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Khatibzadeh afirma que EUA não têm opção senão abandonar exigências excessivas com Irã

14 Comentários🗣️🔥 Saeed Khatibzadeh em entrevista à IRIB em Ancara, Turquia, na segunda-feira. (Foto: en.mehrnews.com) O ex-porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Saeed Khatibzadeh, afirmou que os Estados Unidos não têm outra opção senão abandonar suas exigências excessivas nas negociações entre Teerã e Washington. O diplomata concedeu a entrevista à emissora IRIB enquanto […]

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Saeed Khatibzadeh em entrevista à IRIB em Ancara, Turquia, na segunda-feira. (Foto: en.mehrnews.com)

O ex-porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Saeed Khatibzadeh, afirmou que os Estados Unidos não têm outra opção senão abandonar suas exigências excessivas nas negociações entre Teerã e Washington. O diplomata concedeu a entrevista à emissora IRIB enquanto estava em Ancara, na Turquia.

Khatibzadeh destacou que a diplomacia representa a única solução viável para a crise atual. Ele reforçou que o Irã mantém posição firme na defesa de sua segurança nacional e integridade territorial.

O ex-porta-voz iraniano ressaltou que Teerã não admitirá concessões que comprometam seus interesses estratégicos. Segundo ele, os adversários tentaram desestabilizar a República Islâmica por diferentes meios sem lograr êxito.

Khatibzadeh disse que a maioria dos iranianos resistiu às tentativas de desintegração e permaneceu unida em defesa da nação. O diplomata descreveu o adversário como um inimigo cuja escala de hostilidade não pode ser calculada.

Ele reiterou que a vitória do povo iraniano é inevitável nessa disputa. Para Khatibzadeh, a resistência nacional constitui uma batalha pela história e pela soberania do Irã.

O ex-porta-voz explicou que a República Islâmica segue caminho próprio, guiado por arcabouço estratégico independente. O país não age sob ordens externas de qualquer natureza.

Khatibzadeh garantiu que o Irã continuará sua resistência firme para proteger os interesses superiores do Estado e de seu povo. Ele afirmou que o país não teme ameaças vindas de qualquer origem.

O diplomata enfatizou que Teerã não aceitará compromissos que ultrapassem os limites do direito internacional. Se os Estados Unidos alcançarem nível de racionalidade compatível com esses princípios, um entendimento mútuo poderá ser alcançado rapidamente.

No entanto, Khatibzadeh observou que Washington ainda não demonstra disposição plena para compreender essa realidade. Mensagens têm sido trocadas entre Teerã e Washington, com outros países cientes das posições iranianas.

Conforme apontou o portal Mehr News, as declarações reforçam a disposição iraniana de buscar solução diplomática baseada no respeito ao direito internacional. O ex-porta-voz reafirmou que a postura de Teerã permanece inalterada diante das pressões externas.


Leia também: Irã refuta alegações de Trump sobre urânio enriquecido e exige fim das sanções


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Tadeu

21/04/2026

Lá vem mais uma novela de política internacional… No fim das contas, o que me interessa é se isso vai mexer no preço do petróleo e, por tabela, na inflação aqui. Se for pra segurar os juros e dar uma folga na bolsa, aí sim vale acompanhar.

Carlos A. Mendes

21/04/2026

Os EUA sempre acham que podem ditar as regras, mas o mundo já não gira mais só em torno deles. Se quiserem estabilidade, vão ter que negociar de igual pra igual. Não dá pra ficar exigindo tudo e oferecendo nada.

Fernando O.

21/04/2026

Olha, no fim das contas é tudo jogo de pressão. Os EUA sabem que sanção demais não muda comportamento, só empurra o Irã pra outros aliados. O problema é que ninguém quer ceder primeiro — e enquanto isso, o povo iraniano continua pagando a conta.

Luciana

21/04/2026

Essas brigas entre países grandes parecem novela, mas quem sente mesmo é o povo comum. Enquanto eles discutem exigência e sanção, o preço do gás e do combustível só sobe. Queria ver tanta energia sendo gasta pra melhorar a vida de quem trabalha e paga as contas.

Rubens O Pescador

21/04/2026

Esses gringos acham que mandam no mundo, mas quando o petróleo aperta, correm pra negociar. Aqui no interior a gente sabe: quem precisa do outro é que baixa o tom. Igual na época do Lula, que conversava com todo mundo e o povo comia carne no prato. Hoje só tem bravata e preço alto.

Jeferson da Silva

21/04/2026

Os EUA sempre acham que podem mandar no mundo, mas quando o outro lado não se ajoelha, eles sentem o tranco. O Irã tá certo em exigir respeito nas negociações. O mesmo vale aqui: trabalhador que abaixa a cabeça pra patrão abusivo acaba perdendo tudo — só conquista quem enfrenta.

Lurdinha Deus Acima de Todos

21/04/2026

Ih minha gente, isso aí é só o começo viu 😳🇧🇷🙏 Esses países grandes ficam brincando de poder e quem sofre é o povo! Já tô vendo que vai dar confusão, Deus tenha misericórdia 🙏🇺🇸🔥

    Francisco de Assis

    21/04/2026

    Ô Lurdinha, confusão mesmo é ver o império querendo mandar no mundo e ainda posar de vítima! O povo sofre, sim, mas quando o Brasil e outros países se unem com soberania, aí o jogo começa a virar de verdade.

Sgt Bruno 🇧🇷

21/04/2026

Esses ai do Irã sabem jogar duro, mas os EUA também não são santos nessa história. No fim, é tudo briga de poder e petróleo. Selva! Se os comunistas se metem, vai tudo pra lata de lixo!

    Renato Professor

    21/04/2026

    Sgt Bruno, essa visão de “selva” é justamente o que a economia solidária tenta superar — não é comunismo, é civilização. O problema é achar que tudo se resume a petróleo, quando o que está em jogo é soberania e interdependência econômica.

Celio Fazendeiro

21/04/2026

Mais um diplomata iraniano querendo posar de durão enquanto o país vive de ameaçar os outros e sufocar o próprio povo. Os EUA que fiquem firmes — ceder a chantagem de regime teocrático é dar prêmio pra quem só entende a linguagem da força.

Vanessa Silva

21/04/2026

Essas negociações são sempre um jogo de resistência, mas no fundo o que importa é estabilidade e previsibilidade para todos os lados. Enquanto os países ficarem presos em exigências desproporcionais, ninguém avança em direção a acordos que realmente favoreçam o desenvolvimento regional e global.

Zé Trovãozinho

21/04/2026

Mais um país peitando os EUA e mostrando que o império não manda mais em tudo. Mas é claro que a mídia “livre” daqui vai fingir que não viu. Se fosse Cuba ou Venezuela, já estavam gritando “ameaça à democracia”.

    Augusto Silva

    21/04/2026

    Zé Trovãozinho, é isso aí: o tabuleiro geopolítico está mudando, e os EUA já não têm o monopólio do “certo”. Mas aqui a mídia ainda acha que o mundo acaba em Washington — deve ser o fuso horário da submissão.


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