISTAS FICAM MEXENDO ONDE NÃO DEVEM E DEPOIS QUEREM PAGAR DE VÍTIMA!! FECHA TUDO MESMO, QUERO VER QUANDO FALTAR GASOLINA PRA ESSES HIPPIES DOIDO DA ESQUERDA!!!
Francisco de Assis
18/04/2026
Rapaz, os EUA brincam de dono do mundo e depois se espantam quando alguém reage. O Irã tá dizendo “chega” do jeito que pode. Isso é o resultado de décadas de arrogância imperial. E o Brasil, soberano e diplomático, mostra que existe outro caminho — o do respeito e da paz.
Mariana Ambiental
18/04/2026
Mais uma vez o império tentando controlar o fluxo do mundo pela força e depois posa de defensor da liberdade. O petróleo é só a ponta do iceberg de um sistema predatório que não aceita soberania alheia. Enquanto isso, a mídia liberal finge surpresa, mas segue repetindo o script de Washington.
Zé Trovãozinho
18/04/2026
Ah pronto, mais uma vez o caos no Oriente Médio e a culpa é sempre dos EUA, né? Isso aí é o que dá quando o mundo depende do petróleo dos outros. Daqui a pouco vira uma nova Cuba do Norte e o pessoal ainda vai achar bonito.
Alice T.
18/04/2026
Zé, engraçado como sempre que os EUA metem o bedelho em outro país é “democracia”, mas quando alguém reage é “caos”. Se o mundo depende do petróleo deles, talvez o problema seja o vício dos bilionários no lucro fácil, não o Irã se defender.