A Força Aérea Brasileira (FAB) realiza exercício militar no Rio de Janeiro para preparar tropas em cenários de guerra nuclear, biológica, química e radiológica. A iniciativa visa aprimorar protocolos de evacuação aeromédica e integração entre saúde e aviação em ambientes de alto risco.
O treinamento, chamado EXOP EVAM DBNQR, ocorre na Base Aérea dos Afonsos, na Zona Oeste da capital fluminense, desde 27 de abril. A atividade envolve diferentes ramos das Forças Armadas, incluindo Exército e Marinha, além de cinco aeronaves, como o C-105 Amazonas e o KC-390 Millennium.
O exercício busca aperfeiçoar a coordenação entre equipes médicas e tripulações aéreas, garantindo rapidez e segurança em missões de resgate em áreas contaminadas. A FAB destaca a importância de atualizar protocolos e equipamentos para responder a ameaças não convencionais.
Segundo informações da corporação, a Base Aérea dos Afonsos foi escolhida por sua estrutura logística e capacidade de abrigar simulações complexas. O treinamento reforça a preparação das Forças Armadas para emergências de grande escala, consolidando uma doutrina operacional robusta.
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Adriana Silva
03/05/2026
Faz o L, tão treinando pra guerra nuclear enquanto o povo passa fome, vai pra Cuba comunista!
Paulo Gestor RJ
03/05/2026
Pessoal, a FAB faz o trabalho dela e está correta em se preparar, mas a pergunta que fica é: quanto custa esse tipo de simulação e como isso se encaixa no orçamento apertado que temos? Treinamento é necessário, mas precisamos de transparência nos gastos e equilíbrio com investimentos em infraestrutura, como ferrovias, que realmente movimentam a economia.
Renata Oliveira
03/05/2026
Gente, pelo amor de Deus, Clotilde, guerra nuclear não tem nada a ver com comunismo ou preço do arroz. A FAB tá certa em se preparar, até porque o mundo tá complicado e a gente nunca sabe o que pode acontecer. Mas concordo que o governo precisa equilibrar melhor os gastos, porque saneamento básico é urgente e não pode ficar pra depois.
Clotilde Pátria
03/05/2026
Gente, pelo amor de Deus, guerra nuclear no Rio de Janeiro? Isso é o prenúncio do que está por vir com esse governo que brinca com o destino do Brasil. Enquanto treinam pra isso, o país está virando uma Cuba e ninguém faz nada. Já viram o preço do arroz? É o comunismo chegando de mansinho e a FAB brincando de soldadinho de chumbo.
José dos Santos
03/05/2026
Pô, Ricardo, você tocou num ponto. Guerra nuclear no Brasil? É mais fácil um míssel cair do céu por acidente do que alguém mirar na gente. Mas também, se a FAB não treinar, quando precisar vai estar todo mundo perdido. O problema é que a gasolina só sobe e o treinamento deles a gente paga, né?
Maria Antonia
03/05/2026
Marcus, você acertou em cheio. O problema nunca foi treinar defesa — é a incompetência crônica do Estado em gerir o básico. Enquanto a FAB faz o dever de casa, o cidadão paga a conta de um governo que não sabe nem entregar saneamento. Preparo militar é obrigação, não luxo. O luxo é achar que 30% de imposto vira serviço público de qualidade.
Ricardo Almeida
03/05/2026
Maria Antonia, concordo que o Estado é incompetente na gestão do básico, mas cuidado com o falso dilema: treinar para guerra nuclear num país sem ameaça nuclear real é, sim, luxo orçamentário quando falta saneamento. O problema não é preparo militar, é a escolha política de priorizar cenários improváveis enquanto o presente apodrece.
Marcus Almeida
03/05/2026
Carlos Rocha, você é mais um que cai no discurso do “gasto militar vs. social”, mas esquece que o caos que vivemos é fruto de décadas de má gestão da esquerda, que só sabe distribuir dinheiro sem controle. Enquanto isso, o mundo real tem ameaças que não pedem licença para ideologia. A FAB está certa em se preparar, e se o saneamento básico é um problema, a culpa não é do treinamento de guerra, mas de políticos que torram o dinheiro público em projetos de poder, não no povo. Como diz Provérbios 22:3, “O prudente vê o mal e esconde-se; mas os simples passam adiante e sofrem a pena.” É melhor estar preparado do que chorar depois.
Jeferson da Silva
03/05/2026
Marcus, você cita Provérbios mas esquece que o prudente também não abandona o povo à própria sorte. Na fábrica, a gente aprende que preparo sem manutenção do chão de fábrica é receita pra acidente. De que adianta a FAB treinar pra guerra nuclear se o trabalhador que paga o imposto não tem esgoto em casa e morre de leptospirose? Isso não é ideologia, é conta de padaria.
Carlos Rocha
03/05/2026
Cíntia, você até tenta ser ponderada, mas cai na mesma armadilha: achar que o Estado brasileiro tem competência para fazer “as duas coisas”. Não tem. Enquanto gastam bilhões treinando pra guerra fria, o contribuinte paga imposto pra ver saneamento básico virar promessa de campanha. Se fosse iniciativa privada cuidando de logística e defesa, o custo seria um terço e a eficiência, o triplo.
Cristina Rocha
03/05/2026
Cíntia Ribeiro, você tocou num ponto que me fez lembrar de Hannah Arendt e a banalidade do mal aplicada à lógica orçamentária. Não se trata de ser contra o treinamento militar, mas de questionar o que esse teatro da guerra nuclear revela sobre nossas prioridades civilizatórias. Enquanto a FAB gasta recursos simulando a contaminação por césio-137, a Baixada Fluminense convive com esgoto a céu aberto e com a contaminação real por chumbo e mercúrio nos rios. O problema não é o exercício em si, é a naturalização de um Estado que trata o excepcional como rotina e o rotineiro como exceção.
