Navios iranianos rompem bloqueio naval dos EUA no Estreito de Ormuz

Um navio-tanque iraniano da NITC, com a bandeira do Irã na chaminé, navega em águas abertas. (Foto: rt.com)

Três navios-tanque iranianos romperam o bloqueio naval imposto pelos Estados Unidos no Estreito de Ormuz, atracando em portos iranianos após utilizarem rotas alternativas pelo Paquistão.

As embarcações pertencem à Companhia Nacional Iraniana de Petróleo. Juntas, têm capacidade para transportar cerca de cinco milhões de barris de petróleo bruto.

Os navios utilizaram a zona econômica exclusiva do Paquistão para evitar as patrulhas americanas. A plataforma TankerTrackers confirmou o trajeto completo das embarcações até o território iraniano.

Trump havia classificado a operação de bloqueio como uma muralha de aço. A medida foi implementada para pressionar a República Islâmica a aceitar um novo acordo sobre seu programa nuclear.

Um documento de inteligência americana obtido pelo Washington Post indica que o Irã pode resistir às restrições por três a quatro meses. A avaliação reconhece a capacidade iraniana de adaptação diante da pressão unilateral.

As autoridades iranianas passaram a usar navios como armazenamento flutuante e reduziram temporariamente a produção para preservar a infraestrutura petrolífera. O país conta com 65 a 75 milhões de barris de capacidade de armazenamento nessa modalidade.

Esse volume equivale a 36 a 42 dias de exportações nos níveis anteriores ao bloqueio. A estratégia demonstra a resiliência da República Islâmica frente à agressão econômica americana.

O Paquistão abriu rotas terrestres de trânsito que conectam seus portos e fronteiras diretamente ao Irã. O apoio regional evidencia os limites dos bloqueios unilaterais impostos em áreas estratégicas.

Portos como Chabahar e Jask garantem acesso ao Golfo de Omã sem cruzar o estreito bloqueado. Essa alternativa permite ao Irã contornar as patrulhas navais americanas com eficiência.

Trump afirma que a economia iraniana caminha para o colapso. Autoridades em Teerã garantem que o país suporta pressões econômicas prolongadas — e os fatos recentes reforçam essa posição.

Leia mais sobre o assunto na rt.com.


Leia também: Irã expulsa destróier dos EUA do Estreito de Ormuz após alerta da Guarda Revolucionária


📨 Inscreva-se na Newsletter de O Cafezinho

Receba nossas análises e as principais notícias diárias do Brasil e do Sul Global.

if(!email) { responses.innerHTML = "Por favor, insira um e-mail válido."; return; }

button.innerText = "Enviando..."; button.style.opacity = "0.7"; button.disabled = true; responses.innerHTML = "";

// Transforma a action nativa em endpoint JSONP e anexa os dados var formAction = this.action.replace('/post?', '/post-json?'); var formData = new FormData(this); var url = formAction;

for (var pair of formData.entries()) { url += "&" + encodeURIComponent(pair[0]) + "=" + encodeURIComponent(pair[1]); }

var script = document.createElement('script'); var callbackName = 'mailchimpCallback' + new Date().getTime(); window[callbackName] = function(data) { button.innerText = "ASSINAR"; button.style.opacity = "1"; button.disabled = false;

if (data.result === 'success') { responses.innerHTML = "✅ Inscrição confirmada com sucesso! Bem-vindo(a) ao O Cafezinho."; document.getElementById('mce-EMAIL-ajax').value = ''; } else { var msg = data.msg || ""; if(msg.includes('is already subscribed')) { msg = "⚠️ Este e-mail já está assinado na nossa newsletter."; } else if(msg.includes('too many')) { msg = "⚠️ Muitas tentativas. Tente novamente mais tarde."; } else if(msg.includes('domain')) { msg = "⚠️ O domínio do e-mail é inválido."; } else { msg = "⚠️ Erro: " + msg; } msg = msg.replace(/^[0-9]+\s-\s/, ''); responses.innerHTML = "" + msg + ""; } delete window[callbackName]; document.body.removeChild(script); };

url = url + '&c=' + callbackName; script.src = url; document.body.appendChild(script); });

Redação:
Related Post

Privacidade e cookies: Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com seu uso.