A chanceler do Reino Unido, Reeves, e o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Bessent, entraram em rota de colisão durante um encontro internacional sobre as consequências da ofensiva contra a República Islâmica do Irã.
Bessent defendeu que os ataques tornaram o mundo mais seguro e chegou a mencionar a possibilidade de um ataque nuclear de Teerã a Londres. Reeves rejeitou a postura e reafirmou preocupações sobre a ausência de objetivos claros na ofensiva.
A chanceler britânica já havia manifestado frustração com a guerra antes das reuniões do FMI. O bloqueio do Estreito de Ormuz foi destacado como consequência direta dos ataques, conforme o portal Mehr News.
O chanceler alemão, Friedrich Merz, também criticou a campanha militar, enfatizando a ausência de uma estratégia de saída. Merz apontou ainda a capacidade de Teerã em resistir e desafiar Washington nas negociações.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, rejeitou as críticas de Merz. Trump defendeu as ações contra o Irã como necessárias.
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