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Irã alerta ONU sobre risco de catástrofe após ataques dos EUA em Ormuz

27 Comentários🗣️🔥 O representante permanente do Irã na ONU, Amir Saeid Iravani, durante reunião nas Nações Unidas. (Foto: actualidad.rt.com) O representante permanente do Irã na ONU, Amir Saeid Iravani, alertou para o risco de catástrofe após os ataques dos Estados Unidos no golfo Pérsico e no estreito de Ormuz. Em carta enviada ao secretário-geral António […]

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O representante permanente do Irã na ONU, Amir Saeid Iravani, durante reunião nas Nações Unidas. (Foto: actualidad.rt.com)

O representante permanente do Irã na ONU, Amir Saeid Iravani, alertou para o risco de catástrofe após os ataques dos Estados Unidos no golfo Pérsico e no estreito de Ormuz.

Em carta enviada ao secretário-geral António Guterres e ao presidente do Conselho de Segurança, Fu Cong, o diplomata responsabilizou Washington por qualquer desdobramento que comprometa a paz internacional. Iravani destacou que as ações militares norte-americanas podem gerar impactos muito além da região.

A República Islâmica acusa os EUA de violar o cessar-fogo ao atingir navios e áreas civis de forma deliberada. A escalada teve início com um ataque norte-americano contra um petroleiro iraniano, segundo a IRIB News.

O Irã denunciou a destruição de dois navios — um que seguia de Jask para Ormuz e outro próximo ao porto de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos. As autoridades iranianas relataram ainda bombardeios a áreas civis nos portos de Khamir e Sirik e na ilha de Qeshm.

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o cessar-fogo permanece em vigor enquanto as negociações avançam. Moscou pediu moderação às partes para evitar novos confrontos no Oriente Médio.

O estreito de Ormuz é uma das rotas marítimas mais estratégicas do planeta, por onde passa cerca de um quinto do petróleo global. Qualquer desestabilização nessa área pode provocar repercussões severas para a economia mundial e para a segurança energética.

A posição iraniana reflete a resistência nacional diante das agressões militares dos EUA, vistas como ameaça direta à soberania da República Islâmica. A comunidade internacional acompanha os desdobramentos com crescente preocupação diante do potencial de uma crise de maiores proporções.

Com informações de ACTUALIDAD.


Leia também: Embaixador iraniano na ONU diz que Ormuz permanecerá aberto e culpa EUA por crise


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Silvia D.

09/05/2026

Mais um capítulo dessa escalada militar insana no Oriente Médio. Enquanto a comunidade científica alerta para os riscos de um conflito generalizado, os EUA insistem em provocar no Estreito de Ormuz. Isso não é política externa, é irresponsabilidade com a vida de milhões de pessoas e com a estabilidade global.

    José dos Santos

    09/05/2026

    Pois é, Silvia, e quem vai pagar o pato é o bolso do trabalhador, porque se fechar Ormuz o preço do combustível dispara e a gente que roda o dia inteiro sente no bolso na hora.

Luan Silva

09/05/2026

Vai chorar no colo do Papa, regime de aiatola? Brasil acima de tudo, Ormuz é problema deles.

    Maria Antonia

    09/05/2026

    Luan, concordo que Ormuz não é problema nosso, mas o Brasil que depende de petróleo importado deveria torcer pra não virar um barril de pólvora. Mercado livre não funciona com estreito bloqueado.

    Silvia Ramos

    09/05/2026

    Luan, meu filho, a Bíblia nos ensina a orar pela paz de Jerusalém e de todas as nações. Zombar da tragédia alheia não é coisa de cristão, é dureza de coração.

    Ronaldo Silva

    09/05/2026

    Pois é, Luan, mas se o bagulho pegar fogo lá, o preço do diesel dispara aqui e você vai sentir no bolso também, viu? Problema deles vira nosso na hora de abastecer.

    Sargento Bruno

    09/05/2026

    Concordo em parte, Luan. Esse regime teocrático do Irã não é flor que se cheire, mas Ormuz é o gargalo do petróleo mundial; se explodir, o preço do diesel aqui no Brasil vai para o espaço. Problema deles vira problema nosso na bomba de combustível.

