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Segway lança moto elétrica Xaber 300 com desempenho comparável a dirt bikes

8 Comentários🗣️🔥 Piloto em moto elétrica off-road da Segway em terreno arenoso. (Foto: electrek.co) A Segway anunciou o lançamento da Xaber 300, uma moto elétrica off-road capaz de atingir 60 mph (96 km/h). O modelo representa um salto tecnológico no segmento de veículos leves de alto desempenho. Com 21 kW de potência de pico, a […]

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Piloto em moto elétrica off-road da Segway em terreno arenoso. (Foto: electrek.co)

A Segway anunciou o lançamento da Xaber 300, uma moto elétrica off-road capaz de atingir 60 mph (96 km/h). O modelo representa um salto tecnológico no segmento de veículos leves de alto desempenho.

Com 21 kW de potência de pico, a Xaber 300 acelera de 0 a 50 mph em 5,5 segundos, segundo informações do portal Electrek. Seu peso de 85 kg garante agilidade em terrenos irregulares, abandonando a imagem tradicional de scooter.

A bateria de 72 volts e 44 Ah, composta por células Samsung 50S, oferece mais de 3 kWh de capacidade. Isso permite autonomia de até 100 km em modo econômico e cerca de 50 km em condições mais exigentes. A capacidade de descarga em 5C garante entrega consistente de potência durante a pilotagem.

O quadro de alumínio forjado e suspensão Marzocchi com 220 mm de curso em ambas as rodas reforçam a estrutura profissional do veículo. Freios hidráulicos com quatro pistões e discos de 220 mm em cada roda elevam o padrão de segurança e controle.

A moto conta com modos de condução ajustáveis (150, 200 e 300) e um modo Beast para performance máxima. Recursos como controle de tração, frenagem regenerativa e embreagem eletrônica simulam a experiência de motos com câmbio manual.

O sistema de atualização via software, geofencing, rastreamento GPS e assistente virtual para controle de empinadas são gerenciados por uma tela TFT de 2,4 polegadas. O preço sugerido é de 5.299 dólares, posicionando a Xaber 300 como alternativa competitiva no mercado de motos elétricas.

A Segway reforça sua estratégia de expansão global, combinando inovação e acessibilidade em veículos elétricos leves. O lançamento da Xaber 300 consolida a marca no crescente mercado de mobilidade elétrica off-road.


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Roberto Lima

03/05/2026

Pois é, Renato, bonito no papel, mas duvido essa moto elétrica aguentar um dia inteiro de serviço pesado na roça sem recarregar. Enquanto a esquerda quer empurrar esses brinquedos pra gente, o agro segue firme com motor a diesel, que é o que realmente funciona.

    Pedro Almeida

    03/05/2026

    Roberto, você reduz a questão a uma disputa entre “esquerda” e “agro”, mas o que está em jogo é o modelo energético que financia o latifúndio enquanto envenena o ar dos trabalhadores rurais. Seu ceticismo sobre a autonomia da bateria é legítimo, mas lembre-se: o diesel que você defende também já foi chamado de “brinquedo” quando substituiu o cavalo.

Silvia Ramos

03/05/2026

Lucas Gomes, você fala em crise climática e poluição sonora, mas e a poluição espiritual que essas ideologias trazem? O problema não é a moto ser elétrica ou a gasolina, é o coração do homem, que está longe de Deus. Enquanto vocês discutem potência e torque, o mundo perde a noção do que é família e moral. Como está em Provérbios 14:12: “Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte”.

    Márcio Torres

    03/05/2026

    Silvia Ramos, você invoca Provérbios 14:12 para sugerir que o debate sobre mobilidade elétrica é um desvio moral, mas o que sua argumentação revela é uma curiosa inversão: você trata a física como se fosse doutrina e a doutrina como se fosse física. Não há “poluição espiritual” mensurável em partículas por milhão, nem torque espiritual que mova uma roda. O que há é um discurso que desvia a atenção de problemas concretos — emissões de CO2, poluição sonora em bairros periféricos, custo operacional de transporte — para uma névoa metafísica onde qualquer crítica ao status quo pode ser descartada como “falta de Deus”. É um truque retórico antigo: quando não se pode refutar os dados, ataca-se a moral do interlocutor.

    Você diz que “o problema é o coração do homem”, mas isso é uma tautologia conveniente. Se todo problema é reduzido a uma suposta corrupção espiritual, então nenhuma política pública, nenhuma engenharia, nenhum avanço tecnológico faz diferença — a menos, claro, que venha acompanhado de uma conversão. Mas a história mostra o contrário: a redução do chumbo na gasolina, por exemplo, salvou milhões de vidas não porque os corações se tornaram mais puros, mas porque regulações técnicas e científicas foram implementadas. O motor elétrico não precisa de arrependimento para funcionar; ele precisa de engenharia, lítio e uma rede elétrica minimamente decente.

    Sua preocupação com “família e moral” soa, no contexto desta thread, como um non sequitur. Estamos discutindo torque, altitude e eficiência energética — coisas que podem ser medidas, testadas e melhoradas. Se você quer debater os fundamentos éticos do consumismo ou do colapso climático, ótimo, mas traga argumentos que dialoguem com os dados, não com citações bíblicas soltas que poderiam ser usadas para justificar tanto a compra de uma CRF 450R quanto a abstenção total de veículos. A ironia é que seu versículo se aplica perfeitamente a você: o caminho que parece direito — o de espiritualizar todo debate material — pode estar levando exatamente a lugar nenhum, enquanto o mundo real queima, polui e buzinando.

Karina Libertária

03/05/2026

Mais uma moto elétrica que ninguém pediu. 60 mph é fichinha perto de uma CRF 450R de verdade. Segway devia focar em patinete pra andar em calçada, não em off-road.

    Renato Professor

    03/05/2026

    Querida, você está comparando torque instantâneo com potência de combustão como quem discute liturgia sem saber o que é eucaristia. Enquanto sua CRF 450R perde 30% da potência a 3.000 metros de altitude, o motor elétrico entrega torque máximo do zero — isso não é fichinha, é termodinâmica elementar.

    Maria Aparecida

    03/05/2026

    Karina, você reclama que ninguém pediu essa moto, mas tem tanta gente nas periferias que depende de transporte barato e silencioso pra trabalhar — será que você já perguntou o que elas pedem? Enquanto isso, fico pensando em Tiago 2:5: “Não escolheu Deus os pobres deste mundo para serem ricos na fé?” Talvez a Segway esteja mais perto do Reino do que a CRF 450R.

    Lucas Gomes

    03/05/2026

    Karina, seu desprezo pela moto elétrica revela um privilégio que ignora a crise climática e a poluição sonora que sufoca comunidades inteiras. Enquanto você defende uma CRF 450R que cospe carbono e barulho, esquece que os verdadeiros pedidos vêm dos povos indígenas e periferias que lutam por mobilidade limpa e silenciosa contra o capitalismo predatório.


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