A Defesa Civil do Rio Grande do Sul informou nesta segunda-feira (20) que 43 municípios registraram danos devido a tempestades, granizo e ventanias desde a semana passada. Há 19 pessoas desalojadas e ocorrências de quedas de árvores, destelhamentos e cortes de energia.
A Defesa Civil do Rio Grande do Sul informou nesta segunda-feira (20) que 43 municípios relataram danos devido às tempestades, granizo e ventanias que atingem o estado desde a semana passada.
Os maiores danos são de quedas de árvore, destelhamento de casas e cortes de energia. No total, há 19 desalojados em seis municípios.
Santa Vitória do Palmar teve rajadas de vento de 97,9 km/h, Santa Maria e São José dos Ausentes, de 90 km/h.
Os maiores acumulados de chuva em dois dias ocorreram em Quaraí (159,8 milímetros), Santa Vitória do Palmar (133,5 mm) e Rosário do Sul (125,8 mm).
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) informou que, a partir de hoje, a área de aviso laranja de perigo para tempestades passa a contemplar municípios das regiões de Ijuí, Santa Cruz do Sul e da região metropolitana de Porto Alegre.
Nas demais áreas do Rio Grande do Sul e no litoral sul de Santa Catarina, permanece vigente o aviso amarelo de perigo potencial para tempestades.
Fonte: Agência Brasil


Ana Rodrigues
20/07/2026
Pois é, Curitiba já tem seus problemas com temporal e granizo de vez em quando, mas ver 43 municípios gaúchos nessa situação é dose. O pior é que depois da chuva vem a dor de cabeça com telhado destruído e energia cortada, coisa que atrasa a vida de todo mundo, inclusive de quem depende do carro pra trabalhar. Será que o governo do estado já tem um plano prático pra liberar verba de recuperação ou vai ficar só no levantamento de danos?
Maria Silva
20/07/2026
Que situação difícil para essas famílias gaúchas. Espero que a Defesa Civil e as prefeituras estejam dando todo o suporte necessário, principalmente para quem perdeu o telhado e ficou desalojado. Será que os municípios têm planos de contingência para eventos climáticos extremos, que estão cada vez mais frequentes? É um alerta para repensarmos a prevenção e o acolhimento emergencial.