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Instituto oferece bolsas para estimular bioeconomia amazônica

0 Comentários🗣️🔥 Conforme informações publicadas pela Agência Brasil em abril de 2026, o Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam) lançou uma iniciativa para transformar conhecimento científico sobre a biodiversidade da floresta em produtos e negócios de impacto global, que gerem oportunidades para as comunidades tradicionais. O Desafio Bioinovação Amazônia convoca profissionais para […]

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Conforme informações publicadas pela Agência Brasil em abril de 2026, o Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam) lançou uma iniciativa para transformar conhecimento científico sobre a biodiversidade da floresta em produtos e negócios de impacto global, que gerem oportunidades para as comunidades tradicionais.

O Desafio Bioinovação Amazônia convoca profissionais para solucionar seis desafios nos setores de alimentação, cosméticos e novos materiais verdes. Os projetos devem utilizar matérias-primas como castanha-do-brasil, açaí, andiroba, copaíba, murumuru, buriti, babaçu e borracha nativa.

Dez pessoas serão selecionadas para uma imersão de 15 dias na Amazônia — sendo cerca de dez dias em Manaus e cinco dias em comunidades rurais da região, dependendo do desafio — com todos os custos cobertos pela organização.

A iniciativa busca dois perfis distintos: “inovadores”, que possuam experiência comprovada em biodiversidade amazônica, residência ou atuação profissional na região e interesse em empreendedorismo; e especialistas em pesquisa e desenvolvimento (P&D) com experiência internacional nos setores de cosméticos, alimentos ou materiais de base biológica, disponíveis para mentoria presencial e remota ao longo do programa.

O programa é composto por quatro fases: seleção de talentos (online), formação de equipes e design da solução (online), imersão e validação (residência na Amazônia e online) e cerimônia de premiação final (presencial).

Os dez selecionados receberão um pacote de apoio financeiro. Os participantes do perfil inovador ganharão bolsas mensais de R$ 3,5 mil a R$ 7,5 mil por seis meses, conforme o nível de formação. Já os especialistas em P&D receberão bolsas mensais de US$ 650 a US$ 1,3 mil, também pelo período de seis meses.

Está previsto ainda um fundo de validação de R$ 100 mil por equipe para insumos, reagentes e testes especializados, além de suporte laboratorial do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e do Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA). O programa oferece mentoria especializada, passagens e hospedagem em Manaus.

O desafio prevê a premiação final de três pessoas, com valores de R$ 200 mil, R$ 150 mil e R$ 100 mil, conforme a colocação. Eles se tornarão parceiros da Zôma, a geradora de negócios do Idesam, e receberão suporte jurídico para adequação à Lei da Biodiversidade, acesso a redes de mercado e apoio estratégico contínuo para a criação do negócio.

A ação conta com financiamento do Bezos Earth Fund e parceria da Penn State University (EUA), da Rede Terra do Meio e da Cooperativa Central de Comercialização Extrativista do Acre (Coopeacre).

Fonte: Agência Brasil

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