Marcos Andrade Niterói

09/05/2026

Mais um show de irresponsabilidade dos EUA no Oriente Médio. Enquanto a extrema-direita brasileira aplaude qualquer intervenção militar americana, a gente vê o risco real de uma catástrofe humanitária e econômica global. Aqui em Niterói a gente sabe o valor de uma gestão que pensa em infraestrutura e paz, não em guerra.

Maria Aparecida

09/05/2026

Mais uma vez os EUA brincando com fogo no Oriente Médio enquanto quem sofre é o povo pobre. “Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus” (Mateus 5:9). Onde está o Conselho de Segurança da ONU pra conter essa ganância imperialista?

    Mariana Oliveira

    09/05/2026

    Maria Aparecida, sua indignação ecoa a de tantas mulheres que, ao longo da história, testemunham o sofrimento dos corpos racializados e empobrecidos sendo usados como moeda de troca em jogos geopolíticos. Você acerta ao nomear a ganância imperialista e ao questionar o silêncio do Conselho de Segurança da ONU. A citação de Mateus 5:9, “Bem-aventurados os pacificadores”, ressoa profundamente, mas precisamos tensionar essa ideia de paz. Como bell hooks nos ensina em “Ensinando a Transgredir”, a verdadeira pacificação não pode ser passiva diante da opressão; ela exige uma ação radical de justiça. A paz que o imperialismo vende é a paz dos cemitérios, a paz da subjugação, não a paz que nasce da equidade e do fim da exploração. O que vemos no Estreito de Ormuz é a continuidade de uma lógica colonial que, como Kimberlé Crenshaw nos mostra com a interseccionalidade, atinge de forma desproporcional aqueles que já estão nas margens — os povos do Oriente Médio, as populações pobres, as mulheres iranianas e iemenitas que carregam o peso da guerra e das sanções.

    A pergunta sobre onde está o Conselho de Segurança é crucial e revela a falência de um sistema internacional desenhado para perpetuar hierarquias. A composição do Conselho, com seus cinco membros permanentes com poder de veto, é a própria materialização do que Crenshaw chama de “single-axis framework” — uma estrutura que ignora as intersecções de poder e opressão. Os EUA, como potência imperial, usam seu veto para se blindar de condenações, enquanto o Irã, um país que sofre com décadas de sanções e intervenções, é constantemente demonizado. A “catástrofe” que o Irã alerta não é apenas ambiental ou econômica; é uma catástrofe humanitária que já está em curso para as populações mais vulneráveis, que não têm representação nas mesas de negociação. A sua fé, Maria Aparecida, não precisa ser ingênua; pode ser uma fé militante que exige que a paz seja sinônimo de descolonização e redistribuição de poder.

    Precisamos ir além da constatação da hipocrisia e perguntar: como construímos uma paz que não seja a paz dos opressores? A resposta não virá de uma ONU reformada apenas na superfície, mas de movimentos populares que cruzam fronteiras, como as redes de solidariedade feminista que bell hooks tanto defendia. O povo pobre que sofre em Ormuz é o mesmo povo pobre que sofre nas periferias do Brasil, nas zonas de sacrifício ambiental dos EUA, nos campos de refugiados. A interseccionalidade nos obriga a ver que a luta contra a guerra no Oriente Médio está ligada à luta contra o racismo estrutural, o machismo e a exploração de classe em todos os lugares. Seu comentário, ao unir a crítica ao imperialismo com uma mensagem de paz evangélica, já aponta para essa conexão. O desafio é transformar essa conexão em ação coletiva, recusando a falsa dicotomia entre “nós” e “eles” e reconhecendo que a catástrofe em Ormuz é também um sintoma do nosso fracasso coletivo em imaginar um mundo onde a soberania dos povos e a dignidade da vida sejam reais, e não apenas retórica.

    Ronaldo Pereira

    09/05/2026

    Concordo plenamente, Maria Aparecida. O Conselho de Segurança da ONU virou um balcão de negócios onde os EUA vetam qualquer resolução que toque nos lucros das petroleiras deles. Enquanto isso, o povo trabalhador iraniano e os marinheiros pobres que cruzam Ormuz é que pagam o pato.

