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Líder hutí rejeita desarmamento do Hezbolá e acusa aliados árabes de favorecer Israel

16 Comentários🗣️🔥 Ilustração editorial sobre Líder hutí rejeita desarmamento do Hezbolá e acusa aliados árabes de favorecer Israel. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro) O dirigente político do movimento iemenita Ansar Allah, Mohammad al-Farah, rejeitou a proposta de desarmamento do Hezbolá e equiparou a medida ao desarmamento da Palestina. Al-Farah, integrante do burô político do Ansar […]

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Ilustração editorial sobre Líder hutí rejeita desarmamento do Hezbolá e acusa aliados árabes de favorecer Israel. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro)

O dirigente político do movimento iemenita Ansar Allah, Mohammad al-Farah, rejeitou a proposta de desarmamento do Hezbolá e equiparou a medida ao desarmamento da Palestina.

Al-Farah, integrante do burô político do Ansar Allah, publicou sua posição na rede social X. O líder argumentou que a iniciativa atende exclusivamente aos interesses de Israel, sem trazer benefícios ao povo libanês ou palestino.

Segundo o dirigente, o desarmamento permitiria que Tel Aviv atuasse sem restrições militares na região. Essa dinâmica ampliaria ainda mais a assimetria de forças no Oriente Médio em favor de Israel.

Al-Farah criticou os países árabes que apoiam a retirada das armas do Hezbolá. Ele os acusou de colaborar com a estratégia dos Estados Unidos e de preparar o terreno para o avanço israelense.

O dirigente afirmou que tal postura contribui diretamente para a fragilização da resistência regional. Para ele, manter as capacidades militares do Hezbolá representa uma das poucas forças capazes de conter o expansionismo israelense na região.

O cessar-fogo entre Israel e o Líbano foi mediado pelos Estados Unidos e pela França. O acordo encerrou mais de seis semanas de confrontos intensos em território libanês.

O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, declarou que o cessar-fogo não possui caráter permanente. Ele sinalizou que a campanha militar contra o Hezbolá ainda não atingiu todos os seus objetivos.

Katz afirmou que as Forças de Defesa de Israel manterão o controle sobre todas as áreas ocupadas durante a ofensiva. A declaração reforça a postura israelense de não reconhecer limites definitivos ao avanço militar.

A ofensiva israelense destruiu milhares de casas no sul do Líbano e gerou deslocamentos em massa da população. O conflito criou uma grave crise humanitária que afetou profundamente a região.

Imagens de soldados israelenses demolindo residências civis se espalharam pelas redes sociais. As gravações geraram indignação em vários países árabes e em organizações internacionais de direitos humanos.

O Ansar Allah se posiciona como parte do eixo de resistência alinhado à República Islâmica do Irã. A tensão entre Tel Aviv e Beirute segue elevada mesmo após a trégua, enquanto o impasse geopolítico no Oriente Médio permanece sem solução à vista.

Leia mais sobre o assunto na actualidad.rt.com.


Leia também: Hezbollah divulga vídeo de drone destruindo tanque israelense no sul do Líbano


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Carlos A. Mendes

24/04/2026

Essas disputas no Oriente Médio parecem um jogo sem fim, cada lado defendendo seu próprio interesse e o povo no meio sofrendo. É difícil saber quem realmente quer paz e quem só quer manter o poder. No fim, os aliados árabes também jogam conforme o vento político, e Israel se aproveita disso.

Alice T.

24/04/2026

É bizarro ver esses governos árabes fingindo neutralidade enquanto seguem a cartilha dos EUA e de Israel. No fim, quem paga o preço são os povos da região, sempre usados como peões num tabuleiro geopolítico que só enriquece bilionário de armamento.

Maura Santos

24/04/2026

Enquanto isso, a galera da extrema-direita daqui bate palma pra quem arma até o dente, mas se escandaliza quando o debate é no Oriente Médio. Curioso como eles adoram falar de “soberania”, mas sempre do lado errado da história. Hipocrisia com selo de apagão energético e moral.

    Sgt Bruno 🇧🇷

    24/04/2026

    Ah, Maura, conversa fiada de quem nunca serviu um dia sequer. Soberania se garante com força, não com discurso de boteco. Selva!

Zé Trovãozinho

24/04/2026

Mais um capítulo da hipocrisia mundial: querem desarmar quem resiste, mas seguem vendendo armas pra quem ocupa. Impressiona ver países árabes ajudando Israel enquanto fingem defender a causa palestina.

