A nova legislação israelense que institui a pena de morte para palestinos condenados por “atos terroristas mortais” entrou em vigor.
A lei se aplica a territórios sob controle de fato de Tel Aviv, incluindo a Cisjordânia e parte da Faixa de Gaza. Foi proposta pelo partido de extrema-direita Otzma Yehudit, liderado pelo ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir.
A medida prevê pena capital para quem cometer assassinato com intenção de negar a existência de Israel. Prisão perpétua pode substituir a pena de morte em casos com “circunstâncias especiais”.
A implementação gerou condenação internacional, com a Autoridade Palestina classificando-a como “escalada perigosa”. A ONU pediu a revogação imediata da lei, considerando-a discriminatória.
Antes da votação, ministros das Relações Exteriores da Alemanha, França, Itália e Reino Unido pediram que Israel abandonasse a iniciativa. Os Estados Unidos declararam respeitar o direito soberano de Israel de determinar suas próprias leis para condenados por terrorismo.
Leia mais sobre o assunto na actualidad.rt.com.
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