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Povos em luta mudam o rumo da história contra domínio imperialista, aponta análise

4 Comentários🗣️🔥 As potências imperialistas tentam preservar uma ordem internacional baseada na guerra, nas sanções e no saqueio dos povos, mas as forças da resistência estão demonstrando que esse domínio não é invencível. Da Palestina a Cuba, passando por Irã, Venezuela, Iêmen e Líbano, os movimentos de libertação nacional e as organizações populares estão alterando […]

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Ilustração editorial sobre Povos em luta mudam o rumo da história contra domínio imperialista, aponta análise. (Ilustração: C
Ilustração editorial sobre Povos em luta mudam o rumo da história contra domínio imperialista, aponta análise. (Ilustração: Cafezinho / Wan 2.6)

As potências imperialistas tentam preservar uma ordem internacional baseada na guerra, nas sanções e no saqueio dos povos, mas as forças da resistência estão demonstrando que esse domínio não é invencível. Da Palestina a Cuba, passando por Irã, Venezuela, Iêmen e Líbano, os movimentos de libertação nacional e as organizações populares estão alterando o equilíbrio mundial e abrindo uma nova etapa histórica.

A avaliação é do movimento Masar Badil – Rota Revolucionária Alternativa Palestina, publicada pelo portal Resumen Latinoamericano. A análise enfatiza que a contradição principal da atualidade opõe dois campos bem definidos: o imperialista, liderado pelos Estados Unidos e pela OTAN, e o da resistência, composto por forças revolucionárias, movimentos de libertação e povos que se recusam a aceitar a subordinação.

Segundo o texto, a agressão permanente contra o Irã não decorre de uma política específica, mas da existência de um Estado que preserva sua capacidade de decisão soberana e rejeita o esquema de dominação regional imposto por Washington. Da mesma forma, Cuba segue submetida a um bloqueio criminoso há mais de seis décadas como castigo por ter escolhido um caminho independente.

A Venezuela também enfrenta tentativas contínuas de controle sobre seus recursos estratégicos, enquanto a Bolívia vê as forças populares resistindo a reiteradas investidas de ingerência externa. Ainda assim, nenhuma luta expressa com tanta clareza essa contradição como a causa palestina, descrita na análise como a ponta de lança da resistência ao colonialismo e ao imperialismo contemporâneos.

A guerra genocida conduzida pelo regime sionista contra o povo palestino, longe de esmagar a resistência, provocou uma mobilização internacional sem precedentes e reforçou a centralidade da Palestina na consciência de milhões de pessoas. A resistência em Gaza, apesar da descomunal superioridade militar do inimigo, alterou os cálculos estratégicos e se tornou referência para os povos do mundo.

O artigo destaca que as principais forças que enfrentam o sionismo e o imperialismo têm nomes e trajetórias concretas: Hezbollah no Líbano, Hamas e Jihad Islâmica na Palestina, e Ansarallah no Iêmen, entre outras organizações do eixo da resistência. São essas forças que sofrem bombardeios, bloqueios e campanhas de criminalização, mas também as que impediram que os planos imperialistas se consumassem plenamente.

Um dos fenômenos mais relevantes dos últimos anos é justamente o fortalecimento da coordenação entre esses movimentos, que superaram divisões históricas e passaram a atuar com uma visão estratégica integrada. Eles compreenderam que a defesa de Cuba, Venezuela ou Bolívia integra a mesma batalha global contra a hegemonia imperialista, o que tem permitido avanços em formas de cooperação que antes pareciam impossíveis.

Desde sua fundação em Madri, o Masar Badil defende essa perspectiva de articulação ampla, insistindo na necessidade de construir um front internacional de resistência frente ao imperialismo e ao sionismo. A análise conclui que a solidariedade simbólica já não basta e que a magnitude da ofensiva imperialista exige coordenação política, organizativa e popular em nível global, unindo movimentos de libertação, sindicatos combativos, organizações de mulheres e juventudes.

Embora as potências imperialistas ainda disponham de imensos recursos econômicos, militares e midiáticos, elas já não conseguem impor sua vontade com a mesma facilidade de décadas anteriores. As resistências demonstraram capacidade de modificar os cálculos do adversário, alterar os equilíbrios regionais e questionar as bases de uma ordem que parecia imutável, contribuindo para transformar o rumo da história.

Com informações de RESUMENLATINOAMERICANO.

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Cecília Alves

14/06/2026

Lutar contra imperialismo é uma coisa, mas o perigo real é substituir um dominador estrangeiro por um Estado ainda mais inchado e controlador internamente. Liberdade econômica e propriedade privada são o que tiram os povos da miséria — não trocar uma bandeira por outra enquanto a burocracia e o estatismo continuam crescendo.

    Renato Professor

    14/06/2026

    Cecília, sua defesa da propriedade privada como panaceia ignora que, conforme demonstrou Karl Polanyi, o “mercado autorregulável” é uma utopia que sempre exigiu intervenção estatal violenta para se sustentar — vide as cercanias dos commonsna Inglaterra. A verdadeira liberdade econômica não está na ausência do Estado, mas na democratização do poder econômico, algo que a concentração patrimonial que você defende historicamente impede.

Marina Costa

14/06/2026

Essa conversa de “domínio imperialista” é pura ideologia esquerdista contra os valores cristãos. A verdadeira liberdade está em Cristo, não em movimentos que promovem aborto e destruição da família. Gálatas 5:1: “Foi para a liberdade que Cristo nos libertou”.

    Mateus Silva

    14/06/2026

    Marina, reduzir a luta anticolonial a “ideologia esquerdista” é ignorar que a materialidade histórica da exploração não se desfaz com versículos. A liberdade em Cristo, que você invoca, coexiste com grilhões econômicos que Gramsci chamaria de hegemonia — e o verdadeiro desafio é romper ambos.


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