    Tadeu

    24/04/2026

    Zé, pode até ser hipocrisia, mas no fim das contas quem paga a conta dessas guerras é a economia — petróleo sobe, inflação vem e o pequeno investidor se ferra igual.

    Fernando O.

    24/04/2026

    Verdade, Zé, mas também tem muito cálculo político aí. Esses governos árabes não estão “ajudando Israel” por amor, e sim pra garantir seus próprios interesses — e nisso, a coerência vai pro ralo.

    Karina Libertária

    24/04/2026

    Ai, Zé Trovãozinho, fala sério… sempre tem alguém querendo pagar de justiceiro geopolítico enquanto não entende nem o básico de investimento global. O mundo é business, meu bem — quem não aprende a jogar, fica chorando conspiração no Twitter.

Vanessa Silva

24/04/2026

Essas disputas regionais só mostram como o Oriente Médio continua preso em ciclos de poder e ressentimento. Enquanto isso, quem mais sofre são as populações civis, que poderiam estar construindo cidades prósperas e infraestrutura moderna em vez de viver sob tensão permanente. Falta visão de futuro e sobra política de trincheira.

    Zizi

    24/04/2026

    Vanessa, minha querida, é verdade que o sofrimento das populações civis no Oriente Médio é uma ferida aberta, mas precisamos tomar cuidado para não cair na armadilha da falsa neutralidade. Esses “ciclos de poder e ressentimento” de que você fala não nascem do nada, nem são produto de uma suposta incapacidade dos povos da região de “ter visão de futuro”. O que há ali é uma longa história de dominação colonial, de fronteiras traçadas a régua por potências europeias e de intervenções militares que sempre serviram aos interesses do Ocidente — inclusive de Israel, sustentado política e militarmente pelos Estados Unidos. É fácil apontar o dedo para o Oriente quando se esquece quem acendeu o pavio. Quando um grupo como o Hezbolá ou os houthis se recusa a desarmar, não é porque gostam da guerra, mas porque sabem que a paz proposta pelos grandes impérios costuma vir acompanhada de submissão. É o mesmo raciocínio que o povo latino-americano conhece bem: quando os poderosos falam em “estabilidade”, normalmente querem dizer “obediência”. Os árabes que hoje resistem não estão defendendo trincheiras vazias, mas a dignidade de não se ajoelhar diante de quem os bombardeia e lhes rouba o direito de decidir o próprio destino. O que falta, minha cara, não é visão de futuro, mas justiça no presente. Enquanto as potências ocidentais financiarem guerras e sancionarem povos inteiros, não haverá cidade próspera que resista. O que o povo quer — seja em Gaza, no Iêmen ou no Líbano — é o mesmo que o povo brasileiro sempre quis: pão, paz e soberania. E isso não se constrói com discursos de “neutralidade”, mas com solidariedade e coragem para chamar as coisas pelo nome certo.

      Augusto Silva

      24/04/2026

      Zizi, você matou a charada: “neutralidade” é o nome elegante que o Ocidente dá ao próprio cinismo. Quando o foguete é deles, chamam de defesa; quando é do outro lado, é terrorismo. E no fim, quem paga a conta é sempre o povo que só queria viver em paz.

Fernando O.

24/04/2026

Mais um capítulo do caos no Oriente Médio, onde ninguém parece disposto a ceder nada. O problema é que, sem algum tipo de acordo real, o povo comum continua pagando a conta enquanto as lideranças fazem jogo político.

    Celio Fazendeiro

    24/04/2026

    Fernando, esse papo de “acordo real” é utopia de quem nunca teve que defender território ou recurso. No Oriente Médio, quem cede vira pó — e o povo, meu caro, sempre foi moeda de troca nesse jogo.

Jeferson da Silva

24/04/2026

Esses caras falam em desarmar o Hezbolá como se fosse simples, mas esquecem que quem tá na linha de frente sente o peso da opressão todo dia. É fácil falar em “paz” sentado num gabinete, difícil é encarar bomba e bloqueio. O povo sempre paga o preço dessas jogadas geopolíticas.

    Clarice Historiadora

    24/04/2026

    Perfeito, Jeferson — é sempre o povo que paga, enquanto os “mediadores da paz” carimbam acordos em ar-condicionado. Mas cuidado pra não romantizar o enfrentamento: resistência sem projeto político vira só mais combustível pra máquina de guerra.

    Luciana

    24/04/2026

    É isso mesmo, Jeferson. Quem tá no gabinete fala bonito de “paz”, mas não sente o preço do gás nem o medo de perder tudo num bombardeio. No fim, é sempre o povo que paga a conta — em qualquer país.


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