Para o calendário de 2026, a plataforma PlanetaEXO e a revista Viagem e Turismo catalogaram 15 destinos de ecoturismo no Brasil. O levantamento foca em locais onde a visitação de viajantes interage diretamente com a conservação ambiental. A lista abrange áreas desde a bacia amazônica até parques marinhos protegidos no Nordeste.
Na Bahia, o Parque Nacional da Chapada Diamantina ocupa uma área de 70 mil hectares de vegetação nativa. O parque concentra trilhas terrestres e abriga a Cachoeira da Fumaça, que registra 400 metros de altura. O acesso rodoviário ao município de Lençóis exige viagens de aproximadamente seis horas a partir de Salvador.
No Centro-Oeste, o município de Bonito fica a 300 quilômetros da capital Campo Grande. O acesso às nascentes de calcário ocorre por meio de flutuação e exige a presença de guias locais credenciados. Já no Pantanal, o setor de hospedagem opera em conjunto com projetos de pesquisa sobre a fauna silvestre.
Estrutura em sítios arqueológicos e litorais
O mapeamento documenta áreas com foco em preservação histórica e observação de espécies marinhas. Em Pernambuco, o Parque Nacional do Catimbau protege um sítio arqueológico com mais de seis mil registros de arte rupestre. No litoral baiano, o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos direciona os roteiros aquáticos para a observação da baleia-jubarte a partir de catamarãs.
O catálogo também contabiliza reservas florestais e formações de cânions nas regiões Norte e Sul do país. O levantamento indica a estruturação turística nas seguintes áreas de conservação nacional:
- Parques Nacionais de Anavilhanas e Jaú, no Amazonas
- Serra da Capivara, no Piauí, com 130 mil hectares catalogados
- Sistemas de cavernas e rios em Nobres, no Mato Grosso
- Cânions rochosos de Cambará do Sul, no Rio Grande do Sul


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