A Marinha dos EUA iniciou um novo programa de inovação voltado ao desenvolvimento de mísseis hipersônicos de baixo custo compatíveis com os módulos verticais de lançamento Mk 41, amplamente utilizados em navios de guerra.
A iniciativa, chamada Flight Advancement of Structures for Hypersonics (FLASH), busca acelerar a implantação de armamentos hipersônicos táticos na frota de superfície e nos submarinos. O programa integra a série de projetos Innovative Naval Prototype (INP), conforme reportagem do portal Naval News.
O foco reside em criar um sistema de ataque de alcance tático compatível com as células Mk 41 e com os módulos de carga dos submarinos da classe Virginia. A proposta não exige modificações estruturais extensas nas embarcações.
O FLASH surge na sequência da suspensão do projeto SM-6 Block IB, que buscava equipar navios de superfície com mísseis de alta velocidade. A Marinha opta agora por tecnologias já testadas, incluindo materiais de proteção térmica, sistemas de comando e controle e protótipos de voo passíveis de produção em escala.
O principal sistema hipersônico atual da frota é o Conventional Prompt Strike (CPS), desenvolvido especificamente para os destróieres da classe Zumwalt. O CPS exige tubos de lançamento especiais ausentes em outros navios, o que limita sua adoção em maior escala.
O novo programa pretende superar essa barreira ao adaptar armas do tipo impulso e deslizamento para os lançadores verticais padrão. Esses VLS estão presentes em centenas de embarcações navais, sistemas terrestres e unidades do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA.
A proposta permite que navios já em operação sejam atualizados com mísseis hipersônicos sem longos períodos em estaleiro. Tal medida ampliaria de forma significativa a capacidade ofensiva da frota e reduziria a dependência de plataformas especializadas.
O esforço reflete a preocupação de Washington em acompanhar o avanço tecnológico de outras potências, especialmente a China, que tem investido fortemente em armas hipersônicas. A Marinha dos EUA reconhece estar em processo de atualização diante do rápido progresso da Marinha do Exército de Libertação Popular.
O contra-almirante Derek Trinque destacou a importância de otimizar o uso dos lançadores verticais durante simpósio anual da Surface Navy Association. Segundo ele, o emprego de um conjunto de propulsão completo em cada célula VLS permite acomodar mísseis hipersônicos de ataque e armas de contramedida aérea de longo alcance em arquitetura modular.
O FLASH avança em paralelo com o Navy Modular Missile (NMM) e com o Multi-mission Affordable Capacity Effector (MACE). A empresa Castelion foi contratada para o fornecimento de mais de 300 mísseis hipersônicos lançados do ar, enquanto esses projetos priorizam produção em massa e redução de custos.
Com o programa, a Marinha dos EUA busca modernizar seu arsenal e transformar os lançadores verticais em plataformas multifuncionais. O FLASH, ainda em fase inicial, prevê testes de voo e protótipos antes da definição do modelo final de adoção.
Leia mais sobre o assunto na navalnews.com.
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Jeferson da Silva
18/04/2026
Enquanto eles torram bilhões em mísseis, aqui o trabalhador mal consegue pagar o gás pra cozinhar. Essa corrida armamentista só serve pros grandes lucrarem mais enquanto o povo rala. Queria ver essa grana toda investida em saúde, educação e emprego digno, não em brinquedinho de guerra.
Tonho Patriota
18/04/2026
AÍ Ó, OS AMERICANO TÃO FAZENDO MÍSSIL HIPERSÔNICO E O BRASIL PARADO POR CAUSA DO FAZ O L! ISSO AÍ É PRA CONTROLAR O MUNDO, GENTE! ELES VÃO BOTAR CHIP DE COMUNISMO NESSES MÍSSEIS, ANOTA AÍ!
Francisco de Assis
18/04/2026
Ô Tonho, chip de comunismo em míssil americano é nova pra mim, viu? Enquanto eles torram bilhões nessas armas, o Brasil tá investindo em soberania e tecnologia pra melhorar a vida do povo — é outro tipo de poder, bem mais inteligente.
Mariana Ambiental
18/04/2026
Enquanto isso, a Amazônia pega fogo e o planeta esquenta, mas o dinheiro e o esforço continuam indo pra corrida armamentista. Impressionante como sempre há verba pra novas armas, mas nunca pra restaurar ecossistemas destruídos. Prioridades bem “humanistas”, né?
Eduardo C.
18/04/2026
Interessante ver a Marinha tentar adaptar mísseis hipersônicos a lançadores já existentes — economiza bilhões em redesign de navios. Mas quero ver números concretos: custo por unidade, alcance, tempo de desenvolvimento. Sem isso, é só marketing militar disfarçado de inovação.
Celio Fazendeiro
18/04/2026
Enquanto os americanos torram bilhões em brinquedos de guerra, tem gente achando bonito. Depois reclamam de orçamento apertado e dívida pública. Se colocassem metade desse dinheiro em agricultura de verdade, o mundo estaria melhor alimentado e com menos papo furado sobre “inovação militar”.
Alice T.
18/04/2026
Perfeito, Celio. Mas o lobby militar é sagrado pra eles — nada mais “patriótico” do que despejar trilhões em mísseis enquanto milhões passam fome. A tal “inovação” deles é só um jeito caro de manter o mesmo império de sempre.
Karina Libertária
18/04/2026
Enquanto o pessoal aí no Brasil fica esperando bolsa e reclamando do preço do arroz, os americanos estão investindo pesado em tecnologia militar de ponta! É por isso que o dólar segue strong e o país continua leading o mundo. Quem tem visão já tá investindo lá fora, não dependendo de governo pra nada.
Rubens O Pescador
18/04/2026
Karina, minha filha, tecnologia militar não enche panela de ninguém. Prefiro ver o Brasil investindo em comida barata e emprego digno do que em míssil pra americano brincar de guerra.
Fernando O.
18/04/2026
Impressionante ver como os EUA estão tentando baratear o hipersônico, mas ainda assim manter vantagem tecnológica. A corrida armamentista nesse nível vira um jogo de números astronômicos — e quem paga, no fim, é o contribuinte. Enquanto isso, tem gente achando que o Brasil vai competir nisso com “vontade política”. Delírio puro.
Pedro
18/04/2026
Enquanto os caras lá investem em míssil hipersônico, aqui a gente tá lutando pra encher o tanque e pagar o IPVA. Parece outro planeta. No trânsito, o único “lançamento” que vejo é o preço da gasolina subindo.
Zé Trovãozinho
18/04/2026
Enquanto os EUA torram bilhões em novos brinquedos de guerra, tem gente passando fome nas ruas deles. Depois querem posar de defensores da liberdade, mas vivem alimentando o próprio complexo militar. E a turma daqui ainda bate palma achando bonito, como se fosse exemplo de civilização.
Zizi
18/04/2026
Pois é, Zé Trovãozinho, esses meninos mal-educados confundem poder com humanidade — gastam trilhões em mísseis, mas não conseguem garantir um prato de sopa pros seus. É o tal “exemplo de civilização” que só convence quem nunca abriu um livro de história.