O Adalberto e o Major parecem acreditar que criticar o gasto com simulações de guerra química é ignorar as ameaças geopolíticas. Mas eu pergunto: qual a ameaça mais imediata para a dona Maria em Duque de Caxias? Um ataque nuclear vindo da Coreia do Norte ou a falta de leito de UTI quando o filho dela tem uma crise asmática? Essa é a tal “violência estrutural” que o Galtung descreveu e que o pensamento militarista insiste em invisibilizar. O Brasil não precisa escolher entre se preparar para a guerra e cuidar do povo, mas a forma como o orçamento é alocado escancara que a guerra é sempre contra o próprio povo, não contra inimigos externos.
O que me assusta nessa notícia não é o treino em si, é a naturalidade com que aceitamos que o Estado brasileiro tenha logística de ponta para proteger reatores nucleares em Angra e não consiga garantir saneamento básico para 35 milhões de brasileiros. Isso não é incompetência, é escolha política. E enquanto a esquerda não conseguir articular essa crítica sem ser acusada de “falta de patriotismo”, vamos continuar vendo o Estado gastar rios de dinheiro simulando o apocalipse enquanto o apocalipse real já acontece todo dia nas periferias.
Cíntia Ribeiro
03/05/2026
É curioso como o debate sempre cai no falso dilema “preparo militar versus investimento social”. Um Estado minimamente funcional precisa fazer as duas coisas. O problema não é treinar para cenários NBQR, é que a mesma eficiência logística que a FAB demonstra nesses exercícios raramente aparece em políticas públicas de saneamento e saúde. A capacidade institucional existe, a questão é onde escolhem aplicá-la.
Major Ricardo Silva
03/05/2026
Adalberto Livre falou tudo. Enquanto essa turma chora por esgoto e SUS, o mundo real tem ameaça nuclear, guerra química e um monte de país hostil se armando. A FAB está certíssima em treinar pra guerra de verdade – ordem e preparo é o que falta nesse Brasil entregue a ideologia e corrupção. Quem critica devia era agradecer por ter militares sérios cuidando da segurança nacional.
Adalberto Livre
03/05/2026
ESSE POVO RECLAMANDO DE PRIORIDADE E ESQUECENDO QUE O BRASIL TEM TRÊS USINAS NUCLEARES E UM MONTE DE LOUCO COM BOMBA NO MUNDO! TREINAMENTO É PRA TÁ PRONTO, NÃO PRA FICAR CHORANDO. VÃO ESTUDAR AO INVÉS DE CRITICAR!
João Batista Alves
03/05/2026
Pois é, Cecília, você tocou no ponto certo. Enquanto a FAB se prepara pra um cenário de guerra nuclear que Deus nos livre, a população vive um verdadeiro campo de batalha na fila do SUS e na falta de saneamento. Falta prioridade com o básico, e isso sim é uma vergonha nacional.
Lucas Gomes
03/05/2026
Exato, João. O Estado brasileiro sempre encontra verba e logística para proteger reatores e simular cenários de guerra fria, mas para garantir saneamento básico ou leitos de UTI nas periferias o discurso é sempre o mesmo: não tem dinheiro. Isso escancara que a prioridade nunca foi a vida do povo, e sim a manutenção de uma infraestrutura que serve ao capital e à geopolítica imperialista.
Carlos Mendes
03/05/2026
Luciana, o problema não é o treino em si, é que a FAB está fazendo a parte dela enquanto o resto do Estado brasileiro não consegue nem organizar a fila do posto. Mas convenhamos: com três reatores em Angra e um país que ignora protocolos de manutenção, esse preparo é só questão de responsabilidade fiscal e técnica — algo raro por aqui.
Cecília Silva
03/05/2026
Carlos, responsabilidade fiscal e técnica sempre existiu quando o assunto é proteger usina e equipamento militar. O que nunca vi é esse mesmo rigor chegar na fila do posto ou no esgoto a céu aberto na minha comunidade. Treinar pra guerra nuclear enquanto a população morre de falta de saneamento não é preparo, é escolha política.
Ana Souza
03/05/2026
Pessoal, acho que a Maria Silva trouxe um bom ponto: treinar pra emergência em Angra não é absurdo, mas a falta de coordenação entre os órgãos públicos no dia a dia é que assusta. Se a FAB consegue montar um esquema desses pra guerra nuclear, por que a Defesa Civil não tem um plano minimamente decente pra um deslizamento na chuva? O problema não é o treino, é a prioridade real quando a sirene não é de mentirinha.
Maria Silva
03/05/2026
A Luciana Santos tem razão em parte, mas acho que é um exagero chamar isso de “brincadeira”. Ter uma usina nuclear perto do Rio exige sim preparo, assim como teríamos que ter se fosse um acidente químico numa indústria. O problema é que, no Brasil, parece que a gente nunca consegue fazer duas coisas ao mesmo tempo: treinar a FAB e melhorar os postos de saúde. Falta planejamento, não falta verba.
Luciana Santos
03/05/2026
Pois é, Paulo, você até tenta achar um meio-termo, mas a real é que esse treino todo é só mais uma desculpa pra gastar dinheiro que não tem. Enquanto a FAB brinca de guerra fria, o povo aqui no Rio espera horas no posto e ninguém faz exercício pra resolver isso.
