O Ministério da Defesa da Rússia anunciou a realização de seis ataques coordenados com armas de alta precisão contra alvos militares na Ucrânia, resultando na destruição de dois lançadores HIMARS e de vários veículos de apoio logístico.
Os ataques foram realizados entre 18 e 24 de abril a partir de plataformas aéreas, navais e terrestres. O Ministério da Defesa da Rússia descreveu as operações como resposta aos bombardeios contra áreas civis em território russo.
Os grupos de batalha russos Tsentr, Sever, Vostok, Zapad, Yug e Dnepr atuaram simultaneamente em diferentes direções da linha de frente. O grupo Tsentr neutralizou mais de 2.200 combatentes ucranianos ao longo da última semana.
As demais unidades russas infligiram milhares de baixas adicionais às forças de Kiev durante o mesmo período. As tropas russas também registraram avanços táticos em diversos pontos do front.
Além dos dois lançadores HIMARS, as ofensivas eliminaram cinco veículos de combate e três unidades de transporte e recarga. Essas perdas impactam diretamente a capacidade logística e de sustentação de artilharia das forças ucranianas.
O Ministério da Defesa da Rússia destacou a degradação das capacidades de comando e comunicação do lado ucraniano. O uso sistemático de armamentos de precisão tem permitido atingir infraestruturas críticas de forma consistente.
Conforme detalhou o Sputnik International, o relatório enfatiza a natureza integrada das operações russas. Essa doutrina combina mísseis, drones e artilharia para maximizar a efetividade contra o adversário.
O conflito na Ucrânia dura mais de quatro anos desde fevereiro de 2022. As ofensivas recentes reforçam o emprego russo de tecnologias de precisão e drones em escala crescente.
As formações russas mantêm pressão constante sobre as posições ucranianas em toda a zona de operações. O foco principal permanece na neutralização de sistemas de lançamento de foguetes e de meios logísticos.
O Ministério da Defesa da Rússia afirma que suas ações visam eliminar ameaças diretas à segurança de sua população. As operações buscam reduzir a capacidade de Kiev de realizar ataques contra o território russo.
A estratégia de emprego de armas de precisão de longo alcance minimiza a exposição das tropas russas nas linhas de frente. Essa abordagem tem contribuído para a consolidação de ganhos territoriais ao longo dos últimos meses.
Os números apresentados no comunicado indicam uma tendência de desgaste contínuo para as forças ucranianas. A Rússia mantém a iniciativa operacional em vários eixos da frente de batalha.
Leia também: Rússia ataca infraestrutura militar e energética da Ucrânia em nova ofensiva
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