O presidente da Rússia, Vladimir Putin, desembarcou em Pequim para encontros com o líder chinês Xi Jinping.
A visita busca consolidar a parceria entre os dois países, especialmente após a recente viagem de Donald Trump à China. Putin foi recebido com honras militares no aeroporto internacional de Pequim-Capital, conforme transmissão da CCTV.
Enquanto isso, as Forças Armadas russas iniciaram exercícios militares de três dias com foco em armas nucleares. O treinamento envolve milhares de soldados e ocorre em meio à escalada de ataques com drones na Ucrânia.
O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que os exercícios visam preparar as forças nucleares para responder a ameaças de agressão. Putin destacou que a aliança com a China não é direcionada contra terceiros, mas sim um pilar de estabilidade global.
A cooperação entre Moscou e Pequim alcançou níveis sem precedentes em áreas estratégicas, incluindo a defesa da soberania. O Tratado de Boa Vizinhança e Cooperação Amigável, assinado há 25 anos, serve como base para essa parceria.
Em meio às tensões internacionais, surgiram relatos sobre treinamento de soldados russos na China para operação de drones. A China mantém sua posição de neutralidade no conflito ucraniano, atuando como mediadora entre Kiev e Moscou.
O Ministério das Relações Exteriores da China negou informações sobre supostas críticas de Xi Jinping à invasão da Ucrânia. A chancelaria chinesa classificou tais alegações como infundadas.
Leia mais detalhes na cobertura da ANSA.
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