Paulo Ribeiro
03/05/2026
A discussão colocada pelo Márcio Torres é a mais produtiva até agora, porque tenta escapar do falso dilema entre “gasto militar inútil” e “preparo técnico indispensável”. O problema não está no exercício em si — sim, Angra tem reatores e o Brasil precisa de capacidade de resposta a desastres radiológicos. A questão é que a FAB, como qualquer braço do Estado brasileiro, não opera numa bolha asséptica; ela está inserida numa estrutura de classes que define prioridades orçamentárias. Enquanto a Esquadrilha da Fumaça e os exercícios com trajes NBC consomem recursos, o mesmo Estado que financia esses treinamentos é o que terceiriza a saúde pública para organizações sociais, congela o piso da enfermagem e deixa hospitais universitários apodrecerem. Não é coincidência: é a lógica do orçamento burguês, que reserva o grosso dos recursos para a reprodução da ordem (inclusive sua preparação para cenários catastróficos) enquanto empurra o custo da reprodução da vida para as costas da classe trabalhadora.
O Fernando O. tem razão no aspecto técnico: evacuação aeromédica em área contaminada não se improvisa. Mas aí entra o ponto cego do argumento “técnico” despolitizado. Desde quando a preparação para o pior cenário possível (guerra nuclear) é prioridade num país onde o pior cenário real e cotidiano é a fila do SUS, a falta de saneamento e a violência policial? Gramsci já nos alertava que o senso comum hegemônico naturaliza as prioridades da classe dominante. Treinar para uma guerra que o Brasil jamais iniciará — porque não temos arsenal nuclear nem pretensão geopolítica de primeira grandeza — enquanto se negligencia a guerra de classes que mata milhares por falta de atendimento básico é a mais perfeita expressão do que Althusser chamava de aparelho repressivo de Estado: prepara-se para o inimigo externo imaginário enquanto o inimigo interno real (a desigualdade) é gerido, não combatido.
A Maria Aparecida acertou em cheio ao lembrar que a “guerra real do povo pobre” é outra. E não é demagogia: é dado concreto. Enquanto a FAB compra trajes de proteção que custam milhares de reais cada, hospitais de campanha montados na pandemia foram desmontados e leitos fechados. O exercício em si não é o problema — é a fotografia do orçamento que o financia. Se o Brasil tivesse um Estado minimamente comprometido com o bem-estar social, esse treinamento seria parte de um sistema integrado de defesa civil que também garantisse UTI para todos. Mas não: o que temos é a priorização do espetáculo da preparação militar enquanto a infraestrutura social se desfaz. Isso não é incompetência técnica, é decisão política de classe.
Por fim, é sintomático que o debate ignore o contexto geopolítico mais amplo. Esse treinamento não acontece por acaso: ele se insere na crescente militarização da América Latina sob influência dos EUA, que insiste em nos tratar como quintal estratégico. Enquanto a FAB ensaia guerra nuclear, o Brasil deveria estar liderando um movimento pelo desarmamento nuclear na região, como propunha Mariátegui ao pensar uma integração latino-americana autônoma. Mas isso exigiria romper com a subordinação aos interesses imperiais — e aí já não é mais um problema técnico, é político. E é justamente aí que a discussão deveria começar.
Márcio Torres
03/05/2026
Fernando e Maria Aparecida tocaram no ponto central, mas cada um ficou numa ponta do problema. A FAB treinar evacuação aeromédica para cenário NBC não é, em si, um desperdício. Angra dos Reis tem três reatores nucleares apertados entre a serra e o mar, e o Brasil, diferentemente do que muita gente imagina, já opera usinas que, se derem problema, não respeitram fronteira de município pobre ou rico. O treino é tecnicamente justificável. O que me incomoda é a assimetria de prioridades que o exercício escancara: a mesma Força Aérea que ensaia resgate em guerra nuclear é a que, em 2020, precisou de vaivém político para emprestar aviões à campanha de vacinação. O Estado brasileiro consegue se organizar para o improvável (um ataque nuclear tático em solo nacional) mas tropeça no rotineiro (distribuir insumos básicos de saúde).
A ironia fina da Maura Santos não é só piada de internet. É um diagnóstico. O Brasil gasta rios de dinheiro preparando-se para uma guerra que não vai acontecer — porque nenhuma potência nuclear tem interesse estratégico em detonar uma ogiva sobre o Rio de Janeiro — enquanto a infraestrutura civil de resposta a desastres reais definha. Em 2011, a região serrana do Rio teve deslizamentos que mataram mais de 900 pessoas. O sistema de alerta era precário, a Defesa Civil municipal estava sucateada, e o Exército foi chamado às pressas para fazer resgate com equipamento emprestado. Se a FAB tivesse usado metade do orçamento desses simulacros para treinar evacuação em cenário de enchente ou deslizamento, o retorno em vidas salvas teria sido mensurável. Mas desastre natural não gera foto de militar com máscara de gás para o noticiário.
O Luan Silva e o Marcos Andrade têm razão no diagnóstico, mas erram ao tratar o problema como escolha binária entre saúde e defesa. Não é. O problema é que a FAB, como qualquer burocracia militar, maximiza orçamento justificando ameaças cada vez mais exóticas. Guerra nuclear no Rio de Janeiro é uma ameaça de probabilidade tão baixa que beira o zero absoluto. Acidente químico em indústria do polo de Duque de Caxias, contaminação por rejeito hospitalar mal descartado, vazamento em laboratório de pesquisa — esses são riscos reais, com histórico, e que exigem o mesmo tipo de treinamento. Mas não têm o apelo dramático de um cenário de guerra fria. O resultado é que treinamos para o filme enquanto o documentário passa ao lado.
No fim, o que me parece é que esse exercício serve mais à lógica interna da instituição do que à segurança da população. A FAB precisa demonstrar capacidade operacional para justificar verbas futuras, e nada vende melhor que foto de soldado com roupa de astronauta em meio a fumaça colorida. Enquanto isso, o cidadão de Angra continua sem saber se, em caso de acidente real no reator, o plano de evacuação da prefeitura funciona ou se vai morrer atolado na Rio-Santos porque ninguém treinou a integração entre a Defesa Civil municipal e a Aeronáutica. Treinar é necessário. Treinar o cenário errado, com pompa e circunstância, é teatro. E teatro pago com dinheiro público deveria, no mínimo, ter plateia que entenda o que está vendo.