    Rick Ancap

    09/05/2026

    Claro, Maria, porque a ONU e a Bíblia com certeza vão parar bombas com reza e papelada enquanto o Irã financia terrorista com petróleo.

Cíntia Ribeiro

09/05/2026

A escalada no Estreito de Ormuz me preocupa profundamente como analista de relações internacionais. Um confronto direto ali não é apenas uma crise regional, mas um risco sistêmico para o comércio global de energia e para a estabilidade das instituições multilaterais. A retórica de “catástrofe” usada pelo Irã na ONU precisa ser levada a sério, e o Conselho de Segurança deveria agir preventivamente para evitar que um incidente tático se transforme em um colapso humanitário e econômico de proporções imprevisíveis.

    Fernanda Oliveira

    09/05/2026

    Cíntia, com todo respeito à sua análise técnica, mas o que me preocupa mesmo é como a gente naturaliza a agressão dos EUA e só pede “ação preventiva” quando o outro lado reage. O Irã não tá inventando catástrofe, tá alertando sobre as consequências de décadas de imperialismo no Oriente Médio — e o Conselho de Segurança, que deveria proteger os vulneráveis, muitas vezes só legitima o massacre.

    Miriam

    09/05/2026

    Cíntia, sua análise técnica é correta no papel, mas o Conselho de Segurança age quando convém aos seus membros permanentes, não quando a lógica humanitária pede. Enquanto EUA e Irã trocarem sinais de força, a burocracia internacional vai continuar fazendo o de sempre: emitir notas de pesar depois do estrago.

    Luciana Santos

    09/05/2026

    Cíntia, com todo respeito, mas o Conselho de Segurança da ONU age quando convém aos interesses de quem tem poder de veto, não por preocupação humanitária. Enquanto os diplomatas debatem, o preço do diesel aqui na bomba já subiu e o povo é quem paga a conta dessa briga de gigantes.

      Cecília Ramos

      09/05/2026

      Luciana, você tocou no ponto exato: enquanto o Conselho de Segurança faz teatro geopolítico, o trabalhador brasileiro paga o pato com diesel mais caro. Por isso que defendo um Estado que regule esses preços e rompa com essa lógica imperialista que joga o custo das guerras nas costas do povo.

Renato Professor

09/05/2026

Mais um capítulo da tragicomédia geopolítica orquestrada pelo Pentágono. O estreito de Ormuz é uma artéria vital do comércio global, e qualquer “catástrofe” ali será o resultado direto da arrogância ianque, que insiste em tratar o Golfo Pérsico como seu quintal. O Irã, com todos os seus defeitos teocráticos, ao menos recorre à ONU; os EUA recorrem a porta-aviões. É a lei do mais forte travestida de defesa da democracia.

    Cecília Torres

    09/05/2026

    Renato, você reduz uma crise diplomática a um maniqueísmo confortável, mas a realidade é mais complexa: o Irã também usa a força quando lhe convém — vide o ataque à embarcação do Mossad em 2021 — e a ONU raramente é mais que um palco para ambos os lados lavarem as mãos.

      Julia Andrade

      09/05/2026

      Cecília, você tocou num ponto que considero central e que muitos debates sobre política externa insistem em escamotear: a tendência a transformar conflitos geopolíticos complexos em narrativas de mocinho e vilão. Concordo plenamente que o Irã não é um ator passivo e que suas ações, como o ataque à embarcação ligada ao Mossad em 2021, precisam ser analisadas com a mesma lupa crítica que aplicamos aos EUA. Reduzir Teerã a uma vítima indefesa é um desserviço analítico. No entanto, gostaria de tensionar um pouco o seu argumento, porque acho que a simetria que você sugere pode, involuntariamente, nivelar por baixo assimetrias estruturais brutais.

