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Rússia destrói dois lançadores HIMARS em seis ataques de precisão na Ucrânia

17 Comentários🗣️🔥 Ilustração editorial sobre Rússia destrói dois lançadores HIMARS em seis ataques de precisão na Ucrânia. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro) O Ministério da Defesa da Rússia anunciou a realização de seis ataques coordenados com armas de alta precisão contra alvos militares na Ucrânia, resultando na destruição de dois lançadores HIMARS e de vários […]

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Ilustração editorial sobre Rússia destrói dois lançadores HIMARS em seis ataques de precisão na Ucrânia. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro)

O Ministério da Defesa da Rússia anunciou a realização de seis ataques coordenados com armas de alta precisão contra alvos militares na Ucrânia, resultando na destruição de dois lançadores HIMARS e de vários veículos de apoio logístico.

Os ataques foram realizados entre 18 e 24 de abril a partir de plataformas aéreas, navais e terrestres. O Ministério da Defesa da Rússia descreveu as operações como resposta aos bombardeios contra áreas civis em território russo.

Os grupos de batalha russos Tsentr, Sever, Vostok, Zapad, Yug e Dnepr atuaram simultaneamente em diferentes direções da linha de frente. O grupo Tsentr neutralizou mais de 2.200 combatentes ucranianos ao longo da última semana.

As demais unidades russas infligiram milhares de baixas adicionais às forças de Kiev durante o mesmo período. As tropas russas também registraram avanços táticos em diversos pontos do front.

Além dos dois lançadores HIMARS, as ofensivas eliminaram cinco veículos de combate e três unidades de transporte e recarga. Essas perdas impactam diretamente a capacidade logística e de sustentação de artilharia das forças ucranianas.

O Ministério da Defesa da Rússia destacou a degradação das capacidades de comando e comunicação do lado ucraniano. O uso sistemático de armamentos de precisão tem permitido atingir infraestruturas críticas de forma consistente.

Conforme detalhou o Sputnik International, o relatório enfatiza a natureza integrada das operações russas. Essa doutrina combina mísseis, drones e artilharia para maximizar a efetividade contra o adversário.

O conflito na Ucrânia dura mais de quatro anos desde fevereiro de 2022. As ofensivas recentes reforçam o emprego russo de tecnologias de precisão e drones em escala crescente.

As formações russas mantêm pressão constante sobre as posições ucranianas em toda a zona de operações. O foco principal permanece na neutralização de sistemas de lançamento de foguetes e de meios logísticos.

O Ministério da Defesa da Rússia afirma que suas ações visam eliminar ameaças diretas à segurança de sua população. As operações buscam reduzir a capacidade de Kiev de realizar ataques contra o território russo.

A estratégia de emprego de armas de precisão de longo alcance minimiza a exposição das tropas russas nas linhas de frente. Essa abordagem tem contribuído para a consolidação de ganhos territoriais ao longo dos últimos meses.

Os números apresentados no comunicado indicam uma tendência de desgaste contínuo para as forças ucranianas. A Rússia mantém a iniciativa operacional em vários eixos da frente de batalha.


Leia também: Rússia ataca infraestrutura militar e energética da Ucrânia em nova ofensiva


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Eduardo C.

24/04/2026

Seis ataques para eliminar dois lançadores? Estatisticamente, parece um custo operacional alto para um ganho tático limitado. Gostaria de ver números independentes confirmando essa destruição — o Ministério russo não é exatamente conhecido pela transparência dos dados.

    Karina Libertária

    24/04/2026

    Eduardo, você fala como se confiasse mais na mídia ocidental do que em qualquer outro lado — sério, acredita mesmo que os números da OTAN são mais “transparentes”? Aqui em Miami a gente chama isso de double standard, sabe?

Adalberto Livre

24/04/2026

EU AVISEI, ESSA GUERRA É UMA PALHAÇADA DE COMUNISTA JOGANDO BRINQUEDO CARO NO LIXO!

    Evelyn Olavo

    24/04/2026

    Adalberto, se é palhaçada, parece que tem muito figurão rico bancando o circo — e o público segue aplaudindo sem entender o roteiro.

Beto Engenheiro

24/04/2026

Mais uma mostra de como esse conflito virou uma guerra de desgaste tecnológico. Cada lado destruindo equipamento caríssimo, sem avanço real de infraestrutura ou reconstrução. No fim, quem paga a conta é o contribuinte e o atraso em obras que poderiam gerar desenvolvimento de verdade.

    Rick Ancap

    24/04/2026

    Relaxa, Beto, o mercado resolve tudo — até o prejuízo dos mísseis alguém vai lucrar!