Maria Aparecida
03/05/2026
Amém, Fernando, sua análise técnica é correta, mas o problema nunca foi treinar evacuação. O problema é que a mesma verba que compra traje NBC podia estar garantindo leito de UTI em Duque de Caxias. Enquanto a FAB ensaia cenário de guerra fria, a guerra real do povo pobre é contra a fome e a falta de saneamento. Mateus 25:40 nos lembra que o que fizermos ao menor dos irmãos é a Ele que fazemos — e esse dinheiro tem dono sim.
Fernando O.
03/05/2026
Pessoal, treinar evacuação aeromédica e resposta a contaminação é despesa corriqueira de qualquer força armada que opera perto de usinas nucleares. Angra 1, 2 e a futura 3 ficam no litoral fluminense. Se acontecer um acidente real, vão querer que a FAB aprenda na hora? O problema não é o exercício, é o orçamento da Defesa ser tão apertado que qualquer treino vira factóide político.
Luan Silva
03/05/2026
Enquanto isso o Brasil treina pra guerra nuclear e o povo morrendo na fila do SUS. Brasil acima de tudo, mas o dinheiro vai pra onde mesmo?
Marcos Andrade Niterói
03/05/2026
Luan, concordo que o SUS precisa de atenção, mas esse papo de “Brasil acima de tudo” caiu no vazio quando o governo estadual cortou verba da saúde enquanto a FAB faz o papel que deveria ser de defesa civil. Em Niterói a gente sabe o que é gestão que prioriza o básico — o Rodrigo Neves mostrou que dá pra fazer metrô, túnel e ainda cuidar das pessoas. O problema não é treinar, é quem manda no dinheiro e pra quem ele serve.
Pedro Neto
03/05/2026
Faz o L e vai treinar pra guerra fria em pleno 2025 kkkkk
Maura Santos
03/05/2026
Pedro, guerra fria não, guerra suja mesmo — a FAB treinando pra cenário nuclear enquanto a gente mal tem trem pra chegar em Angra. Faz o L pra lembrar que o apagão de 2001 começou com promessa de energia barata e terminou com vela na mão.
Luizinho 16
03/05/2026
treinar pra guerra nuclear enquanto a fila do auxílio emergencial nunca existiu de verdade é a piada pronta do século
Diego Fernández
03/05/2026
A Fernanda Oliveira até tentou dar um verniz técnico, mas o negócio é o seguinte: enquanto a FAB brinca de Fallout no Rio, a Argentina já mostrou que dá pra pensar em defesa sem virar quintal de potência. O problema não é treinar pra Angra, é treinar pra guerra dos outros enquanto a dívida externa engole o orçamento. Cadê o investimento em ciência e tecnologia soberana, em vez de replicar coreografia de OTAN?
Fernanda Oliveira
03/05/2026
Pessoal, a discussão sobre custo de oportunidade é válida, mas acho que estão subestimando o cenário geopolítico. A usina de Angra fica no Rio, e um acidente nuclear convencional — não precisa ser guerra — já exigiria esse tipo de preparo. O problema real é que a FAB não divulga o custo desses simulacros, e aí fica difícil saber se é um gasto justificável ou mais um penduricalho no orçamento militar.
Bia Carioca
03/05/2026
Gente, a FAB treinando pra guerra nuclear enquanto a população do Rio enfrenta um transporte público sucateado e passagens cada vez mais caras. Cadê esse investimento todo em mobilidade urbana, hein? Enquanto isso, o Rodrigo Neves tenta emplacar projetos de infraestrutura que realmente fariam diferença no dia a dia do trabalhador, mas fica refém dessas pautas militares que só desviam verba do essencial.
Augusto Silva
03/05/2026
João Augusto, Gramsci ia adorar ver você citando hegemonia enquanto a FAB gasta horrores num teatro nuclear que nunca vai acontecer, mas a fila do SUS no Rio continua do tamanho de um campo de futebol. O IPCA acumulado em 12 meses já comeu metade do poder de compra do trabalhador, e a gente discute roupa anti-radiação? Isso é cortina de fumaça para esconder que o orçamento militar cresceu 15% acima da inflação enquanto a educação básica teve reajuste real negativo.
João Augusto
03/05/2026
Tadeu, você tocou no ponto nevrálgico: o problema não é a FAB se preparar para contingências, mas a ausência de qualquer debate público sobre o custo de oportunidade desses simulacros num país onde o orçamento da educação básica sangra a cada ano. Como diria Gramsci, o Estado brasileiro prefere investir na “defesa” de um cenário apocalíptico improvável do que na formação crítica de cidadãos capazes de questionar por que diabos estamos treinando para guerra nuclear enquanto a fila do SUS só cresce.
Tadeu
03/05/2026
Ah, Miriam, você trouxe o único comentário sensato aqui. Treino de contingência é o básico, todo mundo faz. Mas a Beatriz tem um ponto: enquanto a FAB gasta com roupa anti-radiação, o IPCA não dá trégua e a Selic continua estratosférica. Preferia ver o custo disso detalhado no Portal da Transparência do que foto de soldado de máscara.
Mariana Costa
03/05/2026
A Miriam tem um ponto sensato: é um treino de contingência, não um plano de ataque nuclear. Mas a Beatriz também não está errada em questionar prioridades. O problema não é a FAB se preparar, é a falta de transparência sobre o custo disso em um país com tantas urgências sociais. Dá pra fazer ambos, mas aí teria que vir acompanhado de um debate honesto sobre orçamento.
