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Executivo chileno é preso no Brasil por racismo e homofobia durante voo da Latam

1 Comentário🗣️🔥 O executivo chileno preso por racismo e homofobia em voo da Latam. (Foto: metropoles.com) A Polícia Federal prendeu o executivo chileno Germán Naranjo Maldini, acusado de cometer crimes de racismo e homofobia durante um voo da Latam. O empresário, que ocupava cargo na empresa Landes, foi detido no Aeroporto de Guarulhos quando retornava […]

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O executivo chileno preso por racismo e homofobia em voo da Latam. (Foto: metropoles.com)

A Polícia Federal prendeu o executivo chileno Germán Naranjo Maldini, acusado de cometer crimes de racismo e homofobia durante um voo da Latam. O empresário, que ocupava cargo na empresa Landes, foi detido no Aeroporto de Guarulhos quando retornava ao Brasil após viagem internacional.

O episódio criminoso ocorreu durante o embarque de um voo que partia de Guarulhos, em São Paulo, com destino a Frankfurt, na Alemanha. Imagens gravadas por passageiros registraram Maldini insultando um comissário de bordo e fazendo gestos imitando um macaco, conduta que configura crime de racismo pela legislação brasileira.

A própria empresa em que o executivo trabalhava confirmou sua identidade por meio de comunicado oficial divulgado após a repercussão do caso. A Landes tomou conhecimento dos fatos através da cobertura da mídia e se pronunciou publicamente sobre o ocorrido.

No comunicado, a companhia afirmou condenar a atitude de seu funcionário, classificando os atos como discriminação, racismo e homofobia. A empresa declarou que esse tipo de comportamento é absolutamente incompatível com os valores corporativos da Landes e com sua Política de Não Discriminação.

O vídeo que registrou a conduta criminosa viralizou nas redes sociais e gerou forte repercussão tanto no Brasil quanto no Chile. Nas imagens, é possível ver claramente o momento em que Maldini profere insultos contra o tripulante da aeronave, além de realizar gestos de conotação racista.

A Latam também se manifestou sobre o episódio ocorrido em uma de suas aeronaves. Em nota oficial, a companhia aérea afirmou repudiar qualquer prática discriminatória e violenta, incluindo crimes de racismo, xenofobia e homofobia.

A prisão do executivo representa mais um caso de intolerância registrado em voos comerciais no Brasil, onde a legislação prevê penas severas para crimes de racismo e discriminação. A conduta de Maldini se enquadra tanto na Lei do Racismo quanto na legislação que tipifica crimes de homofobia, equiparados ao racismo por decisão do Supremo Tribunal Federal.

O caso segue sob investigação da Polícia Federal, que deve concluir o inquérito e encaminhar ao Ministério Público Federal para eventual oferecimento de denúncia. O executivo chileno pode responder pelos crimes em território brasileiro, onde as ofensas foram cometidas.

Leia mais sobre o assunto na metropoles.com.


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Xtian

20/05/2026

Como chileno, quero dizer aos brasileiros que muitos de nós apoiamos totalmente vocês neste caso. No Chile, pessoas ricas e influentes muitas vezes conseguem escapar das consequências usando desculpas e conexões. Estamos cansados disso. Esperamos sinceramente que a justiça brasileira mostre que ninguém está acima da lei e que racismo não pode ser tratado como algo sem importância.


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