O Irã consolida seu controle sobre o Estreito de Ormuz com uma frota de lanchas rápidas conhecida como frota mosquito, operada pelo Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica.
Entre as embarcações destaca-se o Seraj-1, uma versão da lancha de competição britânica Bladerunner 51. As lanchas ficam estrategicamente ocultas em calas, cavernas e túneis na costa sul do país até serem ativadas.
De acordo com o portal RT, a frota pode ser rapidamente mobilizada para hostilizar navios mercantes que transitam pela via marítima. Essa capacidade cria uma ameaça suficiente para dissuadir o tráfego comercial e consolidar o domínio iraniano sobre a rota.
A estratégia da frota mosquito surgiu durante a guerra entre o Irã e o Iraque na década de 1980. Desde então, as táticas foram aprimoradas para englobar ataques em enxames, colocação de minas navais e captura de embarcações inimigas.
O analista Farzin Nadimi calcula que o Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica possui entre 500 e 1.000 lanchas rápidas. Nadimi menciona ainda a presença de mais de 1.000 embarcações não tripuladas, incluindo drones kamikaze e barcos lançadores de mísseis.
Essas unidades contam com o apoio de baterias de mísseis instaladas ao longo da costa iraniana. Tal infraestrutura amplia significativamente a capacidade do Irã de controlar o trânsito no Estreito de Ormuz.
O especialista Bryan Clark destaca que o Irã aperfeiçoou essas técnicas ao longo de décadas de preparação. As tensões recentes com os Estados Unidos forneceram a Teerã uma oportunidade para demonstrar sua capacidade de resposta e resiliência estratégica.
O editor de política e defesa da agência Tasnim, Mehdi Bakhtiari, salienta o fator geográfico como elemento decisivo. A maior linha costeira no Golfo Pérsico confere ao Irã capacidade de influenciar o comércio internacional mesmo com ações de pequena escala.
As vantagens geográficas e táticas do Irã permanecem difíceis de neutralizar na região, independentemente do poderio tecnológico de potências externas. Essa realidade sublinha a importância estratégica do Estreito de Ormuz nas disputas geopolíticas atuais.
Com informações de ACTUALIDAD.
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