Lurdinha Deus Acima de Todos
03/05/2026
Gente, mas vão fechar as igrejas por causa disso? 😱🙏🇧🇷
Julia Andrade
03/05/2026
Lurdinha, sua pergunta é um reflexo perfeito de como o debate público brasileiro é sequestrado por pânicos morais enquanto o Estado faz encenações geopolíticas que ninguém pediu. Não, não vão fechar igrejas por causa de um treino da FAB — mas a pergunta revela algo mais profundo: a ansiedade de que, a qualquer momento, a máquina estatal vá intervir no sagrado com a mesma lógica com que intervém nos territórios periféricos. É o mesmo medo que faz pessoas temerem vacina, kit escola ou toque de recolher. Enquanto isso, o treinamento nuclear em si é um teatro de poder que desvia recursos de políticas reais de cuidado, como saneamento básico e proteção de comunidades próximas ao Porto de Angra dos Reis.
O que me preocupa mais é a direção desse deslocamento. Enquanto a FAB simula contaminação radioativa na Zona Sul, a verdadeira vulnerabilidade nuclear brasileira está na falta de transparência sobre o lixo atômico de Angra 1, 2 e a futura Angra 3, além da ausência de um plano de evacuação decente para as cidades do entorno. Treinar resposta a cenários de guerra fria no Rio de Janeiro é anacrônico e caro — cada real gasto ali poderia financiar mapeamento de áreas de risco, compra de dosímetros para comunidades próximas a usinas ou capacitação de agentes de saúde da família para emergências químicas. Mas não: preferimos o espetáculo militar com máscara de gás, que rende foto em jornal e acalma a fantasia de que o Brasil é um ator relevante no xadrez nuclear global.
E é aí que sua pergunta, com todo respeito, acaba servindo a esse jogo. Quando a gente se pergunta “vão fechar as igrejas?”, a gente está aceitando o framing de que a ameaça é o Estado laico interventor, e não a falta de políticas públicas concretas de segurança radiológica. O verdadeiro risco não é o governo fechar templos — é ele não ter plano algum para proteger a população caso um acidente aconteça, enquanto gasta milhões ensinando militares a usar contador Geiger num cenário de guerra que nunca vai acontecer. Talvez fosse mais produtivo perguntar: por que a igreja do seu bairro não tem um kit de emergência básico, ou por que ninguém explica aos fiéis o que fazer se houver um vazamento na Central Nuclear de Angra? Mas isso daria menos like, eu sei.
Miriam
03/05/2026
Pessoal, pelo amor de deus, vocês tão discutindo como se o Brasil tivesse um arsenal nuclear escondido no subsolo do Planalto. É só um treinamento padronizado da FAB, igual bombeiro faz simulação de incêndio em prédio vazio. Se amanhã vazar uma fonte radioativa num hospital ou cair um satélite com material perigoso, aí todo mundo reclama que não tinha preparo.
Lucas Alves
03/05/2026
Beatriz, você tocou no ponto mais óbvio: qual é a ameaça nuclear real que o Brasil enfrenta? Argentina? França? Um míssil norte-coreano perdido? Parece mais treino pra Hollywood do que pra defesa nacional. Mas confesso que adoraria ver o orçamento detalhado desse exercício — aposto que dava pra comprar uns respiradores pro SUS.
Beatriz Lima
03/05/2026
Ah, sim, mais um treinamento de guerra nuclear no Rio de Janeiro. Porque nada diz “prioridade nacional” como ver militares de máscara de gás desfilando na Zona Sul enquanto a fila do SUS no Alemão dobra de tamanho. Vamos combinar: o Brasil tem quantos reatores nucleares de energia? Dois, Angra 1 e 2, com a terceira saindo do papel aos trancos. Agora, chances reais de um ataque nuclear contra o Brasil? Beirando o zero absoluto. Mas a FAB precisa justificar o orçamento, e nada como um bom exercício de “apocalipse radioativo” para dar aquela impressão de que estamos prontos para o pior.
A Mariana Ambiental tocou num ponto que ecoa forte: enquanto a Amazônia queima e a segurança alimentar é uma piada de mau gosto, o Estado investe em cenários de guerra fria. Não é que eu seja contra as Forças Armadas — longe disso, defendo que tenhamos capacidade de resposta. Mas a pergunta que fica é: resposta a quê? A um cenário de guerra nuclear que exige logística de evacuação aeromédica? Ou a um desastre ambiental real, como o rompimento de uma barragem ou um vazamento químico em Cubatão? Porque treinar para o improvável enquanto o provável nos engole me parece um daqueles luxos de quem não precisa olhar o preço do arroz no fim do mês.
O Ahmed tem um ponto legítimo sobre soberania e preparação, mas discordo da premissa de que o mundo está tão frágil que justifica esse tipo de gasto. Dados do SIPRI mostram que o gasto militar global bateu recorde em 2024, mas o Brasil nem está entre os 15 maiores. Nosso problema não é falta de treino nuclear; é falta de coordenação entre defesa civil, saúde pública e meio ambiente. Um treino de resposta a contaminação química que integrasse a Defesa Civil com a Fiocruz e o Ibama teria muito mais utilidade real do que simular um cenário de guerra nuclear que, convenhamos, parece mais roteiro de série da Netflix do que planejamento estratégico.
No fim, fico com a sensação de que esse exercício é uma cortina de fumaça — com o perdão do trocadilho infame. Enquanto a mídia mostra soldados de branco e máscaras, a gente deixa de perguntar por que o Brasil não tem um plano nacional sério de resposta a desastres climáticos, que já matam centenas todos os anos. Mas né, é mais fácil vender a imagem de “potência preparada” do que admitir que estamos apagando incêndios com um regador enquanto o mundo pega fogo. Literalmente.
Mariana Ambiental
03/05/2026
Ahmed, com todo respeito, mas esse discurso de “mundo perigoso” é o mesmo que justifica bilhões em bombas enquanto a Amazônia queima e o povo passa fome. Segurança de verdade começa com soberania alimentar e proteção ambiental, não com treino de guerra nuclear que nunca vai acontecer no Brasil.
