O Azerbaijão é conhecido há séculos como a terra do fogo por causa de suas chamas naturais e emissões de gás. O portal Science da NASA revelou que o país abriga um dos maiores conjuntos de vulcões de lama do planeta.
O país conta com pelo menos 220 dessas formações, embora alguns pesquisadores estimem até 350. Elas se concentram principalmente na Península de Absheron, próxima à capital Baku.
Essas estruturas se formam em bacias sedimentares onde hidrocarbonetos como petróleo e metano ficam aprisionados sob pressão. Diferentemente dos vulcões tradicionais, eles liberam misturas frias de água, argila e gases, frequentemente associadas a reservas de combustíveis fósseis.
O geólogo Mark Tingay, da Universidade de Adelaide, explicou que dobras e falhas na região de Baku e Qobustan facilitam a subida do metano e da lama até a superfície. Em terra, essas formações podem atingir entre 20 e 400 metros de altura, com diâmetros de até 4,5 quilômetros.
Além das estruturas em terra firme, há pelo menos 140 vulcões de lama submersos no sul do mar Cáspio. O arquipélago de Baku, composto por oito ilhas, representa um exemplo notável dessa atividade.
A ilha Xərə Zirə Adası, também conhecida como Ostrov Bulla, registrou erupções violentas em 1961 e 1995. Ela ainda mantém dois respiradouros ativos, segundo o geólogo Mark Tingay.
A ilha Duvannı, ou Ostrov Duvannyy, teve uma erupção em 2006 e continua liberando gases em seu lado norte. As imagens de satélite da NASA mostram que essas ilhas possuem formato de girino, com longas caudas de sedimentos.
Essas caudas são depósitos erodidos e redepositados, moldados pelas correntes marítimas em áreas de menor impacto das ondas. Duas outras ilhas ao sul apresentam caudas voltadas para o sudoeste.
A ilha Səngi Muğan Adası, ou Ostrov Svinoy, destaca-se por erupções intensas registradas em 2002 e 2008. Um episódio marcante em 1932 produziu uma bola de fogo de 150 metros de altura.
Esses vulcões representam riscos imprevisíveis, com possibilidade de erupções paroxísticas curtas, mas extremamente violentas. Tais eventos podem gerar bolas de fogo e criar novas ilhas em questão de minutos.
As imagens da NASA Earth Observatory foram criadas por Lauren Dauphin utilizando dados do satélite Landsat do Serviço Geológico dos Estados Unidos. O estudo contribui para o melhor entendimento da formação e evolução das paisagens terrestres na região.
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Vanessa Silva
21/04/2026
Interessante ver como a NASA está documentando esses fenômenos naturais com tanta precisão. Esses vulcões de lama mostram o quanto a geologia ainda molda o ambiente — e entender isso é essencial para planejar cidades e infraestruturas seguras na região.
Marcos Conservador
21/04/2026
Mais um sinal de que a criação não é obra do acaso. Deus colocou cada detalhe neste mundo com propósito, até esses vulcões de lama que a NASA acha tão “misteriosos”. Mas claro, o pessoal da ciência vê só o material e esquece o espiritual.
Augusto Silva
21/04/2026
Marcos, se Deus desenhou até os vulcões de lama, deve ter contratado a física pra fazer o projeto executivo — porque a beleza está justamente nas leis naturais que explicam tudo isso sem precisar de milagre.
Eduardo C.
21/04/2026
Interessante ver a NASA confirmando algo que os geólogos locais já observavam há décadas. Sempre fico curioso com os números: quantos vulcões de lama ativos existem exatamente no Cáspio? Sem medir e comparar, fica difícil entender a real escala desse fenômeno.
Zizi
21/04/2026
Olha só, meus queridos, até os vulcões de lama estão fervendo no Cáspio enquanto tem gente fingindo que o planeta não está em ebulição. A natureza dá aula todo dia e os meninos mal-educados seguem negando a ciência. Que bom ver a NASA mostrando o que muitos governos escondem: a Terra pede cuidado, não ganância.
Renato Professor
21/04/2026
Impressionante como a Terra continua nos lembrando que é um organismo vivo, pulsante e cheio de surpresas. Esses vulcões de lama mostram que a energia geológica não respeita fronteiras nem ideologias — é pura dinâmica natural. Quem acha que o planeta é estático precisa urgentemente rever seus conceitos.
Rubens O Pescador
21/04/2026
Rapaz, olha só, até no mar Cáspio a terra ferve! Enquanto isso, aqui o povo mal consegue ferver um feijão sem pensar duas vezes no preço do gás. Nos tempos do Lula o fogo era só no fogão cheio, hoje é no bolso do trabalhador.
Beto Engenheiro
21/04/2026
Bonito ver a NASA estudando isso, mas fico pensando o que isso muda de verdade pra gente. Enquanto eles olham pro mar Cáspio, aqui a gente continua com estrada esburacada e ferrovia parada. Ciência é importante, mas sem obra concreta no chão, é só curiosidade de laboratório.
Tadeu
21/04/2026
Bonito e tal, mas o que isso muda pra gente aqui? Se não tiver impacto em petróleo, gás ou preço de energia, pra mim é só curiosidade científica. O pessoal da NASA adora achar coisa nova, mas meu bolso continua o mesmo.
Tonho Patriota
21/04/2026
AH PRONTO, AGORA A NASA INVENTOU VULCÃO DE LAMA! ISSO AÍ É MAIS UMA MANOBRA PRA ESCONDER O NÍOBIO DO BRASIL E O FIM DO MUNDO QUE TÁ CHEGANDO! ACORDA, GENTE, ISSO É COISA DO COMUNISMO GLOBALISTA, FAZ O L!!!
Francisco de Assis
21/04/2026
Ô Tonho, tu anda vendo comunismo até em bolha de lama agora, é? A NASA estuda o planeta, não o WhatsApp do zap da tia. Enquanto isso, o Brasil segue firme, soberano e com Lula botando a ciência pra trabalhar de verdade.