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Paraíba revela sua riqueza oculta no sertão: destinos históricos, paleontológicos e de aventura

0 Comentários🗣️🔥 O interior da Paraíba guarda a marca de mais de 80 espécies de dinossauros registradas, milhares de pinturas rupestres e pêndulos vertiginosos de 336 metros — mas muito do mundo ainda desconhece esse poder. No município de Sousa, no Sertão paraibano, situa-se o Monumento Natural Vale dos Dinossauros, área de conservação que se […]

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Imagem gerada por IA pelo Flux Pro (fal.ai), a partir de prompt do Cafezinho. 13/04/2026 06:46

O interior da Paraíba guarda a marca de mais de 80 espécies de dinossauros registradas, milhares de pinturas rupestres e pêndulos vertiginosos de 336 metros — mas muito do mundo ainda desconhece esse poder.

No município de Sousa, no Sertão paraibano, situa-se o Monumento Natural Vale dos Dinossauros, área de conservação que se estende por cerca de 1.730 km² em cerca de 30 localidades — incluindo São João do Rio do Peixe, Uiraúna e Aparecida. Nela, há centenas de pegadas fossilizadas que remontam ao início do Cretáceo Inferior; identificam-se mais de 80 espécies distintas, com rastros variando entre 5 e 40 cm de comprimento. ([pt.wikipedia.org](https://pt.wikipedia.org/wiki/Monumento_Natural_Vale_dos_Dinossauros?utm_source=openai))

Também inserido no bioma caatinga, o Parque Estadual da Pedra da Boca, em Araruna, ocupa 157,25 hectares, com formação rochosa de 336 metros de altura, cavernas e trilhas. Sua biodiversidade inclui pelo menos 125 espécies de plantas, 21 de répteis e anfíbios e 16 de mamíferos. ([pt.wikipedia.org](https://pt.wikipedia.org/wiki/Parque_Estadual_da_Pedra_da_Boca?utm_source=openai))

Para melhorar o acesso, foi investido na pavimentação do trecho da rodovia PB-117, ligando o entroncamento com a PB-125 ao Parque da Boca. A obra, com extensão de 9,98 km, orçada em mais de R$ 16 milhões, beneficiará cerca de 18 mil habitantes segundo o governo estadual.

Também no Cariri, em Cabaceiras, emerge o Lajedo de Pai Mateus, com aproximadamente 1,5 km² de área e cerca de cem grandes pedras arredondadas — algumas pesando até 45 toneladas. Pinturas rupestres atribuídas aos índios cariris, que viveram na região há cerca de 12.000 anos, decoram algumas dessas pedras. ([pt.wikipedia.org](https://pt.wikipedia.org/wiki/Lajedo_de_Pai_Mateus?utm_source=openai))

Além de aventura e natureza, o sertão pulsa com história antropológica. As inscrições rupestres do Lajedo e da Pedra da Boca, as lendas do Pai Mateus em Cabaceiras e os sítios arqueológicos em Ingá revelam uma Paraíba cujo passado é ancestral tanto quanto sua geologia.

E daí?

Esses destinos expandem o turismo para além do litoral — sítios paleontológicos ganham visibilidade, a infraestrutura viária avança, o turismo de aventura atrai, comunidades locais se envolvem com guias e hospedagens. Ao proteger monumentos naturais como o Vale dos Dinossauros, o estado afirma sua soberania científica e cultural, contrapondo o apagamento histórico. Este é um turismo que promove autonomia local, memória viva e desenvolvimento regional — redefinindo a Paraíba não apenas como costa, mas como epicentro de múltiplas riquezas.

Com informações de polemicaparaiba.com.br.

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