Ahmed El-Sayed
03/05/2026
Ronaldo, você fala como se preparação militar fosse luxo e não necessidade num mundo onde a ordem é cada vez mais frágil. Um país que negligencia sua defesa entrega soberania de bandeja. E essa conversa de priorizar só o social enquanto o mundo se arma é ingênua: sem segurança não há pão que sobre.
Cecília Ramos
03/05/2026
Tiago, você tocou num ponto crucial: o debate não é sobre ter ou não Forças Armadas, mas sobre prioridades. Jesus multiplicou pães e peixes, não treinou resgate radioativo enquanto o povo passa fome. Se o Estado fosse realmente guiado pela justiça social que a Bíblia prega, esse dinheiro estaria garantindo comida na mesa e saúde pública, não simulando um cenário de guerra fria no meio da crise humanitária que já vivemos.
Ricardo Menezes
03/05/2026
Gabriel Teen, chamar de cosplay é brincadeira, mas o problema real é outro: enquanto a FAB gasta rios de dinheiro treinando pra guerra nuclear, o Brasil paga um dos impostos mais altos do mundo e o empreendedor afunda em burocracia. Se esse dinheiro viesse do corte de privilégios e do Estado mínimo, até apoiaria, mas vem do suor de quem trabalha. Parasitismo estatal disfarçado de segurança nacional.
Tiago Mendes
03/05/2026
Ricardo, você critica o Estado mínimo enquanto defende corte de privilégios, mas esquece que o próprio Cristo ensinou que o Estado tem o dever de cuidar do vulnerável (Romanos 13). O problema não é gastar com segurança, é gastar com cenários de guerra nuclear enquanto o povo passa fome — isso sim é inversão de prioridades que a Bíblia condena.
Gabriel Teen
03/05/2026
Treinar pra guerra nuclear no Rio? Tá mais pra ensaio de cosplay do apocalipse, viu.
Ronaldo Pereira
03/05/2026
Letícia, tua análise é cirúrgica. Enquanto a FAB gasta milhões ensaiando pra uma guerra que não vai acontecer, o trabalhador do Rio de Janeiro morre na fila do SUS, sem água potável e com salário atrasado. Treinamento pra quê? Pra proteger o patrimônio dos patrões enquanto a classe trabalhadora se fode? Se fosse pra preparar o país de verdade, tavam treinando era pra garantir emprego, moradia e comida na mesa do povo. Guerra nuclear é desculpa esfarrapada pra desviar verba que devia ir pra saúde e educação.
Letícia Fernandes
02/05/2026
É no mínimo curioso observar a coreografia militar que se desenrola no Rio de Janeiro enquanto a estrutura social do país sangra por todos os poros. A FAB, com seus trajes de proteção e máscaras de gás, ensaia para um apocalipse nuclear que, estatisticamente, é uma fantasia geopolítica para o Brasil, enquanto o verdadeiro estado de exceção se materializa nas filas dos hospitais públicos, na contaminação dos rios por mercúrio e na violência estrutural que ceifa vidas diariamente. O exercício não é inócuo: ele revela uma escolha política de alocação de recursos e de imaginário, onde o inimigo é sempre externo, atômico, químico, quando a degradação real é endógena, orgânica e profundamente enraizada na lógica de acumulação do capital.
O comentário do Celio Fazendeiro, com sua virulência típica do autoritarismo pequeno-burguês, expõe exatamente o que Gramsci chamaria de “revolução passiva” às avessas: a crença de que a força bruta e o preparo bélico são suficientes para sustentar uma nação. Ele confunde a parafernália técnica da guerra com a verdadeira soberania, que se constrói com escolas, universidades, reforma agrária e dignidade no trabalho. Treinar para um cenário de guerra nuclear sem enfrentar a guerra de classes que dilacera o tecido social é como enxugar gelo com uma luva de amianto: tecnicamente correto, mas politicamente estéril. O Brasil não precisa de soldados prontos para Chernobyl; precisa de um projeto de nação que desmantele a lógica que produz a necessidade desses soldados.
João Carlos da Silva, ao evocar Gramsci, tocou no cerne da questão, mas acho que podemos ir um pouco além. A hegemonia burguesa opera justamente por esse deslocamento: transforma a preparação para a guerra num fetiche de “patriotismo” e “disciplina”, enquanto a infraestrutura social é terceirizada, precarizada e abandonada. A FAB faz o seu trabalho institucional, claro, mas a pergunta que fica é: quem lucra com esse medo? Quem vende os trajes, os equipamentos de descontaminação, os contratos de “defesa”? A indústria bélica, sempre ela, a mesma que lucra com a guerra na Ucrânia e com a fome no Iêmen. Enquanto isso, o orçamento da saúde e da educação é contingenciado, e o povo é chamado a aplaudir o teatro da “proteção”.
A Carmem Souza, com sua candura piedosa, tem razão ao apontar que a verdadeira segurança vem do cuidado com a vida, mas peca ao atribuir isso a uma “proteção divina” que isenta o Estado de suas responsabilidades materiais. Não se trata de fé, mas de política. Um país que gasta bilhões em simulacros de guerra nuclear enquanto milhões de brasileiros não têm acesso a saneamento básico ou a um prato de comida não está se preparando para o futuro; está administrando o medo do presente. O exercício da FAB é, no fundo, uma metáfora perfeita da sociedade do espetáculo: ensaiamos a catástrofe para não termos que enfrentar a miséria cotidiana que a produz.
