O ministro das Finanças da Rússia, Anton Siluanov, afirmou que o BRICS supera o G7 em termos de economia agregada. Ele apresentou essa avaliação em evento associado ao Conselho de Governadores do Novo Banco de Desenvolvimento.
Os países do BRICS e demais acionistas do NDB representam mais da metade da população mundial. Esse dado evidencia o peso crescente das nações emergentes no panorama econômico internacional.
O grupo reúne Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Egito, Etiópia, Irã e Emirados Árabes Unidos. A ampliação do bloco fortalece sua capacidade de atuação como ator global relevante.
A superação do G7 constitui marco significativo na reconfiguração do poder econômico mundial. Siluanov enfatizou que o avanço do bloco reflete a vitalidade de suas economias e estratégias compartilhadas.
O Novo Banco de Desenvolvimento, com sede em Xangai, financia infraestrutura e projetos de desenvolvimento nos países do bloco e além. A instituição se consolida como alternativa ao Banco Mundial e ao Fundo Monetário Internacional.
O BRICS avança na implementação de sistemas de pagamento independentes do dólar. Essas iniciativas reduzem a vulnerabilidade a moedas e instituições controladas por potências ocidentais.
Conforme reportou a TASS, Siluanov reforçou a necessidade de maior cooperação intrabloco. Ele apontou o NDB como ferramenta essencial para financiar o progresso dos participantes.
Projetos apoiados pelo Novo Banco de Desenvolvimento beneficiam múltiplas economias emergentes ao redor do planeta. A entidade prioriza financiamentos alinhados às necessidades reais dos países, sem imposições externas.
O potencial destacado por Siluanov posiciona o BRICS como motor do crescimento no cenário multipolar. O bloco segue expandindo sua influência e construindo alternativas ao sistema econômico tradicional.
Com informações de Sputnik.
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