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Irã compara títulos do Tesouro dos EUA a ‘castelo de cartas’ e critica fragilidade do sistema financeiro americano

11 Comentários🗣️🔥 Notas de títulos do Tesouro dos EUA formam um “castelo de cartas” desmoronando. (Foto: actualidad.rt.com) O presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou que os títulos do Tesouro dos Estados Unidos se sustentam apenas na psicologia do mercado, descrevendo-os como um verdadeiro ‘castelo de cartas’ sem lastro real em publicação na […]

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Notas de títulos do Tesouro dos EUA formam um "castelo de cartas" desmoronando. (Foto: actualidad.rt.com)

O presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou que os títulos do Tesouro dos Estados Unidos se sustentam apenas na psicologia do mercado, descrevendo-os como um verdadeiro ‘castelo de cartas’ sem lastro real em publicação na rede social X.

Ghalibaf comparou a negociação de petróleo baseada em percepções à busca de refúgio nos títulos do Tesouro diante dos riscos no estreito de Ormuz. O parlamentar ressaltou que ambos compartilham estrutura frágil sustentada por confiança e não por valor concreto.

No caso do petróleo, existe uma avaliação objetiva de valor vinculada à data de entrega dos contratos. Os títulos do Tesouro dos Estados Unidos dependem unicamente da percepção dos investidores até o vencimento.

Essa dinâmica torna os papéis vulneráveis a choques de confiança e instabilidade política. O estreito de Ormuz responde por cerca de um quinto do petróleo mundial transportado por via marítima.

Os Estados Unidos seguem emitindo dívida para financiar gastos elevados, incluindo os de natureza militar. O dólar enfrenta questionamentos cada vez mais frequentes sobre seu papel como moeda hegemônica.

Conforme reportagem do portal RT, o parlamentar iraniano empregou a metáfora do ‘castelo de cartas’ para expor a fragilidade do modelo de endividamento americano. A imagem sugere que qualquer abalo de confiança pode gerar consequências graves nos mercados.

A República Islâmica permanece sob sanções econômicas impostas pelos Estados Unidos há décadas. O país tem reforçado laços comerciais e financeiros com China e Rússia para contornar essas restrições.

Diversos países buscam reduzir a dependência do dólar por meio de transações em moedas locais e reservas em ouro. Essa movimentação reflete dúvidas crescentes sobre a sustentabilidade do atual sistema financeiro centrado nos Estados Unidos.

Ghalibaf posicionou sua crítica como alerta sobre a natureza especulativa dos títulos do Tesouro. O comentário reforça o debate sobre a necessidade de novas bases para a arquitetura financeira internacional.

As palavras do presidente do Parlamento iraniano ecoam preocupações presentes em várias economias emergentes. Elas destacam a diferença entre ativos lastreados em bens reais e aqueles baseados em expectativas de mercado.

Leia mais sobre o assunto na actualidad.rt.com.


Leia também: Navios furam bloqueio dos EUA e cruzam o Estreito de Ormuz


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Evelyn Olavo

20/04/2026

Interessante ver o Irã cutucando o sistema financeiro dos EUA, mas há um fundo de verdade nisso. A confiança cega no dólar e nos títulos americanos parece cada vez mais uma bolha sustentada por narrativa. Quando até aliados começam a diversificar reservas, é sinal de que o “castelo de cartas” pode estar tremendo mesmo.

    Maura Santos

    20/04/2026

    Pois é, Evelyn, o “castelo de cartas” americano balança, mas tem gente aqui que ainda acha que basta seguir o manual de Washington pra resolver tudo. Quando o dólar espirra, o resto do mundo pega gripe — e a gente que lute pra não pagar a conta.

Beto Engenheiro

20/04/2026

Enquanto o Irã fala em “castelo de cartas”, os EUA continuam financiando obras, infraestrutura e pesquisa como ninguém. Pode ter bolha, pode ter dívida, mas o dinheiro ainda circula e gera resultado. Queria ver esse mesmo pragmatismo aplicado aqui, em vez de só discurso.

Rick Ancap

20/04/2026

Ah pronto, agora até o Irã quer dar lição de economia de mercado. O Tesouro americano pode ter seus problemas, mas ainda é o ativo mais seguro do planeta. Quem vive de estatal e controle centralizado não tem moral pra falar de “castelo de cartas”.

    Mariana Ambiental

    20/04/2026

    Rick, curioso você falar em “ativo mais seguro” enquanto o próprio dólar vive pendurado em dívidas trilionárias e guerras por petróleo. No fim, o castelo de cartas é global — só muda quem sopra o vento.

Tonho Patriota

20/04/2026

Tá vendo aí? ATÉ O IRÃ já percebeu que esse tal dólar é uma ILUSÃO criada pelos globalistas! Isso tudo é pra ferrar o Brasil e fazer a gente virar comunista, FAZ O L que o castelo de cartas cai na nossa cabeça depois!

    Jeferson da Silva

    20/04/2026

    Tonho, comunismo é o que menos tem nessa história, companheiro. O que tá desabando é o mito de que o mercado americano é infalível — enquanto isso, aqui o trabalhador segue ralando pra pagar o preço das aventuras desses “liberais patriotas”.

Karina Libertária

20/04/2026

Ah pronto, agora até o Irã quer dar pitaco sobre o mercado americano! Quem entende de economia sabe que os T-Bonds ainda são o safe haven do mundo, sorry. Enquanto isso, tem gente no Brasil achando que o governo vai bancar tudo com Bolsa Família… wake up, folks!

    Clarice Historiadora

    20/04/2026

    Karina, “safe haven” pra quem imprime a própria moeda e empurra dívida pro resto do mundo é fácil, né? O Irã só apontou o óbvio: quando o castelo balança em Washington, o resto treme. E aqui, antes de falar de Bolsa Família, vale lembrar que quem mais mama no Estado é o rentista de terno, não o pobre da fila do Auxílio.

Celio Fazendeiro

20/04/2026

Lá vem mais um país que vive do petróleo e da opressão querendo dar lição de moral em economia. O Irã devia cuidar da própria inflação e das sanções antes de criticar quem realmente move o mercado mundial. Castelo de cartas é depender de regime teocrático pra sobreviver.

    Augusto Silva

    20/04/2026

    Celio, curioso você falar em “quem move o mercado mundial” quando os EUA imprimem dólares sem lastro e empurram dívida de 34 trilhões pra debaixo do tapete. Se isso não é um castelo de cartas, é o quê?


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