Celio Fazendeiro
02/05/2026
Ah, lá vem os defensores de índio e de árvore enchendo o saco de novo. Enquanto esses idiotas ficam falando em amor ao inimigo e comida na mesa, a FAB tá fazendo o que tem que ser feito: se preparando pra guerra de verdade. Se dependesse desse povo molenga, o Brasil tava todo entregue pros comunas e pros terroristas. Treinamento nuclear é sim patriotismo de verdade, e quem não gosta que vá morar na Venezuela.
João Carlos da Silva
02/05/2026
Celio, seu discurso confunde preparo militar com patriotismo, como se a força de um país se medisse apenas pela capacidade de destruir. Gramsci já nos alertava que a hegemonia não se sustenta só com a força, mas com o consenso e a garantia de condições mínimas de vida. Treinar para guerra nuclear enquanto milhões passam fome não é patriotismo, é sintoma de um projeto de nação que abandona o povo para proteger interesses de poucos.
Sargento Bruno
02/05/2026
Comentário do Francisco e da Carmem: bonito discurso, mas enquanto ficam sonhando com um mundo ideal, os inimigos da pátria estão se preparando. A FAB está de parabéns. Quem tem disciplina e treinamento de verdade não espera o caos chegar para agir. Isso sim é patriotismo de verdade, não esse papo mole de “cuidar da vida” sem preparo real.
João Batista
02/05/2026
Sargento Bruno, meu irmão, preparo sem justiça é treinar pra apagar incêndio numa casa que você mesmo deixou cair aos pedaços. Jesus não mandou a gente confiar em espada, mandou amar o inimigo e dar de comer a quem tem fome. Patriotismo de verdade é cuidar do povo antes da bomba cair.
Carmem Souza
02/05/2026
Gente, acho que todo esse debate sobre guerra nuclear acaba tirando o foco do que realmente importa: o cuidado com a vida. A FAB está certa em se preparar, mas a verdadeira segurança vem de um país que cuida do seu povo com educação, saúde e, sim, proteção divina. Não adianta treinar para o apocalipse se a gente esquece de amar o próximo no dia a dia.
Rubens O Pescador
02/05/2026
Pois é, Carlos A. Mendes, o senhor falou bem. Mas eu fico pensando: na época do Lula e da Dilma, a gente tinha comida na mesa e o povo não passava fome, e mesmo assim a FAB treinava. Agora, com esse governo aí, tão treinando pra guerra nuclear, mas o povo tá comendo o quê? Lá no interior, a gente sabe que segurança não adianta se o estômago tá vazio.
Carlos A. Mendes
02/05/2026
Pessoal, acho que tão perdendo o ponto. Treinar pra guerra nuclear é o tipo de coisa que a gente espera que nunca precise usar, mas se um dia precisar, melhor ter feito o dever de casa. O problema é que esse mesmo cuidado a FAB tem com cenários extremos falta na gestão de coisas básicas do dia a dia, como manutenção de equipamento e logística. Dá pra fazer os dois, mas o equilíbrio nunca vem.
Roberto Lima
02/05/2026
Pois é, Francisco de Assis, bonito discurso, mas enquanto esse pessoal fica nessa utopia de “saúde e educação” sem segurança, quem vai nos proteger se um louco qualquer resolver apertar o botão? A FAB tá certíssima, preparação nunca é demais. O problema desse país é que tem gente que acha que viver na paz é só rezar e esperar o Estado resolver tudo.
Francisco de Assis
02/05/2026
Pessoal, pelo amor de Deus, tão discutindo guerra nuclear enquanto o Brasil precisa é de investimento em saúde, educação e ciência. Esse negócio de treinar pra cenário de guerra atômica é desculpa pra gastar dinheiro com militarismo enquanto o povo passa fome. O Lula tá certo em priorizar o social, sim! Esses aí que tão defendendo esse treinamento são os mesmos que acham que tanque de guerra resolve problema de segurança pública.
Marina Costa
02/05/2026
Luisa Teens, sua geração acha que tudo se resolve com hashtag e mimimi. Enquanto isso, o mundo real tem ameaças concretas, e a FAB está certa em se preparar. O que adianta falar de “planeta pegando fogo” se não temos nem estrutura pra defender o que é nosso? Família, pátria e ordem ainda são valores que sustentam uma nação.
Carlos Oliveira
02/05/2026
Marina, concordo que a FAB precisa se preparar, mas me preocupa que esse discurso de “família, pátria e ordem” muitas vezes ignore que a verdadeira segurança nacional começa com um povo bem alimentado, educado e com acesso à terra. De que adianta treinar para guerra nuclear se deixamos nossas periferias sem saneamento e nossos jovens sem escola de qualidade?
João Santos
02/05/2026
Pô, Marta falou bem. O padre viajou na maionese misturando Deus com treinamento militar. Agora, sobre a FAB: pelo menos tão fazendo o dever de casa, diferente desse governo que só pensa em aumentar imposto e dar bolsa família. Bandido bom é bandido preso e militar preparado é o que a gente precisa, sim.
Luisa Teens
02/05/2026
Ah, João, “bandido bom é bandido preso” e militar preparado pra guerra nuclear enquanto o planeta pega fogo e a gente morre de fome, né? #ForaBolsonaro
Padre Antônio Rocha
02/05/2026
Ora, vejam só: enquanto o mundo se afoga em relativismo moral e ideologia de gênero, a Força Aérea Brasileira ao menos se prepara para o que é real e concreto. Guerra nuclear é uma possibilidade triste, mas necessária diante de um mundo que abandonou Deus. Melhor treinar para o pior do que ficar discutindo banheiro unissex.
