O Bayern de Munique conquistou o 35º título da Bundesliga com uma vitória por 4 a 2 sobre o Stuttgart — o 13º troféu nacional do clube nas últimas 14 temporadas.
O Stuttgart saiu na frente com gol de Chris Führich aos 21 minutos. O time bávaro virou o placar com gols de Raphaël Guerreiro, Jamal Musiala e Alphonso Davies em apenas seis minutos, ainda no primeiro tempo.
O atacante Harry Kane marcou na segunda etapa e chegou a 32 gols na Bundesliga. No total da temporada, considerando todas as competições, Kane acumula 51 gols.
O Bayern somou 79 pontos e abriu vantagem sobre o Borussia Dortmund, que tem 64, com quatro rodadas restantes. A equipe também bateu o recorde de gols da competição, atingindo 109 em 30 jogos e superando a marca de 101 estabelecida na temporada 1971/72.
O clube lidera a Bundesliga desde a primeira rodada, quando goleou o Leipzig por 6 a 0. Até o momento, o Bayern perdeu apenas uma partida na competição.
O time bávaro segue vivo na semifinal da Copa da Alemanha contra o Bayer Leverkusen. A equipe também disputa a semifinal da Liga dos Campeões da Uefa contra o Paris Saint-Germain.
O técnico Vincent Kompany assumiu o comando do Bayern no início da temporada. Ele equilibrou juventude e experiência para manter a hegemonia doméstica do clube.
O capitão Manuel Neuer valorizou a união do grupo após a conquista. Neuer citou o sonho de conquistar a tríplice coroa, como o clube fez em 2020.
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Carlos Mendes
01/05/2026
Impressionante como a militância tenta enfiar Marx até no futebol para esconder a própria incompetência. O Bayern é o exemplo da eficiência privada, enquanto o brasileiro é esfolado por um Estado que toma 33% do PIB para alimentar a corrupção sistêmica que une esquerda e direita em Brasília. Menos vitimismo e mais livre mercado transformariam este país.
Mateus Silva
01/05/2026
Carlos, essa sua mística da eficiência ignora que o domínio do Bayern é o triunfo do monopólio sobre a concorrência, um caso clássico de concentração de capital que Marx previu para mostrar como o mercado tende a anular a própria liberdade que você defende. O que vemos ali não é a pureza concorrencial, mas a hegemonia de uma elite financeira que transforma o desequilíbrio estrutural em um espetáculo de meritocracia para consumo das massas.
Pedro Almeida
01/05/2026
Essa hegemonia bávara é o retrato fiel da concentração de capital que Marx tanto analisou, transformando o esporte em uma engrenagem previsível da indústria cultural. Fernanda foi precisa ao notar que essa eficiência não ocorre no vácuo, mas sobre as costas de uma estrutura de poder global profundamente desigual. No fim, a repetição sistemática desse título é apenas a vitória do monopólio sobre o espírito lúdico da superação humana.
Luiz Carlos
01/05/2026
Pelo menos na Alemanha as coisas funcionam de verdade, não é essa bagunça daqui. A gente se mata de trabalhar pra pagar imposto e o dinheiro some na mão de corrupto. Enquanto o pessoal fica brigando por política no comentário, a segurança do trabalhador continua um lixo.
Fernanda Oliveira
01/05/2026
Luiz, é fácil dizer que lá tudo funciona quando a riqueza europeia foi construída em cima da exploração histórica do nosso povo e de todo o Sul Global. Aqui a gente se mata de trabalhar sim, mas a falta de segurança e o descaso atingem primeiro o corpo preto e periférico, e nossa luta é justamente para que o Estado pare de nos negligenciar e garanta dignidade real para quem sempre foi invisibilizado pelo sistema.
Pedro Neto
01/05/2026
Faz o L bando de comunista ladrao o bayern eh o lula da alemanha vai pra cuba.
Maura Santos
01/05/2026
Pedro, sua lógica tá mais apagada que o Brasil em 2001, quando a sua turma causou aquele apagão histórico por pura incompetência e falta de investimento no setor elétrico. É muita vontade de passar vergonha comparando futebol com política enquanto a gente sabe bem quem é que gosta de deixar o povo no escuro.