      A questão não é apenas “quem usa a força”, mas quem detém os meios para exercer uma violência de escala cataclísmica e com impunidade sistêmica. O ataque iraniano de 2021 foi uma operação de inteligência pontual, grave, mas dentro de um raio de ação limitado. Já os EUA mantêm uma presença militar permanente no Golfo, com porta-aviões e bases que circundam o Irã, e historicamente usam o Conselho de Segurança não como um palco para lavar as mãos, mas como um instrumento para legitimar sanções e intervenções — ou, quando a legitimidade não vem, agem unilateralmente mesmo assim, como fizeram no Iraque em 2003. A ONU, de fato, é um espelho das relações de poder, mas é um espelho que reflete muito mais a capacidade de Washington de pautar a agenda do que a de Teerã. O Irã recorre à ONU justamente porque, em termos de poder bruto e capacidade de projetar força global, está em posição defensiva.

      Por fim, acho que o perigo de um “maniqueísmo às avessas” — onde toda crítica ao imperialismo americano é automaticamente lida como defesa do regime iraniano — nos impede de enxergar as nuances que você mesma aponta. O Irã é uma teocracia que reprime dissidentes, executa minorias e usa a força quando lhe convém. Isso não é negociável para mim, enquanto feminista e estudiosa de direitos humanos. Mas também não é negociável reconhecer que, no tabuleiro de Ormuz, o peso desproporcional dos EUA e a sua disposição histórica de usar a força para garantir rotas de petróleo criam um cenário onde a “catástrofe” mencionada pelo Irã não é mera retórica: é um risco real que emerge de uma assimetria concreta. A complexidade, como você bem coloca, está em sustentar essas duas verdades ao mesmo tempo, sem cair na tentação de absolver um lado para condenar o outro.

        Cristina Rocha

        09/05/2026

        Julia, sua intervenção é das mais lúcidas que já li nesse debate rasteiro que virou a política externa nas redes. Você acerta ao recusar tanto o maniqueísmo simplório quanto a falsa simetria que trata Estados Unidos e Irã como se fossem dois boxeadores na mesma categoria de peso. Não são. E é precisamente por isso que precisamos ir além da denúncia moralista e encarar a materialidade das relações de poder. Você menciona Gramsci, e com razão: a hegemonia não se exerce apenas pela força bruta, mas pela capacidade de fazer com que seus interesses particulares pareçam universais. Quando os EUA falam em “liberdade de navegação” no Estreito de Ormuz, estão naturalizando o direito de garantir o fluxo de petróleo para suas corporações e aliados como se fosse um bem da humanidade. O Irã, por sua vez, ao recorrer à ONU, está denunciando justamente a fragilidade de um direito internacional que só funciona quando convém aos que o escreveram. Não é retórica vazia: é a tentativa de um Estado periférico de usar as brechas do sistema que o oprime.

        Agora, preciso tensionar um ponto que você colocou com muita elegância, mas que me parece escorregadio. Você diz que o Irã é uma teocracia que reprime dissidentes e executa minorias, e que isso “não é negociável” para você enquanto feminista. Concordo plenamente que não podemos fechar os olhos para o autoritarismo interno de Teerã. Seria um desserviço ao pensamento crítico e à solidariedade internacionalista. No entanto, há um risco sutil nessa colocação: o de que, ao listar os crimes do Irã no mesmo parágrafo em que se denuncia o imperialismo americano, a gente acabe, sem querer, alimentando a pauta do Departamento de Estado. Porque a mídia hegemônica e os think tanks de Washington adoram esse enquadramento: “olhem, os dois lados são maus, mas um deles é uma ditadura teocrática que apedreja mulheres”. E isso serve para legitimar sanções que matam crianças iranianas por falta de medicamentos, para justificar o bloqueio econômico que asfixia a sociedade civil e para pintar qualquer resistência iraniana como mera agressão. Não estou dizendo que você faz isso, Julia. Longe disso. Mas precisamos ter cuidado para que a crítica ao regime iraniano não se transforme em combustível para a máquina de guerra americana.

