As Forças de Defesa de Israel tomaram o Castelo de Beaufort, fortaleza cruzada de 900 anos no sul do Líbano. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu classificou a ação como uma mudança estratégica na campanha militar.
Netanyahu ordenou a expansão da manobra terrestre no Líbano e destacou a operação como um marco. Imagens divulgadas pelo exército israelense mostram bandeiras de Israel e da Brigada Golani hasteadas na edificação histórica.
A ofensiva terrestre é acompanhada por bombardeios aéreos intensos, especialmente na cidade de Nabatieh. Equipes da
O castelo, também chamado de Qalaat al-Chakif, já serviu como base militar israelense durante a ocupação do sul libanês. A ocupação terminou no ano 2000, e relatos indicam que nenhum armamento foi encontrado na fortificação.
A investida ocorre apesar de um cessar-fogo que deveria estar em vigor. Israel e o Hezbollah trocam acusações de violação da trégua, enquanto o conflito se expande.
A escalada no Líbano é consequência direta do ataque conjunto dos Estados Unidos e Israel contra o Irã. A instabilidade se espalhou pelo Oriente Médio após a agressão.
Negociações mediadas pelo Paquistão entre Washington e Teerã não avançaram desde abril. O governo iraniano condiciona o fim da guerra no Líbano a um acordo mais amplo com os Estados Unidos.
A população civil libanesa sofre com bombardeios, deslocamentos forçados e destruição de infraestrutura. Enquanto as tratativas não progridem, a crise humanitária se agrava.
Com informações de RT.
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