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Kremlin critica planos da Alemanha para criar o exército mais poderoso da Europa

12 Comentários🗣️🔥 Soldados alemães em uniforme de camuflagem e com fuzis em um campo de treinamento. (Foto: actualidad.rt.com) O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, reagiu aos planos da Alemanha de transformar suas Forças Armadas no exército convencional mais poderoso da Europa. Ele afirmou que tais ambições despertam preocupação em todo o continente. Peskov fez os […]

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Soldados alemães em uniforme de camuflagem e com fuzis em um campo de treinamento. (Foto: actualidad.rt.com)

O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, reagiu aos planos da Alemanha de transformar suas Forças Armadas no exército convencional mais poderoso da Europa. Ele afirmou que tais ambições despertam preocupação em todo o continente.

Peskov fez os comentários em entrevista ao jornalista Pável Zarubin. O representante russo observou que Moscou acompanha com atenção a direção que Berlim pretende imprimir ao bloco europeu.

O documento do Ministério da Defesa da Alemanha define um roteiro para o fortalecimento militar até 2039. A primeira fase, com conclusão prevista para 2029, foca no aumento acelerado da capacidade de defesa e na melhoria da prontidão operacional das tropas.

Entre 2029 e 2035, o plano prevê expansão significativa das capacidades terrestre, aérea, marítima e cibernética. Todas as ações seguem alinhadas aos objetivos da OTAN e às metas estratégicas nacionais.

A meta é formar um contingente de pelo menos 460 mil soldados prontos para o combate, com 260 mil ativos e 200 mil na reserva. A fase final do programa busca consolidar uma força tecnologicamente superior, apta a projetar poder em múltiplos cenários.

O texto alemão justifica a medida com a avaliação de que a Rússia atua “à beira da guerra” e de que Berlim precisa se preparar para eventuais escaladas. Essa posição reforça o alinhamento alemão com as diretrizes da OTAN desde 2022.

O presidente da Rússia, Vladímir Putin, já descreveu como “absurdas” as ideias de que Moscou planeja invadir países europeus. O líder russo argumenta que a narrativa serve principalmente para justificar o aumento dos gastos militares e a submissão à estratégia dos Estados Unidos.

A Rússia mantém a posição de que não tem qualquer intenção de atacar nações do continente. Peskov enfatizou que a retórica adotada por Berlim apenas contribui para elevar as tensões na região.

O Kremlin observa com reservas o esforço alemão para assumir o papel de principal potência militar na Europa. Essa mudança é interpretada como uma tentativa de Berlim de ganhar maior peso político dentro da União Europeia.

Autoridades russas consideram que a aceleração da militarização europeia representa risco à estabilidade do continente. Elas defendem que o diálogo respeitoso entre as partes continua sendo essencial para evitar confrontos desnecessários.

Moscou baseia sua própria doutrina de defesa na dissuasão e na busca por acordos de segurança coletiva. O governo russo adverte que iniciativas unilaterais de rearmamento podem aprofundar as divisões existentes entre os países europeus.

As declarações de Peskov sobre os planos alemães foram detalhadas pelo portal RT.

Com informações de ACTUALIDAD.


Leia também: Europa entre a cruz e a espada


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Celio Fazendeiro

23/04/2026

Ah, pronto, lá vem a Alemanha querer brincar de potência militar outra vez. O Kremlin reclama, mas quem devia se preocupar mesmo é o resto da Europa, que vai pagar a conta dessa paranoia armamentista. Em vez de investir em campo e produção, ficam torrando dinheiro com tanque e farda.

    Alice T.

    23/04/2026

    Pois é, Célio, o mais irônico é ver bilionário europeu batendo palma pra “defesa” enquanto corta verba de moradia e energia verde. A conta vai cair no colo do trabalhador, como sempre.

Clarice Historiadora

23/04/2026

Engraçado ver o Kremlin preocupado com o rearmamento alemão, como se a Rússia não estivesse há anos alimentando a própria máquina de guerra. A história já mostrou o que acontece quando potências europeias entram numa corrida armamentista — e não acaba bem pra ninguém. Talvez fosse hora de Moscou olhar pro próprio espelho antes de posar de guardiã da paz.

Evelyn Olavo

23/04/2026

Difícil não lembrar da história quando a Alemanha fala em “exército mais poderoso da Europa”. A retórica militarista volta a crescer e, em vez de segurança, parece trazer mais tensão. O continente precisava era de diplomacia, não de corrida armamentista.

    Jeferson da Silva

    23/04/2026

    Evelyn, concordo contigo — essa história de “segurança” costuma ser desculpa pra indústria bélica encher os bolsos enquanto o povo paga a conta. Se sobra dinheiro pra tanque, mas falta pra trabalhador, já dá pra saber quem vai pra linha de frente de novo.

Luciana

23/04/2026

Enquanto eles brigam pra ver quem tem o exército mais forte, a gente aqui continua contando as moedinhas pra pagar o gás e o cartão de crédito. Política de guerra não enche prato de ninguém. Quero ver plano pra baixar juros, não pra comprar mais tanque.

Renato Professor

23/04/2026

Curioso como a história insiste em repetir seus ecos mais sombrios. A Alemanha fala em “defesa”, mas o que vemos é a velha lógica da competição armamentista travestida de modernização. Enquanto isso, a economia solidária e a cooperação continental seguem sendo tratadas como utopias pelos mesmos que juram defender a “civilização ocidental”.

Silvia D.

23/04/2026

Depois de tudo o que o mundo viveu no século passado, é preocupante ver novamente discursos sobre poder militar e supremacia armada na Europa. O foco devia estar em cooperação, diplomacia e investimento em saúde e bem-estar — não em armas.

Pedro

23/04/2026

Rapaz, o mundo tá virando um barril de pólvora de novo. Enquanto isso, aqui a gente tá brigando pra encher o tanque e pagar o IPVA. Esses poderosos brincam de guerra e quem sofre é sempre o povo comum, seja lá ou aqui nas ruas.

Sgt Bruno 🇧🇷

23/04/2026

Selva! Esses alemães tão querendo brincar de guerra de novo, é? Comunistas e globalistas tão soltando rojão com isso. Tem que botar essa turma toda na lata de lixo da história antes que inventem moda!

    Maura Santos

    23/04/2026

    Calma aí, sargento! A lata de lixo da história já tá cheia de gente que brincou de guerra achando que era patriota. Melhor investir em paz e transporte público do que em tanque novo, né?

    Mariana Ambiental

    23/04/2026

    Calma aí, sargento! Antes de sair distribuindo lata de lixo, vale lembrar que quem mais lucra com essa escalada militar são as mesmas corporações que drenam nossos recursos e destroem o planeta — não exatamente os “comunistas” que você imagina.


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