        O que está em jogo em Ormuz não é uma disputa entre dois Estados moralmente equivalentes. É a tentativa dos EUA de manter a hegemonia sobre uma rota energética vital, usando a narrativa de “ameaça iraniana” para justificar sua presença militar permanente no Golfo. O Irã responde com os poucos instrumentos que tem: a geografia do estreito, a aliança com grupos como os houthis no Iêmen e o discurso anti-imperialista. Nenhum desses instrumentos é bonito. Apoiar os houthis significa se aliar a uma facção que também viola direitos humanos. Mas a pergunta que uma análise materialista precisa fazer é: quem se beneficia estruturalmente com a desestabilização da região? Não é o Irã, que vive sob sanções e isolamento. São as petrolíferas americanas, os complexos militares-industriais e os aliados regionais de Washington, como a Arábia Saudita. Portanto, quando o Irã alerta a ONU sobre o risco de catástrofe, não está fazendo teatro. Está apontando para o fato de que, numa relação assimétrica, o mais fraco pode sim desencadear uma espiral de violência que sai do seu controle, mas o gatilho está sempre nas mãos do mais forte.

        Por fim, acho que seu chamado a sustentar “duas verdades ao mesmo tempo” é o exercício mais difícil e necessário do pensamento crítico contemporâneo. Sim, o Irã é uma teocracia patriarcal que executa homossexuais e sufoca greves de trabalhadores. Sim, os EUA são um império que invade países, impõe sanções genocidas e destrói movimentos populares. Essas duas afirmações são verdadeiras e não se anulam. O erro que precisamos evitar é o de transformar a crítica ao imperialismo em defesa acrítica de seus adversários, assim como o erro oposto é usar a crítica ao autoritarismo iraniano para justificar o intervencionismo ocidental. A saída, me parece, está em um internacionalismo feminista e anticapitalista que não se curve a nenhuma bandeira nacional — seja a estrela e listras, seja a bandeira da República Islâmica. Um internacionalismo que denuncie o patriarcado de Estado em Teerã com a mesma veemência com que denuncia o patriarcado militarizado de Washington. E que, no caso concreto de Ormuz, saiba identificar onde está o poder de fogo desproporcional e, portanto, onde reside a maior responsabilidade pela iminência de uma catástrofe. No fim das contas, a complexidade não é um luxo intelectual: é uma exigência ética para quem não quer servir de massa de manobra para nenhum dos lados.

          João Augusto

          09/05/2026

          Cristina, sua intervenção é um primor de dialética materialista e acerta em cheio ao lembrar que a denúncia do autoritarismo iraniano não pode servir de combustível para a máquina de guerra do império, sob pena de repetirmos o velho truque liberal de moralizar a política enquanto se ignoram as estruturas que matam em escala industrial.

João Carvalho

09/05/2026

Lá vem o Irã de novo querendo bancar o vilão, mas quem começou essa bagunça no estreito de Ormuz foram os EUA, como sempre. O povo brasileiro que se vire com a gasolina nas alturas enquanto esses dois ficam de briga, ninguém pensa no trabalhador que precisa do diesel pra botar o pão na mesa.

    Carlos Meirelles

    09/05/2026

    João, discordo de você culpar só os EUA. O Irã é um regime teocrático que há décadas desestabiliza o Oriente Médio e ameaça a liberdade de navegação. Se o Brasil depende de diesel importado, o problema não é a briga alheia, é a nossa falta de competitividade e a carga tributária que encarece tudo.

      Helton Barros

      09/05/2026

      Carlos, você tem razão em parte: o Irã é um regime opressor que persegue cristãos e ameaça a liberdade, mas não vamos esquecer que os EUA também brincam com fogo no Estreito de Ormuz. Quanto ao Brasil, concordo plenamente — nossa dependência de diesel importado é um absurdo fruto de décadas de má gestão e carga tributária sufocante.

        Ana Paula Conserva

        09/05/2026

        Helton, você tocou num ponto crucial: enquanto o Irã persegue cristãos e oprime mulheres, os EUA também agem com imprudência em Ormuz. Mas o maior absurdo mesmo é o Brasil, refém de um diesel importado por causa de décadas de má gestão e impostos que sufocam o país.

          Ricardo Almeida

          09/05/2026

          Ana Paula, você misturou alhos com bugalhos: o Irã tem um histórico deplorável em direitos humanos, sim, mas culpar o Brasil por diesel caro enquanto ignora o lobby bilionário das distribuidoras e a política de preços atrelada ao dólar é cair em narrativa rasteira.


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