O dirigente político do movimento iemenita Ansar Allah, Mohammad al-Farah, rejeitou a proposta de desarmamento do Hezbolá e equiparou a medida ao desarmamento da Palestina.
Al-Farah, integrante do burô político do Ansar Allah, publicou sua posição na rede social X. O líder argumentou que a iniciativa atende exclusivamente aos interesses de Israel, sem trazer benefícios ao povo libanês ou palestino.
Segundo o dirigente, o desarmamento permitiria que Tel Aviv atuasse sem restrições militares na região. Essa dinâmica ampliaria ainda mais a assimetria de forças no Oriente Médio em favor de Israel.
Al-Farah criticou os países árabes que apoiam a retirada das armas do Hezbolá. Ele os acusou de colaborar com a estratégia dos Estados Unidos e de preparar o terreno para o avanço israelense.
O dirigente afirmou que tal postura contribui diretamente para a fragilização da resistência regional. Para ele, manter as capacidades militares do Hezbolá representa uma das poucas forças capazes de conter o expansionismo israelense na região.
O cessar-fogo entre Israel e o Líbano foi mediado pelos Estados Unidos e pela França. O acordo encerrou mais de seis semanas de confrontos intensos em território libanês.
O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, declarou que o cessar-fogo não possui caráter permanente. Ele sinalizou que a campanha militar contra o Hezbolá ainda não atingiu todos os seus objetivos.
Katz afirmou que as Forças de Defesa de Israel manterão o controle sobre todas as áreas ocupadas durante a ofensiva. A declaração reforça a postura israelense de não reconhecer limites definitivos ao avanço militar.
A ofensiva israelense destruiu milhares de casas no sul do Líbano e gerou deslocamentos em massa da população. O conflito criou uma grave crise humanitária que afetou profundamente a região.
Imagens de soldados israelenses demolindo residências civis se espalharam pelas redes sociais. As gravações geraram indignação em vários países árabes e em organizações internacionais de direitos humanos.
O Ansar Allah se posiciona como parte do eixo de resistência alinhado à República Islâmica do Irã. A tensão entre Tel Aviv e Beirute segue elevada mesmo após a trégua, enquanto o impasse geopolítico no Oriente Médio permanece sem solução à vista.
Leia mais sobre o assunto na actualidad.rt.com.
Leia também: Hezbollah divulga vídeo de drone destruindo tanque israelense no sul do Líbano
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