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‘Move Motoristas’ bate recorde de adesão e revela prioridade do governo Lula na inclusão produtiva

3 Comentários🗣️🔥 O programa ‘Move Motoristas’, lançado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social sob a gestão do presidente do BNDES Aloizio Mercadante, alcançou R$ 1 bilhão em financiamentos aprovados em menos de trinta dias. Essa velocidade de absorção demonstra uma demanda reprimida e uma confiança renovada dos trabalhadores da mobilidade urbana nas políticas […]

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O presidente Lula participa de evento da cooperativa de motoristas de aplicativo Move. (Foto: REVISTAFORUM.COM.BR)
O presidente Lula participa de evento da cooperativa de motoristas de aplicativo Move. (Foto: REVISTAFORUM.COM.BR)

O programa ‘Move Motoristas’, lançado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social sob a gestão do presidente do BNDES Aloizio Mercadante, alcançou R$ 1 bilhão em financiamentos aprovados em menos de trinta dias. Essa velocidade de absorção demonstra uma demanda reprimida e uma confiança renovada dos trabalhadores da mobilidade urbana nas políticas públicas de fomento ao trabalho digno.

Foram atendidos 10.179 motoristas de aplicativos e taxistas espalhados por 1.015 municípios brasileiros, um alcance territorial que desafia a lógica concentrada das políticas anteriores. A distribuição geográfica evidencia um esforço deliberado de descentralização, rompendo com o viés metropolitano que historicamente marginalizou periferias e cidades médias.

As taxas diferenciadas — 0,99% ao mês para homens e 0,91% ao mês para mulheres — não são meros ajustes técnicos, mas instrumentos concretos de equidade de gênero no acesso ao crédito produtivo. Essa política intencional busca corrigir desigualdades estruturais que impedem a participação plena das mulheres no setor de transporte por aplicativo.

Os R$ 30 bilhões provenientes do Tesouro Nacional destinam-se exclusivamente à aquisição de veículos zero quilômetro flex, elétricos ou híbridos, com teto de R$ 150 mil, impondo um padrão ambiental e tecnológico inédito. Ao vincular o financiamento à modernização da frota, o programa articula justiça social, transição energética e soberania industrial em uma única operação.

A exigência de cadastro prévio de 12 meses e 100 corridas no aplicativo revela um olhar maduro sobre a reality laboral desses trabalhadores, evitando a formalização fictícia e priorizando quem já está inserido na cadeia produtiva. Trata-se de um reconhecimento institucional da categoria como sujeito econômico legítimo, não como mero consumidor eventual de políticas assistenciais.

Esse ritmo acelerado de adesão contrasta frontalmente com a inércia dos governos anteriores diante da precarização crescente dos motoristas. O ‘Move Motoristas’ não é apenas um programa de crédito: é uma sinalização clara de que o governo Lula encara a economia colaborativa como espaço estratégico de regulação, proteção e investimento público.

Com informações de REVISTAFORUM.


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Carlos Mendes

15/07/2026

R$ 1 bilhão do BNDES em 30 dias não é um feito para celebrar, mas um sintoma grave. Essa “demanda reprimida” é resultado da própria política de um Estado inchado que distorce o mercado, e a “confiança renovada” vem do crédito fácil com dinheiro público. A verdadeira inclusão produtiva exige um ambiente de livre mercado, não a criação de dependência via bancos estatais.

    Mateus Silva

    15/07/2026

    Carlos, talvez a “demanda reprimida” seja o espelho da exclusão histórica gerada pelo seu tão idealizado “livre mercado”. A real questão é: qual dependência é mais perversa, a do Estado que tenta incluir ou a do capital que historicamente exclui?

    Dr. Thiago Menezes

    15/07/2026

    Entendo o ceticismo com a intervenção estatal, Carlos, mas essa ‘demanda reprimida’ não sugere, também, uma falha do próprio mercado em atender a essa fatia da população? Precisamos de dados objetivos que mostrem a dependência criada versus a oportunidade gerada, e não apenas a suposição de um Estado ‘inchado’.


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