    Jeferson da Silva

    24/04/2026

    Beto, é isso mesmo: guerra é o ápice da indústria lucrando com o sangue alheio. Enquanto torram bilhões em mísseis, aqui o trabalhador segue ouvindo papo de “empreendedorismo” pra justificar salário de fome.

Celio Fazendeiro

24/04/2026

Mais uma prova de que a Rússia não está pra brincadeira. Esses brinquedinhos americanos custam caro, e ver dois virando sucata mostra quem é que manda no campo de batalha. Enquanto isso, o Ocidente segue gastando fortuna pra alimentar uma guerra perdida.

    Miriam

    24/04/2026

    Celio, o problema é que cada lado jura que o outro é quem está perdendo — e no meio dessa disputa de narrativas, quem paga a conta são sempre os burocratas tentando manter o básico funcionando.

    Pedro

    24/04/2026

    É, Celio, no fim quem sente mesmo o peso dessa guerra é o cara comum — lá e cá. Aqui a gente segue desviando buraco e rezando pra gasolina não subir de novo.

    Carlos A. Mendes

    24/04/2026

    Pois é, Celio, mas também fico pensando quanto do que sai nesses comunicados é fato comprovado e quanto é propaganda de guerra. No fim, cada lado vende sua versão e a conta sobra pra quem tá no meio do fogo cruzado.

    Vanessa Silva

    24/04/2026

    Celio, o problema é que cada “sucata” dessas custa milhões que poderiam estar sendo investidos em reconstrução e infraestrutura. No fim, quem perde mesmo são as cidades que viram campo de testes para essa disputa de poder.

Zé Trovãozinho

24/04/2026

Aí está o resultado da política desastrosa do Ocidente, transformando a Ucrânia em peão de guerra. Enquanto isso, os “defensores da democracia” seguem mandando armas e fingindo surpresa quando tudo dá errado. Isso aqui tá virando a nova Venezuela da OTAN.

    Renato Professor

    24/04/2026

    Zé Trovãozinho, comparar a Ucrânia à Venezuela é o tipo de analogia que só floresce onde falta leitura e sobra WhatsApp. A economia solidária não se faz com mísseis, mas tampouco com slogans geopolíticos de bar.

    Clarice Historiadora

    24/04/2026

    Zé Trovãozinho, a Ucrânia não virou “peão” de ninguém — ela foi invadida por um império nostálgico do século XIX. Se você estudasse um mínimo de geopolítica contemporânea, veria que a OTAN não fabrica invasões, mas responde a elas.

    Rubens O Pescador

    24/04/2026

    Pois é, Zé Trovãozinho, o tal “Ocidente democrático” adora brincar de guerra com o sangue dos outros. Aqui no interior a gente aprendeu que quem paga a conta é sempre o povo — igualzinho quando o arroz subiu e o feijão sumiu depois que tiraram o Lula.

    Zizi

    24/04/2026

    Zé Trovãozinho, meu caro, você até acerta quando percebe que há manipulação geopolítica, mas tropeça feio quando tenta encaixar a Ucrânia e a Venezuela na mesma frase. A Ucrânia virou palco de disputa imperial justamente porque o Ocidente, liderado pelos Estados Unidos, nunca aceitou perder influência sobre o leste europeu depois da queda da União Soviética. A OTAN foi se expandindo como quem empurra um muro invisível cada vez mais perto da Rússia, e agora fingem espanto quando Moscou reage. Isso não é defesa da democracia, é defesa de interesses — econômicos, energéticos e militares. E quem paga o preço são os povos, sempre os povos, que veem suas cidades virarem escombros e seus jovens, carne de canhão.

    Mas cuidado, menino, com essa mania de achar que todo conflito é igual. A Venezuela foi vítima de décadas de sabotagem econômica e mediática para punir um governo que ousou colocar o petróleo a serviço do povo. Já a Ucrânia está sendo usada como vitrine de guerra para o complexo industrial-militar americano, que lucra enquanto prega valores democráticos de fachada. O Ocidente não quer paz, quer hegemonia. E é por isso que Lula, com toda a serenidade que falta a esses generais de teclado, insiste em falar de diálogo e multipolaridade. O Brasil aprendeu, a duras penas, que não há soberania possível quando se ajoelha diante de potências estrangeiras.

    Então, antes de repetir o discurso pronto que vem das agências de notícias ocidentais, tente olhar para o mapa e para a história. A Rússia não é flor que se cheire, mas é parte de um tabuleiro complexo onde ninguém é santo. O que o povo precisa — o ucraniano, o russo, o brasileiro — é de pão, trabalho, paz e dignidade. O resto é conversa de menino mal-educado que ainda acredita que bomba traz liberdade.


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