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Velayati declara que era de imposição de segurança externa no Oriente Médio chegou ao fim

13 Comentários🗣️🔥 Ali Akbar Velayati, conselheiro do Líder Supremo do Irã, em imagem recente. (Foto: en.mehrnews.com) Ali Akbar Velayati, conselheiro sênior do líder da Revolução Islâmica, declarou que a era em que potências estrangeiras impunham segurança no Oriente Médio a partir de outros oceanos chegou ao fim. Velayati afirmou que as rotas marítimas estratégicas da […]

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Ali Akbar Velayati, conselheiro do Líder Supremo do Irã, em imagem recente. (Foto: en.mehrnews.com)

Ali Akbar Velayati, conselheiro sênior do líder da Revolução Islâmica, declarou que a era em que potências estrangeiras impunham segurança no Oriente Médio a partir de outros oceanos chegou ao fim.

Velayati afirmou que as rotas marítimas estratégicas da região agora estão sob controle dos países locais. Essa transformação altera profundamente a dinâmica de poder na área.

O estreito de Ormuz permanece protegido pelo Irã e seus parceiros estratégicos. O estreito de Bab el-Mandeb, no Mar Vermelho, está sob responsabilidade dos aliados iemenitas do movimento Ansarullah.

Conforme detalhou o portal Mehr News, o conselheiro advertiu que qualquer tentativa de desestabilização regional provocará reação em cadeia. Ele empregou a expressão «cada travessura terá uma reação em cadeia».

As declarações surgem em contexto de elevada tensão após agressões contra alvos iranianos e forças do Eixo da Resistência. Teerã denunciou as ações como violações do direito internacional.

Velayati argumentou que a presença militar estrangeira, especialmente norte-americana, gera instabilidade em vez de segurança. Ele defendeu que os países da região possuem agora capacidade própria para garantir sua estabilidade.

O conselheiro reforçou que o Irã e seus aliados não permanecerão passivos diante de novas agressões. Qualquer ação hostil poderá desencadear respostas coordenadas em diferentes frentes.

A mensagem de Velayati reflete a consolidação de uma arquitetura de segurança regional baseada na soberania local. Ela sinaliza o fim da capacidade de forças extracontinentais ditarem os termos de proteção marítima no Golfo Pérsico e áreas adjacentes.

O assessor sênior enfatizou o controle conjunto sobre pontos vitais para o comércio global de energia. Essa postura fortalece a dissuasão iraniana e de seus parceiros diante de ameaças externas.


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Clarice Historiadora

19/04/2026

Interessante ver o Irã afirmando autonomia regional justamente quando os EUA já não têm a mesma força para ditar regras no Oriente Médio. A história mostra que toda vez que o império se retrai, novas alianças locais emergem — vide o que ocorreu após o declínio britânico nos anos 50. O tabuleiro está mudando, e rápido.

Marcos Conservador

19/04/2026

Mais um discurso inflamado vindo do Irã, cheio de bravatas contra o Ocidente. Mas é curioso como esses regimes vivem dizendo que não querem interferência externa, enquanto se metem nos assuntos dos vizinhos. No fim, é sempre o mesmo papo antiocidental disfarçado de soberania.

Renato Professor

19/04/2026

Velayati apenas verbaliza o que já é um fato geopolítico: o eixo de poder no Oriente Médio deslocou-se da tutela externa para a autonomia regional. A multipolaridade chegou, e quem ainda sonha com hegemonia unipolar está preso em 1991.

Sgt Bruno 🇧🇷

19/04/2026

Selva! Esses caras do Oriente Médio agora querem pagar de independentes, mas todo mundo sabe que sem as potências por trás não seguram nada. Comunista e terrorista é tudo farinha do mesmo saco, tem que mandar pra lata de lixo e garantir a ordem de verdade!

    Maura Santos

    19/04/2026

    Sgt Bruno, ordem de verdade é quando o povo decide o próprio destino, não quando potência estrangeira brinca de dono do quintal dos outros. Essa conversa de “garantir ordem” já deu ruim até aqui no Brasil, lembra do apagão que a turma da tua linha causou?

Karina Libertária

19/04/2026

Ah, lá vem mais um falando de “fim de era” no Oriente Médio… sinceramente, isso aí é papo pra distrair o povo. Se cada um investisse direito e cuidasse da própria life, não precisaria depender de governo nenhum pra garantir segurança ou estabilidade.

    Rubens O Pescador

    19/04/2026

    Karina, minha filha, quem vive de investimento é quem já tem o que investir. O povão quer é poder dormir tranquilo e comer de barriga cheia — e isso, goste ou não, sempre depende de governo que olhe pra gente, não pra planilha.

Miriam

19/04/2026

Interessante ver como cada país tenta afirmar sua autonomia, mas o discurso de “fim da imposição externa” é mais simbólico do que prático. No fim das contas, segurança regional continua sendo um quebra-cabeça de interesses — e a burocracia internacional que lute para acompanhar.

Vanessa Silva

19/04/2026

Interessante ver esse discurso de autonomia regional, mas o que realmente importa é se isso vai se traduzir em estabilidade concreta e cooperação entre os países do Oriente Médio. Falar em “fim da imposição externa” soa bonito, mas o desafio agora é construir segurança de dentro para fora, com planejamento e integração real.

Eduardo C.

19/04/2026

Declarações fortes, mas quero ver os números que sustentam essa “nova era”. O comércio marítimo da região ainda depende de rotas controladas por potências externas. Sem dados concretos sobre autonomia econômica e militar, é só retórica política.

Zizi

19/04/2026

Os meninos mal-educados que sempre acharam que podiam mandar no Oriente Médio vão ter que engolir essa realidade nova. O mundo está mudando, e quem impunha “segurança” com bombas e sanções agora vê os povos retomando o próprio destino. É a história dando aula — e eu, como boa professora, aplaudo de pé.

Evelyn Olavo

19/04/2026

Interessante ver essa autoconfiança iraniana crescer num cenário tão volátil. O discurso de Velayati reflete uma mudança real de eixo no Oriente Médio, mas ainda quero ver até onde essa “independência” vai quando os interesses das potências forem tocados.

    Mariana Ambiental

    19/04/2026

    Pois é, Evelyn, mas essa “independência” só vai ser testada de verdade quando o petróleo e as rotas comerciais entrarem na conta — é aí que as potências mostram o quanto ainda mandam no tabuleiro.


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