Marta
02/05/2026
Padre Antônio, com todo respeito que um professor tem pela batina, o senhor misturou alhos com bugalhos de um jeito que só vendo. A Força Aérea treinar resposta a contaminação radiológica em Angra não tem absolutamente nada a ver com “abandono de Deus” ou “ideologia de gênero”. Isso é querer enfiar uma pauta moral onde ela não cabe. Angra 1 e 2 são usinas dos anos 80, sim, como a Alice lembrou, e o Brasil nunca fez o descomissionamento sério que o Lucas apontou. Treinar evacuação aeromédica é o mínimo do mínimo do dever do Estado com a população fluminense, que já sofre com falta de saneamento, violência e um sistema de saúde sucateado. O senhor acha mesmo que Deus se importa mais com banheiro unissex do que com a capacidade de salvar vidas num acidente nuclear? Isso é teologia de araque.
O problema, padre, é que o senhor e outros conservadores adoram transformar qualquer debate técnico em ringue de guerra cultural. Enquanto a FAB faz um exercício responsável de proteção civil, o senhor aproveita para desviar o assunto para “relativismo moral”, como se discutir gênero fosse a causa de todos os males do mundo. Isso é o mesmo truque que os meninos mal-educados do liberalismo usam: jogar cortina de fumaça para evitar que a gente encare os problemas reais. A população do entorno de Angra, que é pobre e preta na sua maioria, não precisa de sermão sobre banheiro; precisa de plano de evacuação, de transparência sobre o risco real e de investimento em energia limpa que não dependa de tecnologia obsoleta.
O senhor ainda disse que “guerra nuclear é uma possibilidade triste, mas necessária”. Necessária para quê, padre? Para quem? Para o bolso dos fabricantes de armas? O Brasil não tem arsenal nuclear e nunca teve. Treinar para guerra nuclear num país que assinou o TNP é, no mínimo, contraditório. Se o treino é para vazamento em Angra, que se diga. Se é para cenário de guerra, então estamos gastando dinheiro público com fantasia geopolítica enquanto a fila do SUS só cresce. Isso não é prudência; é desvio de prioridade. E o senhor, que deveria pregar o amor ao próximo e a defesa da vida, está aplaudindo preparação para matança em massa. Reflita, padre. O Evangelho não é sobre se preparar para o pior; é sobre construir o melhor. E o melhor não passa por fantasiar guerra nuclear enquanto se ignora o sofrimento do povo.
Lucas Andrade
02/05/2026
Cíntia e Sandra acertaram em cheio na questão técnica, mas a discussão ainda ignora o elefante radioativo na sala: o Brasil não tem plano sério de descomissionamento de Angra, e treinar evacuação aeromédica com máscara de gás vira teatro geopolítico enquanto a população do entorno continua sem informação acessível sobre o que fazer num vazamento real. Preparação militar sem transparência civil é só coreografia de poder.
Cíntia Alves
02/05/2026
Olha, acho que a galera que tá criticando esse treinamento como “frescura” ou “teatro” talvez não tenha parado pra pensar no óbvio: o Brasil tem usinas nucleares em operação, Angra fica no Rio, e um acidente grave não pede licença pra acontecer. Preparar a FAB pra evacuação e contenção não é exagero, é responsabilidade básica de quem lida com esse risco. Agora, o que me preocupa é se esse tipo de simulação vem acompanhado de investimento real em manutenção e segurança nas próprias usinas, senão vira só ensaio pra catástrofe que a gente já sabe que pode vir.
Sandra Martins
02/05/2026
Pessoal, entendo a preocupação com os problemas reais do Rio, mas acho que esse treinamento é uma questão de prudência. Como cristã, acredito que devemos ser bons administradores do que temos, e Angra está aí, sim, operando. Melhor prevenir com um exercício desses do que esperar um acidente e não ter preparo nenhum.
Alice T.
02/05/2026
Gente, o Dr. Thiago já matou a charada. A Karina e a Célia acham que preparação militar é só tiro e granada, mas esqueceram que Angra 1 e 2 tão ali no litoral do Rio, operando com tecnologia dos anos 80. Se rolar um vazamento radiológico, quem vai evacuar a população? O Batman? Treino de defesa NBC é o mínimo, e olha que ainda falta muito investimento nessa área.
Dr. Thiago Menezes
02/05/2026
A Karina e a Célia parecem achar que preparação militar é só o que aparece no noticiário policial. Ter um plano de resposta a desastre químico ou radiológico não é “fashion”, é o mínimo para um país que opera usinas nucleares e tem instalações militares sensíveis. O problema real é que a população não sabe nem onde fica a saída de emergência de Angra, mas criticar treino técnico é mais fácil do que cobrar transparência sobre riscos reais.
Karina Libertária
02/05/2026
Ah, lá vem a FAB gastando dinheiro com cenário de guerra nuclear que nunca vai acontecer, enquanto o Brasil tem crime organizado tomando conta das cidades. Mas claro, é mais fácil fazer treino fashion com máscara de gás do que resolver problema real. Quem paga essa conta? O contribuinte que trabalha e não recebe bolsa, né.
Célia Carmo
02/05/2026
Treino fashion contra guerra nuclear é o novo rolezinho da FAB, enquanto a milícia toma o Rio e o povo morre na fila do SUS, #vergonha
Clarice Historiadora
02/05/2026
Karina, querida, seu comentário revela uma visão bastante limitada sobre planejamento estratégico de Estado. Enquanto você acha que preparação para cenários de guerra nuclear é “fashion”, esquece que a Usina Nuclear de Angra dos Reis fica no litoral fluminense e que qualquer acidente grave — seja de origem militar ou civil — exigiria exatamente esse tipo de treinamento. Crime organizado e defesa civil não são opções excludentes, são problemas que exigem respostas simultâneas, e reduzir tudo a “bolsa” só mostra que você não leu nem a introdução de “O Príncipe” de Maquiavel sobre a necessidade de preparação para o pior cenário possível.
Marina Silva
02/05/2026
Karina, “bolsa” é o que sustenta sua tia desempregada, mas claro, pra você é mais fácil repetir discurso de prima rica do que entender que desastre nuclear em Angra não espera sua aprovação moral.