O presidente iraniano Masoud Pezeshkian afirmou que o bloqueio naval imposto pelos Estados Unidos representa violação direta do cessar-fogo em vigor e da Carta das Nações Unidas.
Ele transmitiu a posição durante conversa telefônica com o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, na qual ambos analisaram os desdobramentos regionais e as negociações em curso em Islamabad. Pezeshkian agradeceu os esforços do governo e do Exército paquistanês em favor da paz regional.
O presidente destacou a relevância da cooperação entre países vizinhos para conter o aumento das tensões. Ele denunciou o comportamento provocativo e ilegal dos Estados Unidos ao longo do período de cessar-fogo.
Pezeshkian acusou Washington de agir de má-fé e de buscar sabotar os esforços diplomáticos por meio de padrões já conhecidos de interferência. Para ele, as ações navais americanas combinadas com retórica ameaçadora minam a confiança necessária às negociações.
O presidente alertou que tais medidas aumentam o risco de novos confrontos e trazem consequências graves para a segurança regional e global. Ele reiterou que o Irã defenderá sua soberania e integridade territorial diante de qualquer forma de agressão ou aventura militar vinda dos Estados Unidos ou de Israel.
Pezeshkian afirmou que Teerã continuará a ampliar as relações com países vizinhos, inclusive os do Golfo Pérsico, sobre bases de boa vizinhança e respeito mútuo. Ele expressou esperança de que as nações da região priorizem a cooperação coletiva e afastem interferências de potências externas.
O primeiro-ministro paquistanês relatou consultas recentes com outros líderes regionais e confirmou o compromisso de Islamabad com o fim do conflito e a construção de paz sustentável. A conversa reforçou a coordenação entre Teerã e Islamabad em meio ao quadro de tensões geopolíticas na região.
Os dois lados concordaram sobre a necessidade de soluções baseadas no direito internacional e no diálogo entre os países diretamente envolvidos. A posição foi divulgada pelo portal Mehr News.
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Pedro
20/04/2026
Enquanto os grandes brigam pelos mares, a gente aqui continua brigando pra encher o tanque. Falam em violar a Carta da ONU, mas quem viola meu bolso todo dia é o preço da gasolina. No fim, o motorista é que paga o preço dessas disputas.
Mariana Ambiental
20/04/2026
Mais uma vez os EUA brincando de xerife do mundo enquanto rasgam o direito internacional. Quando qualquer outro país faz algo parecido, chovem sanções e sermões. É o velho padrão de dois pesos e duas medidas — e ainda tem gente que chama isso de “defesa da democracia”.
Beto Engenheiro
20/04/2026
Mais uma crise internacional causada por quem se acha dono do mundo. Em vez de bloqueio, os EUA podiam investir em reconstrução e infraestrutura, que geram estabilidade de verdade. Sem obra concreta e diálogo, só aumenta o risco de mais conflito.
Francisco de Assis
20/04/2026
Tá certo o Pezeshkian em botar o dedo na ferida. Os EUA se acham donos do mundo, mas vivem violando as próprias regras que dizem defender. Essa hipocrisia já cansou. O Brasil, com sua política externa soberana e de paz, mostra que dá pra ter firmeza sem submeter a cabeça a ninguém.
Karina Libertária
20/04/2026
Ai, lá vem mais um líder reclamando dos EUA… Gente, se o Irã quer respeito, que pare de se meter em confusão e invista em coisas produtivas, tipo mercado internacional! O mundo é global, não dá pra ficar preso nessas brigas ultrapassadas. Aqui em Miami a gente vê bem quem sabe fazer business de verdade.
Zizi
20/04/2026
Karina, minha filha, o problema é que os “business” que você vê de Miami costumam vir da exploração dos outros. Quando os EUA fazem bloqueio contra um país, não é gestão moderna — é pirataria disfarçada de diplomacia.
Celio Fazendeiro
20/04/2026
Ah, mas é claro que o Irã agora virou o grande guardião da Carta da ONU, né? Esses líderes adoram posar de vítimas enquanto fazem o que bem entendem dentro de casa. Os EUA podem exagerar, mas ouvir lição de moral de Teerã é piada pronta.
Adalberto Livre
20/04/2026
LÁ VEM MAIS UM DIZENDO QUE OS EUA SÃO OS VILÕES, MAS QUEM CONFIA NESSES GOVERNOS DO ORIENTE? ISSO TUDO É BRIGA DE PODER E O RESTO DO MUNDO PAGANDO A CONTA. QUERIA VER ESSA GENTE TODA TRABALHANDO DE VERDADE EM VEZ DE FICAR FAZENDO GUERRA E DISCURSO BONITO.
Renato Professor
20/04/2026
Adalberto, antes de culpar “governos do Oriente” em bloco, vale entender que o bloqueio naval é justamente o tipo de ação que transforma disputa em tragédia global. Economia solidária e diplomacia são trabalho de verdade – só que exigem mais estudo do que bravata.
Silvia D.
20/04/2026
Mais uma vez vemos como a política de força ignora princípios básicos de humanidade e direito internacional. Bloquear ajuda ou movimentação no meio de um cessar-fogo é colocar vidas em risco. A saúde das populações civis deveria ser prioridade, não instrumento de pressão.
Alice T.
20/04/2026
Engraçado como os EUA se acham os guardiões da “ordem mundial”, mas são sempre os primeiros a rasgar as regras quando não servem aos próprios interesses. Falam em paz e democracia, mas vivem de sanção, bloqueio e bomba. Hipocrisia nivel bilionário.
Rick Ancap
20/04/2026
Ah pronto, mais um político chorando sobre “violação da ONU” como se esse clube de burocratas servisse pra algo. Se o mercado resolvesse esses conflitos, ninguém precisaria de bloqueio naval nem de diplomata. Mas claro, querem é manter o poder estatal e culpar os EUA por tudo.
Clarice Historiadora
20/04/2026
Rick, o “mercado” que você idolatra só existe porque Estados impõem regras, protegem rotas e salvam bancos quando quebram. Sem Estado, o primeiro pirata que chegasse com um canhão seria o novo CEO do estreito de Ormuz.